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    Sociedade Secreta Ku Klux Klan - Desvendando dos mistérios

    Pedro Silva

    Editora Mikelis
    2018
    244 páginas
    8h 8m
    ISBN-13: 9788593458309
    Português Brasileiro
    5
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    Este livro trata da organização racista e extremista, conhecida por Ku Klux Klan, a qual, apesar de geograficamente localizada nos USA, revela contornos que, sobretudo desde meados do século XX, se confunde com o chamado fenômeno neo-nazi europeu. A obra conta a história desta sociedade secreta, fundada já no século XIX, que inspirou terror ao longo de décadas e que, ainda hoje, se mantém com células ativas. Para além disso, o texto concentra-se na apreciação do fenômeno do racismo a nível mundial, com a perspectiva de dar a conhecer, aos leitores de hoje, que não se trata de algo recente.

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    Miguel Silva08/08/2019Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Um livro para desvendar os mistérios do preconceito e do racismo

    Por Pedro Silva O ano de mil oitocentos e sessenta e seis marca, é certo que, ao mesmo tempo, o fim e o início de duas épocas completamente distintas. O antes, composto pelos Estados do Sul, comportando-se, nos mais diversos setores, a um nível básico, quase como se estivessem na Idade Média. Tudo estava ainda por explorar e, inclusive, a indústria era algo muito distante e, até, em alguns casos, desconhecida. O cultivo do algodão, à custa da mão de obra negra, que fornecera, durante tanto tempo, os mercados europeus – sobretudo os de Inglaterra e França – era agora bem mais dispendioso. Servindo-se da célebre deliberação de Abraham Lincoln, pela qual todos os escravos seriam considerados homens livres, os trabalhadores dos campos algodoeiros tinham conseguido, em muito pouco tempo, transferir-se do Sul para o Norte, onde foram encontrar a liberdade, mas condições ainda mais deploráveis. Apesar de apoiantes do abolicionismo, muitos dos habitantes desses Estados pretendiam, acima de tudo, expulsar os negros dos seus territórios e enviá-los para algumas ilhas autônomas, para obterem a liberdade, mas onde, pois claro, estes abolicionistas não teriam de conviver com a sua presença constante. Era essa, também, a ideia – talvez não fosse a principal, mas, pelo menos, era aquela que ele considerava, acertadamente, e atendendo à época, a mais fácil de concretizar e a que levantaria menos celeuma – do “grande pai” Lincoln, mas, após ter falhado por duas vezes nas suas intenções, acaba por desistir. Tal deveu-se a dois pormenores: o primeiro porque, apesar das promessas de uma vasta fonte de carvão, da qual os negros poderiam retirar a sua subsistência, tal oportunidade gorou e o segundo pelo simples fato de um audaz aventureiro ter levado alguns negros para a ilha, mas sem lhes ter conseguido garantir as mais básicas necessidades. Acima de tudo acaba por ser um bom negócio para o afoito norte-americano. O Sul, dividido em duas zonas – a Bible Belt e o Deep South –, era uma grande região onde as raízes anglo-saxônicas e a religião Protestante tinham uma influência esmagadora. A parte mais setentrional, ou Bible Belt, composta por Estados como o Tennessee, o Arkansas ou a North Carolina, era uma zona com grandes carências, sobretudo econômicas. No Deep South, composto por, entre outros estados, o Mississippi, o Alabama ou a Georgia, situavam-se os grandes “impérios do algodão”. Nesta zona foram sentidos, ainda mais, os efeitos de uma devastadora Guerra Civil. Esta região, extraordinariamente antagônica em relação ao Norte, tentara, através da Guerra da Secessão a sua completa liberdade e, no ano de 1862, não parecia estar muito longe disso, como o comprovam os apoios de Napoleão IV de França e dos políticos ingleses. Havia entre eles uma espécie de “comunhão de espírito”, como refere o próprio soberano francês, reportando-se ao fato de ambos terem tendências aristocráticas. No Norte, porém, havia uma maior aproximação aos ideais, conhecidos em todo o mundo, de que os Estados Unidos da América eram a “terra das oportunidades”, o que equivale a dizer que qualquer um, tivesse ou não nascido com “sangue azul” nas veias, poderia aspirar a ser presidente do seu país – como foi o exemplo, perfeito diga-se, de Lincoln. Nesse mesmo ano, em que o conflito parece pender mais para o lado sulista, crê-se mesmo que a vitória lhes assentaria bem, tendo em conta alguns fatores. No Sul, a carreira militar era motivo de honra e orgulho, pois até em West Point os melhores alunos descendiam de aristocráticas famílias sulistas e, para além disso, mesmo nas classes menos favorecidas, quase todos conheciam a nobre arte de andar a cavalo. A tudo isto juntava-se ainda a incapacidade de liderança de alguns dos mais destacados comandantes dos exércitos da União e, por outro lado, a extrema