A Vilashi e os Dragões

A Vilashi e os Dragões Lhaisa Andria
Lhaisa Andria




Resenhas - Almakia I


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Marina 26/02/2017

"As diferenças, quem as criavam e as mantinham, eram eles mesmos"
Para entender o universo do livro A vilashi e os dragões, primeiro é preciso explicar todo o contexto da história. O livro se passa dentro do Domínio de Almakia, lugar onde nasceram os primeiros almakins, que são pessoas capazes de manejar um dos Sete Poderes Elementares, sendo eles Pedra (renomeado para Metal), Água, Fogo, Vento, Natureza, Luz e Raio.

O Domínio de Almakia e as Hierarquias:

O Domínio de Almakia é todo dividido em classes, estando no topo As Grandes Famílias almakins, que mantêm seu almaki puro através do tempo, guardando um Segredo de Família, que é passado de geração em geração para os herdeiros. Esses herdeiros recebem o título de Dragões, que lhes confere poder sobre todos os outros, e também a garantia de que vão governar Almakia no futuro.

Abaixo dos Dragões e das Grandes Famílias estão os almakins, pessoas que possuem a capacidade de manejar Almaki, mas não descendem de nenhuma família Real. Os almakins também são divididos em classes, que lhes confere o direito de mandar ou o dever de obedecer, de acordo com a sua capacidade de manejar. Também existem as pessoas comuns, em geral comerciantes, que não possuem capacidade de manejar almaki, mas que possuem sua importância dentro da sociedade Almaki. E é claro, os vilashis.

Os vilashis:

Os "vilashis", povo descendente de estrangeiros que são chamados assim de forma generalizada e preconceituosa, vivem no Vale Interior, um lugar de clima complicado que torna difícil a existência ali. São o povo mais humilde de Almakia, sobrevivem da agricultura, e são desprezados até mesmo pelos comerciantes e pessoas comuns. É numa dessas vilas que nasce Garo-Lin Colinpis, nossa protagonista, que por acaso teve a sorte de nascer com um poder almaki, e devido a isso é aceita Instituto Dul'Maojin, uma espécie de escola criada para controlar treinar crianças com almaki.

Garo-Lin, a vilashi com almaki de fogo, é completamente desprezada dentro do Instituto e busca apenas passar invisível ali dentro, terminar seus estudos e voltar para sua vila. Sendo uma garota com uma grande capacidade de observação e senso crítico, ela entende que ser aceita no Instituto como uma almakin é apenas uma forma de ser mantida sobre controle, e que não há espaço em Almakia para vilashis como ela. Sua principal preocupação são os Dragões: os cinco herdeiros das Grandes Famílias que não medem esforços em abusar dos seus títulos ali dentro, mandando até mesmo nos mestres e professores. Ela não tem dúvidas que eles poderiam apenas acabar com sua existência ali mesmo, e busca se manter longe da vista deles.

Os cinco Dragões:

♠ Sumerian Gran'Otto: a única mulher do grupo, descende de uma família de construtores, e possui Almaki de Metal.
♠ Nu'liam Gillion: Possui Almaki de Água, e é o único manejador da família Gillion. Também é conhecido por Dragão Real, por ser descendente da família Real de Almakia.
♠ Benar Sfairul: é o Dragão de Vento, descende de uma família que vive numa região gelada e um pouco isolada do resto da Sociedade de Almakia.
♠ Vinshu Zawhart: é o Dragão de Raio. Sua família é importante na sociedade Almakia por possuírem um segredo que lhes permite manejar Almaki para a cura.
♠ Krisson Dul'Maojin: é o Dragão de Fogo e líder do grupo. Sua família é a mais poderosa da Sociedade Almakia, o que reflete em sua personalidade arrogante e sua liberdade de mandar e desmandar aonde bem entender. Obviamente, ninguém ousa questionar suas decisões.

