Rosinha, minha canoa -

    José Mauro de Vasconcelos

    Melhoramentos
    1986
    204 páginas
    6h 48m
    ISBN-10: 8506046785
    Português Brasileiro

    logo logo Editora Novidades Brevemente Notícias Autores Catálogo Rosinha, Minha Canoa AUTOR José Mauro de Vasconcelos COLEÇÃO Distribuídos por Fábula12 - 14 anos ISBN 9789898491862 PVP 13.99 € (IVA incluído) preço livre 1ª EDIÇÃO maio de 2015 EDIÇÃO ATUAL 1.ª PÁGINAS 264 APRESENTAÇÃO capa mole DIMENSÕES 130 x 198 x 20 mm IDADE 12+ Plano Nacional de Leitura Literatura - dos 12-14 anos Neste hino ao amor e ao respeito pela natureza, seguimos o percurso de Zé Orocó pelas águas do rio Araguaia, envolvido em histórias fantásticas e lendas que ele vai recontando a Rosinha, a sua preciosa canoa. Mas Zé Orocó é arrancado a este mundo de emoção e sensibilidade, onde quem manda é a mãe natureza. Acusado de loucura por falar com a sua canoa, é internado injustamente num hospício. Quando finalmente é «curado», este homem simples mas incompreendido pela sociedade não irá desistir de voltar a abraçar as coisas mais simples e verdadeiras da vida. Uma história profundamente bela e comovente, contada com a mestria reconhecida de José Mauro de Vasconcelos, vencedor do Prémio Jabuti de Romance, o mais importante prémio literário brasileiro.

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    Clio23/06/2023Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Rosinha, minha canoa é solidão e loucura. É a forma que uma se relaciona com a outra suavemente, gentilmente. Zé Orocó, o personagem principal, é um dos antigos "loucos mansos" que não fazem mal a ninguém, mas que morrem um pouco ao serem retirados de seu meio, de seu amor. A canoa, Rosinha, é uma expressão de seus pensamentos, uma manifestação de seu meio que se mescla a natureza e a vida interioriana. É a chegada do urbanismo, do cientificismo, que transforma sua eco-sociedade, cheia de animais, misticismo e capiais que destroi a frágil comunidade e vai matando tudo a volta. O capítulo em que Zé consome o pouco de verde que ele encontra dentro dos muros dos hospício e horrível em sua tristeza, no desespero. Ainda assim, é uma leitura peculiar por sua doçura que traz um fundo amargo... como tudo o que José Mauro de Vasconcelos escreveu. Recomendo.

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