Tripla espionagem

Tripla espionagem Ken Follett




Resenhas - Triângulo


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Angela Costa 13/05/2019

Em 1968 um grupo terrorista planeja construir uma arma (bomba atômica) de destruição em massa que pode mudar o destino da humanidade.

Triângulo nos traz a história sobre a descoberta desse golpe, o planejamento e a execução do maior sequestro de espionagem mais bem sucedido de Israel sobre o Egito, em tempo recorde.

O livro concentra-se nessa ação, o roubo em alto mar, de um carregamento de toneladas de urânio, transportado por um navio russo.

Nathaniel Dickstein, agente secreto israelense, é encarregado de roubar as 200 toneladas de urânio sem levantar suspeitas.

Mas quando Nat se apaixona pela deslumbrante Suza Ashford, é impossível saber se ele encontrou uma grande aliada ou sua pior inimiga.

Misturando fatos históricos e ficção, ken follett constrói um eletrizante e envolvente thriller em torno de uma das mais audaciosas missões de espionagem de todos os tempos.

Tem sequestros, mortes, lutas, ação, suspense e um romance de tirar o fôlego!
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Book.Obsession 09/05/2019

Tudo começou em 1947 quando universitários e eles se reuniram na casa do professor da Universidade de Oxford e é a partir daí que vamos conhecer as histórias de Nat Dickstein, um agente requisitado do Mossad, David Rostov, um agente ligado a KGB e Yasif Hassan, um agente do serviço de inteligência do Egito.

Ao longo da trama outros personagens vão ajudando a compor a teia envolvendo um grande e perigoso caso sobre o roubo de uma exacerbada quantidade de Urânio com fins para alimentar a fabricação de armas nucleares.

“Nat Dickstein jamais se acostumara a ser um agente secreto. O que o incomodava era ser um impostor. Estava sempre mentindo, escondendo-se, fingindo ser alguém que não era, à espreita de pessoas e exibindo documentos falsos a autoridades nos aeroportos. Jamais parava de se preocupar com a possibilidades de ser descoberto.”

Assim que essa informação chega aos ouvidos das inteligências começa uma caçada para conter o avanço da remessa chegar ao seu destino, ou seja, o Egito.

Nat Dickstein que trabalha para Israel, então é incumbido de realizar a tarefa e como se não bastasse o perigo, o chefe do Mossad ordena que ele faça uma troca, pegando o verdadeiro Urânio e colocando um falso para que ninguém perceba a troca do elemento químico.

“Essas bombas podem devastar todo o Oriente Médio.”

Enquanto Nat tenta executar suas terefas, vamos acompanhar uma grande caçada junto das inteligências e os espiões Yasif e Rostov, deixando a história cada vez mais eletrizante, repleta de pistas e suspenses, uma vez que esses espiões já haviam se encontrado anos atrás, mas agora precisam impedir que Nat conclua sua tarefa.

Para qual lado ir? Para quem torcer? Conseguiriam atrapalhar os planos de Nat?

“A sorte fora lançada. Ele sabia quais cartas tinha na mão e conhecia algumas dos oponentes, que também conheciam algumas das suas. Só restava agora começar o jogo, cujo resultado ninguém podia prever.”

Resenha completa no blog

site: https://www.bookobsessionblog.com/2019/05/resenha-tripla-espionagem-ken-follett.html
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Flávia 08/05/2019

Bom livro
Sou fã do Ken Follett! Já li muitos livros dele. Sempre com um fundo histórico e dessa vez não foi diferente. O que me chamou atenção foi as partes de ação,pois seus livros geralmente não são tão dinâmicos. Estranhei rsrs mas vale a leitura
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Felipe Novaes 09/10/2015

Triângulo parece ser tão realista em sua trama que passei a pensar que os espiões da realidade são muito mais fodásticos do que os super espiões do cinema (007, Ethan Hunt etc).

Esse livro é um ótimo exemplo do que aconteceu durante a corrida armamentista durante a Guerra Fria, que não podia sem existir sem que houvesse, ao mesmo tempo, uma corrida por conhecimento, o que, por sua vez, também leva uma disputa para ver quem consegue implantar mais pistas falsas para o rival.

Sim, a espionagem é como uma boneca russa (antes que você pense, isso não é um trocadilho com a participação importantíssima que a KGB teve), em que você vigia o inimigo e torce para o que descobriu não seja uma pista falsa, ou para o inimigo não tenha pensado em disfarçar uma informação verdadeira de informação falsa, pensando justamente que o espião interpretaria isso como uma falsa pista para despistar supostos vazamentos de informação.

Enfim, me senti retornando ao clima real da Guerra Fria, mesmo que eu sequer tenha vivido nesse período histórico.
Gerson 04/08/2016minha estante
Exatamente o que achei. Parabéns!




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