A última carta do tenente

A última carta do tenente William Douglas


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A última carta do tenente





O que você faria se tivesse apenas doze horas de vida?

Em 12 de agosto de 2000, um acidente com um submarino nuclear russo chocou a humanidade: cento e dezoito marinheiros ficaram presos quando o submarino Kursk afundou no mar de Barents, no norte da antiga União Soviética, após duas grandes explosões causadas por falhas em seu sistema de lançamento de torpedos. Após noticiado o acidente e o naufrágio houve grande comoção da opinião pública mundial, desejosa de que fosse constituída uma operação de resgate para salvar aqueles homens. Depois de algum atraso em aceitar a ajuda ocidental e muita pressão internacional, o governo russo finalmente cedeu e navios de várias bandeiras tentaram o salvamento. Quando os primeiros mergulhadores chegaram à carcaça do submarino, contudo, não havia mais esperança, todos os tripulantes já estavam mortos. Após abrirem uma janela no casco, os mergulhadores depararam-se, inicialmente, com quatro corpos. No bolso do uniforme de um deles foi encontrada uma mensagem, uma carta que, ao contrário do que se esperava, não relatava o acidente, mas era dedicada a sua esposa. A carta relatava a agonia dos vinte e três tripulantes que permaneceram vivos por algumas horas (ou talvez até um dia) após o naufrágio do submarino, e foi redigida por tato, revelando que os últimos momentos dos marinheiros foram passados em total escuridão. Este livro é uma coletânea dos ensinamentos, descobertas e emoções que poderiam estar escritos na carta, descoberta no bolso de um dos marinheiros mortos para sua esposa.

Ficção

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on 15/6/10


Ganhei este livro de BruBertoche e amei...é lindo e dá pra se ler de uma só tacada. Destaque para... ..."sempre arquitetamos amores perfeitos e tivemos ao lado parceiros com imperfeições várias. Você desejou virtudes que eu não possuia e não pude atender, embora entendesse seu desejo. De minha parte, quis modo de amar dos quais você não deu conta. Erramos, é fato. Pretender perfeições inexistentes nos distanciou do amor que nos era possível. Era só para sermos, juntos, erranttes numa... leia mais

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07/04/2016 14:00:25
Pri Paiva
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