O Segundo Verão da Irmandade

O Segundo Verão da Irmandade Ann Brashares




Resenhas - O Segundo Verão da Irmandade


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Eugênia A. 01/05/2024

Desse eu lembro só de ter visto o filme na sessão da tarde e de ter achado a capa legal.
Gosto de histórias sobre grupo de amigas.
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Margarida.Santos 12/07/2023

O Segundo Verão das Quatro Amigas e um Par de Calças
Dei a mesma pontuação do primeiro porque me aconteceu o mesmo que no primeiro?. Até meio, para mim o livro é fraco, do meio para a frente o livro é muito bom.

A história começa com Lena e Carmen em casa , Tibby num curso de cinema numa universidade e Bee a descobrir umas cartas da avó que nunca tinha recebido.
No início a história de Carmen era sobre a mãe e o namorado novo e a de Lena era sobre a separação com o Kostos. Não gostei de nenhuma!


A da Tibby foi secante e a da Bee começou logo incrível. Ela a enfrentar o pai , a ir para a cidade da avó sob nome falso e conhecê-la, reencontrar-se e assumir-se. Adorei simplesmente?

Depois as outras histórias foram ficando melhores e pessoas do livro 1 retornaram e foram mencionadas no livro 2, a linda Bailey foi tema do filme da Tibby, a Carmen ajudou a Krista, o Kostos voltou à vida da Lena com muito mais história, o Bapi faleceu ? ?

Realmente as quatro amigas passaram por muito em mais um verão , e eu gostei de ler .
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Sariitinha 24/04/2023

Aí sabe ser chata essa carmen ho!
Lena meu amorzinho para de chorar, tib e bee voces continuam maravilhosas!
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Tha 24/02/2022

Eu amo o filme mais percebi que eles meio que modificaram bastante da história do livro... Os dois são bons a sua maneira, a história do livro é ótima , a amizade delas continua construindo experiências e amadurecendo.. estou pronta para o terceiro livro ... Curiosíssima..haha
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Lud 20/12/2021

depois de literalmente 1 ano e meio eu terminei, a historia é boa, mas teria aproveitado mais a leitura se a quantidade de descrições de ambiente, pensamentos e cenas fosse menor
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Luana 06/02/2020

Eram as Calças do Amor! Eram elas! Haviam mágica pura, transformadora em torno delas. Mas não para ela, nunca para ela. Ela não sabia amar. Amava demais.

“Carmen era um desastre. Tibby era um desastre. Lena era um desastre ainda maior. Carmen pensava sobre isso enquanto se dirigia ao Burger King na avenida Wisconsin. No momento, a única que não era um desastre era Bee, que, de modo geral, era sempre quem carregava o troféu em matéria de desastres. Estranho verão aquele se apresentava.” p.233
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Cady 02/10/2018

Razoável
O primeiro é bem melhor! Bee aqui está mais madura, porém achei chatinha a parte dela. Tibby, minha preferida do primeiro livro está irreconhecível, não parece a mesma personagem...preocupada com a opinião alheia e se tornando amiga dos "populares. Carmen é insuportável! Mimada e egoísta ao extremo, não quer que as outras pessoas ao redor dela seja feliz se ela própria não estar, incluindo os próprios pais. Lena, meio chatinha no começo Mas, depois a história dela se tornou a mais interessante! A narrativa é Boa assim como o primeiro.
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Ivy (De repente, no último livro) 28/04/2018

Resenha do blog "De repente no último livro..."
Em O Segundo Verão da Irmandade, Ann Brashares mais uma vez conseguiu trazer à tona muitas emoções e assuntos novos, mudando a vida e a personalidade destes personagens apaixonantes e nos apresentando, de maneira simples e delicada, uma história fresca e juvenil que ao final nos deixa com um sorriso no rosto e 1001 sensações distintas.