Minhas Impressões:

Eu sei que essa contextualização ficou gigante, mas Almakia é um livro bastante complexo. A minha primeira impressão, antes de começar a leitura, foi de que o livro era uma história sobre dragões. Por mais que eu ame dragões, deixei o livro guardado na minha estante desde 2013 (ganhei ele em um sorteio, e falei sobre ele na época em que ainda fazia caixinha de correio), mas valeu muito a pena ter lido o livro agora. Consegui relacionar muita coisa do livro com coisas que eu aprendi na faculdade, e isso tornou a leitura muito mais rica. Foi muito interessante observar como as pessoas já tinham uma imagem pré-moldada de Garo-Lin, apenas por ela ser uma vilashi, e como esse fato também lhe cortava todas as oportunidades de "subir" na vida, uma vez que nem os professores se davam ao trabalho de falar com ela. A história começa com Garo-Lin há alguns anos dentro do Instituto, e ela não tinha aprendido nada além de se manter longe do caminho dos outros, simplesmente porque, quem se daria ao trabalho de ensinar uma vilashi? O trecho mais marcante para mim é quando ela se vira para o Dragão de Raio, depois dele perguntar porque ela não fora ensinada a controlar seu almaki, e diz:

"— Não é óbvio, Dragão de Raio? Eu sou uma vilashi."

Os outros não pareceram entender o que ela estava dizendo, mas o Dragão de Raio era o mais inteligente dos cinco, e entendeu perfeitamente todo o peso que aquela simples palavra carregava. Numa sociedade onde o que tem valor é o almaki, ser descendente de uma família de estrangeiros, com chances mínimas de fazer qualquer coisa além de plantar batatas, não significa ter menos valor, mas não ter valor nenhum. Até mesmo estar na presença de um vilashi era considerado desagradável, que dirá tentar ensinar um. O lugar onde Garo-Lin nasceu praticamente determina quem ela vai ser e a vida que vai levar, e são poucas as pessoas que percebem isso, no livro.

Desnecessário dizer que A vilashi e os dragões foi uma leitura muito prazerosa. Não só por todo o contexto da sociedade de Almakia, mas pela escrita da autora e a construção dos personagens. Lendo minha contextualização, o universo de Almakia parece muito complexo, mas a autora soube ir soltando os detalhes aos poucos, de forma que você compreenda o contexto sem ter vontade de largar o livro e sair correndo. A história é narrada de forma leve, e na primeira vez que peguei pra ler, fiquei tão envolvida que queria virar a noite lendo. Esse é o tipo de livro que você faz uma pausa, mas seus pensamentos voltam para a história o tempo todo. Na faculdade você está pensando no livro, na rua você está pensando no livro, tomando café você está pensando no livro, tomando banho você está pensando no livro... cheguei a sonhar com Almakia e a sensação foi muito boa. Também perdi horas de sono para ler alguns capítulos e não me arrependo. Quase matei aula para finalizar a leitura, mas a responsabilidade falou mais alto.

Sobre os personagens, todos eles tem uma personalidade bem construída e complexa. Todos fogem do clichê, até mesmo o Dragão de Fogo, que eu esperava que fosse fazer o tipo mimado e arrogante que se apaixona pela protagonista, e deixa de ser assim com ela. Mas o Dragão não era bem o que eu esperava, e o que mais me fez gostar dele foi o fato dele trocar algumas palavras. Não sei o que passou pela cabeça da autora, mas o absoluto Dragão de Fogo trocar as palavras foi genial. Errar as palavras e deixar todos sem entender o que ele quis dizer tira o peso da personalidade dele, o Dragão deixa de ser apenas um cara arrogante, e passa a ser o Dragão que tem dificuldade de se expressar. A leitura fica mais bem humorada, também.

Outros personagens que eu queria para mim foram a Kidari, amiga de Garo-Lin que veio de fora dos Domínios de Almakia (e que também é excluída por isso), o Dragão de Raio, simplesmente porque sim; e o maravilhoso Nu'liam Gillion, o Dragão Real/Da Água. Nu'liam tem uma personalidade suave feito o elemento que ele maneja, parece estar sempre alheio ao que acontece a sua volta e é o primeiro a se dirigir a Garo-Lin como uma pessoa, e não uma vilashi. Ele puxa um pouco pro arquétipo do sábio, e o fato dele falar somente quando realmente necessário me fez gostar ainda mais dele. Amo/Sou pessoas assim

site: http://www.31demarco.com/2017/02/a-vilashi-e-os-dragoes-almakia-lhaisa-andria.html
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Lígia Colares 30/01/2017

Resenha de A vilashi e os dragões
Garo-lin é uma vilashi que possui um almaki, ou seja, uma aldeã que não tem descendência poderosa, e que mesmo assim possui o dom de manipular o fogo. Quando entra no Instituto, percebe que está ali apenas para ser posta em seu lugar, de apenas uma insignificante aldeã com um insignificante poder. No oposto dela, estão os cinco dragões, descendentes de famílias poderosas que possuem o maior grau de poder de seus almakis, além de futuros governantes de suas cidades.

