Sombras de Um Crime

Sombras de Um Crime Val McDermid




Resenhas - Sombras de um Crime


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mirna 15/05/2018

Sombras de Um Crime
É um livro contendo três histórias. Uma série de assassinatos na Espanha, uma série de assassinatos com escritores de suspense e uma série de estupros com uma morte entre eles. Ao meu ver, a história das mortes na Espanha foi puramente pra encher páginas ????. Algumas partes da trama contém informações totalmente desnecessárias de personagens que não são os principais da história. Tirando isso, é um bom livro, muito bem escrito e com surpresas que todo bom livro de suspense tem.
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Luiza 30/04/2018

Morno
Não consegui deixar de pensar que esse livro não passou pelo corte da revisão. Há um excesso de informações desnecessárias sobre personagens coadjuvantes com uma falha tentativa de tornar uma cena qualquer em algo pitoresco. A ideia por trás trama é interessante, mas foi mal trabalhada e montada. Com uma personalidade nada marcante, Fiona perpassa a história sem demonstrar nenhuma capacidade criativa ou nada que a justifique como Phd em perfil criminoso (ou mesmo como persona principal de alguma história). Além de excesso de informação sobre coadjuvantes (vítimas, policiais, etc), há um excesso de subtramas que não são desenvolvidas, não se justificam por si só e são totalmente desinteressantes para o enredo. Todo o livro me pareceu um grande Frankenstein de pontos aleatórios na vida de dois (ou três) personagens quaisquer dos quais ninguém vai se lembrar após fechar a página. Por fim, posso dizer com alguma propriedade que não me lembrarei desse livro dentro de alguns dias e que para mim ele falha miseravelmente em envolver o leitor no enredo ou em criar uma atmosfera de mistério.
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Jaque - Achei o Livro 27/09/2017

Aplausos para Val Mcdermid!
Que escritora fantástica!
Como ela consegue te prender em 500 páginas sem ficar cansativo, acho que nunca vou saber.

Fiona Cameron é psicóloga especializada em conexão criminal e perfis geográficos, ou seja, à grosso modo ela consegue dizer à polícia qual região mais provável do assassino morar baseado em seu modo de agir.
Sua irmã mais nova faleceu após ser brutalmente violentada e nunca pegaram seu assassino. Em consequência disso, ela escolheu essa profissão para tentar evitar que outras mulheres passem pela mesma tragédia.
Ela é casada com o famoso escritor de suspense Kit Martin e seu melhor amigo Steven é inspetor da Scotland Yard.
Steven amarga um caso de estupro e morte que deu errado. O principal suspeito foi liberado por falta de provas e o verdadeiro assassino ainda circula pelas ruas. Enquanto ele não tem nenhuma pista do real assassino, vai contar com a ajuda da amiga psicóloga para que ela dê uma luz sobre o caso.
Enquanto isso, um outro serial killer surge. Ele mata escritores de suspense recriando exatamente a cena do livro do próprio autor.
Certa de que Kit é uma das próximas vítimas, Fiona vai ter que usar de todo seu conhecimento para evitar que seu marido morra e assim ela entra numa corrida contra o tempo.

O livro é incrível!
Os personagens são ricos e bem compostos e as cenas são tão bem descritas que parecem reais.
A autora escreve com maestria, consegue te arrastar para dentro da trama com muita facilidade e em pouco tempo você se vê completamente envolvido pela estória.
Sem "mimimi", sem encheção de linguiça. As descrições são na medida exata: nada que canse mas que te deixa bem a par do que está acontecendo.
À princípio você precisa de uma atenção extra na leitura pois é onde os personagens começam a aparecer e você ainda está se familiarizando com eles, mas depois tudo flui com mais rapidez.
Os capítulos são curtos, alternando entre os personagens e as escritas do assassino. O final me deixou muito apreensiva, a ponto de ficar com os pés gelados rsrs
Sem furos ou falhas, o livro todo foi excelente!

