“Quantos milhões de brasileiros existem no país e quantos não exercem a cidadania?” Pela questão levantada, não basta cogitar e existir. Isso não é tudo. Podemos retirar dessas lições uma ideia para a “alfabetização” em direitos humanos, princípio básico para qualquer ato educativo e, especialmente, para uma educação em & para os direitos humanos. Assim, o “alfabetizador” em direitos humanos não deixa de ser o edificador da cidadania, aquele que, em relação com sujeitos cognocentes e dialógicos ajuda a produzir a economia política dos direitos humanos."
