Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas16
    • Leitores638
    • Similares2
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    As Uvas e o Vento -

    Pablo Neruda

    L&PM Editora
    1979
    340 páginas
    11h 20m
    ISBN-13: 9788525412980
    Português Brasileiro
    3.6
    198 avaliações
    Leram365Lendo39Querem221Relendo0Abandonos13Resenhas16
    Favoritos3Desejados221Avaliaram198

    Apesar de ser um dos livros mais importantes de Neruda posterior ao Canto Geral, As Uvas e o Vento é quiçá um dos menos conhecidos, em razão do que, depois de sua publicação em 1954, tem sido de difícil acesso fora das edições de obras completas do poeta. Em torno ao eixo do itinerário de uma viagem à Europa que é um reencontro com uma geografia, com um passado cultural e com tensões de um presente conflitivo ou o nascimento de novos regimes socialistas, Neruda descreve uma cartografia política e poética dos anos de pós-guerra, desde a Ilha Negra no Chile até a China de Mao. Quando, na volta dos anos, o poeta abordar novamente alguns aspectos deste panorama, seu ponto de vista terá em algum caso variado, inclusive dramaticamente às vezes; mas o vigor expressivo, a fé no homem e a capacidade totalizadora de visão que pulsam em As Uvas e o Vento - grande hino europeu e asiático, depois do hino americano do Canto Geral - impõem sua grandeza e convicção mais além da circunstância histórica concreta em que se manifestaram. Como em toda a obra de Neruda, canta-sem no mundo visível, o projeto de um mundo novo onde o homem seja homem, conciliado num âmbito humano,

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Similares (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (16)Ver mais
    Fabio Shiva picture
    Fabio Shiva15/12/2019Resenhou um livro
    0

    "razão para viver"

    Já era fã da Poesia de Neruda, antes mesmo de ter lido o comovente livro de Antonio Skármeta, “O Carteiro e o Poeta” (resenha no link: https://comunidaderesenhasliterarias.blogspot.com/2017/10/o-carteiro-e-o-poeta-antonio-skarmeta.html). Quis o destino, contudo, que o primeiro livro de Neruda que peguei para ler fosse “As Uvas e o Vento”, publicado em 1954 e considerado uma obra polêmica pela explícita militância comunista que extravasa dos poemas. Foi uma experiência desafiadora e também uma fonte de muito aprendizado ler belos e apaixonados poemas de louvor ao camarada Stálin, estando ainda com a alma marcada pela leitura de “O Arquipélago Gulag” de Soljenítsin (resenha no link: https://comunidaderesenhasliterarias.blogspot.com/2018/08/arquipelago-gulag-alexander-soljenitsin.html). Stálin foi certamente um dos mais horripilantes monstros já produzidos pela humanidade, responsável pela morte, tortura e opressão de incontáveis milhões de seres humanos. Vê-lo recebendo loas de um poeta do quilate de Neruda foi uma experiência chocante. Ao perceber que estava violentando a mim mesmo e, o que é pior, lendo poesia sem estar com o coração inteiro nessa leitura, decidi abandonar o livro na página cento e pouco. Como estamos vivendo um momento de extrema polarização no Brasil e no mundo, quando um sujeito que declara não concordar com “A” é imediatamente rotulado como “beísta”, “bepata” ou “betralha”, acho necessário expressar que não sou comunista nem capitalista, muito pelo contrário. Confio que, em pleno alvorecer do Terceiro Milênio, seremos capazes de encontrar alternativas mais luminosas para organizar nossa existência coletiva no mundo. Continuo admirando Neruda da mesma forma, e espero ler suas outras obras. E sou grato por ter lido essas páginas de “As Uvas e o Vento”, por tantos aprendizados que já me proporcionou. Fiquei emocionado ao ver o poeta acreditando tanto em uma causa, ou melhor dizendo, em um caminho para a salvação da humanidade. A princípio cheguei a sentir inveja do que considerei ingenuidade do poeta Neruda, contudo logo em seguida pensei: “Calma aí, que também sou poeta!” Cabe a mim encontrar, não em algum regime político, mas na própria Poesia, “razão para viver”. Pedi à Musa que me cantasse um canto de esperança e felicidade futura. E já começo a ouvir a doce melodia. Sem pressa, em feliz expectativa, aguardo a chegada do poema. https://comunidaderesenhasliterarias.blogspot.com/2019/12/as-uvas-e-o-vento-pablo-neruda.html

    15 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.6 / 198
    • 5 estrelas23%
    • 4 estrelas29%
    • 3 estrelas31%
    • 2 estrelas14%
    • 1 estrelas3%