Corpo de Delito

Corpo de Delito Patricia Cornwell




Resenhas - Corpo de Delito


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Leticia.Liesenfeld 27/07/2020

Apenas Frases
Mesmo as pessoas classificadas como insanas têm suas próprias razões, para justificar os atos que cometeram.
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LER ETERNO PRAZER 27/07/2020

Boa noite!
Leitura finalizada!
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CORPO DE DELITO - PATRÍCIA CORNWELL
Segundo volume da série Kay Scarpetta e segundo que leio da autora e da série. O primeiro da série - POST-MORTEM - achei um bom livro e me despertou o interesse para continuar acompanhando a série. Muitas vezes temos séries em que o primeiro livro é ótimo e o segundo não segue a mesma qualidade do primeiro, neste caso na minha opinião o segundo foi bem melhor que o primeiro me deixando assim, empolgado para continuar acompanhando Kay Scarpetta nos próximos volumes.
A série Scarpetta que, publicada desde 1990, conta atualmente com 22 livros, dos quais 18 foram lançados pela editora Companhia das Letras no Brasil. A editora Paralela vem republicando os livros desde 2012.

Em CORPO DE DELITO, a médica legista Kay Scarpetta se vê novamente envolvida em meio a um misterioso caso: a filha adotiva de Cary Harper, famoso escritor, é brutalmente assassinada, e uma possível briga contratual( a vítima também é escritora), pode estar relacionada com o caso. Contudo, ele se complica quando Cary Harper é morto praticamente da mesma forma que filha, o caso fica mais misterioso, pois pouquíssimo tempo depois sua irmã morre em situações ainda mais intrigantes.
Quem cometeu os crimes? Por que os cometeu? Essas são as perguntas que levam a médica-legista Kay Scarpetta a seguir as poucas pistas deixadas pelo assassino. Além das provas que consegue coletar nos corpos levados ao necrotério, sai em campo com o chefe de polícia Pete Marino e com o agente do FBI Benton Wesley (também designado para caso) na tentativa de solucionar o caso. As mais variadas hipóteses vão sendo seguidamente abandonadas devida a falta de interligação com as mortes. Nada parece dar conta de todas as circunstâncias dos crimes . Até que um dia, a dra. Scarpetta recebe a visita de um desequilibrado mental que afirma ser capaz de enxergar a alma de um criminoso e afirma que sabe quem cometeu os crimes. A parti daí, os fios começam a ter o sentido e a sagacidade e a capacidade de dedução de Kay as peças começam a se apresentarei e a formar o mosaico até então sem muito sentido.
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Lari 30/03/2020

Dr. Scapeta
O livro como todos que li da Patricia traz um realismo cru e genial. Adoro a personagem principal e como o dia a dia dela é retratado.
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Crítica, eu? 29/01/2019

Corpo de Delito
Corpo de Delito é o segundo volume da série que traz a médica legista Kay Scarpetta como protagonista. Em Richmond, capital da Virgínia, o corpo assassinado de Beryl Madison, escritora, é encontrado em sua casa. Dias depois, seu pai adotivo e também escritor Cary Harper é morto. Para agravar a situação, Sterling Harper, irmã de Cary, também acaba morta. O policial Pete Marino e a legista Scarpetta se unem para desenrolar o emaranhado de conexões que se unem para ligar os mortos e os vivos.


A obra de Patricia Cornwell é daquele tipo em que o leitor precisa prestar muita atenção para compreender todas as ligações e pistas apresentadas durante o desenrolar da história. Enquanto a polícia, na figura de Pete Marino, faz o tradicional trabalho de investigação e análise minuciosa, a doutora Kay Scarpetta imerge na vida de Beryl Madison para tentar encontrar seu assassino. Tudo se complica quando um advogado famoso especialista em direitos autorais se envolve na investigação para tentar encontrar o original do livro que Beryl escrevia. Para isso, ele ataca pessoalmente a legista Scarpetta, acusando-a de ter encontrado o material na cena do crime e vendido a obra.


