Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas30
    • Leitores1211
    • Similares7
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Legionella (Redenção #1) - livro um: legionella

    M. A.Costa

    Livros Ilimitados
    2014
    270 páginas
    9h 0m
    ISBN-13: 9788566464504
    Português Brasileiro
    3.9
    98 avaliações
    Leram121Lendo12Querem1073Relendo3Abandonos2Resenhas30
    Favoritos24Desejados1073Avaliaram98

    Caos, ódio e morte voltam a bater à porta da humanidade. No século XXVI, um grupo racista desenvolve uma super bactéria que mata seletivamente. Caberá a Peter Brose, político jovem, influente e bem intencionado, o desafio de salvar a humanidade de sua autodestruição. Entretanto, sua experiência de vida não o preparou para os fatos deploráveis que se seguirão. Legionella, primeiro livro da série Redenção, dá o pontapé inicial nesta trilogia de ficção científica com muita ação, suspense e imaginação. Ao mesmo que o mundo idealizado pelo autor tem a plausibilidade como principal característica, os personagens que nele habitam são únicos, e os caminhos que a obra segue são marcados pelo inesperado. Além de entreter, a obra de M.A. Costa leva o leitor a refletir sobre a essência humana e os caminhos que a humanidade insiste em seguir, apesar de sua privilegiada capacidade de evolução como espécie e de cada um de nós como indivíduo.

    Similares (7)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (30)Ver mais
    Tracinhas picture
    Tracinhas29/02/2016Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    por Phyreon Thrower

