O Pintor da Vida moderna

O Pintor da Vida moderna Charles Baudelaire




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Charles Baudelaire publica, no final de 1863, no jornal Figaro, um ensaio que se tornaria referência canônica para a noção de modernidade em arte e literatura: “O Pintor da Vida moderna”, no qual o poeta francês descreve e analisa a obra de um artista, Constantin Guys, que, para ele, captaria alguns dos aspectos definidores da vida moderna: a instantaneidade, o transitório, o fugidio, o contingente. Baudelaire aproxima, na sua curiosidade, na sua avidez pela vida, Constantin Guys, o “pintor da vida moderna”, do personagem anônimo do conto “O homem da multidão”, de Edgar Allan Poe. O presente livro coloca, pela primeira vez, no Brasil, os textos de Baudelaire e de Poe, em nova tradução, ao lado das preciosas e deliciosas imagens de Constantin Guys. “O Pintor da Vida moderna” pode ser lido, assim, sob uma nova e fascinante perspectiva. A presente edição é enriquecida, ainda, por um ensaio sobre as relações entre o pintor e o poeta, de autoria de Jérôme Dufilho, especialista francês da obra de Constantin Guys, que foi também o responsável pelo trabalho de reunião do inestimável material iconográfico que compõe o livro.





O Pintor da Vida moderna

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Resenhas para O Pintor da Vida moderna (1)

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Baudelaire e Poe


Estudar e apreciar as artes, conhecer o passado e entendê-lo, são processos importantes para, entre tantas convicções (certas ou não) que alimentam a alma, poder olhar com mais verdade sobre a vida, como se o estudo do passado fosse a possibilidade adquirida de ver em cores. É isso e muito mais que propõe o ensaio O Pintor da Vida Moderna, escrito por Charles Baudelaire, poeta e teórico francês que viveu entre 1821 e 1867 na França. Seu livro mais conhecido é “As flores do mal” e seus ...
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