Finalizo o "Setembro Policial com esse livro maravilhoso! Super recomendo!

site: http://acheiolivroperdiosono.blogspot.com.br/2017/09/sombras-de-um-crime-val-mcdermid.html
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Ronaldo 09/09/2016

Adoro livros de serial killers, livros com profilers, livros com personagens escritores e esse tem tudo isso e muito mais. Porém, apesar da trama ser repleta de violência desde o início, com crimes acontecendo por toda a parte, eu fui perdendo o entusiasmo à cada página. E o motivo era exatamente esse: coisas demais acontecendo e tirando o foco do livro da tão fascinante trama principal. Fiona Cameron, a psicóloga forense que protagoniza o livro, se divide entre três investigações diferentes, uma delas em outro país, o que torna a trama muito dispersa no início. Eram tantos os crimes que chegou um ponto em que eu nem sabia mais do que os personagens estavam falando. Mas que bom que resisti, pois por volta da página 140 a história se concentra naquilo que é o mais importante. O que torna a leitura muito empolgante é que tomamos conhecimento de quem será a próxima vítima do serial killer pouco antes do crime acontecer e dessa forma, sabemos que cada passo que ela dá a leva mais perto de cair em uma cilada. Gosto demais desse tipo de jogo narrativo, onde os pontos de vista se alternam e somente nós, os leitores, estamos cientes de tudo. Ou quase tudo. Val conseguiu criar bons personagens, não me apaixonei por nenhum deles, mas me envolvi bastante com suas histórias. Curti a relação sadia entre Fiona e seu namorado, fiquei tocado com o caso amoroso que ela teve com o policial Steve no passado, que parece ter deixado marcas profundas no rapaz, apesar da amizade entre eles ter permanecido. Mas o que me fez desejar ler todas as obras da autora foi seu estilo sombrio, minucioso em explorar os detalhes mais macabros no, repleto de pequenas intrigas e crimes brutais.

Resenha completa no blog:

http://porquelivronuncaenguica.blogspot.com.br/2016/09/sombras-de-um-crime-val-mcdermid.html?m=1
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Fátima Lopes 15/10/2012


A trama é intrincada e prendeu a minha atenção. Há uma sobreposição de crimes que , em um primeiro momento, me deixou um pouco confusa.Com o desenrolar da leitura o expediente que a autora utilizou se torna mais claro e o final é bastante convincente. O senão da obra é que o relacionamento amoroso da personagem principal é descrito de forma um tanto "melosa".
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Leitor Cabuloso 26/08/2012

Saudações, caros leitores cabulosos! O livro resenhado hoje chegou até minhas mãos por uma pequena ajuda do destino. Vou lhes explicar isso melhor. Foi o seguinte: um vizinho meu costuma receber alguns folhetos de propaganda de livros de diversas editoras e com isso de vez em quando acaba descobrindo alguma obra atraente. Então, foi em um destes folhetos que o nome Val McDermid surgiu e com um livro que já atraiu a atenção por causa da sua capa que retrata um cenário sombrio cuja simples visualização já nos remeteu a ideia de que ali estava uma obra de potência extrema, um maravilhoso banquete de suspense. A minha curiosidade foi ainda mais aguçada pela promessa de originalidade no modo como a autora desenvolve a figura do assassino e por isso mesmo fui exigente durante a minha leitura, afinal sou um leitor muito familiarizado com o estilo. Agora, sem mais demoras, vou começar a tecer minhas impressões.

O enredo começa de uma forma não muito original, devo admitir, com uma personagem (Fiona Cameron), cuja força motriz é a morte da irmã caçula. Isso é um exemplo claro de uma personagem que não teve o impulso para a “ação” ou motivação heroica, como preferir chamar, vindo de si, mas de um fator externo. Exemplos que seguem esse caminho não faltam, seja no cinema ou na literatura, mas Fiona nos apresenta originalidade em sua forma de pensar, principalmente no que se refere a como conduz seus estudos das mentes psicopatas. Normalmente em minhas leituras o que vejo, acerca de psicólogos traçando perfis criminais, é um grupo de pessoas tentando elaborar um perfil de vida (infância, adolescência) condizente com os crimes em questão e a partir disso caçar pessoas que se encaixem nesse molde. O que acompanhamos em “Sombras De Um Crime” é um processo de investigação inovador, contudo ele não parte de princípios arbitrários que só fazem sentido nas condições apresentadas pela escritora. Tudo é muito coerente e alicerçado em uma minuciosa explanação sobrea a razão das coisas serem de tal forma, isso passa credibilidade para a autora, uma vez que demonstra que além de possuir uma mente criativa, também realizou um extenso trabalho de pesquisa. Uma pesquisa é fundamental para se produzir um bom livro de suspense, considerando que a maioria deles parte de princípios reais, e ficar divagando sobre coisas que você desconhece acaba diminuindo a atratividade da narração.