    Enredo O livro começa com uma introdução feita pelo protagonista, um sujeito chamado Peter Brose, onde ele fala sobre o Mal, com maiúscula. Disserta sobre o quão transformador o Mal é e como pode assolar toda uma sociedade. E diz um monte de coisas sobre si: foi a pessoa que enfrentou este Mal; que – sabe-se lá como – acabou virando Primeiro-Ministro, depois Presidente. Tá lá, na introdução. Como uma biografia, aliás, o livro é a biografia do Peter. Até agora, nada de Brown ou Asimov, mas continuei. Depois vem uma cronologia. Descobre-se aí que o mundo foi dividido em Três Nações, e temos as datas de quando Peter vira Ministro e Presidente. Tudo bem. A leitura de fato começa em seguida. Primeira linha, já lamentei a junção de duas coisas que abomino: primeira pessoa e presente do indicativo. O primeiro – e, queria eu, último – livro nessa linha que li foi Jogos Vorazes, e foi uma tortura até me acostumar com a narrativa bem ruim da Catnip. A cena é de ação. Há um chinês, o Peter, uma S&W (sei sobre as Smith & Wesson por causa da mortal e seu livro de western pulp estranho) e sangue, escadas, tiros… Peter matou um desconhecido e ficou assustado, as balas se chamam balins e há uma descrição dos disparos em onomatopeias desnecessárias. A cena acaba em um cliffhanger e somos puxados para o passado de Peter. Uma dica minha é: pule daí até o capítulo chamado Primeiros Anos. Nada, absolutamente nada do que foi escrito nos dois primeiros capítulos e metade do terceiro foi usado ao longo da história. É uma descrição enfadonha de o que a Terra se tornou, contando onde Peter nasceu, sua infância, como as pessoas viviam até os 200 anos e os impactos sociais disso, vários aparatos modernos, sua função e como funciona. Voltas e voltas e voltas sem chegar a lugar nenhum, apenas descrição de background: infância, adolescência, perdendo o cabaço na Estação Espacial, faculdade, conhecendo o amor da vida dele, casando, etc, etc, etc. Li esperando que ele pescasse alguma coisa do passado, e ele fez uma vez. Mas não adiantou de nada, porque quando foi remeter àquela memória, ele explicou tudo de novo – prevendo que o leitor tinha esquecido, o que tornava a narrativa daquele fato lá atrás totalmente… inútil. Depois, somos apresentados a Mirtes, a esposa brasileira de Peter (ele se mudou para o Brasil, e baba ovo do país, assim como brasileiro baba ovo de coisa estrangeira) e então, finalmente, depois de um monte de coisa inútil, começa a história. Mirtes é especialista em virologia, e foi convocada para encontrar a solução para o problema com a bactéria legionella, que estava matando milhares de pessoas na África. Cabe dizer que o mundo de Peter é perfeito e cor de rosa. Não há nem fome, nem seca, nem guerras, nem câncer e nem Aids. Tudo é lindo e maravilhoso, todo mundo é rico e feliz. Uma utopia que contradiz imediatamente o subtítulo, mas relevei, pois pensava que a distopia viria. Plot twist: Nunca veio. Assim, uma epidemia dessas pegou todo mundo de surpresa, afinal, a legionella não matava há… séculos? Então, todo mundo surtou. Mirtes foi até a África para pesquisar sobre a bactéria, e logo seu marido também foi, já que ele era investigador digital – obviamente, naquela época, o mundo era mais virtual que físico – e procuraria alguma irregularidade, porque parecia que alguém estava jogando a bactéria na água. Dito e feito: realmente era uma conspiração. Então Peter vai investigar, e… se estrepa. Narrativa … ou quase. Bem, ele não se estrepa. Enfim, você vai ter que ler. A ideia do livro é ótima, mas a execução falha em vários aspectos. Primeiro, o narrador troca passado com presente a cada parágrafo. Vai contar uma historinha sobre algo que aconteceu em 1234 a.C, no pretérito perfeito, e aí volta ao presente. Depois, de novo. Isso fica mais óbvio no início do livro, onde tem muita historinha. Segundo: Por que nos infernos, senhor Peter, você está narrando um livro de MEMÓRIAS no presente do maldito indicativo?! Qual é o sentido em narrar algo que já passou no presente? Me explique, por favor, use a seção de comentários para tal. Não que eu seja hater de narrativa no presente, certo, sou sim, mas há uma justificativa para isso: Suzanne Collins, de Jogos Vorazes, narrava no presente para dar ao leitor o benefício da dúvida: será que Katniss vai morrer? Será que não? Se está no presente, você não tem como ter essa certeza, e foi o fiapo de esperança que me guiou até o fim, para morrer na praia. Mas e no seu caso, Pete? A gente sabe que você não morre, Pete! Terceiro, não é um thriller. Eu soube na introdução que você, Peter, saiu vivo dali e ainda virou presidente! Você não morre, só apanha, e bem pouco. Cadê a surpresa? Cadê a tensão? Cadê o medo de o cara legal se danar? Não tem. Quarto, cacei traços de Asimov e Brown o livro todo, não achei nada, a menos que só falar de futuro utópico, botar homens em Marte e separar a Terra em poucas nações seja se tornar um Asimov. Quinto, há muita ação, sim, claro, mas não há reviravoltas, não há UM plot twist sequer! Tudo é bem encaminhado, seguindo uma linha reta. Isso deixou a coisa monótona. Sexto, tem muita historinha. Parou um capítulo na metade para falar dos metrovinos, e quando voltou ao assunto de antes… hã? Do que a gente tava falando, mesmo? Há muitas interrupções para contar histórias paralelas, e a única realmente útil foi a dos metrovinos. Todas as outras são facilmente descartáveis, mas disso eu falo na parte sobre os personagens. Sétimo, no final, Peter vira primeiro-ministro. Isso não é spoiler algum. Então, ele faz um discurso, que é a melhor parte do livro em quesito de narrativa, e depois começa a falar dos anos seguintes, e continua numa narração ótima, muito melhor que o livro inteiro! Mas aí ele fala… e fala… e fala… e eu já comecei a olhar quantas páginas faltava pra acabar… e continua falando… e narra toda uma história… e aí ele vira presidente. Que? Como assim? Espera! Ele finaliza sobre Legionella. Depois narra outra aventura (que daria um livro inteiro) e então acaba virando presidente… pensei que fosse um livro para cada problema, mas não. Então, deixa um cliffhanger no fim, chamando ao segundo livro! Espero que o nome desse segundo seja: A Burrice Dos Homens, porque olha… pena que a faca da censura por spoiler está no meu pescoço, pois eu xingaria em caixa alta aquelas pessoas. A narrativa não é tão ruim quanto eu dissequei aí em cima. Peter é alegre demais, isso me incomodou, mas é característica dele, meu gosto não importa. O autor usa frases curtas demais. Isso é meio chato. Porque você tem que pausar. Toda hora. E todos, TODOS os há estão grafados como a. (Confira a resenha completa em nosso site!)

    2 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.9 / 98
    • 5 estrelas38%
    • 4 estrelas28%
    • 3 estrelas26%
    • 2 estrelas8%
    • 1 estrelas1%
    M. A. Costa profile picture

    M. A. Costa

    M.A. Costa é um apaixonado por ficção científica e terror. Desde sua adolescência seus heróis têm sido escritores – os idealizadores de universos paralelos, visionários de futuros próximos e distantes, transformadores do impossível em possível. M.A. Costa segue a mesma escola de H. G. Wells, Isaac Asimov, Arthur Clarke e Stephen King apenas para citar alguns. Na série Redenção, o autor dá asas à sua imaginação mais “doentia”, ao escrever de forma cuidadosa e moderna uma história recheada de suspense e ação. Em um futuro plausível, os piores e os mais nobres sentimentos da natureza humana afloram e permeiam uma trama alucinante.

    11 Livros
    38 Seguidores
    Rio de Janeiro, Brasil

    M. A. Costa