Tibby, Lena, Bee e Carmen voltam para mais um verão.
Tibby está superando a saudade que sente de Bailey, e decide ir fazer um curso de cinema em uma universidade na Virgínia; Bee encontra cartas escondidas e está disposta à encontrar pedaços de seu passado que até então estavam esquecidos; Carmen tem que lidar com o novo namorado da mãe; e Lena deve aprender a abrir mais o coração e deixar o amor entrar.

O começo do livro foi bastante cansativo para mim. Carmen me tirava do sério em 99,9% dos momentos. Acredito que o grande trunfo da autora é exatamente esse. Ann Brashares nos apresenta como um de seus protagonistas um personagem detestável, pelo menos até aqui, e ainda assim, consegue prender o leitor e nos deixar curiosos pelo desfecho de cada um destes personagens, incluindo a própria Carmen.

Bee foi a que mais me conquistou nesta segunda parte. Me lembro que na primeira parte, o personagem não me chamava muito a atenção, porém, nesta segunda parte a autora nos apresenta uma Bee diferente, mais madura do que na primeira parte e bastante valente e independente. Conhecemos um pouco mais das fragilidades que Bee esconde por trás de seu rosto bonito, e isso acaba fazendo o leitor sentir-se muito próximo à personagem.

Tibby uma vez mais conseguiu me encantar. Por mais que tente ser alternativa e moderna, a personagem frequentemente esbarra em sua própria simplicidade, e sem saber exatamente o quê fazer, Tibby se vê obrigada a superar e lidar com coisas que nunca havia planejado. Tibby surpreende o leitor em muitos aspectos e consegue ganhar simpatia mesmo nos momentos em que deveria estar molestando.

Lena é um personagem que me causa sentimentos encontrados. Em muitos momentos me pareceu demasiado fria e vazia, porém, o personagem surpreende enquanto a história avança e, conforme Lena se abre à novos sentimentos, o personagem vai ganhando o carinho do leitor, mostrando um lado diferente do que inicialmente se esperava dela.

Carmen, como já disse, me pareceu dispensável e detestável. Egoísta, mesquinha e mimada, é uma personagem que não consegue ganhar meu carinho. Carmen faz coisas graves, não se importa com os sentimentos alheios, é o tipo do personagem que, apesar de ter uma história interessante, para mim é bastante difícil de tragar.

Como já disse, embora tenha um começo bastante lento, à medida que a leitura avança, a história e a narrativa vão prendendo o leitor. Ann Brashares tem uma narrativa simples e leve que parece nos convidar a acompanhar e conhecer a vida dessas meninas à fundo. Os personagens são tão próximos, tão reais e humanos, que em muitos momentos o leitor consegue se enxergar em suas atitudes, reações e sentimentos.

O Segundo Verão da Irmandade nos traz personagens mais maduras (exceto Carmen...beh), nos traz dramas mais adultos e desta vez as meninas devem tomar decisões mais drásticas.

Resumindo, O Segundo Verão da Irmandade é a continuação de uma maravilhosa história de amizade, amor, perdão, corações partidos, perdas inevitáveis e superação. É uma mensagem de esperança ao leitor, transmitida em uma linguagem juvenil e pura, convidando-nos a esperar pelas surpresas que aparecem na nossa vida quando sequer esperamos.

site: http://www.derepentenoultimolivro.com/2018/01/review-171-o-segundo-verao-da-irmandade.html
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Taby Igrejas 30/03/2013

