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    Mariah - Irmãs Calloway ( Calloway Corners ) - Quatro Destinos - Livro 01

    Sandra Canfield

    Nova Cultural
    1988
    221 páginas
    7h 22m
    ISBN-16: ISBN:_853510254X
    Português Brasileiro
    4.3
    45 avaliações
    Leram68Lendo0Querem42Relendo2Abandonos0Resenhas7
    Favoritos12Desejados42Avaliaram45

    Idomável como a tempestade, embriagadora como a primavera! Mariah não queria raízes. Apaixonada pela liberdade, viajava de um ponto a outro do planeta, ora mergulhando na águas tépidas do Caribe, ora enfrentando tempestades de areia de um deserto do Oriente. O que buscava? Amor, aventura? Não sabia. Como o vento, só lhe importava estar sempre partindo...

    Resenhas (7)Ver mais
    CarlaC picture
    CarlaC15/03/2011Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Confesso que quando comecei a ler esse livro por momentos tive receio que pela primeira vez eu fosse ficar decepcionada com essa diva chamada Sandra Canfield. Mas a verdade é que essa história linda foi me conquistando e envolvendo mais e mais a cada parágrafo. O final é maravilhoso e Sandra Canfield definitivamente mora no meu coração e ocupa um lugar de honra ao lado de Judith McNaught! Quanto à história, ela faz parte de uma série escrita por várias autoras, que segundo eu apurei tem 7 livros, 4 dos quais dedicados às 4 irmãs, Mariah, Jo, Éden e Tess. Esse é o primeiro livro da série. Mariah, 25 anos, é a caçula da família e a mais rebelde das irmãs. Ela vive viajando pelo mundo feito uma cigana, se dizendo livre como o vento. Jamais alguém ganhou seu coração ou conseguiu prendê-la a um lugar. Mas no fundo Mariah não é livre, não. Mariah vive presa a seus medos e mágoas do passado e por isso vive fugindo. Fugindo de todo o mundo, mas fugindo sobretudo de si mesma. Ela não pára muito para pensar. Prefere viver perigosamente e desafiar a vida. Tudo porque ela acha que não é merecedora de ter uma longa vida e nem de conhecer o amor. Sua mãe morreu ao dá-la à luz e seu pai nunca mais foi o mesmo. Ela se culpa e acredita que o pai tb sempre a culpou e jamais a amou como amou suas irmãs. A história começa com Mariah voltando a casa para o enterro do pai. Mas num ato de covardia ela perde de propósito o voo e quando chega ao vilarejo o pai já foi enterrado. Então ela decide entrar no barzinho local e apanha sua primeira bebedeira. Quem vai buscá-la é o reverendo (que tb é psicólogo), amigo de suas irmãs, e que ela ainda não conhece. Aliás ela nem sonha que aquele pedaço de mau caminho é um pastor. Tb não a recrimino por ao conhecê-lo ela chamá-lo de "sexy" e ficar com as suas estruturas completamente abaladas. Afinal que pastor é esse, minha gente? ele é pecaminosamente atraente, jovem, musculoso, usa calça jeans colante, tem olhos cor de uísque e é dono de um sorriso matador! Antes que vcs começam a julgá-lo... ele é um pastor protestante, que não fez voto de castidade e que, sim... pode se casar. rsrs Será que Ford vai conseguir domar essa ventania chamada Mariah?? Eu adorei o atrevimento da Mariah, que rouba um beijo ao pastor poucas horas depois de o conhecer. O coitado vive num sofrimento de dar dó o livro todo. É muito fofo o relacionamento deles. Eles realmente se merecem pois são dois personagens maravilhosos. A história é tão bonita, tão bem escrita, cheia de diálogos espirituosos e mensagens nas entrelinhas que faz a gente ir ficando cada vez mais presa à leitura. Eu li o livro de uma rajada só! Registo apenas, para abrir o apetite, algumas passagens que eu simplesmente amei: <b> — Não dói fazer tantos furos na orelha? — ele murmurou, sem parar de acariciá-la. — Dói um pouco. Mas tudo na vida dói um pouco, não é? Nascer dói, morrer dói, amar dói, ser amada dói, não ser amada também dói. Até mesmo o sexo é dor e prazer, certo? Ford não disse nada. Apenas prestava atenção nela e em cada palavra que pronunciava. O psicólogo estava impressionado pela filosofia de suas ideias; o homem, pelo calor de sua pele. — Veja, por exemplo, sua mão em minha orelha — ela prosseguiu. — O prazer é tão agudo que chega a doer. Mas, se você afastar a mão, vai doer mais ainda. </b> <b> — Ford? — Hum? — O relógio marcava duas horas e quarenta minutos. — Antes desta noite, eu não tinha certeza se existia um Deus. — E o que a fez mudar de ideia? — Quando você me toca, eu o sinto.</b> <b> — Eu te amo. Nenhuma fuga vai fazê-la escapar deste fato. Eu... te... amo. Agora e para sempre. — Ford, não... — Basta um telefonema para me alcançar. Ligue a cobrar. Dia ou noite. Mariah já não conseguia conter as lágrimas que se juntavam nos cantos dos olhos. — Encontre alguém que mereça... — E, quando cansar de fugir, quando não houver mais lugar para se esconder, vou estar aqui à sua espera. </b> <b>Ele a beijou. Suave como a neve caindo, como chuva molhando colinas floridas. E, para surpresa de Mariah, a ternura dos lábios de Ford sobre os seus era mais devastadora do que qualquer arroubo de paixão. </b>

    11 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.3 / 45
    • 5 estrelas53%
    • 4 estrelas24%
    • 3 estrelas18%
    • 2 estrelas4%
    • 1 estrelas0%
    Sandra Kay Patterson Canfield profile picture

    Sandra Kay Patterson Canfield

    Sandra Kay Patterson Canfield nasceu em 21 de Novembro de 1944, em Longview, Texas, EUA. Ela escreveu como Sandra Canfield e sob o pseudônimo de Karen Keast. Ela também usou o Keast Karen de Sandi Shane em colaboração com o escritor Penny Richards (alias Bay Matthews). Aos 58 anos, Sandra faleceu em 23 de janeiro de 2003 em Shreveport, Louisiana.

    11 Livros
    12 Seguidores
    TEXAS, ESTADOS UNIDOS DA AMERICA

    Sandra Kay Patterson Canfield