O Corcunda de Notre Dame

O Corcunda de Notre Dame Victor Hugo




Resenhas - O Corcunda de Notre-Dame


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Ana 25/02/2021

Excelente obra
Uma obra espetacular de Victor Hugo. Demonstra uma excelente qualidade de envolvimento com o leitor e de temas relevantes para a baixa idade média.
astalis 06/03/2021minha estante
Me desculpe incomodar, mas eu tenho de fazer um projeto para a escola e ainda não consegui terminar o livro, por isso queria perguntar, quem você considera a personagem principal dessa historia ?




natália rocha | @livrosporaqui 18/02/2021

Depois de quase dois meses de leitura finalizada, finalmente me senti pronta pra falar sobre esse livro ? e que livro, ein? Victor Hugo me conquistou completamente, até os devaneios de páginas e mais páginas ganharam um espaço no meu coração!

??O corcunda de Notre-Dame?? foi o primeiro livro que li do autor, e considero que comecei com o pé direito ? inclusive, já to com ??Os miseráveis?? na estante esperando vez dele hehe

A obra foi publicada em 1831 e talvez alguém não saiba, assim como eu não sabia, que nesse livro o protagonista não é o corcunda, mas, sim, a própria catedral. Victor Hugo escreveu esse calhamaço com a intenção de enaltecer esse monumento que na época sofria ameaças de ser demolido. E o autor fez isso com maestria!

Há um capítulo intitulado ??Notre-Dame??, que descreve a igreja e sua história, desde a construção iniciada em 1163, os diversos estilos arquitetônicos que podemos encontrar no interior e na fachada do edifício, até as modificações sofridas de cunho humano, temporal e fruto das revoluções que Paris foi palco.

Victor Hugo também utiliza as páginas de sua obra para discutir sobre outros assuntos; um que me marcou muito, tão incrível quanto a discussão sobre a igreja em si, foi sobre o impacto da criação da prensa no monopólio de conhecimento pelas igrejas na época.

O livro pode ser cansativo em algumas partes, como quando o autor destina váaarias páginas para montar um mapa de Paris na nossa cabeça de leitor ? pode ser bem chatinho se você não conhece a cidade (meu caso), fácil de perder o foco no meio de tantos nomes de ruas e pontes.

Além dessas discussões, estão personagens famosos, como o próprio corcunda Quasímodo, a cigana Esmeralda e o arcebispo Frollo; envolvidos numa trama que contrasta um amor singelo e inocente com um ??amor?? dominado pelo ciúmes excessivo e pela posse.

O livro em si é muito gostoso de ler, as cenas ficam bem claras na nossa imaginação e é uma história muito envolvente. Também tem muitas cenas cômicas, eu dei risada em vários momentos. Contudo, é importante ressaltar que cenas tristes e cruéis também estão presentes, principalmente nos últimos capítulos.

O livro também traz histórias paralelas que, no final, acabam tendo importância no enredo, além de ter vários pontos interessantíssimos que podem ser discutidos, como o Pátio dos Milagres e o enfoque que Victor Hugo dá aos suplícios (penas físicas, simplificando) mas, infelizmente, não tenho espaço pra falar tudo o que eu gostaria. :(

Recomendo demais esse livro! Se for ler, não se assuste com as primeiras páginas ? a ambientação pode ser um pouco confusa ? e segue firme na leitura, vale a pena!
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Marcella 16/02/2021