Simples Leitora - http://simplesleitora.blogspot.com.br
Essa é a continuação da saga da Irmandade das Calças Viajantes, a história de quatro amigas inseparáveis: Tibby, Lena, Carmen e Bridget. É impossível não se identificar com alguma situação ou personagem do livro! As quatro são completamente diferentes, mas ainda assim são melhores amigas. O segundo livro conta o segundo verão com as calças mágicas: As calças viajantes. Dessa vez, para variar, as calças viajantes não viajaram tanto assim... Mas não deixaram de fazer sua mágica: unir as quatro amigas e viver com elas os melhores e piores momentos do verão.
Nesse livro também temos falando do relacionamento de mãe e filha de cada uma das meninas, afinal as mães de Tibby, Lena, Carmen e Bridget se conheciam antes mesmo delas nascerem quando todas estavam grávidas! Juntas, elas eram As setembros.
Bridget pintou seu cabelo, engordou e largou o futebol, parece que os acontecimentos do verão passado a abalaram bastante e ela precisa se recuperar disso... E as calças mágicas? Nem cabem nela... Ela encontra também cartas de sua avó, Greta. O pai havia escondido dela e do irmão. Decidida, Bridget decide ir atrás da avó que não via há anos. Ela busca uma conexão com sua mãe, e quem melhor do que sua avó? Além disso, ela encontra uns garotos que jogavam futebol com ela quando ela era apenas uma garotinha... Incluindo Billy, que foi um de seus melhores amigos na época. Ela tenta então resgatar a antiga "Bridget".
Tibby se matricula em um curso de verão - de cinema - em uma faculdade. Ela conhece Maura e Alex e decide que quer ser amiga deles, mas a questão é: Eles valem a pena? Vale a pena magoar a todos para que eles a aceitem? Ela tem de fazer um filme e logo pensou em Bailey, mas aquilo era triste demais... Ela queria fazer algo diferente, algo que as pessoas assistissem e rissem. Tibby decide então filmar sua mãe em cenas "engraçadas" mas ao mesmo tempo humilhantes, será que Alice, mãe de Tibby se importaria em ser exposta assim? Durante sua estadia na faculdade ela também tem uma surpresa: Brian, seu melhor amigo aparece por lá. Ele não só se preocupa com ela, como parece "gostar" de Tibby. (Só uma curiosidade citada nesse livro: seu nome verdadeiro é Tabitha Anastasia Tomko-Rollins. Porém, ela prefere apenas: Tibby Rollins)
Carmen está se dando bem com seu meio-irmão, Paul. Apesar de ser um garoto tímido e de poucas palavras, ela sempre manda e-mails e telefona pedindo a opinião dele, e Paul sempre responde Carmen da melhor forma que pode. Ela começa a sair com um garoto que parece gentil e é bonito, mas todos os encontros com ele acabam dando errado e ela não consegue saber se está realmente apaixonada... Além disso, Christina, sua mãe, parece estar diferente e envolvida com um cara do seu trabalho: David. Carmen se sente esquecida, com ciúmes e nervosa por sua mãe estar agindo como uma adolescente apaixonada! É como se os papéis se invertessem... Onde está toda a responsabilidade e a preocupação de Christina enquanto mãe?
Lena terminou seu relacionamento com Kostos por sentir medo. Ela achou que as coisas ficariam mais simples, tudo seria mais fácil... Ela se esqueceria dele. Afinal, Kostos estava na Grécia a milhões que quilômetros de distância! Mas ela continuou mandando cartas, ainda queria ser amiga dele e seus sentimentos por Kostos pareciam continuar atormentando-a. Confusa, Lena nunca sofreu tanto quanto neste verão. Escondeu-se o máximo que pôde, mas quando descobre que Kostos tem uma nova namorada, seus sentimentos ficam ainda mais confusos. As coisas ficam ainda mais complicadas quando ele resolve aparecer em sua casa.
Eu amo Tibby e Lena, e ao mesmo tempo entendo os sentimentos de Carmen e suas reações... Mas não consigo entender Bridget! E nesse livro, achei a história dela bem dramática, triste e a parte dela com os garotos do futebol... Bem chata. Acho que isso é porque a personalidade de Bridget é muito diferente da minha, então não consigo entender a personagem... "Sentir" o que sinto em relação as outras meninas. Acho Bee uma personagem legal, mas nada mais do que isso. Lógico, isso é só minha opinião, não acho ela a personagem mais interessante, pelo contrário até... Mas a amizade das quatro é indiscutivelmente linda!
Também temos um pouco de Krista, irmã de Paul e de Carmen. Foi interessante vê-la aparecendo procurando ajuda de Carmen, Krista estava com uma aparência completamente diferente e estava tendo problemas com a mãe... O engraçado é que ela procura Carmen justamente quando ela também estava com problemas com Christina.
O livro é emocionante e envolvente, ele nos mostra as meninas enfrentando diversas dificuldades que qualquer um de nós poderia enfrentar, os sentimentos e dúvidas de cada uma nos fazem refletir. Quando achamos que tudo está péssimo na vida dessas garotas, juntas elas sempre conseguem lidar com os problemas. Amo as capas coloridas com as calças onde a cada verão elas são mais marcadas e bordadas com a história que presenciaram.
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Mari 28/02/2013

