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    Espiritismo (Fascículo Religião 04) - Autor: Pedro Silva

    Pedro Silva

    Editora Mikelis
    2018
    38 páginas
    1h 16m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4.5
    2 avaliações
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    O renomado historiador e escritor europeu Pedro Silva se dedica, neste fascículo, a estudar o tema do espiritismo sob o crivo historiográfico, descrevendo, com detalhes, as raízes originárias, as vertentes ideológicas, os gêneros doutrinários, as influências políticas e as controvérsias teológicas criadas a partir da crença de que, após o falecimento, todos se tornam espíritos, de forma a viver eternamente num mundo não-carnal, em constante comunicação com determinadas pessoas do mundo mortal. Para os seus adeptos, o espiritismo é uma ciência, uma filosofia e, até, uma religião. É fato que os espíritas se consideram tão crentes na sua fé quanto os cristãos, judeus ou islâmicos. No entanto, para outros, essa crença não passa de um arte no campo do ocultismo, erroneamente invocada como uma espécie de magia, visões negras e demoníacas. Diante dessa controvérsia, que muitas vezes gera celeuma e tensão, vale o esforço em abordar o tema do espiritismo pelo viés biográfico e histórico, partindo da constatação de que, a grosso modo, a doutrina espírita assemelha-se à teoria filosófica da eternidade da alma e à crença popular de que a alma humana vagueia num eterno ciclo.

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    Miguel Silva08/08/2019Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Vida após a morte

    Por Pedro Silva Aos olhos do ser humano comum, que jamais tenha tomado contato com um livro espírita ou com qualquer referência mais do que superficial, o espiritismo não passa de uma arte no campo do ocultismo, erroneamente invocada como uma espécie de magia. Não há quem não fale de “espíritos”, provavelmente uma noção assimilada dos livros e filmes de terror, confundindo o espiritismo com visões negras e demoníacas. Para os seus adeptos, o espiritismo é, na verdade, ao mesmo tempo, uma ciência, uma filosofia e uma religião. Provavelmente, a noção mais forte é que, de fato, os espíritas se considerem tão crentes na sua fé como os católicos ou os judeus. Na verdade, creem que, após o falecimento, todos se tornam espíritos, de forma a viver eternamente num mundo não carnal. Grosso modo, a noção de um espírito a viver no Além assemelha-se à teoria da alma humana que não fenece jamais, apenas vagueando. Se atentarmos para qualquer dicionário de língua portuguesa, compreenderemos esse fato, pois uma das definições de espírito é “alma”, a tal parte incorpórea do corpo humano. Um ser espiritual é um iluminado, um intelectual, alguém que domina o campo das ideias, e, em conclusão, o espírito é sinônimo máximo da evolução da matéria, da parte física de cada um de nós. Na realidade, o espiritismo propõe que seja possível, por intermédio do magnetismo próprio de cada ser, obter uma comunicação com os espíritos dos mortos, de modo a se obter um diálogo que, muitas vezes, resulta em textos escritos – os chamados livros espíritas. Os pensadores têm dedicado-se profundamente à procura de respostas a respeito da análise do espírito. Em geral, tem-se descrito que o espírito é algo substancial, imaterial e de aspecto livre, ou seja, estamos perante algo que, aparentemente, não conseguimos dominar. Daí a expressão “espírito livre” se aplicar a todos aqueles que, de algum modo, consideramos indomáveis. Há três subdivisões no campo do espírito: o subjetivo, que compreende alguém capaz de possuir atividade espiritual; o objetivo, representado por atos concretos, como a religião, a moral ou a intelectualidade; e, por último, o absoluto, que, de acordo com a filosofia doutrinada por Hegel, seria o atingir da plenitude da evolução do próprio espírito. No campo da religião católica, também possui grande relevo, ao passo de figurar enquanto terceira pessoa da Santíssima Trindade – o Espírito Santo. Como veremos mais adiante, o espiritismo vai buscar longe a sua origem, mas foi apenas no século XIX que teve o seu desenvolvimento moderno. E isso, naturalmente, entrou em controvérsia com a igreja católica. Os casos mediúnicos, o incômodo de adesão de várias figuras de renome da época, assim como a popularidade que começava a se criar, tornou inevitável que o papado romano fosse forçado a intervir e a condenar veementemente estes fenômenos metapsíquicos. Mas, do outro lado da barricada, estavam nomes como Victor Hugo, W. Blake, Camille Flamarion e C. Doyle. Na verdade, a igreja católica não poderia permitir que se propagassem os fenômenos aos quais se começava a dar cada vez mais impacto, e a A Society for Psychical Research, criada em Londes em 1882, rejeitando as teses dos adeptos espíritas, dividiu tais estranhos acontecimentos em duas classes distintas: