O nuclear é um signo denso de modernidade. Ele sustenta a irracionalidade da sociedade industrial e funda a era da administração da insegurança. A economia política das usinas nucleares induz à disciplina social e à concentração econômica. O poder nuclear trama a paralisia da história, congela a mudança. Sob o seu desígnio, os meios de destruição do capitalismo e do socialismo ameaçam a tudo.