Uma crítica à sociedade francesa
Notre Dame, além de ser uma ficção histórica, é um livro com camadas de críticas em diversas áreas: sociedade francesa, monarquia, literatura, arquitetura, falta de zelo da sociedade pela sua história e arte, entre outros pontos.
Um capítulo inteiro é voltado para a descrição da cidade de Paris na época dos fatos (1482). Um outro capítulo é utilizado para comparar a arquitetura com a literatura, e abordar a forma que essa última tem se tornado a principal arte em desfavor da primeira. Além disso, o autor faz várias divagações durante a narrativa, sobre pontos específicos, como por exemplo as despesas exorbitantes do Rei. Apesar de, nesses momentos, a fluidez do livro ficar um pouco mais lenta, essas divagações enriquecem a leitura e nos colocam dentro do cenário (e da cabeça do autor em 1831, quando escreveu a obra).
A história narrada segue 4 personagens principais: Claude Frollo, o arquidiácono responsável por Notre Dame; Quasímodo, um homem deformado, sineiro da catedral, que foi criado por Frollo; Esmeralda, uma egípcia de grande beleza, que entretém os moradores de Paris com suas danças e sua cabrinha que faz truques; e Pierre Gringoire, um filósofo e poeta.
Não há redenção. Não há misericórdia para os personagens. Alguns conseguem um final feliz, mas outros acabam seguindo o destino que foi traçado desde seu nascimento.
Minha interpretação, nos dias de hoje, pende para: a ganância pura do homem é o que destrói tudo à sua volta. É a vontade irredutível e egoísta do padre que traz todas as consequências do fim, não apenas para ele mas para todos com ele envolvidos. Victor Hugo pode ter pensado numa crítica ao “celibato obrigatório da igreja”, e isso talvez faça bastante sentido no século XIX. Mas em 2021, sabemos que o problema é mais embaixo.
Acredito que seja isso que torna o livro um clássico. Notre Dame foi escrito de forma a criticar a sociedade francesa do século XIX, mas os pontos trazidos e sua abordagem são atemporais, sendo válidos a qualquer tempo para nos fazer pensar sobre a sociedade atual e, mesmo com interpretações diversas (conforme o leitor), nos questionar sobre o mundo em que vivemos.
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Livia Maria 11/02/2021

Incrivel e tragico , a historia adaptada , que vai le surprender , uma historia cheia de emoções ,totalmente encantada . Quasímodo é o destaque da história. Com sentimentos à flor da pele e uma generosidade incomparável.

Deixe-se apaixonar também por esse sineiro, que apesar da "feiura" exterior, tem uma beleza interna que poucos mostram no livro.
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Janaí­na 07/02/2021

Sobre arquitetura e obsessão
Sabe que esse livro é sobre Paris, sobre a arquitetura da cidade, sobre como tudo muda mesmo para os prédios antigos que resistem às mudanças da sociedade. Essa sim muda sempre. Os sentimentos do povo (coletivo) mudam de uma hora para outra ao mesmo tempo que as histórias individuais estão envoltas pela obsessão e a nobreza segue intocável. Nesse cenário a fatalidade toma forma. É um livro divertido de ler, cheio das descrições, pormenores, reviravoltas e crítica social. Novelão. Gostei bastante.
" O rei só cede quando o povo arranca"
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Uelinton.Bandeira 01/02/2021

3 stars por consideração.
Obra sem protagonismo, que acabou prejudicando a identificação com as personagens. Excesso descritivo, e falta de desenvolvimento do "main plot".
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Thaís 31/01/2021

Victor Hugo nos leva para passear pelas ruas de Paris!
Uma descrição linda da cidade, personagens muitos bem construídos, acontecimentos emocionantes e um final MUITO marcante!

Esse livro vive revisitando minha memória, deixando uma saudade boaa! Victor Hugo manda bem demais! ?
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Miguel 31/01/2021

Seria o Victor Hugo um abolicionista penal?
Ao terminar de ler a última página de "O Corcunda de Notre-Dame"... o sentimento que tomou conta de mim foi o de indignação. Indignação com a Disney por ter mentido e me feito viver em uma ilusão por todo esse tempo!!!

Tirando essa decepção - que convenhamos é culpa da Disney e não do Victor Hugo - este livro já virou fácil um dos meus preferidos. Até teve alguns capítulos lentos ( que me lembravam do Tolkien ao descrever as moradas dos elfos haha), mas não chegavam a ser (mt ?) enfadonhos.