Outro personagem que ganha um grande destaque no livro é Kit Martin, esposo de Fiona e famoso escritor de suspense. Kit é uma pessoa cujo humor é tão grande quanto o sucesso de seus livros, porém isso não chega ao nível de pastelão fazendo com que a trama caia em momentos que destoem da atmosfera do livro. Não estou dizendo que o livro é uma tensão ininterrupta, mas que em nenhum momento o sentimento de apreensão chega a abandonar o leitor e isso é o que justamente faz as páginas passarem em um ritmo constantemente, um fator muito apreciado entre os leitores mais vorazes de suspense e pessoalmente não aprecio livros que fiquem fugindo da proposta do enredo. Kit é o elo de confronto na trama, visto que nas circunstâncias da história se vê ameaçado por um embate entre a ficção que ele próprio “vive” ao gerar suas histórias de suspense e ter de mergulhar por alguns momentos, controlados, dentro de terrenos sombrios com o intuito de criar os personagens mais aterradores, que não deixam de ser uma possibilidade do ser humano, vários casos já aconteceram na história da humanidade e servem como prova, e a realidade crua e visceral de um desconhecido que talvez possa mata-lo e fazê-lo viver o terror que já fez, por meio da escrita, outras “viverem”. Achei muito interessante esse contraste que a Val McDermid criou, pois quem ama o terror ou suspense, como livros ou filmes, obviamente anseia por tramas em que os personagens vivam as coisas o mais intensamente possível, entretanto é evidente que isto não é algo que desejamos para a nossa vida, ou seja, temos uma fascinação pelo medo controlado, necessitamos de uma adrenalina para sentir que estamos vivos ou para evitar o confronto com coisas que ocasionem desprazer. Sinceramente, acho que somos uma espécie fascinante, a mente humana oferece mesmo muitas dúvidas para serem analisada, refletidas e respondidas ou não.

A presença do assassino como alguém para quem algumas páginas são cedidas para expressar seus sentimentos e pensamentos demonstra um refino em seu modus operandi, mas alguns detalhes nos fazem ficar intrigados e confusos quanto aos seus reais motivos e como encara verdadeiramente as suas ações. É uma mente extremamente incomum, dotada de um sistema lógico a principio incompreensivo, mas que vai sendo elucidado, sem qualquer pressa, como um aperitivo que visa nos instigar a ir para o final, a refeição principal. O assassino não é do tipo carismático como o famoso Dr. Hannibal Lecter, mas nos cativa pela complexidade de seus pensamentos.

A autora também soube como conduzir histórias paralelas, sem deixar a atenção do leitor oscilar e essas partes acabam criando um cenário ainda mais completo para a obra e serve para deixar a narração dinâmica. Praticamente todos os personagens secundários têm a sua função no fluir da história e isso com certeza evitou cenas desnecessárias que nada acrescentassem à obra. A grande sensação que fiquei ao terminar este livro foi que se tratava de um estudo romanceado sobre a psicopatia. Genial e mesmo já tendo lido diversos romances de suspense, me senti respirando um novo ar e com certeza Val McDermid está agora entre os melhores livros que já li. O desfecho soa como uma redenção para Fiona e percebemos o quanto mergulhar em certos mistérios pode ser perigoso, pois quando se olha para o abismo, ele pode olhar para você. Por isso, este livro irá ganhar cinco selos cabulosos e palmas em pé! Abraços e até outro momento!
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Ednelson 04/12/2012

Análise:

“A diferença, ponderou ele, é que sabia que o que estava lendo era ficção. Não importava que não tivesse resolvido o crime ao apagar a luz. Seus assassinos não iriam matar novamente até que estivesse preparado para eles.”
—Pág. 39.

