A premissa parecia boa : um italiano sexy e milionário, vingança , mocinha inocente que engravida ... Mas no final “Entre o amor e a Vingança” está mais para “Entre a Cruz e a Espada”. Ainda não sei quem é pior, o italiano chamado Jake (duh), ou a mocinha que além de administrar um hotel, e ser voluntária em um grupo de resgate também trabalha como capacho.
[SPOILERS]
Algumas razões pq achei “Entre o amor e a vingança” ruim de doer
1-Possui diálogos “brilhantes”: “ -Não perdi a consciência. Eu desmaiei.” (oi?)
2-O mocinho é um exemplo de amor ao próximo: “Não se importava com Aldo, só com Charlotte.” (Aldo é um menininho de 8 anos que por acaso Tb está correndo risco de vida na cena em questão )
3- O mocinho também é um exemplo de sinceridade: “— Se me lembro bem, perguntou se eu estava casando por que você estava grávida ou por que a amava. Respondi "sim, adoro você" — disse, com um sorriso falso nos lábios. — A interpretação foi sua.”
4- Carcere privado NÃO é prova de amor: “— Você não tem escolha. A equipe de seguranças aqui é fantástica. Você não vai a lugar algum sem a minha permissão.” (e algumas páginas depois...) “Dio! Por favor, Charlotte, não, rezou ele ao entrar gritando seu nome. Fugiu, foi seqüestrada ou pior que isso, ele não sabia, só sabia que tinha de tê-la novamente.”
5-A Mocinha até tenta, mas o capacho dentro dela fala mais alto: “-A primeira vez em que fizemos amor, você virou de costas para mim e saiu enraivecido. Por quê? Foi alguma coisa que fiz ou deixei de fazer? — Precisava saber para não ser deixada mais uma vez.” (isso, ae limpa os pés antes de entrar... aff)
6-O humor no livro é involuntário: “E Jake estava certo quanto às jóias. Todos as usavam. Não só as mulheres, percebeu ela ao ser apresentada ao Signor Dotei-lo. Ele tinha um diamante enorme na orelha, e um crucifixo enorme de diamantes que brilhava em seu peito bronzeado.” (festa com presença VIP de um bicheiro é tudo de bom!)