Em um primeiro momento me questionei o pq de o Quasímodo ser considerado o protagonista (na vdd essa impressão perdurou quase o livro inteiro) ... até cheguei a compará-lo ao Felipe II na obra do Fernand Brudel ( hahaha piada de historiador ), inclusive... achei super adequado o título original que o Hugo deu: Notre-Dame de Paris. Porém, lá pelos 75% do livro ... o Quasímodo mostra como é digno de ser mencionado logo no título. Outra coisa que me chamou muito a atenção foi a crítica que o Hugo fez às prisões ... por mais que a história se passe no século XV, é bem provável que a crítica fosse ao seu próprio tempo. Me pergunto o que ele diria ao ver as prisões de nossos dias... ?

"Eram zonas em que se escalonavam as nuances do horror. Dante não pôde encontrar nada melhor para o seu inferno [...] Dantes pôs Satanás, onde a sociedade punha o condenado à morte."
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Marcos Ogre 26/01/2021

Notre Dame de Paris, de Victor Hugo
Notre Dame de Paris (ou O Corcunda de Notre Dame, como é mais conhecido no Brasil) é um romance escrito por Victor Hugo, publicado pela primeira vez em 1831. É uma das principais obras em prosa do escritor, mundialmente conhecida como um clássico do romantismo francês.

É até um pouco difícil descrever em poucas palavras as narrativa que a obra segue, já que uma de suas principais características é possuir uma grande quantidade de personagens relevantes que permeiam a edificação gótica de Paris, esta que dá o nome ao livro. Mas, numa pobre tentativa de ser sintético, eu diria que o romance acompanha a trágica história de algumas pessoas que, por algum motivo, são desajustadas à sociedade medieval parisiense. Seja por aparência, cultura ou pelas dúbias escolhas de vida, a obra traça personagens fortíssimas e muito bem aprofundadas, que encontram conflitos tanto em suas carnes quanto na sociedade que os rodeia.

Notre Dame pode não ser um livro fácil. Em suas mais de 600 páginas, Hugo procura criar tanto uma boa história, quanto ? e talvez mais ainda ? um retrato muito bem detalhado e crítico da Paris de 1400. O resultado disso são longas e precisas descrições da cidade, seus monumentos e características marcantes. Paris é o grande cenário, em que Notre Dame é a brilhante protagonista. De certa forma, portanto, principalmente para o leitor do século 21, o resultado pode ser uma leitura um pouco maçante, com alguns cortes rítmicos potencialmente incômodos. Claro, isso não é necessariamente um defeito, já que Victor Hugo faz seu trabalho com um capricho digno de nota. Mas talvez seja algo que demande um pouco de paciência do leitor.

Afinal, é um livro belíssimo. As personagens de Victor Hugo são cativantes no amor e no ódio e, se atravessam centenas de anos sem se tornarem irrelevantes, é porque o merecem. A bestialidade e a pureza de Quasimodo e Esmeralda, os conflitos entre o sagrado e o profano do arquidiácono Claude Frollo e a hipocrisia da sociedade parisiense ? que Hugo escreve com um senso de humor irônico muito efetivo ?, fazem com que essas pequenas pessoas fictícias sejam tão impressionantes quanto esta própria Paris literária.

Notre Dame de Paris é um livro intenso, cheio de detalhes e ? me seja perdoado este pequeno spoiler ? indubitavelmente triste. É daquelas leituras de suspirar no fim por ?finalmente?, juntamente à sensação de ?valeu muito a pena?.

