In the New York Times bestseller Darth Bane: Path of Destruction, Drew Karpyshyn painted a gripping portrait of a young man’s journey from innocence to evil. That man was Darth Bane, a twisted genius whose iron will, fierce ambition, and strength in the dark side of the Force made him a natural leader among the Sith–until his radical embrace of an all-but-forgotten wisdom drove him to destroy his own order . . . and create it anew from the ashes. As the last surviving Sith, Darth Bane promulgated a harsh new directive: the Rule of Two.
Star Wars: Rule of Two -
Drew Karpyshyn
O livro não pára de subir e nos surpreender
Seguindo a trajetória do primeiro livro, a narrativa continua boa e envolvente em um nível muito alto, trazendo múltiplos elementos do universo de Star Wars, explicando diversos conceitos que foram em algum momento expostos nos filmes e séries e o mais importante: misturando tudo isso em uma bela história que explica o desenvolvimento do Dark Side na galáxia. O livro começa com um salto de 10 anos desde o final do primeiro livro mostrando a evolução de Zannah, a aprendiz de Darth Bane, e como está a atual situação deles. Nesta última década seu mestre criou uma rede de espionagem nos subterfúgios da galáxia, fazendo com que ele possua muita informação sobre tudo o que acontece na república. Segundo ele, isso é imprescindível para fazer as garras do Dark Side se entranharem em diversos locais de toda a galáxia, deixando-o dormente até o momento que ele poderá vir à tona e tomar o poder de tudo. Isso é maravilhoso de se ler porque você começa a visualizar os pequenos passos que o Dark Side vai tomando e que vai culminar com Palpatine sendo eleito Chanceler da República. F.U.C.K.I.N.G magnifíco! Mas o foco é na Zannah, que se mostra uma escolha mais do que certeira para carregar o legado do Dark Side. Sua cabeça é uma maquinação constante de estratégias e manipulações que faz você se apaixonar e odiar ela ao mesmo tempo. Enquanto ela constantemente fica maquinando na cabeça as possibilidades de como tomar o poder de seu mestre, ela tem a paciência e sabedoria de não tomar nenhum passo desnecessário no momento. Além dela saber que não é párea para enfrentá-lo agora, ela entende que ele possui muito conhecimento que precisa ser passado à ela, para que ela possa (i) carregar o legado do Dark Side adiante e (ii) ter habilidades suficientes para sobrepujar seu mestre. Mesmo quando aparentemente ela parece armar embodscadas para seu mestre, ela traz toda uma lógica para suas ações que são irrefutáveis aos olhos dele e ele entende cada vez mais que ela é muito inteligente em criar artimanhas para tirar o foco de suas reais intenções. Quando há um momento de hesitação e achamos que ela possui um ponto fraco, que é seu longíquo primo, esquecido há muitos anos, ela nos dá uma grande bofetada em nossa cara, demonstrando que realmente ela é uma Sith e que a única coisa que realmente importa é o poder. A reviravolta no final do livro é deliciosa, já que contrói uma cortina de fumaça sobre o fim dos Siths e traz relativa tranquilidade às mentes dos Jedi. E isso tudo é elaborado de forma brilhante por Zannah em um momento que está sendo acuada e de extrema pressão mental. Mal posso esperar para ler o terceiro livro e torcer com todas as minhas forças para que o autor tenha conseguido fechar esta trilogia no mesmo alto nível que veio construindo a história até aqui.
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