Codinome Cassandra

Codinome Cassandra Meg Cabot




Resenhas - Codinome Cassandra


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Ani 09/12/2015

Um ano após de ser conhecida pelo mundo todo como A Garota Relâmpago, tudo o que Jess quer é passar as férias em paz. Acho que não contei e, podem ficar tranquilos que não tira o brilho do livro, mas quando Jessica Mastriani foi atingida por um raio no livro passado, ela teve algumas consequências e eu não estou falando da marca que ficou no seu tórax. Jess passou a localizar pessoas desaparecidas.
Acontecia assim: Ela via uma foto e sonhava com aquela pessoa. Isso mesmo, algo no raio ativou esse lado nela e claro que ela começou ajudar os pais que procuravam seus filhos. Acontece que as 20 denúncias em menos de um mês acabaram chamando atenção do FBI que “querendo ajudar” acabaram pedindo que Jess trabalhassem para eles.
Mastriani sempre foi muito esperta quando o assunto é falcatrua e por isso, decidiu fingir que nada estava acontecendo. Como os poderes vieram, foram embora. Ela mentiu para todos só para poder ter a vida dela de volta e assim tentar fazer com que Rob assuma um relacionamento com ela.

"Não é só que eu tenha problema com as pessoas tocarem em mim. Tá, estou dizendo que tenho. Se você não me conhece, guarde suas mãos com você. Qual é a dificuldade?"

Mas acontece que ele é maior de idade – e ela só tem 16 – e está em condicional, ou seja, ela é uma “chave de cadeia” e o FBI está com diversas escutas atrás de uma falha dela. Por isso – e para fugir do trabalho com o pai – ela aceita ir para Camp Wawasee trabalhar como monitora e tentar ser uma adolescente normal. Será que ela consegue?




Codinome Cassandra é o segundo livro da série Desaparecidos e dá continuidade a Quando Cai o Raio, nesse volume acompanhamos a evolução e as tentativas de Jess em ser uma adolescente normal. O que é quase impossível se tratando da Garota Relâmpago. Nesse volume, o romance está um pouco mais presente, mas não é o foco do livro. Jess como qualquer menina de dezesseis anos fala constantemente do seu amor não correspondido por Rob e esse já aparece bem pouco, apenas no final e com um papel bem importante para o desenrolar do livro.

"Mas outra coisa que aprendei na última primavera é que quanto menos as pessoas souberem das coisas, melhor. De verdade."

Não sei o que a Meg tem ao criar personagens masculinos, mas é quase impossível não se apaixonar por Rob e olha que ele nem é o centro do livro.

"- Me Faça um favor, Mastriani - disse Rob.
- Claro, o quê?
- Não me ligue."

Jess está mais responsável e amadurecendo durante a história e espero que continue nos próximos livros. Os livros dessa série não têm pontas soltas, mesmo começando no mesmo ponto do livro anterior não traz aquela angustia para ler a próxima obra. A diagramação está simples e condiz com o trabalho da Record a qual eu sou muito fã. Folhas amareladas, fonte agradável e as capas seguem um padrão até mesmo na cor.
Já estou com o terceiro e quarto livros da série em mãos, mas vou esperar um pouco para ler. Aconselho a leitura.

site: http://www.entrechocolatesemusicas.com/2015/12/codinome-cassandra-meg-cabot.html
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AmadosLivros 05/03/2015

Resenha do Blog Amados Livros
Não deixe de conferir nossa opinião sobre este livro no nosso blog! E lá também tem muitos outros livros legais! Dê uma passadinha lá! ;D
Link no final da postagem! ;]

site: http://amadoslivros.blogspot.com.br/2015/02/livro-codinome-cassandra-serie.html
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Jéssica 14/08/2014

Codinome Cassandra
Se não leu o primeiro, pare por aqui!

Como o outro era livro de abertura, achei esse muito mais divertido. Quando cai o raio terminou com a Jess dando uma entrevista dizendo que perdeu todos os poderes para tirar o FBI do pé dela. Infelizmente, pra ela, não é exatamente o que acontece, pelo contrário, eles a vigiam de todas as formas para provar que ela mentiu na entrevista.

Jess está nas suas férias de verão, com isso ela tem que escolher entre trabalhar em um dos restaurantes do seu pai ou ir para um acampamento de músicos como monitora de crianças artistas. Obvio que ela escolhe a segunda opção, ela não aguenta mais passar o verão trocando a comida do self-service.