Gostou? Para mais resenhas e indicações, me siga no Instagram @marcosleisso
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Jubs 24/01/2021

Comunicação eficiente faz muita falta!
Eu não consigo pensar em um texto ou comentário pra essa história, então vamos por pontos que chamaram minha atenção:

- QUANTA DESGRAÇA!!! É uma tragédia acontecendo atrás da outra, uma bola de neve que poderia ser evitada com uma simples conversa clara e objetiva. Aqui nós temos o poder da fake news ampliado como aquela brincadeira de telefone sem fio. É angustiante demais.
- Mais do que os personagens, o narrador me chamou muita atenção. É um narrador onisciente em terceira pessoa, só que não é um narrador comum (pelo menos não que eu tenha visto), ele parece estar com uma lupa e girando um globo terrestre observando Paris, várias vezes ele muda o foco, tipo "vamos ver o que acontecia na praça da Grève durante aquela conversa" (não com essas palavras), e ele é extremamente descritivo (mais de 40 páginas descrevendo Paris foi demais pra mim) e prolixo, tanto que seria fácil adaptar o livro pra um roteiro de teatro, gostaria de ver, inclusive. Apesar de toda a descrição que admito não ser o meu tipo textual favorito, no final eu sentia conhecer Paris e consegui imaginar o caminho que as personagens faziam, isso foi muito legal.
- Quasímodo, mesmo não sendo o personagem principal (na verdade é Notre Dame), continua sendo meu personagem favorito, ele não é totalmente bonzinho, mas eu consigo entender as atitudes dele e o fato dele ser surdo só aumenta as situações complicadas que ele se envolve.

Uau, acho que nunca escrevi tanto sobre um livro, e tem muita coisa que não coloquei aqui. Esse foi um livro que eu deixei na geladeira e ainda bem que eu fiz isso. Precisa de paciência e atenção pra ler ele, mas vale muito a pena.
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Cayo 23/01/2021

Esqueçam o clássico infantilizado da Disney.
Victor Hugo é um dos meus autores preferidos e uma das minhas principais referências literárias, desta forma, fazer uma resenha crítica desta obra é um desafio e tanto, mas vejamos o que vai dar.
"O Corcunda de Notre Dame" é um livro pesado, arrastado e as vezes cansativo, não que isso seja algo ruim, mas a forma como o autor descreve a catedral e os personagens podem, a princípio, serem estranhas para leitores de primeira viagem. Por outro lado, a forma como ele desenvolve os diálogos ajuda na criação de um ambiente sufocante e agonizante, ao qual nos transporta para a sociedade Francesa do século XV.
Victor Hugo constrói o enredo do seu livro através de uma ótica minimalista de uma existência estranha para os padrões "normais", obviamente me refiro ao personagem Quasimodo, que nada mais é que um saco de pancadas do preconceito e da intolerância, uma pobre alma que sofre em sua pele a tirania do povo francês, mais precisamente do povo da cidade de Paris, onde o clero e a monarquia são duas laranjas podres, responsáveis pela opressão dos pobres e da centralização do poder nas mãos dos ricos e poderosos.
A obra "O Corcunda de Notre Dame" não é um livro para qualquer pessoa, é necessário tempo e devoção a ele para que a leitura aconteça de forma natural, somente assim você conseguirá atingir a raiz do clímax e compreender a mente de Victor Hugo.
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Fabiana.Amorim 20/01/2021

As dores e as delícias dos clássicos
Victor Hugo do Corcunda é uma verdadeira montanha russa literária. Ora você percorre as páginas com a incrível velocidade de montanha à baixo, ora você lê como se estivesse empurrando , na maior lerdeza, o carro montanha à cima.

VH não se permite apenas contar uma história, ele escreve sobre tudo. No Corcunda, fala sobre arquitetura, história e geografia parisienses. E nós, pobres mortais, não podemos perder nada pelo medo de deixar passar, por displicência, pensamentos brilhantes que o homem têm.

Quando descreve os personagens, seus mais vis pensamentos e suas ações é de pedir à benção e entender porque tem que se respeitar os clássicos.