avidez de conquistas e reconhecidas capacidades táticas de generais sulistas como Robert E. Lee ou Stonewall Jackson. As grandes nações europeias, ainda que contestatárias da escravatura, estavam atentas ao desenrolar dos acontecimentos e, mais importante, começava a faltar-lhes algodão, daí o apoio, ainda que velado, às hostes sulistas. Porém, como é sabido, a União conseguiu derrotar a Confederação, mercê sobretudo de maior número de efetivos e melhor equipamento. Alguns soldados nortistas, conforme foi conhecido mais tarde, ficavam condoídos ao saber da extrema pobreza em que se encontravam os confederados e questionavam-se como era possível àqueles combatentes aguentarem tanto em tão más condições. Afinal, o espírito aristocrata, superior, arrogante, que era apanágio dos habitantes dos Estados confederados tinha-se tornado num apego à causa que surpreendeu tudo e todos. As meninas ricas do Sul, sempre interessadas em se preparar para as grandes festas onde se encontravam os melhores maridos da região, ajudavam agora, como podiam, os soldados que as defendiam, quer através de auxílio aos médicos como também no apoio velado em termos de mantimentos ou fardamento. O que se seguiu, a partir do final do conflito, foi a constatação de um fato que a todos se apresentava inequívoco: o Sul precisava de uma remodelação ou, então, arriscava-se a viver miseravelmente até ao declínio completo. Os próprios habitantes pareciam dispostos a isso, mas a forma como tal transição se concretizou veio retirar-lhe qualquer possibilidade de sucesso. As vagas sucessivas de agentes federais e colaboradores da região, ou seja, como vulgarmente lhes chamavam, respectivamente, carpetbaggers e scalawags, não ajudaram em nada o processo, sendo tal contrariedade auxiliada ainda pela presença, entre eles, como em tudo na vida, de elementos desestabilizadores. Alguns dos habitantes da região derrotada eram, agora, na sua própria terra, desacreditados, sendo como tal afastados dos lugares de decisão e poder. Todas estas contrariedades juntas vieram reforçar a ideia negativa. Até meados do século XX, o Sul manteve-se pouco desenvolvido e sem grandes perspectivas de melhorias significativas. Refira-se que, considerando os Estados Unidos da América como um todo, em 1890 perto de sessenta e cinco por cento da população era rural, enquanto que um século depois apenas um quarto da população se mantinha ainda fora das zonas urbanas, apesar de que apenas três por cento tivessem ligações com a agricultura. O Sul era, evidentemente, a região que mais contribuía para essa percentagem, podendo-se assim compreender o atraso notável da indústria local. É desta forma que, nos finais do século XX, o tradicional cultivo do algodão é substituído, sobretudo, pela criação de gado, mas também pelo cultivo de legumes e frutas. Junto a isso, surgiram então as grandes indústrias – manufatureiras e de transformação –, aproveitando os baixos encargos da mão de obra sulista. Hoje, tal como acontecera há mais de cem anos atrás na parte norte dos Estados Unidos da América, o Sul começa a sentir os efeitos de um crescimento econômico acelerado, com as consequências que daí advêm. As indústrias fazem-se sentir numa escala compreensível apenas pelos (quase) inesgotáveis recursos existentes na região, principalmente após a descoberta de petróleo. Todavia, os dois grandes “blocos” norte-americanos, tal como há um século, continuam marcadamente diferentes, sobretudo ao nível da cultura, muito específica de ambos os lados. O Sul foi a terra da escravatura, onde os grandes possuidores de plantações esbanjavam enormes quantias em grandes festas. O Negro, apesar da sua condição, não deixava escapar algumas oportunidades para se divertir, ainda que de uma forma diametralmente oposta àquela dos seus senhores. Daí que existisse a necessidade de algo que trouxesse ainda mais ânimo às festas: como tal, os brancos adotam a country music (música regional, sertaneja ou caipira), enquanto que os negros preferem o jazz (barulho ou ruído). Ainda hoje, em alguns locais do pacato Sul, muitos se questionam como podem preferir os habitantes das grandes cidades do norte do país todo aquele bulício diário ao descanso de um dia de trabalho sem grandes agitações de tráfego e compensado, ainda assim, com um final de tarde num qualquer baile animado pela música regional. E tantas são as diferenças que, nas regiões marcadamente Protestantes da Dixie Land, a ida à Igreja ao Domingo de manhã é um ritual escrupulosamente cumprido, enquanto que no Norte não deixa de ser, em alguns casos, algo de enfadonho. Assim sendo, as condições estavam mais do que reunidas para que a ruptura, concretizada com o eclodir da Guerra da Secessão, tivesse um seguimento através de uma sociedade secreta, que era considerada por alguns sulistas como a grande defensora dos ideais desta região e que por ela lutou durante mais de um século: o Ku Klux Klan.

