Pierpont Morgan Visconti Sforza Tarocchi Deck -

    Stuart R. Kaplan

    U.S. Games Systems
    2015
    144 páginas
    4h 48m
    ISBN-13: 9780913866061

    This new edition presents an 80-card deck with expanded guidebook in a deluxe, hinged box. The 60-page guidebook, by Stuart R. Kaplan, features color illustrations of the tarocchi cards. The pack includes two bonus cards with portraits of Bianca Maria Visconti and Francesco Sforza. The 78-card deck is comprised of full-color facsimile reproductions of 74 extant, original Visconti-Sforza tarocchi cards that have survived from the 15th century (Milan, Italy). Four cards have been meticulously recreated to replace those missing from the original deck; The Devil, The Tower, Three of Swords, and Knight of Coins. The cards, which do not have titles or numbering, depict daily life in medieval Milan through allegorical imagery. The original cards are located in three different locations. Thirty-five of the original cards are located in the archives of the Pierpont Morgan Library in New York. Twenty-six extant cards are at the Accademia Carrara in Italy, and thirteen cards are housed at Casa Colleoni, in Bergamo, Italy.

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    Pablo Pax20/09/2022Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    O primeiro tarot

    Comprei esse tarot, conhecido como Visconti-Sforza, por duas razões: 1) por ser o primeiro tarot que se tem notícia, surgido na Itália nos anos de 1440. 2) pela beleza das cartas. É importante saber que os primeiros tarots não tinham como objetivo a cartomancia, isto é, ler o futuro (isso começou na França do século XVIII, ironicamente, no século das luzes e da razão). No Renascimento, era apenas um baralho que servia de entretenimento, e tinha mais a ver com memória e estratégia do que com sorte. Porém, como os nobres tinham tempo de sobra, muitos deles começaram a encomendar seus próprios tarots a artistas talentosos, como que continuando uma arte que vinha da Idade Média: a pintura de miniaturas, além dos tarots servirem como símbolos de status. Quanto mais singular e bonito, mais comentado nas cortes. Este foi encomendado por Francesco Sforza (1401-1466), um nobre e mercenário de Milão, para um artista hoje desconhecido, mas que serviu de referência para muitos outros que vieram depois. Há muitos usos para um tarot. O meu é de ordem estética. Este é o mais bonito que já vi.

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