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    Sinfonia para vagabundos: - visões em preto e branco para sax tenor

    Raimundo Carrero, Raimundo Carrero

    Bagaço
    1994
    160 páginas
    5h 20m
    ISBN-14: 85-7409-696-2.
    Português Brasileiro
    3.9
    12 avaliações
    Leram23Lendo1Querem17Relendo0Abandonos0Resenhas2
    Favoritos2Desejados17Avaliaram12

    Este livro oferece ao Recife seu hino definitivo, mostrando-lhe sua verdadeira cara, seu cheiro, seus ruídos, seus fantasmas. Assim é o livro. Tem o mais puro lirismo e o mais duro e cru realismo. Um livro que afaga e que apedreja. Um livro estranho e inquieto, que vem para comover e espantar, para encarar e incomodar, para derrubar tabus e preconceitos. Um livro revolucionário! Formato: 14x21 cm 160 páginas.

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    Blog Na Literatura Selvagem15/12/2018Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    estreia na escrita do autor

    Estreando na obra do salgueirense Raimundo Carrero, Sinfonia para vagabundos é uma espécie de ode às noites recifenses, a aura de boemia que a cidade carrega, com suas pontes mal-iluminadas, seus cheiros característicos, e seus transeuntes, que parecem imersos num mar de desolação no cotidiano. Com uma escrita que possui ares de Thriller e noir, Sinfonia é um livro cru, visceral, poético e denso. Incomoda, tanto na forma de escrever quanto nas reflexões que nos deixa. Carrero dá voz aos mudos imperceptíveis que a sociedade ignora. Vagabundos, poetas, mulheres da noite, bêbados, mendigos que dormem sob marquises de velhos prédios, como Gullar descreveria "pessoas que passam sem falar e estão cheias de vozes e ruínas". Ruínas sociais, mescladas às ruínas da cidade. leia mais em

    1 curtida

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    3.9 / 12
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    Raimundo Carrero

    Raimundo Carrero (Salgueiro, 20 de dezembro de 1947) é um jornalista e escritor brasileiro. Como jornalista, trabalhou no rádio, televisão e jornal Diario de Pernambuco durante 25 anos, tendo exercido vários cargos, como os de crítico literário e editor nacional. Foi assessor de imprensa da Fundação Joaquim Nabuco e da Universidade Federal de Pernambuco. Integrou o Conselho Municipal (Recife) de Cultura durante oito anos e o Movimento de Cultura Popular. Até 1998, foi presidente da Fundação de Patrimônio Artístico e Histórico de Pernambuco (Fundarpe). Em 11 de outubro de 2004, foi eleito para a cadeira 3 da Academia Pernambucana de Letras, tomando posse em 20 de janeiro de 2005. Seu livro Somos pedras que se consomem foi incluído entre os dez melhores livros de 1995, escolhi

    33 Livros
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    Pernambuco, Brasil

    Raimundo Carrero