O combinado era Jess monitorar o grupo das garotas, com um lindo quarto e ótima vista pro lago, mas tudo dá errado quando um dos monitores dos meninos não pôde ir e ela troca de grupo. Imagina um monte de crianças e soma isso ao fato deles serem meninos e implicantes. Pois é. Mas até que Jess tira de letra, o jeito dela moleca de lidar com as coisas a ajuda, e muito!

Mesmo ela dizendo para todos que perdeu os poderes, Jess ainda ajuda a central de desaparecidos. Rosemary, a simpática atendente da central, passa a ajudá-la enviando somente fotos de crianças que querem ser encontradas, mas apenas algumas, para não chamar muito a atenção do FBI.

E é claro que Jess não ia passar sem uma confusão. Indo atrás de investigar por ela mesmo, mais uma vez ela se mete em uma enrascada e, mais uma vez, ela recorre à Rob por ajuda.
Muita diversão, confusão e uma certa dose de adrenalina é o que você pode esperar dessa livro.

site: http://reviewiing.blogspot.com/2014/08/resenha-desaparecidos-codinome.html
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Elisa 01/06/2014

No segundo volume da série Desaparecidos, Jess está de férias e decide trabalhar como monitora em um acampamento para gênios musicais, achando que se afastar um pouco da cidade poderia ajudar a tirar o FBI da sua cola. Eles não pareciam ter acreditado, afinal, na história que contou à imprensa sobre ter perdido seus poderes psíquicos - e que van branca era aquela que não desgrudava da porta de sua casa?

Mas, é claro, manter sua mentira não seria tão fácil assim, ainda mais com tantas crianças desaparecidas sendo encontradas após ligações anonimas informando seus atuais endereços. Mesmo tentando ser discreta, uma criança por semana ainda era bem mais do que a polícia encontrava antes de Jess aparecer.

Logo o FBI passa a não ser o único suspeitando de sua declaração, quando Shane, uma criança especialmente problemática de sua cabana no acampamento, entra em seu quarto sem bater e a surpreende com a foto de um garoto desaparecido. As coisas ficam mais complicadas, entretanto, quando o pai desesperado de uma menina desaparecida a procura, implorando para que tentasse encontrar sua garotinha.

O Rob não apareceu muito dessa vez, mas pelo menos sua participação foi um tanto esclarecedora sobre seus sentimentos por Jess. Continuamos sem saber o que ele fez para estar em condicional, mas esclarecer isso tão cedo não teria graça, teria?

Codinome Cassandra talvez não seja um livro tão emocionante quanto o primeiro da série, mas nem por isso deixa de ser ótimo. A narração da Meg em primeira pessoa flui muito bem e a história corre de forma a sempre te deixar curioso sobre a próxima página.
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Juliana Pires 27/08/2013

Depois de ser atingida por um raio e ganhar poderes paranormais, a vida de Jessica não foi mais a mesma, ela poderia ficar quieta e não dizer a ninguém sobre o que acontecia depois que ela via foto de pessoas desaparecidas, mas ela preferiu ajudar a encontrar crianças raptadas, e logo foi descoberta pelo governo, que queria usar seus poderes para fins bem menos nobres, com ajuda de alguns amigos precisou despistar eles, e agora diz que seus poderes sumiram, ainda ajuda a encontrar crianças desaparecidas de forma bem discreta, mas isso não quer dizer que o governo não esteja de olho.

Agora que as coisas estão tão normais quanto se poderia estar quando se tem poderes sobrenaturais e se finge não os ter, Jess leva uma vida normal, ou quase, já que ela ainda ajuda o disque-desaparecidos, e o FBI não sai do seu pé, mas ela também tem os típicos problemas de uma adolescente 16 anos quase 17, como, por exemplo, o que fazer para fugir do trabalho obrigatório no restaurante dos pais durante as férias de verão.

Não tem jeito, a única opção além de trabalhar no restaurante, é uma vaga de monitora em um acampamento musical, onde sua amiga trabalha há vários anos. Ela fica bem animada, já que ela é flautista, mas tudo da errado desde o começo, e as coisas só tendem a ficar pior para Jess.

Para começo de conversa, ela é transferida do dormitório das garotas, para se monitora de um grupo de meninos endiabrados, e para piorar sua substituta é ninguém menos que Karen Sue, a garota mais detestável do mundo. Mas até aí tudo bem, não é algo tão horrível assim, os meninos por mais levados que sejam não são páreo para Jess, e não há nada melhor do que implicar com Karen Sue.

