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    Ecos de Paris -

    Eça de Queiroz

    EL ACANTILADO
    2004
    221 páginas
    7h 22m
    ISBN-13: 9788496136540
    Português Brasileiro
    4.4
    10 avaliações
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    Favoritos2Desejados24Avaliaram10

    "Además de ser uno de los mejores novelistas europeos, Eça de Queirós escribió, durante los años en que ejerció de cónsul, algunas de las más atractivas crónicas de la historia del periodismo. Ecos de París reúne escritos que envió regularmente al periódico brasileño Gazeta de Notícias, donde también colaboraron Machado de Assis, Oliveira Martins y Ramalho Ortigao".

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    Locimar Massalai picture
    Locimar Massalai18/08/2020Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Perdi esta edição e comprei outra

    Uma relíquia. Uma edição de 1927 da cidade do Porto, Portugal, editado pela Livraria Lello. Existem páginas colocas, sinal de que apesar de antigo, nunca foi lido em sua íntegra. Meu xodó!

    2 curtidas

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    José Maria de Eça de Queiroz profile picture

    José Maria de Eça de Queiroz

    José Maria de Eça de Queiroz nasceu em Póvoa do Varzim, norte de Portugal, de pais que não eram casados – só o fariam quatro anos depois. Essa situação, escandalosa para a época, talvez tenha contribuído para a visão profundamente crítica à moral da classe média portuguesa que o escritor imprimiu à sua obra. Eça ingressou aos 16 anos na Universidade de Coimbra, de onde saiu formado em Direito. Nesse período reuniu-se a outros jovens literatos, como Antero de Quental, que formaram o grupo conhecido como a Geração 70. Mudou-se para Lisboa, seguindo uma carreira de jornalista que continuaria em Évora e em sua volta para a capital. Em folhetins e na poesia, havia até então sido um adepto do Romantismo. Contudo, na volta a Lisboa, tomou parte no grupo de intelectuais conhecido como <i>O Cenáculo</i>. Sob a influência do escritor Gustave Flaubert e do teórico anarquista Pierre-Joseph Proudhon, aderiu ao Realismo. Em 1870, publicou, em parceria com Ramalho Ortigão, o romance <i>O mistério da estrada de Sintra</i>. No mesmo ano ingressou na carreira diplomática e, dois anos depois, assumiu o posto de cônsul em Havana – seguida por cidades europeias. Em 1895, sob a influência do Naturalismo, publicou o romance <i>O crime do padre Amaro</i>, que provocou protestos da Igreja e de setores da sociedade. Três anos depois, <i>O primo Basílio</i> teve recepção semelhante, apesar do sucesso de vendas. Em 1888 saiu <i>Os Maias</i>, romance considerado sua obra-prima. Parte da extensa obra do escritor, como o romance <i>A cidade e as serras</i>, veio à luz postumamente. Eça, que deixou quatro filhos, morreu em Paris, de tuberculose.

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    José Maria de Eça de Queiroz