Ensinando o Trivium (Volume 2) -

    Harvey E Laurie Bluedorn

    Editora Monergismo
    2017
    392 páginas
    13h 4m
    ISBN-13: 9788569980810
    Português Brasileiro

    A educação clássica, com sua ênfase no ensino de línguas, lógica, retórica, literatura e história, tem ganhado notoriedade entre os cristãos nos dias de hoje. As escolas particulares dedicadas a este método de ensino brotam em todo o país, e os pais que praticam o homeschooling (ensino doméstico) há muito abraçaram os conceitos. Mas há a educação clássica e a educação clássica cristã. Os Bluedorns se situam, sem dúvida, nesta última: reivindicam para o cristianismo as ideias muitas vezes creditadas a estudiosos gregos clássicos. Eles explicam o Trivium ― a ideia de que existem três fases de aprendizagem distintas na vida de uma criança ― e lhe ensinam como ensinar com a máxima eficácia em cada uma dessas etapas.

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    Rafael Passos Santos25/05/2026Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    ‎ ‎ Esta obra e continuidade do volume 1 e se ocupa da parte prática do Trivium que perpassa desde a tenra infância até a preparação para o casamento. Ao término da obra se encontram 2 apêndices com materiais complementares (uma pena que a maioria esmagadora do currículo complementar está em inglês). ‎ ‎ Dois fatos marcam a obra e é impossível deixar batido: o primeiro é a quantidade gigantesca de erros de ortografia. Para uma obra sobre educação é inadmissível. Tira o brilho do livro e o seu conteúdo e propósito ficam maculados com tamanho desleixo. Será que a editora está amarrando tanto a mixaria para não contratarem um revisor? ‎ ‎ O segundo fato que é quase um vilipêndio se encontra na página 182 onde os autores afirmam que a esposa e os filhos que não trabalham são "parasitas econômicos que vivem da ocupação dos pais". Isso é asqueroso. Uma dona de casa piedosa produz muito mais que o seu marido no trabalho. O simples fato de não se aferir os resultados do trabalho doméstico não o desqualifica, muito menos o torna sanguessuga. Nitidamente as palavras da feminista inútil Simone de Beauvoir onde afirma que a dona de casa é um parasita. ‎ ‎ Se tratando de um livro dito como "cristão", tais circunstâncias colocam em xeque a cosmovisão real dos autores.

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