An orphan girl. A dark and twisted kingdom. An ongoing shadow war resulting in enslaved fairies. This is the world of Cinder. A world where a girl like her can be sold to be human prey for a ritualistic hunt. But on this night, even the predators might have something to fear. On this night, even a royal prince might find himself trapped by the expectations of the Dark King…and a girl like no other. Don’t miss this fairy tale thriller by the world-wide bestselling author Susan EE.
Cinder & the Prince of Midnight (Midnight Tales #1) -
Susan Ee
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EDIÇÃO: Primeiro, vou dizer que essa capa é horrível, e com certeza deve espantar muita gente, se forem do tipo que julga pela capa como eu - se não fosse de uma autora cujo trabalho eu já adorasse, certamente não leria por iniciativa própria. Vi que foi uma publicação independente, mas sempre digo que isso não é uma justificativa para um trabalho mal executado. O curioso é que eu descobri esse livro através da GranTravesía, a editora mexicana da autora, que lançou sua versão física há alguns dias. A capa mexicana é melhor, sem dúvidas, mas não muito. Não sei se vão lançar aqui (duvido muito), mas se sim, espero que mudem pra melhor. ESCRITA: Eu estava confusa no início e levei uns três capítulos para entender que o livro é em 3a pessoa, um choque após uma trilogia inteira monopolizada pela perspectiva única e em 1a pessoa da Perryn. Com o passar do livro, entendi que foi necessária a mudança, mas uma vez tendo estranhado, não dá pra esquecer. Ainda assim, a fluidez da escrita é inegável. No início, também senti que as coisas estavam correndo, mas lá pela metade, entram num ritmo muito bom. É um livro de 200 páginas, então é rápido de todo jeito. ENREDO: Eu não li a sinopse do livro de propósito, mas pelo título já fica claro que se trata de um retelling, e logo da minha princesa favorita (mais expectativas ainda). E com tudo isso, Ee nos conduz muito bem por um enredo que mistura elementos que já conhecemos com os de sua própria criação. Pensando em retrocesso, achei o reino de Midnight parecido com o universo da trilogia Neve e Cinzas (da Sarah Raasch), com muita magia influenciando o povo e a dinâmica do clima. Gostei. Além disso, eu amei, simplesmente AMEI de todos os elementos sombrios que a mente trevosa da Susan Ee (que já tinha visto em Fim dos Dias) acrescentou no enredo. Foi uma apresentação de universo formidável. Eu também adorei como a autora incluiu críticas de todos os aspectos, com foco na desigualdade de gênero e na já esperada competição feminina do enredo, afinal, estamos falando da família postiça de Cinder. Já quase no final foi que eu entendi o gancho que a autora plantou pro segundo da série: o próximo volume se chama Ruby and the Huntsman of Midnight, e só depois percebi que Ruby já foi apresentada nesse. Interessante. PERSONAGENS: Eu gostei demais da protagonista, uma sobrevivente, que tem suas falhas, mas que achei todas coerentes. Por se tratar de um retelling, achei que já saberia quem seria quem no enredo, e fiquei gratamente surpresa de saber que ainda assim a autora conseguiu inovar. Adorei a mitologia construída ao redor das wild fairies. E claro, adorei o crush. Fiquei em dúvida, a princípio, que se tratasse de um triângulo amoroso, e fui novamente surpreendida sobre como Susan teceu os encontros do casal, com um único e gravíssimo erro. Na última interação descrita deles ele a chama pelo nome, mas em nenhum momento eu a vi dizendo pra ele qual era. Até voltei algumas páginas e forcei minha mente pra lembrar, mas não acredito que haja. Espero não estar falando merda. Se houve essa troca de informação, por favor, me avisem para eu corrigir aqui. Por fim, acho que a sensação de enredo corrido e até uma certa falta de profundidade dos personagens se deve ao fato de ser um livro (curto) para cada conto de fadas, o que prejudicou um pouco. Eu não me importaria que o livro tivesse mais páginas para desenvolver melhor. +: Após a perfeição da trilogia Fim dos Dias, decidi que leria tudo o que a Susan EE escrevesse. Quando vi que ela tinha lançado Midnight Chronicles, corri pra ler. Bom, pela nota, já dá pra ver que eu fui com sede demais ao pote. Vou admitir que o pensamento de que a minha expectativa talvez estragasse a experiência passou pela minha mente, mas o ignorei. De fato, foi menos do que eu esperava, mas muito se deve ao fato de que queria algo com as mesmas qualidades da sua outra série - o que depois eu me dei conta de que NÃO era a proposta da autora. Ora, se eu quisesse algo parecido com Fim dos Dias, deveria reler a série e não esperar que Susan escrevesse uma cópia do seu próprio trabalho, certo? De qualquer forma, agora que já fomos apresentados a esse novo universo mágico, acredito que os próximos terão mais liberdade para desenvolver pontos fracos. Já estou bem curiosa. "There was nothing like indifference from others to make a girl stiffen her spine and trudge on." "Sometimes, people were like that. They pretended that a thing never happened and everyone moved on as if in silent agreement." "Because we live in a world of violence and hate [...]. Because half the population can kill women with their bare hands. Because there is nothing to save us but us." "What of it? You think you cannot be feminine and still be a deadly fighter?" "[...] beliefs can kill." "Weapons can be taken away from you and used against you. Your strength of mind and body is always yours. Learn to rely on yourself and yourself alone. Everything else is gift, and it's a gift just for that moment." "Turn the conviction around. Let them believe they are superior until you're ready to surprise them. Then pound them down in both body and mind. Only a small show of force may be required to beat down your enemy. Nature does it all the time. Many animals don't get hurt beyond some scratches when they fight for a mate. It's mostly about show." "I don't hide. Not anymore. From now on, my enemies are the ones to hide." "But she soon learned that it was better to keep her defiance private. Better to let her anger smolder behind the scenes rather than let it show on her face." "We all have choices, even if we do not realize it." "The more people who know a secret, the more likely it will be told." "The world is full of horrors." "Lighter subjects are as much part of life as darker ones." "Once you know that you're different, you can't unknow. And you can't ever go back."
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