Aventuras na História Nº 07 (Março de 2004) - Piratas: o terror nos mares

    Editora Abril

    Abril
    2004
    70 páginas
    2h 20m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    Nordeste em chamas: guerra dos mascates Meu padrinho Padre Cícero Conciliador, ele foi acusado de conivência com bandidos e cangaceiros. Político, fez acordos com os poderosos coronéis, foi prefeito e até enfrentou uma guerra, em 1914. Hoje, é adorado por milhões, como o santo popular do Nordeste Museu do Prado Caminho das letras: trajetória da literatura Como a literatura mudou do Renascimento até hoje Michelângelo da Pré-História: arte em marfim de mamute ...Carnaval de Veneza! Paisagens do passado Cartões-postais da virada do século passado contam como as atrações das capitais brasileiras foram erguidas e mostradas para o mundo Fim do mundo, dr. Fantástico, são Mateus, Gladiador Cidadania na escola Para ser Indiana Jones O Beijo da Morte: teoria da conspiração História da arte Tudo sobre Gandhi, espaço e rock brazuca Negros zebrados: trabalho sujo Jardineiro rei da Babilônia ...Traições afligem a família real inglesa há mais de 500 anos? Aborígenes querem parentes de volta O último refúgio dos judeus Cercados no meio do deserto da Judéia, centenas de rebeldes judeus preferiram se suicidar a cair sob domínio romano, no ano de 73 Touro sentado O último chefe sioux Piratas: o terror nos mares A corrida do ouro em Minas Gerais Africânderes: para entender o apartheid (e não esquecer) Noite feliz na terra de ninguém: Natal de 1914 No Natal de 1914, em plena Primeira Guerra Mundial, soldados ingleses e alemães deixaram as trincheiras e fizeram uma trégua. Durante seis dias, eles enterraram seus mortos, trocaram presentes e jogaram futebol ...Panzer, o tanque nazista Mal do século 20: genocídio Considerado o mais grave entre todos os crimes, o genocídio marcou o século 20 e viabilizou projetos de extermínio da Alemanha a Ruanda, da Armênia ao Camboja O Nordeste contra o quilo: a revolta do quebra-quilos Esquerda ou direita? A invenção da guerra

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    R .03/09/2018Resenhou um livro
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    Março de 2004

    A edição teve apelo por histórias impactantes negativamente, a maioria das reportagens foi por esse caminho. Obviamente, páginas importantes, em que o valor maior é o olhar motivacional a experiências, transformações e aprendizagens diferenciadas (se não, assim deveria ser). Entre as notas históricas, a que pareceu-me mais instigante foi "O último refúgio". Sobre Massada, a fortaleza na Judéia que, por volta de 70 d.C , serviu de refúgio para centenas de judeus que estavam em guerra contra os romanos, ocorrendo suicídio em massa. No contexto, Jerusalém e o importante templo haviam sido destruídos por Roma, com os insurgentes refugiando-se em Massada. Os romanos fizeram o cerco e diante disso a funesta escolha. O que a nota acrescenta, e não sabia, é que as mortes não foram por suicídio (repulsivo entre os judeus), mas através de um carrasco sorteado entre eles. Outra coisa que não sabia é que os refugiados pertenciam ao grupo dos sicáris e não dos zelotes (ambos lutavam contra o imperialismo romano). "O terror nos mares" - a reportagem de capa, sobre os piratas. Desapontou, muito vaga. Gostaria de ter visto fatos históricos, com a identidade na prática, instigando percepções, e não um texto evasivo, em tons gerais. Deixasse que se apresentassem em seus atos. Só gostei da breve apresentação (bem breve mesmo) de alguns renomados. O Barba-Negra, por exemplo, para aumentar sua imagem de terror, colocava pavios em chamas nas pontas dos cabelos e barba (Tá doido! Imagina só topar com esse celerado pela frente). Particularidades assim que queria ler mais no texto... - "Mal do século" - Exposição de genocídios ocorridos no século 20 (holocausto na Segunda Guerra, matança dos tutsis pelos hutus em Ruanda, Milosevic na Iugoslávia, Pol Pot no Camboja e turcos contra os armênios na Primeira Guerra). - "Touro Sentado, o último chefe Sioux" - Foi o que mais gostei da edição. Uma HQ de 6 páginas com a história do chefe indígena, onde se destaca a ação usurpadora dos direitos indígenas na chegada e avançar do colonizador. História parecida a muitas outras, incluindo no Brasil. Deixo em registro a sugestão do livro "O Paraíso destruído", do Frei Bartolomé de las Casas, para perceber melhor o assunto (enganosas as informações do Guia politicamente Incorreto, que tem feito sucesso por aí, desvirtuando a verdade em certas coisas...). - "Apartheid" - Preocupa a visão deturpada do Evangelho, pois muita radicalização começou com visões manobradas de certos grupos, como os africânderes na África do Sul. - Falando em deturpação, na reportagem sobre o Padre Cícero, a busca de canonização é só mais uma delas. Porque não examinais as Escrituras, no exercício da fé (João 5:39)? Nos entregamos facilmente a caminhos de fé de qualquer jeito... O Cristo que cremos não era mudo, como tornam hoje objetos de fé... - "Noite Feliz na terra de ninguém" - é outro texto paidégua, resgatando a história de trégua entre ingleses e alemães no Natal de 1914, no despontar da guerra. Acho que tem um filme sobre isso, queria assistir também...

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