Sabendo disso, a única coisa que pode-se esperar é que eles nunca se falem, e o maior esforço de Garo-lin é de não ser notada e não fazer diferença, para que a deixem em paz até que seus estudos terminem. Tudo estava encaminhado a isso, se não fosse um incidente: Garo-lin, para defender uma nova amiga, enfrenta diretamente o Dragão de Fogo, Krission, o mais poderoso dentre eles. Como consequencia, Garo-lin é castigada, e por conta desse castigo convive alguns dias com esses despezíveis dragões.

Ganhei Almakia em uma promoção do blog Cerveja Amanteigada! Deitei na cama as duas da manhã, depois de um dia todo fazendo TCC, e pensei inocentemente em dar uma lidinha de leve, antes de dormir… Acabei o livro as nove da manhã, sem um pingo de sono, e com uma única decepção: COMO ASSIM EU AINDA NÃO TENHO O LIVRO DOIS??

Garo-lin se vê envolvida com esses dragões e percebe que eles não são tão maus assim, e que podem até ser boas pessoas. Logo depois disso, todos eles se veem envolvidos em uma história cheia de politicagem e manipulações, em que os dragões são as principais peças, e Garo-lin, apesar de todas as expectativas, acaba se tornando também uma peça chave! A história é envolvente a ponto de você precisar sentar de vez em quando, para poder respirar!

De início pensei que Lhaisa simplesmente tinha feito uma fusão de Harry Potter com aquele desenho Avatar, mas ela foi muito além disso! Ela criou um pais, com suas características financeiras e políticas, com sua história, seu povo rico e seu povo pobre, e também criou personagens fantásticos!

Eu sempre gostei de personagens secundários, e os dragões extrapolam todas as expectativas, ela conseguiu fundir defeitos com qualidade de forma tal que eles são muito humanos! Kris, o dragão de fogo, a gente descobre que é disléxico e as vezes usa as palavras erradas, então era quatro horas da manhã e eu estava gargalhando com as coisas que ele dizia! Hahaha! Outro dragão que eu amei foi o dragão do vento, que parecia completamente avoado e mesmo assim muito enigmático! E Kidari, a nova amiga de Garo-lin, é tão divertida e espontânea que é impossível não rir enquanto ela estava com o dragão do raio, tão impaciente!

Garo-lin é a única personagem que me incomoda! Ela está sempre com o pé atrás. Eu compreendo, cinco anos sendo ignorada e menosprezada, é de se imaginar o trauma… Mas enquanto todos os outros personagens estão sendo sinceros e espontâneos, ela está sempre arredia, sempre achando que há algum motivo maligno por trás… E isso do início ao fim! A única parte que eu vejo que ela deixa essa dúvida de lado é no final, mas né, nao vou explicar por que, leiam pra saber hahahaha!

Minha única crítica esta para alguns erros de português, escassos no início, e mais frequentes para o final do livro, porém não chega a ponto de incomodar! Mas como eu disse, devorei o livro!

Lhaisa escreve muito bem, a leitura flui tão fácil que é impossível perceber as páginas passando, e os personagens são tão bem feitos que você os vê, os imagina, e tem certeza que eles existem em algum lugar! A história é envolvente e sem clichês! E, para ser bem sincera, o último livro que me fez virar a madrugada foi Senhor dos Anéis, então sim, ele está na minha lista de preferidos, ele está na minha lista 5 estrelas (e eu sou bem exigente!), e eu estou aguardando ansiosamente pelo próximo volume! E com muitas expectativas, então Lhaisa, não me decepcione! Hahaha!
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Aninha de Tróia 24/11/2016

O enredo é simples e lembra um pouco a Rainha Vermelha, onde a galera com poderes se acha especial por ter poderes (aff!!!). No começo do livro, temos uma pequena explicação sobre almaki que nos ajuda a entender melhor a situação da Garo. A escrita da autora é simples e sem enrolação, e o maior problema do livro é a revisão. Os personagens são o maior charme do livro. Primeiro, temos Garo-lin e começamos a conhecer o mundo pelos olhos dela. Então, aos poucos, aparecem os dragões e dá pra perceber que as coisas não são exatamente assim. Adorei acompanhar Garo e conhecer e gostar dos dragões.
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Shei 04/05/2016