a) Físicos: que incluem pancadas em mesas, durante sessões espíritas, como provindas de uma entidade já falecida, as visões dos poltergeist no campo fantasmagórico, levitação e movimentos inexplicáveis de objetos. Tudo isso era presenciado por uma série de pessoas, na sua maioria de passado idôneo. Menos comum era o chamado ectoplasma, uma substância viscosa, que emanaria do corpo do médium em transe, dando forma a algo similar a um ser humano que transmitiria alguma mensagem. b) Mentais: no caso, a famosa escrita em ardósia, na qual a mão discorre livremente sobre a influência de um espírito, transe total, perda da noção e conhecimento, possuído por algo superior, que leva o intermediário a pintar ou a declamar em línguas, por vezes, suas desconhecidas, como retransmissor de ideias e vontades. Pode, igualmente, obter-se uma leitura do pensamento de outrem. Essencialmente, o catolicismo não crê na distinção desses dois fenômenos, baseando ambos num saco global, que considera fenômenos mentais, ou ilusórios, criados pela mente individual ou, no caso, em sessões coletivas. O implícito suplantaria, então, o explícito, levando os presentes a acreditar piamente em algo que, na realidade, estava no campo do seu subconsciente, obtendo visões provocadas pelo próprio cérebro. Em muitos outros casos, muitos deles comprovados, não passariam de fraudes grosseiras e embustes deliberados, tendo como verdadeira intenção enganar outrem a troco de dinheiro. Do pouco que se conhece, enquanto não adepto da doutrina espírita, não nos parece que possa ser comparado aquilo que atualmente se define como filosofia espírita com o vulgar espiritismo cujo intuito é mais comercial. Os adeptos espíritas são verdadeiros crentes, embuídos de uma sincera vontade e crença como os fiéis que vão à igreja ou à mesquita um pouco por todo o mundo. Mesmo que as comparações não sejam, nunca, um método fiável ou de grande interesse factual, a verdade é que tanto os livros psicografados (ditados por um espírito) quanto as célebres pinturas mediúnicas (efetuadas aquando de um estado de transe) estão num campo paralelo à visão santificada ou aos milagres que por vezes se crê ocorrer, como imagens que choram lágrimas de sangue. Ou seja, ambos os lados da barricada acreditam piamente naquilo que veem e sentem. Se os que os rodeiam não conseguem ter a mesma visão ou sentimento, não significa que tenhamos de desacreditá-los, mas sim decidir se queremos, ou não, aceitar aquele fato como concreto. Na verdade, muitos dos fenômenos ditos inexplicáveis não têm, na realidade, uma explicação plausível ou, por vezes, possuem várias vias interpretativas. Para cada crente, há, pelo menos, um descrente. Sempre assim foi e sempre assim será. O espiritismo não poderia ser caso diferente. E todos os temas abordados na presente obra representam, evidentemente, tudo o que há, na humanidade, de mais misterioso e, por consequência, mais controverso. Inclusivamente, vivemos num período da existência em que os próprios dogmas em que se acreditou durante séculos começam a ser questionados um pouco por todo o lado. E se o não são abertamente, começam a ser no interior de muitas pessoas. Há um retorno ao essencial da vida humana, ao princípio e ao próprio Gênesis bíblico, escrito por Allan Kardec, o qual tem crescido em popularidade quando, antes, os crentes preferiam partes dos seus livros sagrados mais diretamente relacionados com momentos concretos: milagres, aparições, vida dos seus mais importantes visionários e a razão ou explicação em termos de normas morais e religiosas. Hoje em dia, porém, parece haver um entendimento global que, para se conhecer algo, há que ir ao ponto de partida. Tudo nasce de algum lado e de alguma forma. Se não soubermos como fomos concebidos, perdemos uma parte fundamental de nós mesmos. Seja como for, sejamos cristãos, hindus, espíritas ou de qualquer outra crença, a grande verdade – que se pode considerar como inabalável para todos – é que o ser humano necessita, para poder entender-se, de acreditar em algo. E confiar nos dogmas, ou escritos, sagrados faz parte dessa compreensão. Mesmo os que se intitulam como ateus confiam na sua crença na não existência de entidades superiores. E, dessa forma, vivem no acreditar piamente nesse fato, o que, naturalmente, se torna, em si mesma, uma “crença em algo”. O ser humano, desde os seus primórdios, vive, em grande medida, daquilo que em acredita, quanto mais não seja nas suas capacidades intrínsecas de ser capaz de algo. E, quer queiramos, quer não, a verdade é que, apesar de milhares de anos de demonstração física da morte, ou desaparecimento terreno, ainda se alimenta a expectativa, até científica, de, um dia, podermos tornar-nos eternos. Deste modo, dialogar com o espírito de um defunto poderá ser, psicologicamente, uma forma de mantermos essa ligação com o eterno. A crença cristã na ressurreição é outra explicação para um mesmo pensamento.