Mas as coisas começam a ficar complicados quando Jess é abordada por um pai desesperado que esta a procura de sua filha desaparecida. No primeiro momento, ela não quer nem saber, mas aí ela vê uma foto da garota, e não consegue não se solidarizar com o pai e se conectar com a criança, mas antes de dar uma resposta sobre ajudar ou não, ela precisa investigar em que condições a menina vive, já que no passado um erro seu quase separou uma família.

E é nesse momento em que as coisas ficam ruins mesmo. Veja bem, quando se mete nesses problemas a intenção de Jess são sempre nobres, fazer pais desesperados encontrar seus filhos desaparecidos, é gratificante, mas fazer isso quando se tem o FBI em seu encalço, e quando se irrita tanto uma pessoa a ponto de que ela te jura de morte, te faz rever alguns conceitos.

Sou sempre suspeita para falar de Meg Cabot, já que sou fã incondicional da autora, mas acredite em mim quando digo que essa é uma das melhores séries YA, tem uma história empolgante e envolvente, uma protagonista que é impossível não gostar e um mocinho de tirar o fôlego.

Jessica é uma protagonista carismática, não é cheia daqueles mimimi que muitas vezes faz a gente sentir vontade de esganar algumas protagonistas, ela é sarcástica, boa de briga, e tem sérios problemas para controlar seu temperamento, principalmente quando está em jogo sua segurança ou daqueles que ela ama. Rob é um mocinho que faz qualquer uma suspirar, e esse toque de proibido na relação dele com a Jess, deixa tudo ainda melhor.

Eu recomendo esse livro para quem está procurando uma boa leitura para se divertir e dar muitas risadas, para quem gosta de protagonistas apaixonantes e um belo bad boy, você vai encontrar tudo isso aqui. E os preços, por incrível que pareça, são lindos, surpreendentemente, então aproveita.


site: http://sobremimemeumundo.blogspot.com.br/
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Caroline 22/07/2013

Jéssica Mastriani em: Férias de verão.
O volume 2 da série Desaparecidos escrito pela autora Meg Cabot conta a história da Jess nas suas férias de verão. Com as opções que ela tinha em cuidar do restaurante Junior's no verão inteiro, ou ir para o acampamento musical no qual sua amiga, Ruth, vai todos os anos, ela escolheu a segunda opção. Depois de um monitor ficar doente e ela ter que substituir ele, cuidando de um chalé de meninos ao invés de um de garotas Frangipanas, Jess se depara com um garotinho teimoso e brigão chamado Shane, entre desavenças com Jess e Shane, o garotinho descobre que ela não perdeu seus poderes paranormais, que o que ela diz para todos, inclusive para os agentes do FBI, que por um acaso, estão perseguindo ela, tendo fortes informações de cada um de seus passos, mesmo no acampamento musical.
Nesse acampamento tem uma monitora chamada Pamela, que lhe avisa sobre um pai desesperado por encontrar sua filha que foi sequestrada pela mãe, Jess tenta resistir dizendo que não tinha mais os poderes paranormais, quando na verdade ela continuava dando respostas "anônimas" de onde as crianças desaparecidas (e que queriam ser encontradas) estavam.
Jess tem que verificar se o pai está mesmo atrás de sua filha ou é um agente disfarçado do FBI. Para isso, ela chama Rob para levá-la até a casa onde a filha do homem está, e ver se realmente quer ser encontrada.
Depois disso tudo, chegam problemas no acampamento, relacionado com algum dos garotos do chalé que ela monitora, como no primeiro volume, o Rob continua sem lhe dar abertura para um relacionamento, porque ela tem apenas 16 anos e é "muito nova" pra ele.
O livro todo se passa em volta do FBI querendo desmascarar Jess, Rob na mesma, dando um flerte lá que outro na Jess, e a maioria dos acontecimentos acontece no acampamento! Eu gostei muito, e na minha opinião Meg está sabendo levar a história até agora, sem me decepcionar. Vou começar o 3º volume agora e faço uma resenha dele e se eu lembrar, um histórico de leitura! Hasta la vista queridos! :)
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Time-Bee-ing 12/07/2013