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    Pedro Silva

    Sob o lema Apenas Alguém, natural da cidade de Tomar – Portugal, é licenciado em História e patrono da Biblioteca Municipal Dr. Pedro Silva situada em São Martinho Grande (Ribeira Grande de Santiago - Cabo Verde). Pedro Silva é, igualmente, Pós-Graduado em Estudos Portugueses Multidisciplinares, Cidadão Honorário da Cidade Velha (Ribeira Grande de Santiago - Cabo Verde), Medalha Municipal de Mérito (Tomar – Portugal) e Medalha de Mérito do Jornal “Audiência” - 4ª Gala (2009). Entre outros dados relevantes do autor, destaque para o facto de ser Membro Correspondente do Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Sorocaba (Brasil); Académico Correspondente de: Academia Juiz-Forana de Letras; Academia de Letras José de Alencar; Academia Metropolitana de Letras, Artes e Ciências; Academia Igarassuense de Cultura e Letras; Academia de Letras Balneário Camboriú; Academia Planaltinense de Letras; e Academia Divinopolitana de Letras; Sócio Correspondente de: Associação Santa-Rosense de Escritores; Sociedade de Escritores de Blumenau; Academia Penedense de Letras, Artes, Cultura e Ciências; e Academia Palmeirense de Letras, Ciências e Artes e Membro Vitalício da Academia de Letras do Brasil. Pedro Silva escreveu 36 livros, os quais, entre reedições, traduções, publicações em outros países e participações em colectâneas/antologias, se converteram na seguinte lista de títulos: 1. “Ordem do Templo: Em Nome da Fé Cristã” * (Ulmeiro, Portugal, 2000) Ensaio 2. “História e Mistérios dos Templários” (Ediouro, Brasil, 2001) Ensaio – reedição 3. “Escritos Errantes (histórias leves como o vento mas tocantes como a tempestade)” * (Publicações Senso, Portugal, 2002) Ficção 4. “Ku Klux Klan: Pesadelo Branco” * (Magno Edições, Portugal, 2003) Ensaio 5. “Tripla Imparável (Juventude em Acção)” * (Magno Edições, Portugal, 2005) Ficção 6. “Os Templários e o Brasil” * (Flâmula Editora, Brasil, 2005) Ensaio 7. “Templários em Portugal (A Verdadeira História)” * (Ícone Editora, Brasil, 2005) Ensaio 8. “Templários em Portugal (A Verdadeira História)” (Dinalivro/Ícone Editora, Portugal, 2005) Ensaio – reedição 9. “Templários (Ordem Militar e Religiosa)” (Catedral das Letras, Brasil, 2005) Ensaio – reedição 10. “Confraria Mística Brasileira: a História” * (MAP, Brasil, 2006) Ensaio 11. “Símbolos e Mitos Templários” * (Centauro Editora, Brasil, 2006) Ensaio 12. “Mistérios da Humanidade” (Via Occidentalis, Portugal, 2006) Ensaio 13. “O Sol de Rita” (Corpos Editora, Portugal, 2006) Ficção – reedição 14. “Roteiro Místico de Portugal” * (Editora Leitura, Brasil, 2006) Ensaio 15. “Assassini (uma seita esotérica)” * (Via Occidentalis, Portugal, 2006) Ensaio 16. “A vida portuguesa como ela é” * (Matrix Editora, Brasil, 2006) Ficção 17. “História dos Lusitanos” * (Editora Prefácio, Portugal, 2006) Ensaio 18. “Romance na Net (conectando emoções)” * (Idea Editora, Brasil, 2006) Ficção / co-autor 19. “Os Grandes Mistérios da Humanidade” * (Axcel Books, Brasil, 2006) Ensaio – reedição 20. “Já Passou” (Corpos Editora, Portugal, 2006) Ficção – reedição 21. “Assassinos” (Pulso Editorial, Brasil, 2006) Ensaio – reedição 22. “O Código da Maçonaria (o mistério será revelado…)” * (Universo dos Livros, Brasil, 2007) Ensaio 23. “1977” * (Pulso Editorial, Brasil, 2007) Crónicas 24. “Portugal-Brasil: A Aventura do Descobrimento” * (LGE, Brasil, 2007) Ficção / co-autor 25. “Cátaros (história de uma heresia)” * (Via