Pequena coreografia do adeus

Pequena coreografia do adeus Aline Bei




Resenhas - Pequena coreografia do adeus


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Bia 10/01/2022

Aí, meu coração
Muito bom! Uma das melhores leituras do ano, certeza. É um daqueles livros que você quer devorar, mas para de ler um pouquinho só para atrasar o fim. Me fez refletir e sentir várias coisas (em vários momentos eu só queria dar um abraço bem forte em Júlia ?). Enfim, foi um livro maravilhoso (e que final foi esseeeee), já quero ler mais coisas da Aline.
isabella 10/01/2022minha estante
Li O Peso Do Pássaro Morto da aline e me traumatizou o suficiente p querer ler tudo oq ela escrever


Cinthya 26/10/2022minha estante
O meu único erro foi ter lido em um dia só


Stephanie.Badaui 22/01/2024minha estante
Adorei! Primeiro livro da autora que leio e já comprei o peso do Passaro morto pra ler também. Li em duas noites, achei extremamente profunda a primeira parte do livro da infância/ adolescência, foi o que me fez curtir mais o livro. A segunda parte gostei, mas não foi tão profunda, acho que por isso me assustei quando percebi que tinha acabado. No geral o livro é excelente! Traz leveza no formato da escrita para tratar de temas bem densos, recomendo!




Vênus_Alice 21/02/2024

Pequena coreografia do adeus
"E eu?
Como recolheria meus cacos se eles são invisíveis?"

Uma história tocante, potente e intensa. Narrada em primeira pessoa, a Júlia conta da sua infeliz vida e infância, da casa que não é lar e da família que não traz acalento. A narrativa se dá por meio de versos, que serpenteam sua dor e se transformam na coreografia de um corpo que foi depósito de dor, que tinha que se esqueirar silenciosamente pelos cantos, um corpo em que as pessoas depositavam suas dores, tristezas e raivas sem medo de destruí-la.
E a partir desse mesmo corpo, que deveria se manter em silêncio para ficar o mais segura possível, descobriu que seus pés poderiam tocar o chão em silêncio e lhe devolver o ar que lhe faltava, através da dança. Pelo menos momentaneamente.
A medida que cresce, vai ressignificando a vida, os símbolos, a sua casa e o principal: ressignificando o que é seu e o que é do outro.

"É normal a gente desconhecer a pessoa que achávamos que conhecíamos?"
Pseudo.Lucinda 21/02/2024minha estante
Você chorou? Pq esse livro é destruidor e eu AMEI


Vênus_Alice 21/02/2024minha estante
eu chorei, fiquei emotiva a leitura toda, amei e é devastador


emysants 22/02/2024minha estante
gostei da resenha! esse tá na minha lista, tô só esperando o livro chegar pra ler ?




Paloma 18/11/2021

Pessoas machucadas, machucam.
"ao longo dos anos
e por trás de cada relação que eu estabelecesse
me assombrava a certeza de que
as pessoas
se Abandonam
muitas nem se amam, se casam por medo
da Solidão e
têm filhos
pelos mesmos motivos."
_________

Me encontro novamente rendida e totalmente apaixonada pela Aline Bei.

Fascinada pela sua prosa poética, sua sensibilidade, seu magnetismo, sua sedução, sua autenticidade... seu talento.

Aline consegue nos fazer flutuar; Alçamos voos altos e magníficos, ao mesmo tempo que não perdemos a sensação da terra sobre os nossos pés. Impossível? Para Aline nunca.
Ela encanta de tal forma, e com tanta intensidade, que sentimos a leveza do amor sempre misturado com as complexidades dos medos e desprezos do mundo.

Aline traduz perfeitamente os dois lados da mesma moeda: luz e trevas, doença e cura.

É improvável não cair em seu canto tão hipnotizante.

Quero ler tudo, TUDO, que essa mulher vier a escrever. ?