Muitas pistas são lançadas durante todo o desenrolar da história, fazendo com que, junto com os personagens, o leitor crie teorias e chegue a conclusões que podem ou não se provar corretas. Muitos caracteres surgem e desaparecem com o tempo, como se uma lista de suspeito estivesse sendo analisada progressivamente. Como Kay não tem poder de polícia, ela não pode efetuar prisões, mas tem autoridade para conduzir partes da investigação e seu mergulho na vida de Beryl faz com que o assassino se volte contra a legista, passando a persegui-la.


Corpo de Delito é um livro todo narrado em primeira pessoa, sob a perspectiva de Kay. Isso faz com que o leitor tenha pouco contato com a investigação oficial da polícia, mas a obra não se torna menos interessante por isso. É possível perceber os conflitos internos da doutora Scarpetta quando um ex-namorado aparece e ela tem dúvidas sobre sua identidade, bem como perceber o quanto Kay se identifica com a mulher assassinada que jaz na sua mesa de autópsia. A escrita de Patricia Cornwell é rápida, limpa, eficaz e interessante. A autora consegue segurar o leitor pelo seu modo fluido de narrar, segurando o suspense e lançando as descobertas certas nos momentos certos. Em Corpo de Delito não há decepção quanto aos momentos de aflição, eles sempre se provam reais, não imaginações aleatórias como barulhos assustadores que se revelam ser portas batendo.


Os personagens apresentados no livro são bem desenvolvidos e é possível criar empatia por eles. As personalidades criadas nem sempre se mostram redondas, sendo, por vezes, tipos estereotipados. Mas isso não faz a obra perder qualidade. Kay, que é a protagonista, é um tipo interessante e o leitor consegue se identificar com ela. Além de tudo, o livro é muito mais sobre investigação policial do que um thriller em que o leitor precisa afundar no universo pessoal de cada personagem. Os tipos criados por Patricia Cornwell cumprem bem sua função. Pete Marino, policial mais próximo de Kay, é um homem homofóbico e machista e suas atitudes e palavras não são questionados, são apenas relevados e deixados de lado e isso sim incomoda.


O desfecho da história é pouco surpreendente, mas bem feito. A ação final é rápida e conclusiva. Esperada, até. O que decepciona é a revelação feita sobre Mark, o ex-namorado de Kay. Muita especulação é criada ao redor do personagem, mas as expectativas acabam frustradas. O segredo de Mark chega a se tornar cômico e difícil de se crer. Esse é o ponto em que Corpo de Delito mais decepciona. Ainda bem que Patricia Cornwell não pisou na bola assim com outros personagens, sob pena de poder estragar sua história completa. (A descoberta sobre uma parte da investigação que envolve fibras laranjas também pode ser um pouco decepcionante.) Fora isso, Corpo de Delito é um livro que vale a pena.


A identidade do assassino não é revelada de forma bombástica, meio no estilo adivinhação, como alguns romances policiais costumam fazer. A progressão da história faz com que o leitor tire suas próprias conclusões e fica a cargo da autora explicar mais as motivações do que o nome do responsável pelas mortes. É incrível como Patricia Cornwell conseguiu puxar tantos fios em sua história sem se perder. São vidas que se cruzam o tempo todo, momentos que se entrelaçam para culminar numa história redonda e interessante.


Corpo de Delito é realmente uma obra sem muitos pontos negativos. Não é do tipo que fica gravado na cabeça do leitor e que marca sua memória literária, mas é um livro inegavelmente bom. Essa obra acende o desejo de ler mais de Patricia Cornwell e de consumir mais histórias da legista Kay Scarpetta. Corpo de Delito consegue amarrar suas pontas – e são muitas – sem deixar buracos e sem deixar o leitor perdido nos acontecimentos. A grande gama de ocorrências só deixa o enredo mais rico. Por trabalhar com ciência forense e medicina, a autora consegue encher seu texto com informações verossímeis que acrescentam ainda mais credibilidade à sua obra. Patricia Cornwell acertou em Corpo de Delito e conseguiu deixar o desejo de acompanhar sua protagonista Kay Scarpetta por mais tempo. Missão cumprida, Patricia!

site: https://criticaeublog.wordpress.com/
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silviacrika 13/03/2018

Confuso
A história me surpreendeu de certa forma. O final principalmente, mas sinto que faltou algo na trama.Tantos fios soltos, mas a autora até que conseguiu emendar alguns.

