O Estrangeiro

O Estrangeiro Albert Camus




Resenhas - O Estrangeiro


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Ira 25/12/2023

Releitura de um clássico
Gosto muito do autor, me sinto confortável e, de certa forma incomum, compreendida em suas reflexões. O estrangeiro é um livro de ficção, mas é filosofia e a perspectiva ímpar do autor em cada capítulo e o que você lê, jamais para de trabalhar na sua cabeça.
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mari.rsp 25/12/2023

Muito bom
Estou sem palavras para formular algo que possa vir a ser uma resenha.

o livro é muito bom e aborda toda uma questão familiar e social, onde o indivíduo se sente "estrangeiro" por sua maneira de ser.
vale muito a leitura
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Pedro Medeiros 24/12/2023

Um romance a la Camus
Adoro as narrativas de Camus, pouco tenho a comentar.
O livro conduz o personagem sobre um tédio inacreditável, onde tudo que faz é doloroso. O protagonista decide matar, sem nenhum motivo aparente.
Max 24/12/2023minha estante
O livro "cebola", cheio de camadas!?


Pedro Medeiros 24/12/2023minha estante
Kkkk verdade.




Elvis23 24/12/2023

O homem desligado
A história é centrada em Meursault, um homem aparentemente apático e desligado das convenções sociais. Após cometer um assassinato aparentemente sem motivo, sua indiferença perante eventos cruciais contrasta com as expectativas sociais. Camus explora a absurda natureza da existência humana, destacando a alienação e a falta de sentido na vida. A narrativa desafia noções de moralidade, ilustrando a desconexão entre a sociedade e a experiência individual. A obra, através de sua escrita simples e perspicaz, incita reflexões profundas sobre a condição humana, a liberdade e a falta de propósito, deixando o leitor imerso na complexidade do absurdo da vida.
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Nic 23/12/2023

O livro me deixou desconfortável do começo ao fim. Durante a leitura, muitas vezes me peguei pensando como era possível alguém agir ou pensar assim - é realmente absurdo. Finalizei esperando nunca viver como uma estrangeira nesse mundo, porém, esperando também não complicar tanto as coisas que devem ser simples. Depois de terminar de ler, fiquei 30 minutos deitada olhando para o teto - completamente desconfortável, porém, profundamente valioso ler algo que gere esse tipo de sensação.
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Josie 23/12/2023

?Num universo repentinamente privado de ilusões ou de luzes, o homem se sente um estrangeiro.? Albert Camus, em O mito de Sísifo.

É desse estrangeiro que trata o livro; é do estranho, do indivíduo que está à margem mesmo quando está imerso num contexto cercado pelo seus pares; do sujeito que reage já com indiferença aos sucessivos acontecimentos de sua vida; daquele para quem a vida é meramente um ato de seguir em frente, seguir adiante, e está tudo bem; afinal, não há nada de tão esplêndido ou nada de tão terrível que possa suscitar alguma reação assim tão diferente ou tão intensa. É um recorte sociológico muito interessante de um entre guerras de desesperança, no qual, muitas vezes, o sucesso da vida consiste apenas em existir.
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marialpaulista 22/12/2023

Me identifiquei um pouquinho demais com o Mearsault. Virou pauta de terapia. Os primeiros contatos com a teoria do absurdo - essa que diz que a gente não tem essência ou propósito, tudo é aleatório e nada importa - são um pouco confusos. Primeiro a gente se revolta, pq como pode nada, nadinha mesmo, fazer sentido? Depois a gente se liberta, pq nada tem sentido mesmo, então pra quê se importar com qualquer coisa? Não tem sentido se importar com a falta de sentido. Mas é aí que a gente entra no paradoxo que é o absurdo. Pq se nada tem sentido, pode-se fazer qualquer coisa, até mesmo matar um homem pq está calor. Mas se nada faz sentido, pq fazer qualquer coisa então? É estar sempre entre a completa liberdade e o mais intenso niilismo, o mais sufocante vazio. Um homem que não chora no enterro da mãe, que não liga se trabalha na Argélia ou em Paris e que empunha uma arma por conta do suor em sua testa, mostra o que é ser estrangeiro em um mundo cheio de sentidos, mas ao mesmo tempo vazio.
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Clara 22/12/2023

Bem triste
Tem um tempo que li então não lembro tão bem, mas é uma história triste que mostra como a falta de ação e movimento na sociedade pode ser o suficiente pra te condenar como alguém ruim.

Justiça é algo complexo e abstrato de certa forma, mas requer uma análise da pessoa como um todo e não apenas de um único evento. Isso vemos no livro, mas aí que mora o perigo. Quem garante que conseguimos realmente saber quem é alguém? Uma pessoa extremamente manipuladora pode te convencer de que é quem quer ser, mas e alguém que é seu oposto? Que não quer provar nada? Esse é o nosso personagem principal.

