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    Imaginando o Reino (Liturgias culturais #2) - A dinâmica do culto

    James K. A. Smith, James K. A. Smith

    Vida Nova
    2019
    224 páginas
    7h 28m
    ISBN-13: 9788527509022
    Português Brasileiro
    4.3
    16 avaliações
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    Uma Teologia Litúrgica da Cultura Como se dá a adoração? Exatamente de que maneira a formação litúrgica nos molda? No segundo volume da trilogia Liturgias Culturais, James K. A. Smith expande e aprofunda o argumento desenvolvido em Desejando o reino acerca da relação entre as liturgias seculares e a adoração cristã. Nesta continuação, o autor busca formular o que chama de “filosofia da ação cristã” e nos ajuda a entender de que forma a liturgia e o ensino cristão devem não apenas instigar nosso intelecto, mas moldar nossos hábitos.

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    Luiz Adriano Borges10/08/2020Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    A importância do corpo e da narrativa

    Livro que transita tanto num teor acadêmico quanto teológico/prático. Três são os grandes temas tratados: corpo, corpo social e narrativa. Partindo do livro anterior da trilogia, "Desejando o reino", mas ampliando muitos temas ali trabalhados, Smith defende a importância do corpo e da narrativa nas práticas cristãs. Para isso, ele chama para conversa Merleau-Ponty e Bourdieu. A noção de que nossas ações ocorrem baseados em posições pré-teóricas, "sabemos mais do que conseguimos explicar", é muito tributária da ideia de Michael Polanyi de conhecimento tácito, apesar do autor não citá-lo. Veja essa citação: "Há todo tipo de jogador genial que se torna um técnico horrível justamente porque seu senso prático e sua intuição do jogo não se traduzem necessariamente na habilidade de comunicar e ensinar o que sabe. A expressão didática exigida de um técnico é de outra ordem, diferente da intuição que é necessária para jogar." (P. 108). Também Smith aponta a importância da comunidade na formação do saber social cristão. Outro ponto que é sensacional na discussão de Smith é a discussão das implicações destes conceitos de corpo e narrativa para a tecnologia. Por fim, levando em consideração estes aspectos, o autor nos chama a não nos abstermos da vida em comunidade, optando por um distanciamento monástico do mundo. A cidade inteira deve se constituir um monastério. Enfim, enquanto cristãos, devemos atentar para nossos corpos e sua inserção no mundo; devemos promover uma "paidéia" corporificada, uma educação cinestésica. Leitura fundamental.

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    James K. A. Smith

    Professor de Filosofia na Calvin College, onde também ocupa a cátedra Gary e Henrietta Byker de Teologia e Cosmovisão Reformadas e Aplicadas. É editor da revista Comment, além de autor e organizador de diversos livros, entre eles "Você é aquilo que ama", "Desejando o reino" e "Imaginando o reino".

    15 Livros
    20 Seguidores

    James K. A. Smith