O que a loucura faz com uma pessoa??

Ahh...achei estranho..q o livro não fala de tecnologias, como celulares, por exemplo...depois percebi que o livro foi escrito em 1991 e mais uma situação..o tempo td a autora fala de homossexualismo ou sobre drogas e não dá pra entender se ela é contra, ela deixa os personagens falarem sobre isso..sem uma conclusão.
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Giulia.Rossi 18/05/2017

Me decepcionei...
O gênero do livro cumpre com a história. Quem esta procurando um livro com suspense e investigação policial, vai encontrar nele tudo isso, pois se passa nas delegacias de investigação, iml etc. O que eu me decepcionei foi que me indicaram dizendo que era sensacional e que eu não ia desgrudar do enredo, porém não gostei nem um pouco da personagem principal, Katy Scarpetta, ela é muito egocêntrica e ao mesmo tempo insegura com as decisões amorosas. Enfim, não curti muito, pois os diálogos dela eram grandes demais e a emoção e o suspense dos acontecimentos não foi concretizada comigo, ela sempre "estragava" a emoção do texto com seus comentários. Ou do braço direito dela que ela sempre o desprezava.
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Claudio.Simonetti 30/04/2017

Só posso dizer que a Patricia foi sensacional novamente. Como sempre uma trama perfeita. Até o próximo caso da Scarpetta.
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Cláudia 09/02/2017

Corpo de Delito
Mais um desafio vencido, mais um livro da Patricia Cornwell para a conta! Devo confessar que virei fã e já estou com outros vários livros seu na estante. E vamos que vamos.
"Corpo de Delito", Editora Paralela é o segundo volume da série Scarpetta - tem resenha do primeiro aqui também.
Kay Scarpetta é uma médica legista ousada, esperta e eficiente no que faz. Cadáveres estendidos em maca de metal não oferecem um espetáculo propriamente agradável. Vítimas de assassinato, menos ainda. Para a dra. Kay, porém, o corpo de Cary Harper pode se transformar em um aliado importantíssimo. Ela fará de tudo para obter pistas que possam auxiliar na captura do assassino.
Munida de facas, serras, tubos de ensaio e microscópios, a dra. Scarpetta vai dialogando com a carne sem vida da bela jovem escritora.
Uma das alunas mais brilhantes da faculdade de medicina de Cornell, a dra. Kay Scarpetta surpreendeu colegas e professores ao resolver se dedicar à medicina legal. Para uma jovem como ela, havia uma série de outras opções que a maioria das pessoas julgaria mais convenientes. Nada, porém, a atraia mais do que a possibilidade de montar e desmontar, dia após dia, os diversos mecanismos da morte.
Pistas falsas ou incompletas vão distanciando cada vez mais a polícia do criminoso. Mas a trama começa a ser desvendada quando a dra. Scarpetta recebe a visita de um desequilibrado mental que diz "enxergar" a alma do assassino. O estranho acaba fornecendo a única pista correta para a identidade do criminoso. Ele agora tem um nome, mas está à solta.
O livro é bom do começo ao fim, trás muitas dúvidas e desfechos inusitados.
E vem a lição: CUIDADO com a pessoa que está do outro lado do olho mágico de sua porta, ele nem sempre é o que aparenta! #ficadica, rsrsrs.
Boa viagem literária!

site: http://umolhardeestrangeiro.blogspot.com.br/2016/06/corpo-de-delito-resenhadesafio.html
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Aione 14/07/2015

Corpo de Delito é o segundo livro da série Scarpetta que, publicada desde 1990, conta atualmente com 22 livros, dos quais 18 foram lançados pela editora Companhia das Letras no Brasil. A editora Paralela vem republicando os livros desde 2012.

