NÃO SABER O QUE QUER SER NÃO É UMA OPÇÃO. Quando a realidade torna-se brutal demais para uma garota de 18 anos, ela é hospitalizada. O ano é 1967 e a realidade é brutal para muitas pessoas. Mesmo assim poucas são consideradas loucas e trancadas por se recusarem a seguir padrões e encarar a realidade. Susanna Kaysen era uma delas. Sua lucidez e percepção do mundo à sua volta era algo que seus pais, amigos e professores não entendiam. E sua vida transformou-se ao colocar os pés pela primeira vez no hospital psiquiátrico McLean, onde, nos dois anos seguintes, Susanna precisou encontrar um novo foco, uma nova interpretação de mundo, um contato com ela mesma. Corpo e mente, em processo de busca, trancada com outras garotas de sua idade. Garotas marcadas pela sociedade, excluídas, consideradas insanas, doentes e descartadas logo no início da vida adulta. Polly, Georgina, Daisy e Lisa. Estão todas ali. O que é a sanidade? Garotas interrompidas. Um relato pessoal, intenso e brutal que nos faz refletir sobre nosso papel na sociedade. Garota, interrompida é uma leitura obrigatória, que inspirou o filme homônimo sucesso de bilheteria que concedeu a Angelina Jolie seu papel mais importante e o Oscar de melhor atriz coadjuvante.
Garota, interrompida - Girl, interrupted
Susanna Kaysen
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Susanna Kaysen
Susanna Kaysen (Cambridge, Massachusetts, 11 de novembro de 1948) é uma escritora norte-americana, melhor conhecida por ser a autora do livro de memórias "Girl, Interrupted". Nessa obra, Kaysen relata suas experiências em um hospital psiquiátrico, na década de 1960. Adaptação feita para o cinema em 1999, interpretada pela atriz Winona Ryder. Susanna Kaysen nasceu e viveu em Cambridge, Massachusetts. Filha de Annette Neutra Kaysen e do economista Carl Kaysen[1], ex-professor de Harvard e MIT; e ex-assessor do presidente John F. Kennedy[2].Também viveu certo tempo em Ilhas Feroe, onde conta tais vivências no romance Far Afield. Kaysen frequentou Commonwealth School em Boston, e a Cambridge School antes de ser mandada para Hospital McLean em 1967 para submeter-se ao tratamento psicoterápico para depressão. E lá, foi diagnosticada com transtorno de personalidade limítrofe. Liberada depois de dezoito meses. Mais tarde, chama esta experiência em seu livro de memórias 1993 "Girl, Interrupted". E em 1999, ocorre a adaptação para o cinema, retratada por Winona Ryder .