Saudações, caros leitores cabulosos! O livro resenhado hoje chegou até minhas mãos por uma pequena ajuda do destino. Vou lhes explicar isso melhor. Foi o seguinte: um vizinho meu costuma receber alguns folhetos de propaganda de livros de diversas editoras e com isso de vez em quando acaba descobrindo alguma obra atraente. Então, foi em um destes folhetos que o nome Val McDermid surgiu e com um livro que já atraiu a atenção por causa da sua capa que retrata um cenário sombrio cuja simples visualização já nos remeteu a ideia de que ali estava uma obra de potência extrema, um maravilhoso banquete de suspense. A minha curiosidade foi ainda mais aguçada pela promessa de originalidade no modo como a autora desenvolve a figura do assassino e por isso mesmo fui exigente durante a minha leitura, afinal sou um leitor muito familiarizado com o estilo. Agora, sem mais demoras, vou começar a tecer minhas impressões.

O enredo começa de uma forma não muito original, devo admitir, com uma personagem (Fiona Cameron), cuja força motriz é a morte da irmã caçula. Isso é um exemplo claro de uma personagem que não teve o impulso para a “ação” ou motivação heroica, como preferir chamar, vindo de si, mas de um fator externo. Exemplos que seguem esse caminho não faltam, seja no cinema ou na literatura, mas Fiona nos apresenta originalidade em sua forma de pensar, principalmente no que se refere a como conduz seus estudos das mentes psicopatas. Normalmente em minhas leituras o que vejo, acerca de psicólogos traçando perfis criminais, é um grupo de pessoas tentando elaborar um perfil de vida (infância, adolescência) condizente com os crimes em questão e a partir disso caçar pessoas que se encaixem nesse molde. O que acompanhamos em “Sombras De Um Crime” é um processo de investigação inovador, contudo ele não parte de princípios arbitrários que só fazem sentido nas condições apresentadas pela escritora. Tudo é muito coerente e alicerçado em uma minuciosa explanação sobrea a razão das coisas serem de tal forma, isso passa credibilidade para a autora, uma vez que demonstra que além de possuir uma mente criativa, também realizou um extenso trabalho de pesquisa. Uma pesquisa é fundamental para se produzir um bom livro de suspense, considerando que a maioria deles parte de princípios reais, e ficar divagando sobre coisas que você desconhece acaba diminuindo a atratividade da narração.

Outro personagem que ganha um grande destaque no livro é Kit Martin, esposo de Fiona e famoso escritor de suspense. Kit é uma pessoa cujo humor é tão grande quanto o sucesso de seus livros, porém isso não chega ao nível de pastelão fazendo com que a trama caia em momentos que destoem da atmosfera do livro. Não estou dizendo que o livro é uma tensão ininterrupta, mas que em nenhum momento o sentimento de apreensão chega a abandonar o leitor e isso é o que justamente faz as páginas passarem em um ritmo constantemente, um fator muito apreciado entre os leitores mais vorazes de suspense e pessoalmente não aprecio livros que fiquem fugindo da proposta do enredo. Kit é o elo de confronto na trama, visto que nas circunstâncias da história se vê ameaçado por um embate entre a ficção que ele próprio “vive” ao gerar suas histórias de suspense e ter de mergulhar por alguns momentos, controlados, dentro de terrenos sombrios com o intuito de criar os personagens mais aterradores, que não deixam de ser uma possibilidade do ser humano, vários casos já aconteceram na história da humanidade e servem como prova, e a realidade crua e visceral de um desconhecido que talvez possa mata-lo e fazê-lo viver o terror que já fez, por meio da escrita, outras “viverem”. Achei muito interessante esse contraste que a Val McDermid criou, pois quem ama o terror ou suspense, como livros ou filmes, obviamente anseia por tramas em que os personagens vivam as coisas o mais intensamente possível, entretanto é evidente que isto não é algo que desejamos para a nossa vida, ou seja, temos uma fascinação pelo medo controlado, necessitamos de uma adrenalina para sentir que estamos vivos ou para evitar o confronto com coisas que ocasionem desprazer. Sinceramente, acho que somos uma espécie fascinante, a mente humana oferece mesmo muitas dúvidas para serem analisada, refletidas e respondidas ou não.