Sem dúvida é um desafio concluir a obra. Não se escreve mais assim, talvez porque ninguém possua mais uma cultura tão ampla que quando o momento da escrita do livro se apresenta, o escritor dê vazão. Somos muito imediatistas, queremos ir direto ao ponto. Talvez, por isto, a literatura clássica afugente alguns.

Não se pode ler VH esperando apenas contação de histórias. Uma obra dele é rica demais.

Esse livro me fez rir, me empolgou, me deu preguiça e por fim me deu um pouco de raiva. Enfim, o objetivo da arte se cumpriu: mexer com as nossas emoções.

Veni vidi vici.

Os Miseráveis continua sendo o meu preferido. Mas Quasímodo e Esmeralda ficarão guardados no meu coração. Metade raiva, metade amor.
Thamara 20/01/2021minha estante
É um livro muito bom.


Fabiana.Amorim 20/01/2021minha estante
Sem dúvida




Mariana 19/01/2021

O Corcunda de Notre Dame é um clássico da literatura francesa e todos já conhecem (ainda que superficialmente) a sua história. Nesta obra literária, que é infinitamente mais sombria do que a cinematográfica, Victor Hugo nos apresenta a Paris e à sua sociedade do século XV. Aqui, não existe a luta entre o bem e o mal - todos são repletos de defeitos e, muitas vezes, detestáveis, mas ainda assim cativantes em toda a sua complexidade: o corcunda Quasímodo, a cigana Esmeralda, o arquidiácono Claude Frollo, o poeta Gringoire, e aquele que não merece ser mencionado. :P

Importante ressaltar que a personagem principal é, na verdade, a própria catedral - e Victor Hugo não se limita ao descrevê-la. Se você não se interessa pelos detalhes da sua arquitetura, a leitura pode travar em certos momentos, mas seja forte e siga em frente! rsrs. Vale a pena e cada descrição de Notre Dame é significante, já que ela estava ameaçada de ser demolida na época.

O romance não trata apenas do conflito entre aparência X essência. É uma narrativa crítica, impiedosa e envolvente sobre paixão - e obsessão -, história, arte, inocência, morte e devoção, além do preconceito em todas as suas formas e a profunda crueldade humana.

Nesta obra, o amor tem várias facetas e pode tudo - mas vem acompanhado pela tragédia. Impossível não se emocionar!


@23livros
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Fernanda.Zaccaria 18/01/2021

Difícil, mas valeu a pena!
Uma leitura muito difícil, extremamente descritiva em grande parte e cheia de detalhes da época que são difíceis de entender para leitores que não estão familiarizados com esse tipo de leitura.

Este livro nos conta a história de Quasimodo, conhecido por todos como o Corcunda de Notre Dame. Ele é um jovem que vive na Igreja de Notre Dame e que é responsável pelos sinos da catedral. Ele foi adotado por Frollo, um sacerdote da igreja, quando foi abandonado por sua mãe aos pés da catedral. Ele possui uma deformidade e uma feiura que o impedem de conviver com as pessoas sem causar a elas espanto e horror.

A vida deles muda com a chegada de Esmeralda, uma jovem cigana que causa grande impacto na vida de Frollo, que passa a desejá-la ardentemente, chegando a se tornar uma fixação doentia. Ele se aproveita da fidelidade de Quasimodo para tentar até mesmo sequestrar a cigana.

Mas Esmeralda conhece Phoebus, um jovem oficial, e passa a nutrir sentimentos por ele. Isso faz com que Frollo tenha ciúmes de Phoebus.

Não conseguindo acabar com o amor de Esmeralda pelo oficial, Frollo faz com que Esmeralda seja condenada à forca, pois ele prefere vê-la morta ao vê-la nos braços de Phoebus.  Para tentar salvá-la da morte, Quasimodo a esconde na Catedral, mas não consegue isso por muito tempo.

O livro nos conta uma história envolvente mas com um final trágico,  muito diferente do desenho da Disney. Apesar da dificuldade na leitura, é um livro que vale a pena ser lido.
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