Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores1
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    EXU E A PARTÍCULA DE HIGGS - A MÁUINA DO TEMPO

    CARLOS FRANÇA

    AMZON
    2019
    365 páginas
    12h 10m
    ISBN-10: B07Z4GVBJK
    Português Brasileiro
    5
    1 avaliação
    Leram1Lendo0Querem0Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos0Desejados0Avaliaram1

    Exu e a Partícula de Higgs. A Máquina do Tempo. É um romance de ficção-científica com um viés místico. É uma obra extensa que contempla romance, aventura, ficção-científica, fantasia, misticismo, história. Narra a vida de um astrofísico baiano e capoeirista, Júlio Gaius Amado Leonardes, que descobre através de um experimento em dos laboratórios do CERN, o maior acelerador de partículas do mundo, que ele é portador do índice mais elevado do Fator Ribakov, capacitando-o para ser um viajante do tempo. A narrativa se desenrola em várias partes do mundo, com os personagens multiétnicos. Mas a história começa num famoso terreiro de candomblé na Bahia, quando uma Ialorixá, num jogo de búzios para uma de suas filhas de santo, vê a figura de um homem que traz uma força e um destino especial. Por seu turno, Júlio Gaius, o físico baiano, não tem qualquer relação com o povo de santo, embora seja dotado de qualidades psíquicas e intuitivas que o mantém em contato com diversas experiências espirituais das culturas humanas que ele entra em contato. Porém, isso não é valorizado, pelo contrário ele nega acontecimentos sem explicações. Mesmo os relacionamentos amorosos estão em último plano em sua vida. Filosofia seguida também por seu grande amigo, Jean Bresson. Um excêntrico físico, de uma família muito rica na França, que tem um pé na moda e na arte. Gaius considera a Física o seu templo sagrado e a Matemática a sua liturgia da vida. Um dia o físico baiano, em vias de fazer seu pós-doutorado, estava no bar Le Jules Vernes em Yvoire, cidadela medieval da França, e viu uma mulher por alguns momentos, mas esta desapareceu de suas vistas rapidamente por um acontecimento trivial no bar, promovido por ele. Nunca mais esqueceu daquele momento e virá como destino. A partir da sua estada em Yvoire, uma série de descobertas e mistérios são postos à prova. Contudo, é quando se descobre um Homem Vritruviano, um viajante do tempo por excelência, na visita ao CERN, que tudo muda em sua vida. Pois passa a correr perigo por interesses escusos de uma empresa de armamentos transnacional, assim como seus amigos. Volta para Bahia em pleno carnaval e se inicia novas descobertas e aventuras que resulta na viagem no tempo para a Paris no início século 20, momento que se encontra com Santos Dumont em sua oficina, prestes a lançar seu dirigível número 6, que o tornará mundialmente famoso. Quando o físico baiano tenta retornar ao tempo presente, depois de uma semana na companhia do inventor e aviador brasileiro e explorando a cidade luz, ocorre um acidente. Há um recuo no tempo de quase dois mil anos. E ele terá que usar todos os recursos para retornar. Suas qualidades intelectuais, sua força como capoeirista, a tecnologia e suas qualidades psíquicas.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (1)Ver mais
    Carlos COSTA FRANÇA picture
    Carlos COSTA FRANÇA24/10/2019Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Exu e a Partícula de Higgs. A Máquina do Tempo

