Viagens por diferenças
Essa versão de As Viagens de Gulliver é um pouco menos detalhada do que a que eu tinha lido, mas deixa a mesma sensação: a de querer divertir ao mesmo tempo que mostra as diferenças doa povos. Gulliver não sossega em terra firme e sempre que volta para casa arranha uma forma de zarpar em busca de aventuras. Assim, ele conhece uma terra em que ele se parece um gigante e outra em que se parece um anão. Em ambas, é usado como ferramenta para algo: uma arma ou uma peça de diversão na mão dos governantes. E é na terra dos cavalos, quando é chamado de yahoo, que ele percebe o quão indiferente somos com relação ao que fazemos com outras pessoas.
