Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas0
    • Leitores8
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Ed Mort - Com a mão no Milhão

    Miguel Paiva, Luis Fernando Verissimo

    L&PM
    1988
    58 páginas
    1h 56m
    ISBN-10: 8525402060
    Português Brasileiro
    4.3
    3 avaliações
    Leram8Lendo0Querem0Relendo0Abandonos0Resenhas0
    Favoritos0Desejados0Avaliaram3

    O detetive Ed Mort é contratado para ser o guarda-costas de um playboy que está sendo ameaçado de morte. Logo descobre que o milionário está envolvido com negociações perigosas. Ed Mort, o detetive mais pé-rapado de Copacabana, é uma das melhores e mais populares criações de Luis Fernando Verissimo. Surgiu em crônicas de jornal, compiladas nos livros Ed Mort e outras histórias, Sexo na cabeça e na edição de bolso Ed Mort – Todas as histórias, todos publicados pela L±. Passou pela TV, vivido por Luís Fernando Guimarães no especial Ed Mort – Nunca houve uma mulher como Gilda, em 1993, e no Programa de Auditório, em 1994. E chegou ao cinema em Ed Mort (1998), interpretado por Paulo Betti. Entre ter suas desventuras contadas em textos e ser interpretado por atores, o personagem virou uma série antológica de tiras cômicas, com o texto de Verissimo recebendo o reforço luxuoso de Miguel Paiva (criador da Radical Chic). Seriadas, formavam histórias completas após alguns meses e foram compiladas assim pela L±, começando por Procurando o Silva (1985). Com a mão no milhão é o terceiro álbum, após Disneyworld Blues (1987) e antes de Conexão nazista (1989) e O sequestro do zagueiro central (1990). Verissimo é grande admirador da literatura policial e sua paródia funciona muito bem. O texto rende tanto nas tiras quanto em suas melhores crônicas, com ótimas piadas. O autor gaúcho já demonstrava, na tira As cobras, que tinha um domínio excelente da narrativa em quadrinhos, o que foi absorvido muito bem pelas ilustrações de Paiva, que reforçam ainda mais o clima “noir”. Além da crônica falta de dinheiro de Mort, as 204 tiras satirizam também desde o modo de vida dos ricos até as conspirações políticas. Há ainda brincadeiras metalinguísticas sobre a tira ser publicada uma por dia em um jornal diário: a piada perde um pouco o sentido quando a história é lida em sequência em um livro, mas só para quem não é familiarizado com o gênero. Além disso, a trama tem momentos de uma verdadeira viagem no tempo, falando em cruzados (a moeda da época) e fichas telefônicas. Em outros momentos, continua muito atual: para demonstrar influência, um personagem diz que “chama o Sarney de Zé”. O livro foi republicado com outra capa pela L± em 1997 e, desde então, não ganhou nova edição. Na esteira de relançamentos da obra de Verissimo, nos últimos anos, trazer este álbum de volta viria bem a calhar. Já está mais do que na hora do retorno de “Mort, Ed Mort”.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Estatísticas

    Avaliações

    4.3 / 3
    • 5 estrelas33%
    • 4 estrelas67%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Miguel Paiva profile picture

    Miguel Paiva

    Miguel Paiva (Rio de Janeiro, 19 de janeiro de 1950) é um cartunista, diretor de arte, escritor, autor de teatro, ilustrador, publicitário, diretor, roteirista e comentarista de televisão, roteirista de cinema e jornalista brasileiro. Começou a escrever aos dezesseis anos, para o Jornal dos Sports. Trabalhou no seminal jornal de humor carioca O Pasquim. Publicou inúmeros livros, tanto no Brasil quanto no exterior, como As memórias de Casanova e livros de História do Brasil. Escreveu musicais em parceria com Zé Rodrix e fez vários cenários e figurinos para o teatro. Publicou cinco livros em parceria com Luís Fernando Veríssimo, sobre as aventuras do detetive Ed Mort; com a personagem Radical Chic, publicou Radical Chic (vol. I e II), Almanaque da Radical Chic e o Livro de pensamentos da Radical Chic;com o personagem Gatão de Meia Idade publicou os livros Gatão de Meia- Idade (vol. I e II), e Cama de gato (Histórias de cama do Gatão de Meia-Idade). É também autor dos personagens Chiquinha, publicado em O Globo, e Bebel, a Top Top Model, publicado na revista Contigo. Miguel publicou ainda o livro Sentimento masculino. Viveu na Itália de 1974 a 1980, criando e publicando seus personagens. De volta ao Brasil, morou durante nove anos em São Paulo, voltando para o Rio em 1992, onde vive até hoje. Durante 1985, Paiva publicou charges políticas no jornal O Globo, principalmente sobre o tumultuado período entre a eleição e a morte de Tancredo Neves. Também satirizou ex-presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan e sua intervenção na Nicarágua sandinista. Trabalhou na adaptação de Uma Rosa com Amor, do SBT, com Tiago Santiago e Renata Dias Gomes. É casado com a atriz Ângela Vieira

    22 Livros
    2 Seguidores
    Rio de Janeiro, Brasil

    Miguel Paiva