Nesse volume, a médica legista Kay se vê novamente em meio a um misterioso caso: a filha adotiva de Cary Harper, famoso escritor, é brutalmente assassinada, e uma possível briga contratual – a vítima também é escritora -, pode estar relacionada com o caso. Contudo, ele se complica quando Harper é morto, pouco antes de sua irmã falecer em situações ainda mais intrigantes.

Embora toda a trama desperte curiosidade, a escrita de Patricia Cornwell proporciona, de certa forma, uma leitura tranquila: há tensão em determinados momentos, muitas vezes aos finais de capítulos, mas, de modo geral, a narrativa em primeira pessoa, pela visão de Kay Scarpetta, não instiga uma leitura frenética. Assim, a leitura transcorre em um ritmo mais calmo – não monótono – e com picos de adrenalina, geralmente relacionados a descobertas e reviravoltas, capazes de instigar a curiosidade do leitor e impulsioná-lo pelas páginas do livro.

Novamente, algo que muito me agradou na trama foram os detalhes médicos relacionados à profissão de Kay como legista. Dessa maneira, é possível acompanhar o trabalho desses profissionais e verificar tudo o que pode estar envolvido na análise de um corpo, bem como de uma cena criminal. Essa abordagem acaba sendo diferente do encontrado na maioria dos livros, filmes ou séries policiais que costumo acompanhar, porque, normalmente, investigadores da polícia costumam ser os protagonistas, não legistas, que acabam por assumir papéis secundários. Assim, em outras tramas, o trabalho da medicina forense é apresentado de forma simplificada, diferentemente do que ocorre na série Scarpetta.

Além disso, a presença de diversos enigmas no caso aqui apresentado contribuiu para dificultar sua solução: conforme os acontecimentos da trama se desenvolve, vai se tornando cada vez mais complicado juntar todas as peças porque nem todas estão diretamente ligadas à resolução. Dessa maneira, somente ao final fui capaz de compreender toda a situação, conseguindo, então, distinguir as diferentes facetas da trama muito bem construída pela autora.

Em Corpo de Delito, senti uma presença menor da vida pessoal de Kay, ainda que essa parte de sua vida não seja inexistente e tenha um peso bastante importante na história. De qualquer forma, novamente a série me agradou e me proporcionou uma boa leitura, trazendo pitadas de emoção nos momentos certos e um enredo bastante bem desenvolvido. Recomendo os livros aos fãs de thrillers policiais e atesto meu desejo em continuar lendo os demais volumes da série.

site: http://minhavidaliteraria.com.br/2015/07/14/resenha-corpo-de-delito-patricia-cornwell/
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Pandora 14/04/2015

Tinha muita espectativa em ler um livro desta autora porque havia ouvido maravilhas. Inclusive pesquisei antes para saber por que livro começar. Foi uma decepção! Não gostei da história, achei o desenrolar chatíssimo e a personagem principal é uma das mais detestáveis de minhas últimas leituras: arrogante, egocêntrica, insolente, inconveniente e pseudo-segura, embora no perigo ela grite pela ajuda do detetive Marino, que é um poço de ignorância e a quem ela despreza, mas que cuida dela genuinamente. Só para ter uma ideia do pensamento de Kay Scarpetta: "Fielding especializara-se em me substituir. Rose datilografava os relatórios de autópsias e ditados. Fazia o trabalho dele, na verdade, e não o meu. O sol continuava a nascer e a se pôr, e o departamento desempenhava suas funções, sem maiores dramas, porque eu escolhera e treinara bem a equipe. Sabia agora como Deus se sentira, depois de criar um mundo que passou a pensar que não precisava mais Dele."

Nem vou comentar a parte "romântica" do livro que beira ao ridículo.



Aguns trechos:


"Beryl era o rouxinol no meio da tempestade, um lindo lencinho colorido pendurado nos ramos de uma vida terrível."

