Jorge é um dos fidalgos que habitam a dita casa mourisca numa província de Portugal, em seu contexto de liberalismo recentemente implantado. Vendo a decadência dos negócios de sua família de nobres e comparando-a com a prosperidade de outras casas a sua volta, Jorge decide, com pouco mais de 22 anos de idade, pedir ao pai, Dom Luís, que lhe entregue o controle dos bens, na esperança de recuperar a honra familiar. Com a ajuda de Tomé, um ex-empregado da casa mourisca, enquanto se passam impasses amorosos com Berta, filha de Tomé, Jorge se esforça em seu ideal, sendo o heroi liberalista do último romance de Júlio Diniz.