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    Pedro Silva

    Sob o lema Apenas Alguém, natural da cidade de Tomar – Portugal, é licenciado em História e patrono da Biblioteca Municipal Dr. Pedro Silva situada em São Martinho Grande (Ribeira Grande de Santiago - Cabo Verde). Pedro Silva é, igualmente, Pós-Graduado em Estudos Portugueses Multidisciplinares, Cidadão Honorário da Cidade Velha (Ribeira Grande de Santiago - Cabo Verde), Medalha Municipal de Mérito (Tomar – Portugal) e Medalha de Mérito do Jornal “Audiência” - 4ª Gala (2009). Entre outros dados relevantes do autor, destaque para o facto de ser Membro Correspondente do Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Sorocaba (Brasil); Académico Correspondente de: Academia Juiz-Forana de Letras; Academia de Letras José de Alencar; Academia Metropolitana de Letras, Artes e Ciências; Academia Igarassuense de Cultura e Letras; Academia de Letras Balneário Camboriú; Academia Planaltinense de Letras; e Academia Divinopolitana de Letras; Sócio Correspondente de: Associação Santa-Rosense de Escritores; Sociedade de Escritores de Blumenau; Academia Penedense de Letras, Artes, Cultura e Ciências; e Academia Palmeirense de Letras, Ciências e Artes e Membro Vitalício da Academia de Letras do Brasil. Pedro Silva escreveu 36 livros, os quais, entre reedições, traduções, publicações em outros países e participações em colectâneas/antologias, se converteram na seguinte lista de títulos: 1. “Ordem do Templo: Em Nome da Fé Cristã” * (Ulmeiro, Portugal, 2000) Ensaio 2. “História e Mistérios dos Templários” (Ediouro, Brasil, 2001) Ensaio – reedição 3. “Escritos Errantes (histórias leves como o vento mas tocantes como a tempestade)” * (Publicações Senso, Portugal, 2002) Ficção 4. “Ku Klux Klan: Pesadelo Branco” * (Magno Edições, Portugal, 2003) Ensaio 5. “Tripla Imparável (Juventude em Acção)” * (Magno Edições, Portugal, 2005) Ficção 6. “Os Templários e o Brasil” * (Flâmula Editora, Brasil, 2005) Ensaio 7. “Templários em Portugal (A Verdadeira História)” * (Ícone Editora, Brasil, 2005) Ensaio 8. “Templários em Portugal (A Verdadeira História)” (Dinalivro/Ícone Editora, Portugal, 2005) Ensaio – reedição 9. “Templários (Ordem Militar e Religiosa)” (Catedral das Letras, Brasil, 2005) Ensaio – reedição 10. “Confraria Mística Brasileira: a História” * (MAP, Brasil, 2006) Ensaio 11. “Símbolos e Mitos Templários” * (Centauro Editora, Brasil, 2006) Ensaio 12. “Mistérios da Humanidade” (Via Occidentalis, Portugal, 2006) Ensaio 13. “O Sol de Rita” (Corpos Editora, Portugal, 2006) Ficção – reedição 14. “Roteiro Místico de Portugal” * (Editora Leitura, Brasil, 2006) Ensaio 15. “Assassini (uma seita esotérica)” * (Via Occidentalis, Portugal, 2006) Ensaio 16. “A vida portuguesa como ela é” * (Matrix Editora, Brasil, 2006) Ficção 17. “História dos Lusitanos” * (Editora Prefácio, Portugal, 2006) Ensaio 18. “Romance na Net (conectando emoções)” * (Idea Editora, Brasil, 2006) Ficção / co-autor 19. “Os Grandes Mistérios da Humanidade” * (Axcel Books, Brasil, 2006) Ensaio – reedição 20. “Já Passou” (Corpos Editora, Portugal, 2006) Ficção – reedição 21. “Assassinos” (Pulso Editorial, Brasil, 2006) Ensaio – reedição 22. “O Código da Maçonaria (o mistério será revelado…)” * (Universo dos Livros, Brasil, 2007) Ensaio 23. “1977” * (Pulso Editorial, Brasil, 2007) Crónicas 24. “Portugal-Brasil: A Aventura do Descobrimento” * (LGE, Brasil, 2007) Ficção / co-autor 25. “Cátaros (história de uma heresia)” * (Via