"Foi a maneira que encontrou para recuperar sua vida e, em suas próprias palavras, "preservar a beleza de minha amiga, Sterling, guardando as lembranças nestas páginas, como flores do campo"."

Afe! Não dá!
Lu 14/04/2015minha estante
:-/




Silvana 01/11/2014

Bom livro!
No começo quase desisti de ler, pois não gostei da forma como o texto é organizado, pois é escrito entre aspas o que estranhei. São muitos detalhes técnicos o que cansa um pouco. Mas a história é até bem interessante. Foi o primeiro livro que li dessa escritora e confesso que ainda não tive vontade de ler os demais dela. É que prefiro o estilo de Chevy Stevens, Elizabeth Haynes entre outros. Bom, mas não desisti dos livros dela, ainda lerei outros mais adiante.
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mvdamato81 03/05/2014

Muito Bom.
O que me prende na literatura policial é o mistério, e isso é o que não falta nesse segundo volume. A história é focada na jovem autora de romances históricos, Beryl Madison, que é cruelmente assassinada em sua casa, logo após voltar de viagem. De acordo com registros da polícia e investigações da Dra. Kay Scarpetta, Beryl vinha recebendo ameaças por telefone e inclusive teve a pintura de seu carro danificada. Um dos principais suspeitos é Cary Harper, escritor famoso e pai adotivo de Beryl, já que ambos brigaram pois a enteada estava escrevendo uma autobiografia que comprometia muitas pessoas. O único problema é que Cary Harper também é assassinado, forçando Scarpetta e Marino a tomarem novos rumos na investigação.

Então começam as mil perguntas em volta do caso: quem é o assassino? Quais as motivações desses assassinatos?

Pete Marino, o policial desbocado, extremamente sincero e, por muitas vezes, grosso, é de longe um dos melhores personagens da série. A autora utiliza ele como escape cômico e as cenas em que ele aparece sempre funcionam muito bem, dando sempre uma aliviada na tensão (ou aumentando ela, em algumas parter necessárias). Um personagem novo e interessante que aparece nesse volume é Mark James, um antigo namorado de Kay, que ressurge do nada em sua vida. Apesar de ser super charmoso e demonstrar muito carinho pela protagonista, a autora faz a gente ficar com um pé atrás em relação a ele. Quais serão as verdadeiras intenções dele? Ele surgiu nesse momento na vida de Kay por pura coincidência ou não?

Muitos podem reclamar da falta de ação, mas para os fãs de thrillers mais voltados ao lado psicológico, esse livro é um prato cheio. Assim como no primeiro livro, a Dra. Scarpetta acaba se envolvendo demais no caso e acaba recebendo telefonemas ameaçadores. Ela precisa até se afastar do hospital onde trabalha para não sujar seu nome, o de sua equipe e ser morta pelo assassino.

Com um desfecho bem inesperado, o livro me surpreendeu. A autora é bem detalhista e consegue juntar todas as pontas do caso sem deixar dúvidas para o leitor. Achei que a qualidade aumentou bastante do primeiro livro para esse e a série acabou me conquistando. Não vejo a hora de ler o terceiro livro....
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Leila 11/01/2014

Mais um excelente suspense de Patrícia Cornwell que tem como protagonista a médica legista Dra. Kay Scarpetta.

Corpo de Delito é o segundo livro da série Scarpetta, e também é o segundo livro da autora que leio. O primeiro foi "Post Mortem" (primeiro livro da série). Gostei mais deste livro que do primeiro, porque tem mais suspense e investigação, e também por ter menos termos técnicos e menos descrições das autópsias (que não são muito agradáveis).

Também há menos assassinatos e mais investigações. Mesmo assim, há muitas mortes. Uma série de mistérios que a Dra. Scarpetta precisa desvendar. Conforme vai ligando os pontos, Kay tece uma grande rede que liga os assassinatos a outros acontecimentos suspeitos.

