O SOL DE VAN GOGH
(...) Van Gogh é alguma coisa extremamente sútil, maravilhosa. O que se vê é o lado bonito da Criação .Todavia, há um sal amargo dentro destas peças (...) pg 113 (...) a utilidade é sempre constrangedora em voz de Estética (...) pg 118. In: HENRIQUES, José Humberto. A inutilidade da Estética. Manaus: Muiraquitã, 2011.