Occidentalis, Portugal, 2007) Ensaio 26. “História Mística de Portugal” * (Saída de Emergência, Portugal, 2007) Ensaio 27. “Templarios (Cruz y Medialuna)” (Bajo Los Hielos, Chile, 2007) Ensaio / co-autor – tradução 28. “Roteiro do Portugal Templário” * (Letras e Magia, Brasil, 2007) Ensaio 29. “História Mística do Brasil” * (Centauro Editora, Brasil, 2007) Ensaio 30. “Codex Templi” (Zéfiro, Portugal, 2007) Ensaio / co-autor 31. “O dia em que a Corte Portuguesa chegou ao Brasil” * (Pulso Editorial, Brasil, 2007) Ensaio 32. “Tomar (cidade templária)” * (Outrora, Portugal, 2007) Ensaio 33. “As Maiores Personalidades da História” * (Universo dos Livros, Brasil, 2007) Ensaio 34. “O Nascimento do Reino de Portugal” * (Chimpanzé Intelectual, Portugal, 2007) Ficção 35. “Templários (História Integral)” * (Letras e Magia, Brasil, 2007) Ensaio 36. “Dos Templários à Ordem de Cristo” * (Via Occidentalis, Portugal, 2007) Ensaio 37. “As Maiores Civilizações da História” * (Universo dos Livros, Brasil, 2008) Ensaio 38. “Aljubarrota (Da Independência do Condado à Grande Batalha)” * (Chimpanzé Intelectual, Portugal, 2008) Ficção 39. “Los Templarios en España y Portugal” (Europa Viva, Espanha, 2008) Ensaio – tradução 40. “Os mais belos lugares para se conhecer” * (Universo dos Livros, Brasil, 2008) Ensaio 41. “A Magia das Palavras” * (LGE, Brasil, 2008) Ficção 42. “Grandes Enigmas do Passado” (Pulso Editorial, Brasil, 2008) Ensaio – reedição 43. “A Lança Sagrada de Hitler” * (Universo dos Livros, Brasil, 2008) Ensaio 44. “Baphomet: um enigma templário” * (Letras e Magia, Brasil, 2008) Ficção 45. “A Ordem dos Assassini” (Pulso Editorial, Brasil, 2009) Ensaio – reimpressão 46. “Historia Misteriosa de España y Portugal” (Europa Viva, Espanha, 2009) Ensaio / co-autor – tradução 47. “Portugal (país de tradição)” (Ramiro Leão, Portugal, 2010) Ensaio – reedição 48. “Portugal Ancestral (Mitos e Mistérios)” * (Prefácio, Portugal, 2010) Ensaio 49. “História Mítica de Portugal” (Porto de Idéias, Brasil, 2010) Ensaio – reedição 50. “Mitos y Misterios del Mundo” (Corona Borealis, Espanha, 2010) Ensaio – tradução 51. “Historia y Misterios dos los Templarios” (Euedito, Portugal, 2011) Não Venal – reedição 52. “Mitos e Mistérios Templários” (Editora Inverso, Brasil, 2011) Ensaio – reedição 53. “Eu Mesmo” (Euedito, Portugal, 2011) Ensaio/Crónicas - Não Venal 54. “Primórdios Místicos de Portugal” (Ministério dos Livros, Portugal, 2011) Ensaio – reedição 55. “Portugal - Apologia Humana e Lusitana” (Thebooksonthetable, Brasil, 2011) Ensaio – reedição 56. “Enigmas de la Humanidad” (Corona Borealis, Espanha, 2012) Ensaio – tradução 57. “Enciclopédia Pedro Silva” (Euedito, Portugal, 2012) Ensaio/Crónicas - Não Venal 58. “História Medieval de Portugal” (Euedito, Portugal, 2014) Ensaio – reedição 59. “Colectânea Mãe” (FastLivro, Portugal, 2014) Contos – reedição 60. “Os Impérios Invisíveis da Maçonaria e do KKK” (Euedito, Portugal, 2014) Ensaio – reedição 61. “História Mística dos Templários” (Euedito, Portugal, 2014) Ensaio – reedição 62. “História Mística da Humanidade” (Euedito, Portugal, 2014) Ensaio – reedição 63. “Em Nome da Fé” (Lema D'Origem, Portugal, 2015) Ensaio – reedição 64. “Antologia Arte” (Ozedy Edições, Portugal, 2015) Crónicas – reedição 65. “O Código da Maçonaria” (Letras Itinerantes, Portugal, 2015) Ensaio – reedição 66. “Memória dos Lusitanos” (Edições Viriato, Portugal, 2016) Ensaio – reedição 67. “O Outro Lado da História da Humanidade” (Edições