Mais uma vez, notamos o diferencial desta série, que é o fato de a Dra. Scarpetta sofrer pelas vítimas e sentir a necessidade de buscar a punição do responsável para fazer justiça a elas.

O final traz muitas revelações. Algumas já eram esperadas, mas, mesmo assim, o desfecho foi muito bem construído, não ficaram pontas soltas. No fim, o leitor entende o porquê de alguns acontecimentos e atitudes de personagens no decorrer do livro.

Indico para quem aprecia um bom suspense policial com uma protagonista forte e determinada.

Resenha publicada no blog Meus Livros e Sonhos.

site: www.meuslivrosesonhos.blogspot.com.br
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Bruna Fernández 21/05/2013

Resenha para o site www.LivrosEmSerie.com.br
Quem leu a minha resenha do primeiro livro da série sabe que, apesar de ser muito fã de livros policiais, a escrita da Patricia não se destacou muito para mim por ser muito óbvia em certos momentos. Mas vejam: fui surpreendida com o segundo volume, Corpo de delito.

O que me prende na literatura policial é o mistério, e isso é o que não falta nesse segundo volume. A história é focada na jovem autora de romances históricos, Beryl Madison, que é cruelmente assassinada em sua casa, logo após voltar de viagem. De acordo com registros da polícia e investigações da Dra. Kay Scarpetta, Beryl vinha recebendo ameaças por telefone e inclusive teve a pintura de seu carro danificada. Um dos principais suspeitos é Cary Harper, escritor famoso e pai adotivo de Beryl, já que ambos brigaram pois a enteada estava escrevendo uma autobiografia que comprometia muitas pessoas. O único problema é que Cary Harper também é assassinado, forçando Scarpetta e Marino a tomarem novos rumos na investigação.

Então começam as mil perguntas em volta do caso: quem é o assassino? Quais as motivações desses assassinatos?

Pete Marino, o policial desbocado, extremamente sincero e, por muitas vezes, grosso, é de longe um dos melhores personagens da série. A autora utiliza ele como escape cômico e as cenas em que ele aparece sempre funcionam muito bem, dando sempre uma aliviada na tensão (ou aumentando ela, em algumas parter necessárias). Um personagem novo e interessante que aparece nesse volume é Mark James, um antigo namorado de Kay, que ressurge do nada em sua vida. Apesar de ser super charmoso e demonstrar muito carinho pela protagonista, a autora faz a gente ficar com um pé atrás em relação a ele. Quais serão as verdadeiras intenções dele? Ele surgiu nesse momento na vida de Kay por pura coincidência ou não?

Muitos podem reclamar da falta de ação, mas para os fãs de thrillers mais voltados ao lado psicológico, esse livro é um prato cheio. Assim como no primeiro livro, a Dra. Scarpetta acaba se envolvendo demais no caso e acaba recebendo telefonemas ameaçadores. Ela precisa até se afastar do hospital onde trabalha para não sujar seu nome e o de sua equipe.

“Kay, já percebeu que costuma se envolver bem mais nos casos do que seus antecessores?” p. 146

Por Kay ser uma médica legista o livro tem um alto nível técnico em alguns momentos. Termos médicos são regularmente usados, mas não é algo que chegue a atrapalhar o leitor, até mesmo porque temos Marino para pedir a “tradução” de alguns termos por nós.

Com um desfecho bem inesperado, o livro me surpreendeu. A autora é bem detalhista e consegue juntar todas as pontas do caso sem deixar dúvidas para o leitor. Achei que a qualidade aumentou bastante do primeiro livro para esse e a série acabou me conquistando. Não vejo a hora de ler o terceiro livro que já foi relançado pela Paralela.
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luiz130adm 17/05/2013

Intrigante
Ganhei esse livro de cortesia aqui do site pois havia gostado de outro da mesma autora (Vestígio). O curioso dessa autora e em especial desse livro é que a própria médica legista é que procura investigar os casos. Muito parecido com o CSI da tv. Me lembra também os filmes do supercine, com reviravoltas e o caso se complicando cada vez mais no fim. Vale a pena.
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