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    Yu-Gi-Oh! GX (Vol. 9) -

    Kazuki Takahashi

    Shueisha
    2011
    224 páginas
    7h 28m
    ISBN-1: 0
    3.9
    4 avaliações
    Leram3Lendo0Querem0Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos0Desejados0Avaliaram4

    Cap. 57-64

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    𓁣  U꧑ᥲ bᥲrᥲtᥲ ᥴhᥲ꧑ᥲdᥲ Kᥲfkᥲ 🪳 picture
    𓁣 U꧑ᥲ bᥲrᥲtᥲ ᥴhᥲ꧑ᥲdᥲ Kᥲfkᥲ 🪳30/12/2021Resenhou um livro
    2.5 (Razoável)

    Eu não tenho objetivo. Eu só estou tentando quebrar o tedio

    Ah, o que dizer desse mangá, não apenas desse volume, mas de toda a obra. O problema nem é ter poucos capítulos, mas sim o que o mangáka fez pra desperdiçar eles ao máximo. Pra começar, achei um exagero a quantidade de duelos, a grande maioria nem tendo seguer sentido para o plot ou desenvolvimento dos personagens. Numa obra grande talvez até calhasse, mas aqui, só serviu como falei antes, desperdiçar espaço que poderia ter sido usada para aprofundar melhor a história. Os personagens são razos e sem carisma. O único com uma motivação era o protagonista, e mesmo assim foi muito mal explorado. Todos os outros estão lá só para ter personagens pro pp interagir. O grupo de amigos ali totalmente desnecessário, não me passam uma emoção de amizade verdadeira. Nem de longe eles são divertidos, você simplesmente não se importa com eles. O unico personagem que me cativou, foi o Kuriboh Alado. A única amizade que me passou sinceridade é a do Kuriboh Alado e Judai E por fim o plot do Zork 2.0, realmente decepcionante. A coisa toda é muito confusa, mal é discutido, se arrastasta  por 8 volumes e tudo foi muito facilmente resolvido em poucos capítulos. Só no finalzinho que foi empolgante, mas por causa do fanservisse/referências ao mangá original. E sério mesmo que vários alunos entraram em coma após um duelo, e ninguém achou estranho? O diretor não repassou a informação para os seus superiores e começou uma investigação? A academia tem o selo Kaiba de qualidade. Sinceramente, se o mangá fosse apenas uma amostra da vida cotidiana dos personagens numa academia de duelo, com todo o drama adolescente das paixonites, amizades, problemas com um professor chato, o estresse das provas e a pressão para se tornar o melhor duelista, teria sido um mangá muito mais proveitoso e divertido. Não faço ideia de como se saiu o anime, assisti só uns poucos episodios quando era criança. Sei que as histórias são completamente diferentes (ainda bem), mas não sei se foi satisfatório. Pelo menos o anime teve mais tempo para explorar justamente essas falhas nos personagens que eu acho que tem no mangá. No entando, o que não me agradou pode agradar outras pessoas. Se você gosta muito mais dos duelos, independente do contexto, Yu-Gi-Oh GX pode ser uma boa pedida para você.

    1 curtida

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    Avaliações

    3.9 / 4
    • 5 estrelas50%
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    • 3 estrelas50%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Kazuki Takahashi profile picture

    Kazuki Takahashi

    Kazuki Takahashi nasceu em 4 de outubro de 1961, em Tóquio, e começou a trabalhar como mangaká ainda em 1982. No entanto, só encontrou sucesso em 1996, quando lançou Yu-Gi-Oh nas páginas da Shonen Jump. Assim como Yugi, Takahashi também é viciado em jogos. Entre seus favoritos estão alguns pouco conhecidos no Brasil como Shogi (xadrez japonês), Mahjong (o tradicional jogo chinês), além de card games e RPGs. Takahashi e Mike Mignola, o criador de Hellboy, participaram certa vez de um intercâmbio artístico. O criador de Yu-Gi-Oh, que é fã de quadrinhos americanos, desenhou um Hellboy com o cabelo à la Yugi. Mignola, por sua vez, devolveu a homenagem desenhando o seu demônio de chifres serrados usando o Enigma do Milênio e uma camiseta do Yugi. Takahashi também colaborou com Yoshio Sawai mandando uma ilustração de Yugi que foi usada no mangá Bobobo-bo Bo-bobo. Em troca, Takahashi incluiu o hiragana de “nu” do lenço de Jelly Jiggler, personagem de Sawai, em um dos painéis de Yu-Gi-Oh! Além de fã confesso de Dragon Ball, Takahashi também tem como influência Hirohiko Araki, autor de Jojo’s Bizarre Adventure

    61 Livros
    2 Seguidores

    Kazuki Takahashi