A vida adulta do Punpun é pura rotina, enjoativa, chata e deprimente rotina. É uma coisa tão perto, tão semelhante à realidade, que chega a ser desconfortável. Um emprego simples, um apertamento menos que medíocre e por fim uma solidão que o faz parecer ainda mais insignificante... Como se a vida dele, ou até a minha também fosse insignificante, parece e talvez seja mesmo.
"A vida nos dá uma liberdade incrível!! Mas não esqueça que liberdade traz responsabilidades"
Sendo sincera, eu demorei bem mais pra ler essas duas partes, senti que nada realmente excepcional ou essencial aconteceu... E também as reflexões boas diminuíram e só sobrou um lero lero como se certas cenas e diálogos fossem só pra preencher mais páginas. Então dá pra dizer que aqui a trama deu uma estacionada e ficou parada.
A interação do Punpun com a Sachi foi um ponto interessante, a parte 8 terminou bem com a trama voltando a andar. Shimizu e Seki apareceram rapidinho... Ah, eu estou shippando esses dois, admito. O próximo volume promete a volta explosiva da Aiko na vida do Punpun... E futuramente, o fim do mundo?