___________

"deu vontade
de dizer que: uma conversa em família
nunca foi possível, não na minha casa
lá somos três solitários irreversíveis
gravemente feridos
da guerra que travamos contra nós."
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marina 27/04/2022

tem aquela BAITA presença
uma escrita tao simples e delicada que toca tanto! em diversos momentos da história tive vontade de entrar no livro e abraçar Julia. A forma como Aline aborda o abandono, principalmente nos momentos de ?silêncio? durante a escrita, trazem um ar doloroso e sensível o que enriquece ainda mais o desenvolvimento incrível da personagem. O livro é lindo por ser tao real!
evy 27/04/2022minha estante
Concordo plenamente. É perfeito. Estou louca para ler "o peso do pássaro morto".


woocisco 28/04/2022minha estante
Inconfundível!




Nado 01/05/2022

Uma boa história, narrada em forma de versos e com tom poético. Com a leitura é possível refletir sobre a vida e como a falta de afeto pode ser tristemente marcado no desenvolvimento de uma pessoa.
Talvez eu teria dado 5? se eu não tivesse lido outro livro da autora, O Peso do Pássaro Morto. Impossível não comparar ss duas obras e aquele gostinho amargo de estar lendo mais do mesmo, com outros personagens e narrativa pouco diferente.
No mais, é um livro que merece sim ser lido, mas consumido com moderação.
Júlio César 18/07/2023minha estante
Qual dos dois livros, você mais gostou?




mylle 16/05/2024

Umas das minhas melhores leituras! eu com certeza me lembrarei bastante desse livro, é frustrante, é real, é...
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spoiler visualizar
Vania.Cristina 30/03/2024minha estante
Aline Bei arrasa né


Marcelo1119 30/03/2024minha estante
É a segunda obra dela que eu leio e amei ?ela arrasa muito mesmo.




Branca 06/04/2023

Pequena coreografia do adeus
"abri meu diário.
eu estava com vontade de Escrever não sobre mim gostaria de escrever uma história será possível? escrever sobre o outro, esquecer do eu."
Simplesmente amei fazer essa leitura, algumas partes, mecheu bastante comigo.
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Geovanaolvr 22/04/2024

Um grandioso tesouro nacional
Em seu segundo livro, Aline Bei utiliza com mestria as palavras da língua portuguesa. A autora expõe os sentimentos de forma tão natural que uma singela empatia é criada pela protagonista aqui apresentada. Este é com certeza um daqueles livros que todos deveriam ler. Porém, este livro não é apenas para ler, mas, sim, para ser sentido
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Vania.Cristina 02/09/2023

Família tóxica. A arte pode ser uma saída, um caminho.
Grifei várias frases maravilhosas desse livro. São daquelas que dá vontade de carregar pra sempre, de tirar da manga a cada necessidade. A obra é narrada pela perspectiva de uma menina até se tornar uma jovem mulher. Solitária ao extremo, ela é vítima de uma mãe narcisista e violenta e de um pai omisso. Mas não são vilões, são adultos vítimas do próprio egoísmo. Maternidade abusiva é o ponto central do livro, narrado de forma crua mas também com muita beleza. Há o contraponto, nas figuras da dona da pensão e da dona do Café, mães amorosas que acolhem. Outros personagens tem seu papel, afinal os encontros que a protagonista vai ter no decorrer da obra são parte da sua formação, da construção de uma jornada em busca do seu lugar no mundo. Ela está buscando aprender a construir relacionamentos saudáveis, uma vez que nunca os encontrou no seio familiar ou na escola. O texto é curto e a forma é híbrida, meio novela meio poesia. A cereja do bolo (Aline Bei sempre tem uma cereja dessas para oferecer), vem da relação que os personagens tem com a arte. Aqui a arte aparece sempre como um caminho, uma alternativa, uma possibilidade de salvação. A mãe tem a música, o pai as esculturas, a filha encontra esse poder transformador na dança e na literatura (eu acho que professores e mediadores que trabalham com arte devem ler esse livro e refletir sobre o papel da personagem que ensina dança à menina). Quero ler mais obras de Aline Bei. Vida longa e próspera à autora! Estou na expectativa do que está por vir.
Carla.Floores 03/09/2023minha estante
Que resenha boa, deu vontade de ler.