A presença do assassino como alguém para quem algumas páginas são cedidas para expressar seus sentimentos e pensamentos demonstra um refino em seu modus operandi, mas alguns detalhes nos fazem ficar intrigados e confusos quanto aos seus reais motivos e como encara verdadeiramente as suas ações. É uma mente extremamente incomum, dotada de um sistema lógico a principio incompreensivo, mas que vai sendo elucidado, sem qualquer pressa, como um aperitivo que visa nos instigar a ir para o final, a refeição principal. O assassino não é do tipo carismático como o famoso Dr. Hannibal Lecter, mas nos cativa pela complexidade de seus pensamentos.

A autora também soube como conduzir histórias paralelas, sem deixar a atenção do leitor oscilar e essas partes acabam criando um cenário ainda mais completo para a obra e serve para deixar a narração dinâmica. Praticamente todos os personagens secundários têm a sua função no fluir da história e isso com certeza evitou cenas desnecessárias que nada acrescentassem à obra. A grande sensação que fiquei ao terminar este livro foi que se tratava de um estudo romanceado sobre a psicopatia. Genial e mesmo já tendo lido diversos romances de suspense, me senti respirando um novo ar e com certeza Val McDermid está agora entre os melhores livros que já li. O desfecho soa como uma redenção para Fiona e percebemos o quanto mergulhar em certos mistérios pode ser perigoso, pois quando se olha para o abismo, ele pode olhar para você. Por isso, este livro irá ganhar cinco selos cabulosos e palmas em pé! Abraços e até outro momento!

Escrevo no: http://leitorcabuloso.com.br/
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Naty 11/11/2011

www.meninadabahia.com.br


Eles tinham errado feio. O terror esmagou-lhe o peito.
Sabia exatamente o que estava por vir.
Afinal de contas, ele próprio escrevera o enredo.
Pág. 403


Anos atrás, quando sua irmã foi vítima de um serial killer, Fiona Cameron prometeu a si mesma fazer algo em prol das vítimas desse tipo de maníaco. Especializou-se em conexão criminal com estudo do perfil geográfico. Com ajuda dos seus alunos de doutorado, até conseguiu desenvolver um software para definir melhores parâmetros e, assim, ter resultados mais realísticos.

Depois de algumas frustrações trabalhando com a Polícia Metropolitana – que não confiava em seu método –, ela jurou numa mais se envolver com eles. Mas agora, precisa repensar sua decisão. Um serial killer começa a caçar, torturar e matar escritores famosos de suspense, que tiveram obras adaptadas para TV ou cinema. Ele matava os escritores tais quais os assassinos em seus respectivos livros.

Um copycat real e macabro.

Nunca ataque na incerteza. Nunca perca o controle. Apenas aguarde. Mesmo que a espera seja difícil e amarga.
Pág. 311


Fiona, casada com um famoso escritor, Kit Martin, que também vendeu um bestseller para adaptação cinematográfica, tem certeza que ele está na lista. Ela não confia em mais ninguém para traçar o perfil do assassino. Mas, com outros trabalhos urgentes, é ‘obrigada’ a se ausentar da cidade. É quando seu marido desaparece.

Sem conseguir apoio imediato, Fiona parte em busca do marido e do assassino. Ela conhece a história do bestseller transformado em filme e sabe exatamente como o copycat irá matá-lo. Se ele seguir a cena à risca, ela ainda tem algumas horas para salvar Kit.

Raciocínio lógico. Suspense psicológico. Adrenalina pura. Assim é o mais novo lançamento de Val McDermid, no Brasil. Diferente de seus outros livros, lançados aqui, Sombras de um Crime (Bertrand Brasil, 504 páginas, R$ 49,00) nos insere na mente de um psicopata. Um serial killer que se excita ao matar. Seu modus operandi é doentio e diabólico.

Sempre digo que sou completamente apaixonada pela escrita da Val, porque seus romances policiais não são recheados de facadas, assassinatos a sangue frio ou cenas macabras, e sim pelo policial clássico. Mas, Sombras de um crime tem tudo isso! E eu continuo enfeitiçada pela dama escocesa do crime. É o tipo de autor policial que sempre irei recomendar!
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