    Júlio Gaius Amado Leonardes, ou apenas Gaius, é um astrofísico de Q.I. elevado, intuitivo e sedutor que vive fora do Brasil. Dedica-se ao estudo e pesquisa científica nas universidades europeias. Em um dado momento, ele se defronta com o mistério em dois territórios distintos, um de cunho místico e outro de ordem científica. Em “Exu e a Partícula de Higgs. A Máquina do Tempo” o enredo nos encaminha paulatinamente para duas realidades completamente diferentes, mas que não se antagonizam necessariamente. Convida-nos para uma descoberta desses dois mundos. Mesmo os conflitos que surgem com relação a isso, em seu personagem principal, nos parecem leve ou segue um tom um tanto quanto cômico. O livro narra o percurso de Gaius a partir do momento que ele entra em Yvoire, uma cidadela medieval de sete séculos na França, que nos é entregue poética e idilicamente como símbolo do tempo, eixo central da obra. Nesta cidadela francesa, só se entra a pé. Gaius não só entra a pé, mas descalço. Logo se percebe que o autor traz símbolos importantes e que vai marcar toda a obra. Inclusive, somos encaminhados, logo de início, a acreditar que o apanágio simbólico e místico vem do candomblé. Ele é o primeiro e tem um destaque maior, mas não o único. A atitude de entrar descalço na cidadela desencadeia uma série de acontecimentos que parecem triviais, mas possui um contexto maior. Tanto numa relação interna com a própria narrativa, como uma ligação externa em forma de homenagem para outros autores ou suas obras literárias. Tudo acontecendo ao mesmo tempo como se nos oferecesse certos universos paralelos. Neste caso, literários mesmos. Ao mesmo tempo, está nos remetendo a caminhos da ficção por onde a narrativa se escoará. Embora nada nos prepare devidamente para o que acontecerá na história. Não que o autor esconda suas intenções quanto as referências externas, até porque na dedicação se vê o nome de Júlio Verne por exemplo. E não para por aí, há inclusive outros nomes como Jorge Amado e Santos Dumont. E uma das gratas surpresas é percebemos que até mesmo a figura de Santos Dumont está ali inscrita dupla e significativamente no decorrer da história. É uma viva homenagem e um personagem ativo do enredo. Já Jorge Amado, embora também entre nessa perspectiva de ser homenageado, vem de uma forma própria, pelo que se revela na tentativa de proximidade do estilo, quando o contexto permite. Mas como o escritor Carlos França é baiano fica sempre uma suspeição do que realmente promoveu. Da minha parte, sentir a falta, nesse panteão da dedicação do livro, de Monteiro Lobato, pois há uma referência direta a esse escritor e a um de seus livros mais comemorados, “Reinações de Narizinho”, como se o autor baiano nos dissesse, “tenho aqui a chancela para uma imaginação sem limites. Não me venham dizer depois que não avisei”. Isso realmente o autoriza? Talvez não apenas isso. Pois passa a se estabelecer que é preciso trilhar um caminho já aberto, onde a realidade e fantasia já estiveram tão lado a lado, que foi o caso de Monteiro Lobato em suas histórias infantis. Na obra do autor baiano, o texto está longe de ser algo infantil. Há diversas modalidades de linguagem, que vai do regionalismo baiano a linguagem própria de época do começo do século 20. O livro se trata também de um romance moderno, e o enredo apresenta em algum momento um contorno erótico, não “amadiano” em estilo, nem exatamente poético, ou uma crueza explícita, se trata de algo mais refinado do amor físico. O livro é extremamente bem estruturado, seguindo com diversos assuntos com primor e desenvoltura. E é possuidor de um charme narrativo crescente à medida que avançamos na história e vamos conhecendo melhor seus personagens. Claro, existem alguns clichês que o autor não conseguiu escapar, ou simplesmente não quis. Também há algumas falhas de redação, porém isso não retira da obra uma certa originalidade e o fato dela ser fantástica. Em qualquer sentido que nos debruçarmos sobre ela. E para finalizar, invoco aqui um de seus personagens, Jean Bresson, em sua máxima, para recomendar a obra. “Sans erreur” Sem erro! Alfredo Valadares Sobrinho Professor de Redação e Literatura

    1 curtida

    Estatísticas

    Avaliações

    5 / 1
    • 5 estrelas100%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    CARLOS COSTA FRANÇA profile picture

    CARLOS COSTA FRANÇA

    Carlos H.A Costa nasceu em 20/09/1967 na cidade de Itapetinga-Ba. Em 1987 ingressou no curso de Odontologia, concluindo em 1992, ano que também entrou no curso regular de Psicologia. Hoje além de escrever, divide seu tempo entre a clínica em psicologia e o ensino. Atualmente está escrevendo o quinto romance. Além disso, tem dois livros infantis, três livros de poesias e uma série de escritos. Em 2000 lançou, o Culto do Lobo Em 2009 lançou o livro, QUANDO DORMEM AS FEITICEIRAS. Em 2013 está lançando, Caravana da Alma e Europa: Terra de Destinos E relançando, O CULTO DO LOBO

    10 Livros
    4 Seguidores
    BAHIA, BRASIL

    CARLOS COSTA FRANÇA