Nunca conhecemos ninguém de verdade, mas as vezes conseguimos não conhecer nada sobre alguém quando já decidimos que sabemos quem é. Grave engano e muito comum
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Rafael.Nagao 21/12/2023

Diferente e interessante
Esse foi o primeiro livro que li do autor e fiquei surpreso de como a leitura flui.
O livro pode ser finalizado rapidamente e sua história me lembrou os livros do Murakami, creio eu que por conta da natureza do protagonista.
O personagem que acompanhamos é meio apático e faz questão de se mostrar indiferente para o mundo, porém tal comportamento é questionado quando sua vida é abalada por uma morte.


Recomendo a leitura.
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gabeborgez 21/12/2023

Eu gostei muito dessa leitura. É um livro que com certeza vou reler um dia, foi meu primeiro contato com Camus.

Inclusive me peguei pensando aqui na coincidência de ler ele agora, quando menos de um mês atrás eu estava abismada com os fiscais de luto na Internet. Algumas coisas nunca mudam mesmo...
Esse tribunal absurdo desse livro é igual o Twitter.

Eu gostei muito de como a história praticamente passou como se fosse um filme na minha cabeça. Como eu consegui sentir bem cada cenário descrito ali.

Me emocionei bastante com o final.
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yukari7 20/12/2023

"Como se esta grande cólera me tivesse purificado do mal, esvaziado de esperança, diante desta noite carregada de sinais e de estrelas eu me abria pela primeira vez à terna indiferença do mundo. Por senti-lo tão parecido comigo, tão fraternal, enfim, senti que tinha sido feliz e que ainda o era. Para que tudo se consumasse, para que me sentisse menos só, faltava-me desejar que houvesse muitos espectadores no dia da minha execução e que me recebessem com gritos de ódio."

ainda não organizei meus pensamentos sobre a leitura, acho q n tenho muitos na verdade. eu saquei o conceito mas n me impactou tanto. é um livro mt bom, de fato. porém n me conectei tanto, mesmo gostando desse estilo. talvez um dia eu releia e possa olhar com outros olhos, mas por agr, foi só mais um livro bom que eu li. tirando isso, gostei do personagem e a sua perplexidade (ou falta dela) e foi uma experiência bem reflexiva entrar na mente desse personagem tão indiferente e tão sei lá... enfim, recomendo!
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Giovana.Azevedo 20/12/2023

Melancolia Apática
Uma narrativa tão simples com questionamentos tão complexos escritos de forma tão sutil. O personagem principal é o retrato de uma melancolia apática, de uma pessoa que não quer se questionar pelo medo do que estas reflexões vão fazê-lo sentir. Assim veste uma máscara de praticidade, apresentando um comportamento mecânico e apático ao longo da maioria da narrativa, com certas brechas estratégias. Até que todos os sentimentos reprimidos explodem na conversa com o padre. Se ver diante da morte o deixou sem medo de se expressar, e de certa forma o purificou.
Camus foi genial em sua simplicidade.
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Pedrohp 20/12/2023

O estrangeiro
?Diante desta noite carregada de sinais e de estrelas eu me abria pela primeira vez à terna indiferença do mundo. Por senti-lo tão parecido comigo, tão fraternal, enfim, senti que tinha sido feliz e que ainda o era.?

Leitura sensacional, Camus em poucas páginas entrega uma obra tão reflexiva e profunda sobre esse ?estrangeiramento? do homem com a sociedade e a sua busca por um sentido.
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Dudu 20/12/2023

O estrangeiro
Acho que nunca li nada parecido. Acompanhar um protagonista como o Mersault traz sensações tão estranhas e desconfortantes. Muitas vezes me senti tão entediado, com descrições banais e atenção a detalhes tão irrelevantes que honestamente não acrescentariam em nada para a história. Ao mesmo tempo, isso é como um mergulhar nos sentimentos vividos pelo personagem. Não tem como ler a primeira parte sem ficar se perguntando o que exatamente tem de errado com ele, por que age assim, e o que vai acontecer de tão extraordinário, porque até então tudo soa banal, já que tudo está revestido pelos seus tons de indiferença. E então inesperadamente a cena do fim da primeira parte parece quebrar totalmente aquilo que poderíamos esperar que fosse ocorrer.
Ironicamente, o tribunal é uma representação interna daquilo que já vínhamos fazendo até então, ainda que nem sempre conscientemente: buscar respostas e avaliar os hábitos do protagonista. O mais engraçado é que já temos respostas para tudo que aconteceu (foi o sol...?), mas ao mesmo tempo é como se estivesse tudo tão embaralhado ou, melhor, desfocado, embaçado. Nós sabemos o que Mersault pensa, sabemos que não é nenhum sádico ou psicopata, mas ao serem enunciadas no tribunal, suas ações são definitivamente colocadas sob nova perspectiva. Enfim, é um livro que, pra mim, é difícil de tirar conclusões em termos de avaliação, e sinceramente não sei se sou capaz de dizer que "gostei" de ler, mas certamente é um livro que incomoda, e considero isso muito importante, porque costuma ser sinal de que carrega verdades sobre os sentimentos humanos.
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