Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores83
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Manual de cambridge para estudos junguianos -

    Polly Young-Eisendrath

    Artmed
    2002
    304 páginas
    10h 8m
    ISBN-10: 8573078022
    Português Brasileiro
    4.6
    8 avaliações
    Leram12Lendo9Querem59Relendo0Abandonos3Resenhas1
    Favoritos1Desejados59Avaliaram8

    "O livro se divide em três seções: as idéias de Jung e seu contexto, que aborda a vida e as descobertas de Jung; a psicologia analítica na prática, que inclui um estudo de caso das três abordagens junguianas (clássica, arquetípica e desenvolvimentista); e a psicologia analítica na sociedade, que mostra como suas idéias foram incorporadas nos estudos de gênero, na literatura, na religião e na ciência política. Inclui, ainda, uma cronologia completa da vida e da obra de Jung, listas de leituras e um glossário." ( Rubedo)

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (1)Ver mais
    Hamilton Ventura picture
    Hamilton Ventura31/10/2019Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    comportamento

    Uma descrição boa da vida de C.C,Jung, toda a sua carreira e as maiores conquistas, mas ainda assim de uma forma resumida. O livro busca mostrar não somente o ponto de vista de Jung mas a evolução de seu pensamento no decorrer dos anos, além dos pensamentos de outros autores pós Junguianos que traz um complemento a muitas de suas ideias. Jung acreditava que a a alquimia era uma ponte e um laço entre a psicologia moderna e as tradições místicas cristãs e judaicas que remontavam o gnosticismo, pois para ele a alquimia era uma especie de projeções de questões da psique humana. Uma das coisas que achei interessante é em uma das afirmações no manual o de que Grande parte da psicologia analítica repousa na base sólida da ciência empírica. “Jung interessou-se por sistemas aparentemente místicos como a astrologia e a alquimia porque eles se orientavam em direção a uma compreensão sintética da matéria da psique. Ele via neles projeções inconscientes tanto do processo psicológico interior do homem quanto suas fantasias sobre os mecanismos de funcionamento do mundo físico e biológico. No pensamento alquímico, essas duas coisas não estão separadas, e era isso que atraía Jung. “A Observação crucial de Jung foi a de que os fenômenos psicológicos são tão “reais” por sua própria conta quanto objetos físicos. Eles Funcionam de maneira autônoma e com vida própria, algo que foi “redescoberto” recentemente nos fenômenos dos distúrbios dissociativos” M O que hoje é chamado de escola de "psicologia arquetípica" foi fundada por James Hillman com diversos outros junguianos, em Zurique, no final da década de 1960 e início da década de 1970. A escola surgiu em reação contra o que consideravam suposições desnecessariamente metafísicas em Jung e a aplicação enfatuada e mecânica dos princípios junguianos. Hillman prefere ver a psicologia arquetípica não como uma "escola", mas como uma "direção" ou "abordagem" Para ele, tudo que os indivíduos sempre confrontam psiquicamente são imagens - isto é, fenômenos. Hillman é um fenomenólogo ou imagista: “Estou simplesmente seguindo o caminho imagístico, fenomenológico: assumir uma coisa pelo que ela é e deixá-la falar” (p. 14). Para a escola arquetípica, não existem arquétipos como tal - categorias neokantistas, ou números. Existem apenas fenômenos, ou imagens, que podem ser arquetípicas. Psicólogos arquetípicos, pois estes acreditam que o arquetípico, ou o típico, está no olho do observador - a pessoa que olha uma imagem - mas também está, noutro sentido, no olho da imaginação, uma dimensão transcendente que os psicólogos arquetípicos vêem como basicamente irredutível à qualquer faculdade imanente ao indivíduo. "Para compreender o significado do sonho devo ater-me ao máximo às imagens oníricas" (p. 149). Ater-se à imagem é aderir ao fenômeno (em vez de, digamos, fazer livre associação com ele, como sugere Freud). Para Freud, a imagem não é o que ela manifestamente parece ser. Ela é outra coisa em forma latente. Para Jung e para Hillman, a imagem é exatamente o que parece ser - e nada mais. Para expressar o que pretende, a psique seleciona uma imagem particularmente adequada de todas as imagens disponíveis na experiência do indivíduo para servir a uma finalidade metafórica bastante específica. “É neste estado de subjetivismo infundado e profunda descrença que encontramos o pensamento ocidental no final da Idade da Razão. E é nesta atmosfera de ceticismo que a filosofia do século XVIII se prepara para uma revolução na teoria das imagens mentais.” “Freud já havia começado a explorar os recessos da mente pela análise das imagens psíquicas. Sonhos, Fantasias e associações foram cuidadosamente examinados numa tentativa de compreender como as imagens psíquicas estão envolvidas no desenvolvimento da personalidade, da psicopatologia e em nossa experiência de passado, presente e futuro. Embora estas fossem questões novas e intrigantes para psiquiatria e psicologia profunda o problema das imagens não era de modo algum novo para quem tivesse familiarizado com o pensamento ocidental” Em 1781, Kant chocou seus colegas ao declarar que o processo de formação de imagens (Einbildungskraft) é precondição indispensável de todo o conhecimento. Na primeira edição de sua Crítica da razão pura, ele demonstrou que tanto a razão quanto a sensação, os dois termos básicos na maioria das teorias do conhecimento até então, eram produzidos, e não reproduzidos, pelas imagens. “Depois de Kant, não se poderia mais negar um lugar central para as imagens psíquicas nas teorias modernas do conhecimento, da arte, da existência e da psicologia. Com esta mudança epistemológica, a imagem mental deixa de ser vista como uma cópia, ou como cópia de uma cópia, e passa a assumir o papel de origem e criadora final de significado e de nossa ideia de existência e realidade. O ato de formar uma imagem cria nossa consciência que então proporciona a iluminação de nosso mundo” Estou realmente convencido de que a imaginação criativa é o único fenómeno primordial acessível a nós, o verdadeiro Terreno da psique, a única realidade imediata. (Jung, numa carta, Janeiro de 1929). Jung considerava a psique, com sua capacidade de criar imagens, uma instância mediadora entre o mundo consciente do ego e o mundo dos objetos (tanto interiores quanto exteriores): Os mundos interior e exterior de um indivíduo reúnem-se nas imagens psíquicas, dando à pessoa uma sensação vital de uma conexão viva entre ambos os mundos. "Foi e sempre será a fantasia o que forma a ponte entre as reivindicações irreconciliáveis de sujeito e objeto" (CW6, p. 52).