Diário Literário - O Segundo Verão da Irmandade
Como já conhecemos A Irmandade de Jeans Viajante, já conhecemos as meninas, já conhecemos suas personalidades e suas peculiaridades, por isso, acredito, temos neste segundo livro uma história muito mais dinâmica, que não se prende às apresentações. Já somos todas amigas!^_~
O verão se aproxima novamente e elas estão ansiosas para saber como será o segundo verão das calças!

Para ler a resenha na íntegra:
http://devaneiosnofirmamento.blogspot.com.br/2013/02/diario-literario-o-segundo-verao-da.html
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AnaCRST 30/12/2012

Resenha de O Segundo Verão da Irmandade
Na continuação da série “A Irmandade das Calças Viajantes” o seu segundo volume “O Segundo Verão da Irmandade” nos traz outros temas a serem discutidos, encontramos meninas um pouco mais maduras, conflitos um pouco mais elaborados, e aquelas meninas que conhecemos no último verão da irmandade parece não existirem mais.
As meninas vão se separar novamente:

Lena não vai viajar, ela esta vindo de um fim de relacionamento, que ela mesma causou o fim e se arrepende muito, ela vai conseguir um emprego em uma loja que roupas, meio que indiretamente quando esta passeando com sua mãe. Ela vai encarar experiências novas e que podem ser precipitadas e outras que vão partir o seu coração.

No último verão, Bridget não fez as melhores escolhas da vida dela e essas escolhas erradas lhe afetaram profundamente, encontramos uma Bridget morena, com alguns quilos a mais, uma menina deprimida, que não se encanta mais pelo futebol. Ela descobre algumas cartas de sua avó que ela não via há muitos anos e decide procurar pela avó, mas usa o disfarce de que estava procurando emprego. Enquanto ela pensava estar enganando as pessoas, ela mesma estava sendo enganada.

A mãe de Carmem se apaixona e começa a sair com este homem, o que deixa Carmem com muito ciúme da mãe e ela fará de tudo para atrapalhar este relacionamento. Um dia sem mais nem menos ela recebe uma visita inesperada de sua meia irmã Krista e é nela que Carmem vai se ver. Carmem “ganha ” e “perde” o amor. Na cabeça de Carmem um romance pode acontecer com duas pessoas que ela ama muito, e ela confia muito nisso.

Tibby por sua vez irá para uma espécie de teste em uma faculdade de artes, ela descobrirá alguns “amigos” que farão ela se sentir envergonhada por seus amigos verdadeiros. Aqui temos uma Tibby perdida e entrando em caminhos um pouco difíceis de serem revertidos. Ela vai produzir um filme onde muitas pessoas sairão magoadas após a apresentação, mas será que ela terá uma chance de consertar este estrago?

Minha opinião: A linguagem da escritora é simples até demais, então se você estiver procurando uma linguagem mais elaborada, essa com certeza não é a melhor série para escolher. Agora se você só quer um passatempo mesmo é uma ótima pedida. Eu até gostei mais como eu disse, mais como um passatempo mesmo, não é aquela coisa encantadora, vamos aguardar os próximos volumes.
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Adriana 17/07/2012

Depois de um começo promissor em A Irmandade das Calças Viajantes, Ann Brashares tinha a difícil missão de trazer ao público algo ainda melhor no segundo volume da série. Depois de tantos acontecimentos importantes que marcaram o primeiro livro, Carmem, Lena e principalmente Tibby e Bridget não são mais as mesmas.