Occidentalis, Portugal, 2007) Ensaio 26. “História Mística de Portugal” * (Saída de Emergência, Portugal, 2007) Ensaio 27. “Templarios (Cruz y Medialuna)” (Bajo Los Hielos, Chile, 2007) Ensaio / co-autor – tradução 28. “Roteiro do Portugal Templário” * (Letras e Magia, Brasil, 2007) Ensaio 29. “História Mística do Brasil” * (Centauro Editora, Brasil, 2007) Ensaio 30. “Codex Templi” (Zéfiro, Portugal, 2007) Ensaio / co-autor 31. “O dia em que a Corte Portuguesa chegou ao Brasil” * (Pulso Editorial, Brasil, 2007) Ensaio 32. “Tomar (cidade templária)” * (Outrora, Portugal, 2007) Ensaio 33. “As Maiores Personalidades da História” * (Universo dos Livros, Brasil, 2007) Ensaio 34. “O Nascimento do Reino de Portugal” * (Chimpanzé Intelectual, Portugal, 2007) Ficção 35. “Templários (História Integral)” * (Letras e Magia, Brasil, 2007) Ensaio 36. “Dos Templários à Ordem de Cristo” * (Via Occidentalis, Portugal, 2007) Ensaio 37. “As Maiores Civilizações da História” * (Universo dos Livros, Brasil, 2008) Ensaio 38. “Aljubarrota (Da Independência do Condado à Grande Batalha)” * (Chimpanzé Intelectual, Portugal, 2008) Ficção 39. “Los Templarios en España y Portugal” (Europa Viva, Espanha, 2008) Ensaio – tradução 40. “Os mais belos lugares para se conhecer” * (Universo dos Livros, Brasil, 2008) Ensaio 41. “A Magia das Palavras” * (LGE, Brasil, 2008) Ficção 42. “Grandes Enigmas do Passado” (Pulso Editorial, Brasil, 2008) Ensaio – reedição 43. “A Lança Sagrada de Hitler” * (Universo dos Livros, Brasil, 2008) Ensaio 44. “Baphomet: um enigma templário” * (Letras e Magia, Brasil, 2008) Ficção 45. “A Ordem dos Assassini” (Pulso Editorial, Brasil, 2009) Ensaio – reimpressão 46. “Historia Misteriosa de España y Portugal” (Europa Viva, Espanha, 2009) Ensaio / co-autor – tradução 47. “Portugal (país de tradição)” (Ramiro Leão, Portugal, 2010) Ensaio – reedição 48. “Portugal Ancestral (Mitos e Mistérios)” * (Prefácio, Portugal, 2010) Ensaio 49. “História Mítica de Portugal” (Porto de Idéias, Brasil, 2010) Ensaio – reedição 50. “Mitos y Misterios del Mundo” (Corona Borealis, Espanha, 2010) Ensaio – tradução 51. “Historia y Misterios dos los Templarios” (Euedito, Portugal, 2011) Não Venal – reedição 52. “Mitos e Mistérios Templários” (Editora Inverso, Brasil, 2011) Ensaio – reedição 53. “Eu Mesmo” (Euedito, Portugal, 2011) Ensaio/Crónicas - Não Venal 54. “Primórdios Místicos de Portugal” (Ministério dos Livros, Portugal, 2011) Ensaio – reedição 55. “Portugal - Apologia Humana e Lusitana” (Thebooksonthetable, Brasil, 2011) Ensaio – reedição 56. “Enigmas de la Humanidad” (Corona Borealis, Espanha, 2012) Ensaio – tradução 57. “Enciclopédia Pedro Silva” (Euedito, Portugal, 2012) Ensaio/Crónicas - Não Venal 58. “História Medieval de Portugal” (Euedito, Portugal, 2014) Ensaio – reedição 59. “Colectânea Mãe” (FastLivro, Portugal, 2014) Contos – reedição 60. “Os Impérios Invisíveis da Maçonaria e do KKK” (Euedito, Portugal, 2014) Ensaio – reedição 61. “História Mística dos Templários” (Euedito, Portugal, 2014) Ensaio – reedição 62. “História Mística da Humanidade” (Euedito, Portugal, 2014) Ensaio – reedição 63. “Em Nome da Fé” (Lema D'Origem, Portugal, 2015) Ensaio – reedição 64. “Antologia Arte” (Ozedy Edições, Portugal, 2015) Crónicas – reedição 65. “O Código da Maçonaria” (Letras Itinerantes, Portugal, 2015) Ensaio – reedição 66. “Memória dos Lusitanos” (Edições Viriato, Portugal, 2016) Ensaio – reedição 67. “O Outro Lado da História da Humanidade” (Edições Hórus, Portugal, 