Condinome Cassandra é um livro bem bacana, porém não há uma dramaturgia interessante quanto nos outros livros de Meg Cabot.
O livro continua a historia de Jéssica Mastriani, uma garota que, por infelicidade do destino, acabou adquirindo poderes paranormais após ser atingida por um raio( isso ocorreu no primeiro livro). Adquirindo como habilidade encontrar pessoas supostamente desaparecidas, os agentes começam a perseguir Jess, que passa a quase suplicar aos Céus por uma sua vida normal de volta. Só que, dessa vez, Jess acha que pode despistar o FBI e os holofotes indo passar as férias em um fantástico acampamento para talentos musicais mirim. Porém, como já diz a parte de traz do livro:" quando se trata de Jess, nada é tão simples".
Não posso dizer( escrever) muita coisa sobre a serie" Desaparecidos" em sí, porém devor falar que Codinome Cassandra, de tantos livros de Meg que já li, foi o que menos teve uma historia impactante com confissões extremas - o que me decepcionou muito, pois esperava que todas as historias dessa grande autora fossem boas. Mas é claro que, como todo ser humano, há altos e baixos em seus talentos-. Não estou dizendo( escrevendo) que o livro não é interessante, porém, particularmente, eu não senti aquela D.P.L. - Depressão Pós Livro que sempre sinto quando um livro é realmente espetacular.
Jéssica é uma personagem muito engraçada com várias tiradas inteligentes, irônicas e divertidas. Eu ria enquanto lia o livro, pois o seu modo de ver o mundo é completamente diferentes de algumas garotas da sua idade. Não é algo que podemos chamar de inspirador, mas ainda sim é legal.
O desfecho do livro também é bem bacana e simples. Nos faz ver que nós não temos aquele contato intimo ou alguma conexão emocional com os personagens - aquela conexão que nos faz sentir saudade dos personagens-, assim nós faz perceber também que não será tão difícil fechar o livro e coloca-lo de volta na estante.
Codinome Cassandra é um livro interessante, porém nem um pouco impactante - o ponto positivo é que você aprende algumas técnicas de como escapar de uma confusão com o livro.
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Vanessa Sueroz 09/01/2013

Neste segundo livro da série Jess te que lidar com os federais que não acreditaram quando ela disse que perdeu os poderes, Rob que ainda insiste em não dar uns amassos e que todos ainda a chamam de ‘Garota do Raio’ mesmo ela dizendo o contrário.
Jess esta de férias da escola, porém não é hora de ficar sentada curtindo as férias, ela e Ruth vão ser monitoras em um acampamento de música, então os problemas começam, o acampamento é no meio do nada e horas da civilização, não tem telefone e para piorar Jess acaba sendo monitora de uma turminha de meninos.
Na turma de meninos, além deles serem bem chatos Jess conhece o mala sem alça do Shane, um menino prodígio que é fera em tocar flauta, porém Shane é muito miado e não dá um minuto de sossego, mas o menino esta mexendo com a monitora errada e Jess não vai deixar um menininho passar por cima dela.
“Espere até o meu pai saber que péssima monitora você é. Vai fazer você ser demitida, com certeza”.
Tudo vai indo razoavelmente bem até que Jess recebe um pedido de ajuda de um pai desesperado para achar sua filha, e Jess resolve ajudar e acaba se metendo em uma grande confusão que pode colocar sua vida em risco.

Resenha completa: http://blog.vanessasueroz.com.br/codinome-cassandra/
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Juliana Cohen 27/12/2012

A série continua ótima! Não encontrei nada ruim sobre o livro. Engraçado, fofo, muito bem escrito, fácil e rápido de ler. Recomendo!
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Flavia 25/09/2012

Esperava mais...
Codinome Cassandra é o segundo volume da série Desaparecidos, de Meg Cabot, e Jessica Mastriani, a "Garota do Raio", está de volta. No primeiro volume (vide resenha aqui) Jess é atingida por um raio e passou a ter poderes especiais: o endereço de alguém desaparecido simplesmente lhe vem a cabeça. E isso causou muita confusão em sua vida. Só que dessa vez, cansada de ser perseguida pelo governo, pelo FBI, pelos papparazzis e por pessoas desesperadas das quais ela não sabe as verdadeiras intenções, Jess decidiu se manter no anonimato, alegando que perdeu seus poderes e não pode mais fazer nada pra ajudar ninguém, mas secretamente continua encontrando pessoas sem chamar atenção ou levantar suspeitas de que ainda tem o dom.

Nas férias, Jessica e sua melhor amiga, Ruth, vão para o acampamento de verão trabalhar como monitoras. Tudo bem que o acampamento é lá onde Judas perdeu as botas e completamente esquecido pela raça humana, mas isso é só um detalhe... Jess chegou lá toda feliz e satisfeita acreditando que seria monitora do Chalé das Garotas Frangipanas, mas acabou se decepcionando quando soube que Ruth é quem assumiria as garotas enquanto ela teria que ser monitora do Chalé Bétula, e ter que aturar os garotos bagunceiros e chatos.