Hórus, Portugal, 2017) Ensaio – reedição 68. “Sociedade Secreta Ku Klux Klan: Desvendando os Mistérios” (Editora Mikelis, Brasil, 2018) Ensaio – reedição 69. “O Poder Local em Cabo Verde (uma visão historicista)” * (Edições Hórus, Portugal, 2018) Ensaio / co-autor 70. “Os Templários em Portugal” (Letras Itinerantes, Portugal, 2018) Ensaio – reedição 71. “Fascículo 2 - Religião. Profecias, Superstições, Lendas, Fantasmas” (Editora Mikelis, Brasil, 2019) Ensaio – reedição 72. “Fascículo 4 - Religião. Espiritismo” (Editora Mikelis, Brasil, 2019) Ensaio – reedição 73. “Baphomet: um enigma templário” (Cordel D’Prata, Portugal, 2019) Ensaio – reedição 74. “Fascículo 2 – Arte e Literatura. O Significado dos seus Sonhos” (Editora Mikelis, Brasil, 2019) Ensaio – reedição 75. “O Enigma dos Anjos” (Editora Mikelis, Brasil, 2019) Ensaio – reedição 76. “Cristianismo (Mistérios Revelados)” (Editora Mikelis, Brasil, 2020) Ensaio – reedição 77. “História Mística dos Etruscos” * (Cordel D’Prata, Portugal, 2020) Ensaio 78. “Mistérios & Segredos Revelados” (Editora Mikelis, Brasil, 2020) Ensaio – reedição 79. “Os Templários no Mundo” (Letras Itinerantes, Portugal, 2022) Ensaio – reedição 80. “Histórias leves como o vento mas tocantes como a tempestade” (Bookmundo, Portugal, 2022) Ficção - reedição 81. “Juventude com Alma” (Artelogy, Portugal, 2022) Ficção - reedição 82. “Roteiro Sentimental, Místico e Templário” (Artelogy, Portugal, 2022) Ensaio – reedição 83. “Colectânea PanDémica 20.22 (Des)Confinados)” (Edições O Declamador, Portugal, 2022) Crónicas – reedição 84. “O Outro Lado da História do Mundo” (In-Finita, Portugal, 2022) Ensaio – reedição 85. “Duas Pequeníssimas Histórias… E Mais Algumas” (Editora Schoba, Brasil, 2022) Ficção – reedição 86. “Memória dos Lusitanos” (Edições Verbi Gratia, Portugal, 2022) Ensaio – reedição 87. “Carta ao Futuro que não Existe” (BookMundo, Portugal, 2022) Ensaio – reedição 88. “Roteiro do Meu Portugal” (Artelogy, Portugal, 2022) Ensaio – reedição 89. “História Mística da Fé” (Sagarana Editora, Portugal, 2022) Ensaio – reedição 90. “Alma Misteriosa de Portugal” (Letras Itinerantes, Portugal, 2022) Ensaio - reedição 91. “Primórdios Místicos do Brasil” (Sagarana Editora, Portugal, 2022) Ensaio – reedição 92. “1808 – O Ano em que a Corte Portuguesa chegou ao Brasil” (Edições Verbi Gratia, Portugal, 2022) Ensaio – reedição 93. “Escritos Errantes de Apenas Alguém” (5 Livros, Portugal, 2023) Ficção – reedição * - Edição Original da Obra Para além disso, teve a subida honra de prefaciar as obras: António Botto Quintans, «Quinto Império – testemunhos de uma história verídica» (Portugal); Dimythryus, «Geografia em Si» (Brasil); Luiz Lorhans, «A Trilha de um Destino» (Brasil); Monica Di Camargo, «O Apanhador de Bolinhas» (Brasil); Patricia Volpe, «A História de Aiyra» (Brasil); Valdeck Almeida de Jesus, Dye Kassembe, Walter S e Eduardo Quive, «Brasil e África: Laços Poéticos» (Brasil); sem deixar de referir a participação no Capítulo 2 (Entrevista) da obra «A Fé em Debate», de Johnny T. Bernardo (Brasil). Dentro da sua actividade, logrou, ainda, ter textos seus publicados em prestigiadas revistas brasileiras, incluindo “História Viva”, “Aventuras na História” e “Desvendando a História”. Em Portugal teve crónicas publicadas nos jornais “O Primeiro de Janeiro” e “O Templário”, assim como na revista “Plenitude”, entre tantos outros órgãos de comunicação social.

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    Pedro Silva