In 1917 young Edward Estlin Cummings went to France as a volunteer with a Red Cross ambulance unit on the western front. But his free-spirited, insubordinate ways soon got him tagged as a possible enemy of La Patrie, and he was summarily tossed into a French concentration camp at La Ferte-Mace in Normandy. Under the vilest conditions, Cummings found fulfillment of his ever elusive quest for freedom. The Enormous Room, his account of his four-month confinement, reads like a latter-day Pilgrim's Progress, a journey into dispossession, to a place among the most debased and deprived of human creatures. Cummings's hopeful tone reflects the essential paradox of his existence: to lose everything is to become free, and so to be saved.
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Edward Estlin Cummings
Poeta norte-americano, nasceu em 1894 e morreu em 1962. Conquistou, ainda em vida, um lugar permanente entre os maiores poetas de nosso tempo. Ainda se comenta muito das suas inovações em tipografia e pontuação, que foram, por alguns, mal entendidas como meros “efeitos”, mas o leitor cuidadoso verá que elas são um aspecto de sua busca pela expressão mais pura e clara de seus pensamentos e sentimentos. Uma maneira de renovação da linguagem que só os grandes poetas conseguem. O poeta Augusto de Campos o considerou um dos principais inovadores da linguagem da poesia e da literatura no século XX. Cummings era único dentre os poetas de seu tempo, pois era igualmente extraordinário na sátira e no sentimento e lutava vigorosamente contra a pomposidade e a pretensão. É considerado um dos poetas qu