Almakia I - A Vilashi e os Dragões
Eu sinceramente não sabia o que esperar desse livro e muito menos o que poderia acontecer, e digo que superou todas as minhas expectativas. Isso que acontece quando a pessoa não lê a sinopse e nem buscar saber mais.
O começo do livro eu achei um pouco cansativo, por toda aquela explicação de como funcionava a história de Almakia, mas depois eu vi o quanto foi de extrema importância aquele começo para entender a história. Logo em seguida vem um pequeno texto sobre como a família de Garo-lin descobre que ela tem Almaki de fogo, saúde Garo-lin. Hahahah. Piadas a parte, eu me peguei tão viciada nesse livro, com aquela necessidade de sempre estar querendo mais e mais... Continue lendo a resenha no meu blog!

site: http://why-angell.blogspot.com/2016/05/resenha-livros-almakia-vilashe-e-os.html
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Luck 02/05/2016

Almakia!
Primeiramente, devo dizer que já postei uma resenha para esse livro muito semelhante a essa em minha antiga conta no SKOOB (Sean), que acabei excluindo. Todavia, a resenha que se encontra abaixo apresenta algumas modificações.

***
Conheci Almakia - A Vilashi e os Dragões através de um blog literário em 2013, sendo imediatamente conquistado pela sua capa e sinopse; as palavras "vilashi" e "almaki" não paravam de circular pela minha cabeça, instigando minha curiosidade em ler. Então, após meses e meses de ansiedade finalmente adquiri o livro no início de 2014 e comecei a devorá-lo. Lhaisa Andria criou um universo simplesmente único e inovador, diferente de tudo o que eu já tinha lido até então.

Almakia é, dentre todos os outros, o único Domínio onde as pessoas nascem com a capacidade de manipular um dos Sete Poderes Elementares: Água, Fogo, Metal, Raio, Vento, Natureza e Luz, o mais raro. Tais poderes também são conhecidos como almaki, logo, quem possui almaki é um almakin. Almakins, porém, são pessoas extremamente orgulhosas e prepotentes, considerando-se soberanas pelo fato de possuírem almaki.
Em Almakia ainda vivem os vilashis, um povo simples de imigrantes que veio para o Domínio há muitas gerações, estabelecendo-se na região do Vale Interior. Vilashis não possuem almaki, sendo por isso desprezados pelo restante de Almakia e tendo como função servir aos arrogantes almakins.

No entanto, há uma extraordinária exceção: Garo-lin Colinpis é uma vilashi que nasceu com almaki, podendo manejar fogo! E mesmo não sendo uma almakin pura, ela teve a permissão de estudar no Instituto de Formação Almaki Dul'Maojin, maior e única escola de ensino almaki do Domínio, um lugar grandioso e ostensivo, o marco da Capital de Fogo, cidade mais poderosa de Almakia e metrópole dos almakins.

Durante cinco anos, Garo-lin viveu no Instituto sofrendo calada o desprezo dos outros estudantes, reprimindo todo o seu senso de justiça, mas sempre temendo os Dragões, cinco jovens herdeiros das maiores e mais poderosas famílias de Almakia e que futuramente seriam os líderes de sua nação. Os Dragões mandam e desmandam no Instituto, impondo um tipo de regime ditatorial: quem se atreve a ficar em seu caminho, é severamente punido.

Mas então, eis que surge Kidari, uma estrangeira vinda de Além-mar e manejadora de raio, sendo uma raridade ainda maior que Garo-lin, já que ela é oriunda de outro Domínio, Kodo. Kidari logo torna-se a única e melhor amiga de Garo no Instituto, e é um incidente envolvendo a kodorin que faz Garo-lin pôr pra fora todo o seu senso de justiça, contido durante anos desde que ela atravessou os Portões Negros, e enfrentar os temíveis Dragões. A partir daí a história começa, afinal o destino de Garo-lin agora está nas mãos dos Dragões de Almakia.

Mas a história vai muito, muito além disso.

Como eu disse, Lhaisa criou um mundo próprio, mágico, mas ao mesmo tempo abrangente e complexo. Aqui não temos adolescentes dotados de habilidades sobrenaturais lutando contra seres das trevas que querem despertar. Não que eu não goste de livros assim, pelo contrário, mas tem uma hora que se torna enjoativo, e é principalmente nesse sentido que Almakia se torna um livro revolucionário. Em Almakia temos uma forte trama política, com intrigas, conspirações e ambição desmedida pelo poder, ocultos pela pompa, status e prestígio da opulenta e poderosa Sociedade Almaki. Tudo isso está impregnado na história desde o início - e quase passa despercebido diante do convívio de Garo-Lin com os Dragões -, tendo algumas pistas no decorrer da leitura. Mas é só depois da metade em diante do livro que as coisas vão ficando claras para o leitor, e se pode ter uma noção do quão extensa e complexa é essa trama. Além disso, trata-se de um livro totalmente anti-clichê e imprevisível.

