Evangelização no Mercado Pós-Moderno -

    Robson Ramos

    Ultimato
    2003
    112 páginas
    3h 44m
    ISBN-10: 8586539651
    Português Brasileiro

    Na modernidade duas acusações perseguiram a igreja: ser opressora e “infantilizante”. Karl Marx viu nas instituições religiosas de seus dias os instrumentos de injustiça e alienação sociais. Já Sigmund Freud entendeu que a religião formava neuroses e castrava o desenvolvimento pessoal. Resultado: as igrejas na Europa se esvaziaram. O clima anticlerical recrudesceu. Rejeitou-se a herança cristã. Neste início do terceiro milênio a rejeição à herança cristã, particularmente no Brasil, tem acontecido por outras razões. Uma delas é o encantamento gerado pelo mercantilismo, estimulado pelo número crescente de consumidores nas igrejas evangélicas. As organizações, empresas e pessoas que orbitam no universo de interesses das igrejas evangélicas muitas vezes se integram ao mundo atual não pela diferença, mas sim pela semelhança ao mundo globalizado, pragmático e consumista. Em vez de fazer a diferença, o chamado “segmento” evangélico — seja na esfera comercial, pública ou política — é um integrante a mais no conjunto do que já existe.

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    John Lemos26/07/2012Resenhou um livro
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    Uma profunda e impactante "visão" do compromisso dos que se dizem cristãos com o momento que vivemos hoje, onde as roupagens de evangelismo do passado não funcionam mais, onde o compromisso com o relacionamento é mais sério, onde as pessoas não aceitam mais "receitas" de bolo ou ameaças infernais. O autor aborda o fato de que deve ser luz e não autoridade religiosa, o cristão deve buscar ser inspirador não inquiridor. O maior e mais funcional evangelismo é o relacionamento.

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