Vania.Cristina 03/09/2023minha estante
Leia Carla! Leitura é uma coisa muito pessoal, mas acho que você vai gostar.




dalilareads 28/11/2022

Que livro ?
Meu primeiro livro da Aline Bei. Me senti nostálgica, em um profundo diálogo com a minha criança interior. Existem certas coisas, certas feridas que não conseguimos nos livrar facilmente. Bei, em seus versos, se aventura por essa raízes tão obscuras de sua narradora, Júlia Terra. Uma história carregada de emoções que podem ser extremamente realistas. É curioso o quanto aprendemos sobre o abandono e a rejeição infiltrados na nossa própria família, como essas vivências nos marcam e nos moldam em um pequeno lugar cheio de insegurança e sofrimento.

Nunca tive esse tipo de experiência com literatura nacional.
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namodomoran 05/04/2023

Incrível
Um livro que com certeza eu precisava ler, aborda tantas questões que muitas vezes sequer enxergamos, mas quando lemos mergulhamos de uma forma que sequer imaginávamos. Além de ser um livro "simples", com uma leitura profunda mas ao mesmo tempo bem estruturada. Recomendo muito.
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ANDER CELES 20/08/2023

Uma vida comum, infeliz, mas ainda assim vivida
Esses livros brasileiros, esses em particular, eu não sei o gênero que se enquadra. Mas tem alguns livros que seguem a vibe deste aqui. Uma história da vida comum das pessoas é contada, mas, tipo...não tem um final. E também parece não estar caminhando pra lugar nenhum. Tipo, não tem clímax, sabe? Não sei explicar...mas parece a narrativa de uma vida comum, com as desgraças de uma vida ruim, mas, tipo, sem uma lição, um aprendizado por trás daquilo.

A primeira vez que li um livro assim, fiquei: "hã? Tá, e aí?". Porque tinha acontecido a história e tal, mas não senti cara de final. Mas agora, já tendo passado esse estranhamento, estou acostumado a esse tipo de narrativa e percebi que seria isso já no começo. Então li com a mente mais aberta.

De qualquer forma, dentro dessa perspectiva, gostei da história. Simpatizei com as personagens, principalmente com a protagonista. E esse livro é super tranquilo de ler, dá pra ler em uma sentada, por conta da diagramação, que é bem diferente, bem espaçada em alguns trechos, poucas palavras por linha.

Gostei. Quero ler "O peso do pássaro morto", que é o primeiro livro da autora.
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Samya 11/01/2024

Envolvente
Ao se tratar da realidade de muitas pessoas que cresceram em lares conturbados, a autora soube dialogar e retratar as dificuldades vivenciadas por essas pessoas desde a infância na história de Júlia. Um livro escrito em prosa poética que me envolveu do início ao fim, apesar de não me identificar tanto quanto eu imaginava com a história, mas que em parte com certeza mexeu comigo. Literatura nacional é bom demais!
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anaartnic 26/12/2023

Talvez tudo que eu precisasse era realmente começar e terminar o ano com um livro da Aline Bei. O jeito que ela escreve me faz sentir em cada linha uma dor diferente, é como estar a beira de um abismo e torcer para esse tal abismo ser a minha salvação.


No livro, conhecemos a história de Júlia, moça e menina (se é que teve como ser menina) que nasce sensível em um mundo violento. Uma história que flutua, como aqueles balões de hélio, que vemos a beleza de seu planar, mesmo sabendo que, iminentemente, vai cair.


Ela escreve a vida, a poesia e o grande choque que ambas causam a se colidir a partir da escrita de Aline Bei.


Obrigada por isso.
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