Em O Segundo Verão da Irmandade descobrimos o quanto Bee, aquela garota atlética, bonita e de bem com a vida foi afetada pela relação com o treinador do seu acampamento Eric. Gordinha, com os cabelos tingidos e sem perspectivas de se conectar novamente com quem ela é, Bee decide partir em busca de sua avó. Elas perderam o contato após a morte da mãe de Bridget e agora a garota que “correr atrás do tempo perdido”.

Já Tibby tem fantasmas muito maiores para lhe assombrar. Ela ainda não superou totalmente a fatalidade ocorrida no último verão e, ao invés de ficar com suas amigas dividindo agradáveis momentos nas férias, ela vai para a faculdade fazer um curso de cinema, sua paixão.

Já Carmem a louca e Lena são as garotas que ficarão em casa, arrumarão empregos temporários e terão seus próprios problemas para resolverem.

Quem está ao lado delas, para uni-las e impedir que a distância seja sentida de forma tão profunda, são as Calças, marcadas pelo tempo e cheias de histórias para contar.

As meninas estão crescendo e tudo a sua volta está mudando. Mudanças sempre causam receio, mas uma coisa na vida destas jovens permanece imutável: a profunda amizade que as une.

É muito bonito ler uma narração tão cheia de carinho, lealdade e amor. As meninas têm umas com as outras uma coisa rara de se encontrar! Apesar de todos os problemas, dos defeitos de cada uma principalmente da Carmem, hehe elas continuam se ajudando e se apoiando, mesmo quando parece impossível.

Eu amei esta continuação por conseguir manter tudo de bom que havia no livro anterior e ainda nos contar mais sobre a vida das meninas.

Esta série é do tipo que eu recomendo para qualquer idade, em qualquer época! Transformou-se numa das minhas favoritas justamente por trabalhar tão bem a simplicidade da vida cotidiana e demonstrar de forma tão bela o poder de se ter amigos.

Não tenham dúvidas: se tiverem a oportunidade de ler A Irmandade das Calças Viajantes, agarrem-na com as duas mãos.

Resenha em http://mundodaleitura.net/?p=4215
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Liz 02/11/2011

Ainda que o último verão tenha sido conturbado e dado às meninas lembranças não muito legais, o compartilhamento das Calças foi uma ótima experiência para elas. Por isso, ele foi repetido com animação nessas férias, mesmo que nem todas tenham viajado.

Esse livro também já havia sido lido por mim. Mais de uma vez, na verdade. Dos três que eu li, este foi sempre o meu favorito. Impressionei-me novamente com Brashares nessa releitura. Ela mostrou que sabe escrever muito bem, conseguindo aprofundar ainda mais a história e seus personagens. O desenvolvimento das quatro protagonistas é muito bom mesmo, nada lento nem corrido, bem gostoso de ler, ainda que tenham arcos que não me agradam muito.

Lena me irritou um pouco com seu drama à la Twilight – a choradeira dela só passa a ter uma boa razão de existir no final do livro. Porém foi Carmem de quem eu senti raiva, ela não aprendeu nada com os erros das últimas férias, cometendo os mesmos novamente, só que com outra pessoa. Se bem que, além de ela não ser a única a fazer isso, ela reconhece que está sendo idiota. Achei muito legal, na vida real nem sempre é assim.

Bee e Tibby continuam a ser as minhas personagens favoritas. Suas histórias são as mais interessantes e menos repetitivas. Elas passaram por situações bem mais sérias, e é muito legal ver como elas enfrentam suas dores e tentam consertar as falhas.

Posso não ter me agradado com tudo, mas gostei muito do livro, e de novo. Recomendo para qualquer um. A história de Brashares é simples mas realista, com bons personagens e uma leitura muito envolvente, difícil de ser largada até acabar.
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