Os personagens são outro ponto forte. Todos extremamente bem construídos e desenvolvidos; é incrível ver a evolução deles ao longo do livro, em especial a do Dragão de Fogo. É algo absolutamente natural. Almakia é um dos poucos livros que li que apresenta personagens tão fascinantes e carismáticos, chegam a ser tangíveis. Mas para mim, uma personagem em particular se sobressaiu: Kidari Chanboni.

Me apaixonei por Kidari assim que ela surgiu. Mas, como não se apaixonar por uma pessoa de cabelos verdes que diz: "Olá! Kidari sou. Muito prazer conhecer... Não nome contar". Kidari é simplesmente apaixonante. Parece ter saído de um anime. Aliás, isso é outra coisa que me chamou a atenção muito positivamente: a ligeira característica de animes (que eu amo) que Almakia apresenta. Talvez por a autora também gostar desse universo e tudo o mais.

Enfim, Almakia é um livro absolutamente apaixonante. Mais do que isso, é viciante. Eu, por exemplo, nunca me apaixonara tanto por um livro desde que li Harry Potter. Sabe aquele livro que quando você termina quer ficar falando sobre ele com todo mundo, recomendando? Então, Almakia é desses.

Uma história de preconceito, injustiça, mas também de luta, amizade verdadeira e amor.

Definitivamente um dos meus livros preferidos, não só da atualidade, mas de toda a minha vida.
Isa Gama 31/10/2016minha estante
Quando comecei a ler a sua resenha, a história me lembrou de alguns animes também, principalmente Akatsuki no Yona e Re:Zero (não sei se realmente tem a ver, mas acho que vou ter que ler pra descobrir né?)


Luck 02/07/2017minha estante
Oi Isa! Primeiramente, desculpe a imensa demora em responder
Nossa, nunca ouvi falar desses animes, mas definitivamente você precisa ler Almakia *-*