    curtir

    Estatísticas

    Avaliações

    4.6 / 8
    • 5 estrelas63%
    • 4 estrelas38%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Polly Young-Eisendrath profile picture

    Polly Young-Eisendrath

    Polly Young-Eisendrath (born 1947) is an American psychologist, author, teacher, speaker, Jungian analyst, Zen Buddhist, and the founder of Dialogue Therapy and Real Dialogue and creator of the podcast Enemies: From War to Wisdom. She has been a featured speaker at the Aspen Ideas Festival,[1] TED-X,[2] and is the recipient of the Otto Weininger Award for Lifetime Achievement in Psychoanalysis. Young-Eisendrath is the originator of Dialogue Therapy, designed to help couples and others transform chronic conflict into greater closeness and development. In 1983, she and her late husband, Ed Epstein, designed Dialogue Therapy as a new form of couples therapy that combined psychoanalysis, Jungian theory, psychodrama, and gender theory. She has published two books on Dialogue Therapy (1984 and 1993), detailing its theory and methods for clinicians and the general public. She has now re-visioned and updated Dialogue Therapy to include the distinctive combination of psychodrama, Object Relations, and Mindfulness. In 2019 Shambhala Publications released Love Between Equals: Relationship as a Spiritual Path, a book that offers her vision of personal love as a spiritual path and draws on her experience of 30 years as a Dialogue Therapist and Jungian analyst. In September, 2021 Routledge released Dialogue Therapy for Couples and Real Dialogue for Opposing Sides: Methods Based on Psychoanalysis and Mindfulness. She maintains a clinical practice of Jungian analytic psychotherapy and psychoanalysis in Vermont, United States.

    10 Livros
    1 Seguidor
    Ohio, EUA

    Polly Young-Eisendrath