A Aventura do Livro

A Aventura do Livro Roger Chartier




Resenhas - A aventura do livro


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Mari 05/03/2021

Um livro maravilhoso
Realmente gostei bastante desse livro. Aprendi bastante com ele, visto que este apresenta toda a história do livro da sua origem até os dias atuais. Focando nas suas evoluções de formato e suas principais consequências, tanto no mercado editoriais, como na mentalidade das pessoas que o leem e em sua relação com ele. Realmente espero poder ler este livro outra vez. Ele é de fácil leitura e o autor consegue descrever os fatos com bastante precisão.
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Mari 05/03/2021

Um livro maravilhoso
Aprendi muito com esse livro a respeito das situações que estiveram em torno do livro principalmente no que concerne as suas principais evoluções de formato. Em especial a mais recente que é a que estamos vivenciando nestes últimos tempos. O livro apresenta bastante a mentalidade que estava presente nas pessoas com relação aos livros e também as concequências de tais evoluções pelas quais estes passaram. Espero poder relê-lo em breve.
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Jéssica 27/01/2021

Muito interessante a discussão proposta ao final. Qual o propósito da existência de um livro, senão para ser lido?
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Paula 31/03/2020

apesar de um pouco antiga essa é uma entrevista interessante e repleta de imagens, que discute aspectos gerais das mudanças sobre história na produção e disseminação da escrita.
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Nathália 17/06/2018

Um livro existe sem leitor?
"... A relação da leitura com um texto depende,é claro, do texto lido,mas depende também do leitor, de suas competências e práticas, e da forma na qual ele encontra o texto lido ou ouvido."



"A biblioteca eletrônica sem muros é uma promessa do futuro, mas a biblioteca material, na sua função de preservação das formas sucessivas da cultura escrita, tem, ela também, um futuro necessário."
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Ludy 31/08/2016

Livro
O livro se desenrola como uma entrevista com Roger Chartier. No decorrer de suas páginas, conhecemos um pouco sobre a história do livro, a revolução de Gutenberg e as transformações que autores, editores e obras sofreram ao longo dos anos.

O autor fala que a revolução do livro eletrônico não é tão "drástica" como pode-se pensar, assim, como não foi uma revolução tão drástica a prensa de Gutenberg. Livros manuscritos e tipografados conviveram por algum tempo.

A experiência com a obra também é amplamente abordada. Você já imaginou como era ler um pergaminho? Como precisava das duas mãos, uma mera anotação precisaria de um ajudante.

O livro em seu início teve uma profunda relação com o sagrado, e as principais pinturas que as obras apareciam, elas remetiam a palavra do sagrado presente na imagem. Isto foi aos poucos modificando-se, assim como aqueles que estabeleciam o que leríamos, ou seja: a família, a igreja, a escola e a biblioteca. O livro também emancipou-se, digamos assim, das instituições que lhe consagravam.

Compreendemos também que os hábitos de leituras mudaram com o passar do tempo. De uma leitura realizada em voz alta, a um ruminar e, por fim, a uma leitura silenciosa. Os ambientes também mudaram, passando da reclusão dos gabinetes e quartos até o espaço público, como trens, metrôs, aviões e ônibus. Sobre esse contexto, Chartier (1999, p. 144) afirma: "a leitura silenciosa, mas feita em espaço público, é uma leitura ambígua e mista. Ela é realizada em um espaço coletivo, mas ao mesmo tempo ela é privada, como se o leitor traçasse, em torno de sua relação com o livro, um circulo invisível que o isola”.
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Mitsuo 11/11/2014

A aventura do livro
O autor faz um resgate histórico sobre o livro, o papel do autor na antiguidade, os caminhos do texto desde o autor até o editor. Discute o papel do leitor e da leitura, o papel da biblioteca e os bibliófilos.

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