Nanda 08/04/2016

O livro começa em um ritmo um pouco lento, meio monótono, talvez pelo fato de toda a explicação da história de Almakia, a descrição dos personagens, mas isso foi apenas o prólogo. Já no primeiro capítulo Lhaisa me conquistou com a história de Garo-lin, uma menina que tinha tudo para ser normal, que era o caso dos vilashi, mas que tinha um almaki de fogo e por isso ela teve a oportunidade de estudar no Instituto de Almaki Dul'Maoijin, no início tudo para Garo-lin era novidade, e ela ficou encantada com o Instituto, mas com o passar do tempo ela percebeu que nada era como parecia. Dentro do Instituto havia um grupo de 5 alunos intitulado Dragões de Almakia, eles eram as pessoas mais importantes do Instituto e estavam destinados a decidir os rumos de Almakia, cada um deles tinha um Almaki de primeira ordem e eles tinham passe livre para qualquer coisa que quisessem fazer, incluindo maltratar os alunos do Instituto.
Eu adorei o modo como Garo-lin foi retratada, apesar de sofrer todo o preconceito na sociedade de Almakia, ela não se rebaixava e permanecia com a cabeça erguida, ela é uma personagem forte e não me pareceu nada como uma personagem forte, muitas vezes eu consegui enxergá-la como uma pessoa real e me identifiquei com algumas atitudes dela.
Garo-lin vivia sozinha no Instituto até a chegada de Kidari, uma Kodorin estabanada e avoada. Kidari foi a personagem com quem eu mais me identifiquei, o jeito dela me lembrou muito o meu porque eu também sou estabanada. E Kidari é uma personagem inocente, doce e carismática, sem dúvida eu me encantei por ela.
A amizade que nasce entre as duas é muito legal, Garo-lin protege Kidari dos insultos que as pessoas do Instituto faziam contra Kidari, mas como nada é perfeito em um dia Kidari fica em apuros, pois uma espécia de gato que ela tinha, chamado Shion, foi capturado pelos Dragões e estava sendo maltratado. Essa parte do livro é o pontapé inicial para toda a história, porque Kidari enfrenta os Dragões para salvar Shion, e Garo-lin entra no meio de tudo quando os Dragões ameaçam a amiga.
Depois disso tudo várias coisas acontecem, Garo-lin sabe que cruzou uma linha (mesmo que imaginária) e que não tinha como ela voltar atrás com o que tinha feito, e agora teria que arcar com as consequências, que demoram a chegar, mas chegam da forma mais inesperada possível. Todo ano alguns estudantes do quinto ano são escolhidos para as Incumbências com alunos do sexto ano, as Incumbências são missões dadas aos Almakins para testar suas habilidade e ajudar no crescimento do estudo.
Garo-lin estava no quinto ano, mas nem imaginava ser escolhida, até porque os alunos que escolheriam os estudantes esse ano eram os Dragões, mas o que parecia impossível aconteceu e Garo-lin é escolhida para ser a protegida do Dragão de Fogo, Krission Dul'Maojin e Kidari foi a escolhida pelo Dragão de Raio, Vinshu Zawhart.
Quando eles partem para a Incumbência, Garo-lin vai apreensiva, enquanto Kidari fica encantada pela oportunidade, mal sabia onde ela havia se metido. A convivência entre Garo-lin e os Dragões é complicadíssima, porque eles a desprezam o tempo todo e a tratam como empregada, mas Garo-lin continua mantendo a sua postura, até um incidente com Krission, que tira tudo dos eixos. Em meio a isso um segredo sobre Kidari é revelado, fazendo todos reavaliarem os conceitos sobre ela.
Com o passar da história a relação entre o grupo vai se modificando, por conta de algo mais sombrio que estava acontecendo em Almakia e eles não tinham conhecimento, Garo-lin passa a enxergar os Dragões de outra forma e muitas mudanças acontecem. Krission é arrogante ao extremo, e fala muitas palavras erradas, mas ainda assim eu gostei do personagem e de tudo o que aconteceu com ele.
O livro é uma introdução a história, um pouco longa, mas cheia de ação e reviravoltas. Sem dúvida Lhaisa escreveu uma história muito boa, com uma trama excelente, personagens sólidos e me deixou ansiosa pelo próximo volume. A Vilashi e os Dragões é uma história que prende a atenção do leitor desde o início e você só consegue parar de ler quando chega ao final, entrou para a minha lista de favoritos e está super recomendado. A capa do livro ficou muito bonita e toda a diagramação também, eu só não gostei muito da revisão, achei muitos erros que me incomodaram e poderiam ser corrigidos. Apesar do preço meio salgado, vale a pena.

site: http://www.entrelinhascasuais.com/2012/11/resenha-uma-garota-um-grupo.html
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Desi Gusson 23/09/2015

Entrei Procurando Dragões, Saí Com Uma Senhora História
Falar de Almakia – A Vilash e os Dragões traz um misto de emoções que é difícil de explicar. Por um lado temos uma história que, sem desculpa nenhuma, é ma-ra-vi-lho-sa e por outro temos uma revisão... inexistente.

Deixe-me recomeçar uma ladainha antiga: eu, Desirée Gusson, vou me interessar e possivelmente amar todos os livros de fantasia com mocinhas phodas, escritos por meninas, sempre! Juntando isso ao fato de ser nacional, quase chorei de alegria. Fiquei tão empolgada que, quando vi o e-book em promoção comprei o primeiro EEE o segundo.

E não me decepcionei, em parte.

Primeiramente, e é muito importante avisar, não, não temos dragões de verdade (literariamente falando, ok?) nesse livro. Dragão é um título para jovens herdeiros de famílias poderosas que inevitavelmente controlam a vida em Almakia. Também pode ser sinônimo de gente arrogante e mesquinha que sabe que tem poder e gosta de jogar ele na sua cara. Seu vilash!

Vilash também é um termo inédito, mas que agora uso no meu dia-a-dia pra ser sincera. Substituiu o Daliti pra mim. São mil palavras novas diferentes e realmente me fez falta de uma explicação maior para seus significados, tipo um dicionário no final do livro, pra consulta... nerds nerdeiarão com essas coisas.

Senti que algumas informações ficaram desconexas no meio da história, porém nada que atrapalhasse o andamento da leitura. Garo-lin é, sem dúvidas, uma ótima protagonista. Teimosa e opiniosa ela até tenta se manter longe do caminho dos Dragões, mas quando as coisas apertam ela mostra quem é de verdade. Do outro lado do ringue temos Krission, o absoluto (e meio disléxico) Dragão do Fogo. Irritante, soberbo, cruel, tudo que nossa protagonista não é (tirando a parte do irritante, isso ela sabe ser quando quer). Eu queria pegar um travesseiro e sufocar ele até a morte enquanto dormia, só um pouquinho!

