A masculinidade não é uma tarefa pequena. Não é fácil ser um homem hoje. Não é fácil ser o esposo e o pai que Deus nos chama para ser nesta cultura de hoje, que rapidamente se desfia e esfarrapa. E isso nos traz ao tema deste livro, pois nestes dias de confusão o caminho à masculinidade completa serpenteia a porta da amizade – de homem para homem. Como, porém, um homem aprende a ser homem, esposo, pai, provedor e protetor – rei, guerreiro, mentor e amigo completos? Ao caminhar lado a lado com outros homens que são tudo isso. Você aprende a jogar bola, jogando bola. A masculinidade é um esporte de equipe. Nós, como homens que vivem em uma cultura tragicamente desorientada, precisamos vivenciar o poder edificador de vida que Paulo chamou de “meu irmão, cooperador e companheiro de lutas” (Fp 2.25) Já é tempo de atendermos ao chamado do Rei Supremo para compartilhar a comunhão com ele. Já é tempo de os homens de Deus se chegarem à mesa dele e, na companhia de homens, beberem até o fim a nova compreensão de seu Reino e entenderem exatamente o que é preciso para apreciar o papel do homem neste reino.