Jéssica terá que lidar com o todo insuportável Shane, um menino prodígio, que assim como ela, é fera em tocar intrumentos musicais. O problema é que Shane é super mimado e não dá um minuto de sossego, e obviamente, Jess, que não aceita nenhum tipo de desaforo, não vai aliviar pro garotinho...
E é claro que os agentes "carrapatos" do FBI, Johnson e Smith, não acreditam que Jess tenha perdido seus poderes, e não têm a menor intenção de deixá-la escapar de suas vistas...

Até que ela recebe um pedido de ajuda de um pai desesperado querendo saber do paradeiro da filha sequestrada, mas mesmo deixando claro que perdeu os seus poderes, Jess decide investigar por conta própria, se metendo na maior roubada de sua vida.

"Codinome Cassandra" foi um livro muito esperado por mim. Depois que terminei de ler "Quando Cai o Raio", fiquei com aquele gostinho de quero mais, mas infelizmente, o livro não superou minhas expectativas. Digo isso pois não achei que nada de realmente novo e emocionante tenha acontecido na história que tivesse feito alguma diferença, muito pelo contrário.

Jessica continua com aquele jeitão "Suzannah" de ser. Xinga e bate nos outros e não está nem aí, mas ao mesmo tempo continua com aquela necessidade de ajudar quem precisa. Ruth está super chata e controladora e Rob, o "quase namorado" de Jess, teve uma participação tão pequena que mal pude acreditar. A química tão fofa que eles tinham no primeiro livro, parece ter desaparecido nesse segundo, pois ele está meio que indiferente apesar de ajudá-la muito, e isso sem nenhuma explicação.
O garoto, Shane, definitivamente é um menino chato, muito chato... e por mais que ele tenha evoluído no decorrer da história, não despertou minha simpatia.

Enfim... Esperava muitos acontecimentos, mas não achei que vieram nesse livro... O jeito é esperar pelos próximos.
Não vou dizer que é um livro ruim, pois não é. O livro é legal, a narrativa flui bem, eu achei a capa muito bonitinha, dá pra rir um pouco e se irritar com os personagens malucos, mas não foi o que eu esperava. Também não achei que o título tenha sido muito adequado...
Fiquei com aquela sensação de que lia e lia, mas nada de interessante e novo acontecia. E quando aconteceu, foi tudo de uma vez e acabou!
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Thaís 22/08/2012

Adorei
*-----* muito bom
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Mariana Garcia 19/08/2012

Codinome Cassandra – Meg Cabot | O Blog da Mari
Há algum tempo fiz a resenha do livro quando cai o raio aqui no blog e agora estou aqui para comentar sobre Codinome Cassandra, a continuação do livro. Assim que terminei de ler o primeiro livro da série, fiquei bem curiosa em relação ao segundo livro. Queria saber com a autora continuaria contando a história de Jéssica Mastriani, a garota relâmpago. E gostei muito da forma, que a autora conduziu a história mostrando mais da personalidade da Jess, mas mantendo os momentos divertidos.

Em Codinome Cassandra, Jess continua dizendo a todos, que perdeu os seus poderes, contudo não deixa de ajudar as pessoas que estão desaparecidas, dessa vez tomando um pouco mais de cuidado e claro trabalhando anonimamente. Nesse verão, ela está trabalhando como monitora em um acampamento de música, junto com Ruth, porém diferente do que ela havia imaginado nem tudo são flores, principalmente quando fica sabendo, que não cuidará mais das garotas Frangipanas, mas sim do grupo de garotos Bétulas. Grupo esse que tinha um insuportável garotinho, Shane. Durante o livro, você pode até mudar de opinião e simpatizar mais com ele, mas no meu caso, o achei quase que insuportável, com seu jeito mimado de ser.

“Shane: Espere até o meu pai saber que péssima monitora você é. Vai fazer você ser demitida, com certeza

Jess: Nossa. Você quer dizer que eu vou poder ir embora e nunca mais ouvir você choramingando? Que punição.”

Continue lendo a resenha aqui http://bit.ly/NVnjpL
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isa25 27/07/2012

Fraco
Definitivamente, Desaparecidos não é o meu tipo de livro. Eu li o segundo como uma segunda chance, pensando que talvez pudesse ser melhor que o primeiro.
Não me julguem! Eu gostei do livro, tem partes engraçadas, mas não tem absolutamente nada de ação! E quando tem, é contada em no máximo 5 páginas. O livro em si é bem parado e os personagens não são os melhores.
Além do que eu simplesmente não consigo gostar do Rob. Talvez pelo fato de em todo livro ter um "Rob". Sempre o personagem bad boy que é a paixão da mocinha. Enfim, para quem não gosta de livros parados e sem muitas emoções, esse não é o seu livro!
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