Como você não é assassinado toda hora?

Apesar desse comportamento elitista ao extremo a relação que Garo desenvolve com os Dragões vira uma coisa tão especial que esqueci meu instinto assassino, e simplesmente aproveitei o que estava por vir. Lhaisa, sua linda de nome lindo!

Não sei se peguei a primeira edição ou o que, os erros de revisão que encontrei me perturbaram um bocado, e por isso a nota baixa. Mas como toda história que fica impregnada na nossa cabeça não dá pra não ter um carinho enorme por Almakia. Quero voltar logo pra esse mundo mágico e ver o que acontece agora que o bicho pegou de vez pro lado da Garo. Ainda bem que já tinha comprado o segundo e agora posso devorar esse também. Espero que as coisas tenham melhorado, mas, acima de tudo, espero reencontrar Garo-lin e os Dragões logo!

Para essa e outras resenhas na íntegra, acesse o blog!

site: www.desigusson.wordpress.com
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Laís Helena 20/04/2015

Resenha do blog "Sonhos, Imaginação & Fantasia"
Garo-lin Colinpis é a primeira vilashi a frequentar o instituto Dul’Maojin, onde todos os jovens com almaki são ensinados a controlar seus poderes. Porém, nem tudo era como ela esperava, e agora, depois de cinco anos estudando no instituto, ela aprendeu a se manter em silêncio e a não chamar a atenção de outros almakins, que a menosprezam pelo fato de ela ser uma vilashi, descendente de um povo que veio de fora de Almakia.

Entretanto, ela muda de atitude quando os Dragões (denominação para almakis muito importantes que guardam Segredos de Família) maltratam o gato de sua única amiga, Kidari Chanboni. Garo-lin os enfrenta e sofre uma retaliação, e a partir daí a história se desenvolve.

E a maneira como a história se desenrolou a partir desse acontecimento me impressionou. Devido a uma atitude tão simples quanto defender uma amiga, Garo-lin se meteu em uma grande conspiração, que foi muito bem planejada pela autora, apesar de em alguns momentos ela ter explicado as coisas de uma maneira um tanto confusa. O início do livro, apesar de trazer um bom ritmo e uma escrita fluída, não impressiona muito, mas a partir de determinado ponto prende o leitor e o leva rapidamente até o fim.

A escrita é bem simples e, como já dito, bastante fluída. Ainda assim, achei que faltou um pouco de detalhamento nos trechos descritivos e um pouco de amadurecimento na elaboração das cenas. Em alguns momentos uma cena chegava ao fim deixando a sensação de que algo estava faltando; provavelmente alguns detalhes a mais as teriam deixado mais interessantes.

Um ponto negativo do livro foi a revisão. Como li a versão Kindle, não sei como está a edição impressa, mas em diversos momentos me deparei com a falta de espaços entre palavras e com alguns erros de gramática, como “há” no lugar de “a”.

Quanto aos personagens, de início eles pareceram um tanto estereotipados, em especial os Dragões, retratados como valentões. Porém, aos poucos a autora foi trabalhando suas personalidades e desfazendo a impressão inicial de Garo-lin sobre eles, ainda que em alguns momentos eles tenham parecido incoerentes.

O final trouxe algumas reviravoltas, revelações e muita ação. Terminou de uma forma um tanto brusca, deixando diversos conflitos para serem resolvidos no segundo volume, e por isso me deixou muito curiosa para sua continuação.

site: http://contosdemisterioeterror.blogspot.com.br/2014/11/resenha31.html
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Sâmmy 10/06/2014

Resenha original para o blog SammySacional

Os leitores mais assíduos e um pouco antigos - mas só um pouco, acho - já devem saber que eu nunca fui fã de fantasia, mas isso mudou quando eu conheci os livros da Karen Soarele. Foi a partir daí que comecei a dar chance de leitura para outros livros desse gênero e, inclusive, procurar indicações nessa base, muito embora, confesso, algumas das maiores indicações ainda fossem descartadas em meu subconsciente. Mas eis que uma promoção inesperada na Amazon me deu uma chance de mudar - novamente - a ideia à respeito de alguns desses casos. Um deles era Almakia - A Vilashi e os Dragões, que apesar de sempre ver resenhas positivas e sua nota alta no Skoob, não achei que pudesse me prender. Ainda bem que aproveitei a chance da Amazon - e da autora; obrigada! - e embarquei em mais esta aventura. E sabem de uma coisa? Eu me apaixonei por esse livro...

