Notes
- Esse foi o livro mais difícil que li, em toda a minha vida. Primeira parte, eu não raciocinei, fala sobre a história de Pernambuco e o papel de Saldanha, que era muito importante saber, porém, era muita informação que eu não conseguia acompanhar. E muita coisa especifica, resumindo de nada sei. - Ele foi um revolucionário lutava, pela independência, não sei, mas por ir contra as autoridades vigentes e ter sido exilado por ela, já diz muita coisa. - Ele tem uma escrita muito sentimental, voltada para o amor a pátria, os amigos, os desgosto e a morte que esta quase sempre presente em seus versos. - A melhor parte para mim, o momento em que a leitura ficou mais fluida. Foi quase perto do final, ele é um ótimo escritor. Gostei muito, embora não entenda o que ele realmente queria transmitir e tá tudo bem, eu me faço entender por dentro. (Tem que levar em consideração as poesias foram escritas em 1852, 172 dois anos no passado. Cara isso é surreal, o poder das palavras transcendem o tempo. Nem minha vó era nascida, acredito que nem minha bisa vó era nascida. Babado) - Saldanha morreu amargurado, com as tristezas que sucumbia sua vida, a rejeição dos outros pela sua cor. Se apoiava no álcool para aniquilar as dores, Ele morreu afogado em uma vala de esgoto. E eu ficava me confundindo também com a morte de Edgar põe, que também foi um homem que se segundo mundo tinha um talento extraordinário e é conhecido mundialmente, mas que também teve uma vida e morte de amargura. Isso implica que a aleatoriedade da vida como diz Josephine pode cair para todos, você pode ser grandioso e ainda assim ter uma desgraça de vida. Vai saber, tenta a sorte.

