Escrever para mim é como abrir uma janela. Já imaginou uma casa sem janela? Não seria uma casa, mas uma prisão. E eu vejo a rotina da vida como uma prisão, tecida por regras e compromissos. Do café ao trabalho de horário rígido, a vida vai se apertando, sufocada por entre paredes. Então, entre um fazer e outro, eu abro a janela. E respiro ar puro e contemplo o crepúsculo: o da manhã e o da tarde. Escrever é querer ver o crepúsculo de uma janela.
Abrindo a janela -
Solange Barifouse
Taba Cultural
2004
44 páginas
1h 28m
ISBN-9: 85867768x
Português Brasileiro
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