2017) Ensaio – reedição 68. “Sociedade Secreta Ku Klux Klan: Desvendando os Mistérios” (Editora Mikelis, Brasil, 2018) Ensaio – reedição 69. “O Poder Local em Cabo Verde (uma visão historicista)” * (Edições Hórus, Portugal, 2018) Ensaio / co-autor 70. “Os Templários em Portugal” (Letras Itinerantes, Portugal, 2018) Ensaio – reedição 71. “Fascículo 2 - Religião. Profecias, Superstições, Lendas, Fantasmas” (Editora Mikelis, Brasil, 2019) Ensaio – reedição 72. “Fascículo 4 - Religião. Espiritismo” (Editora Mikelis, Brasil, 2019) Ensaio – reedição 73. “Baphomet: um enigma templário” (Cordel D’Prata, Portugal, 2019) Ensaio – reedição 74. “Fascículo 2 – Arte e Literatura. O Significado dos seus Sonhos” (Editora Mikelis, Brasil, 2019) Ensaio – reedição 75. “O Enigma dos Anjos” (Editora Mikelis, Brasil, 2019) Ensaio – reedição 76. “Cristianismo (Mistérios Revelados)” (Editora Mikelis, Brasil, 2020) Ensaio – reedição 77. “História Mística dos Etruscos” * (Cordel D’Prata, Portugal, 2020) Ensaio 78. “Mistérios & Segredos Revelados” (Editora Mikelis, Brasil, 2020) Ensaio – reedição 79. “Os Templários no Mundo” (Letras Itinerantes, Portugal, 2022) Ensaio – reedição 80. “Histórias leves como o vento mas tocantes como a tempestade” (Bookmundo, Portugal, 2022) Ficção - reedição 81. “Juventude com Alma” (Artelogy, Portugal, 2022) Ficção - reedição 82. “Roteiro Sentimental, Místico e Templário” (Artelogy, Portugal, 2022) Ensaio – reedição 83. “Colectânea PanDémica 20.22 (Des)Confinados)” (Edições O Declamador, Portugal, 2022) Crónicas – reedição 84. “O Outro Lado da História do Mundo” (In-Finita, Portugal, 2022) Ensaio – reedição 85. “Duas Pequeníssimas Histórias… E Mais Algumas” (Editora Schoba, Brasil, 2022) Ficção – reedição 86. “Memória dos Lusitanos” (Edições Verbi Gratia, Portugal, 2022) Ensaio – reedição 87. “Carta ao Futuro que não Existe” (BookMundo, Portugal, 2022) Ensaio – reedição 88. “Roteiro do Meu Portugal” (Artelogy, Portugal, 2022) Ensaio – reedição 89. “História Mística da Fé” (Sagarana Editora, Portugal, 2022) Ensaio – reedição 90. “Alma Misteriosa de Portugal” (Letras Itinerantes, Portugal, 2022) Ensaio - reedição 91. “Primórdios Místicos do Brasil” (Sagarana Editora, Portugal, 2022) Ensaio – reedição 92. “1808 – O Ano em que a Corte Portuguesa chegou ao Brasil” (Edições Verbi Gratia, Portugal, 2022) Ensaio – reedição 93. “Escritos Errantes de Apenas Alguém” (5 Livros, Portugal, 2023) Ficção – reedição * - Edição Original da Obra Para além disso, teve a subida honra de prefaciar as obras: António Botto Quintans, «Quinto Império – testemunhos de uma história verídica» (Portugal); Dimythryus, «Geografia em Si» (Brasil); Luiz Lorhans, «A Trilha de um Destino» (Brasil); Monica Di Camargo, «O Apanhador de Bolinhas» (Brasil); Patricia Volpe, «A História de Aiyra» (Brasil); Valdeck Almeida de Jesus, Dye Kassembe, Walter S e Eduardo Quive, «Brasil e África: Laços Poéticos» (Brasil); sem deixar de referir a participação no Capítulo 2 (Entrevista) da obra «A Fé em Debate», de Johnny T. Bernardo (Brasil). Dentro da sua actividade, logrou, ainda, ter textos seus publicados em prestigiadas revistas brasileiras, incluindo “História Viva”, “Aventuras na História” e “Desvendando a História”. Em Portugal teve crónicas publicadas nos jornais “O Primeiro de Janeiro” e “O Templário”, assim como na revista “Plenitude”, entre tantos outros órgãos de comunicação social.

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    6 Seguidores

    Pedro Silva