“Realmente não era um assunto que interessasse a maioria, mas ela gostava de saber sobre o passado. Talvez porque seu futuro sempre fora tão incerto e sua descendência tão desconsiderada.”

Neste primeiro volume da trilogia Almakia, escrita por Lhaisa Andria, A Vilashi e os Dragões, acompanhamos o universo de Almakia. Dividida entre grandes sociedades e pequenos vilarejos imigrantes, dentre os quais moram povos como os vilashis, esta é uma sociedade por muitos destacada como perfeita, mas que fora fruto de muitos anos de guerras entre poderosos dragões, donos de habilidades mágicas que subiram-lhe a cabeça pelo poder. Passando uma imagem que procura fugir das guerras e propõe uma sociedade mais unida, Almakia então nasceu, mas, aos poucos, sucumbi, sutilmente, ao desejo de poder. Os Cinco Dragões de Almakia, jovens de famílias poderosas e distintas do Domínio, estão em preparação para tornarem-se os ditadores do rumo da sociedade, e tudo transcorria bem até o momento em que, numa pequena vila distante do centro de Almakia, uma vilashi mostrou-se uma portadora de um dos Sete Poderes Elementais. Garo-lin Colinpis já sabia que teria muito preconceito a enfrentar na capital e no Instituto Dul'Maojin, afinal, era quase uma afronta uma simples vilashi ser uma manejadora de não menos que o fogo. Tudo o que ela queria, no fim das contas, era passar em branco por todos aqueles anos obrigatórios no instituto e poder retornar à sua vila normalmente, mas alguns incidentes irão mudar o seu rumo, e, ao que parece, o rumo de toda a Almakia também...

“- Todos nós somos um pedaço de Almakia! Mesmo que você diga que somos diferentes, vilashi, está errada. Todos nós nascemos nesse Domínio... E se olhar por esse lado, você não é diferente dos Dragões.”

Numa trama cheia de ligações e uma história por si só já dotada de aventura, Lhaisa Andria nos conduz por entre o universo de Almakia, com sua narrativa fluída e muito bem escrita, revelando-nos, a cada página, detalhes sobre a história dessa sociedade aparentemente tão perfeita, mas interiormente tão opressora. É com empolgação e por vezes tensão que acompanhamos a jornada de Garo-lin Colinpis desde que entrara no Instituto, até os momentos inusitados e intensos fora da fortaleza e as várias aventuras que transcorreram a partir daí, com as companhias mais ilustres e inacreditáveis. Sobre isso, gostaria, inclusive, de parabenizar a autora pela ótima desenvoltura dos personagens. Dotados de personalidades fortes e determinadas, alguns até intrigantes e misteriosos à seu modo, foi perceptível, durante toda a leitura, a distinção entre eles e mesmo a identificação com vários, o que só me deixou ainda mais conectada à leitura. De repente, era como eu estivesse dentro do livro, ao lado deles em sua jornada. Fosse me divertindo com a espontaneidade de Kidari, tendo um papo descontraído com Benar e Summerin, recebendo conselhos do Nu'lian ou dando um puxão de orelhas sutil no Vinshu.

“- A coloquei acima de todos os outros e você ser uma vilashi ou o que for não tem importância alguma. Gosto de você mesmo assim!”


Leia o resto da resenha em...

site: http://sammysacional.blogspot.com.br/2014/06/resenha-almakia-i-vilashi-e-os-dragoes.html
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Fernanda 01/06/2014

[Resenha] Almakia - A Vilashi e os Dragões - Lhaisa Andria
Olá!

Tive a oportunidade de ler este livro através de um Book Tour organizado pela autora e fico muito feliz por tê-lo lido, pois gostei do livro, e fiquei surpresa porque fazia uma ideia errada a respeito de seu conteúdo.


Almakia é o primeiro livro de uma trilogia, eu gosto quando são livros fechados, pois esperar por uma continuação não é nada legal.rsrsrrs

Almakia é uma estória fantástica, este livro não é feito somente de ficção, pois existem muitas verdades da nossa sociedade.

Um dos males da nossa sociedade é o PRECONCEITO - é um sentimento bobo fútil e sem real razão de existência, se você e eu somos de carne e ossos e somos da Raça Humana, respiramos o mesmo ar, porque o preconceito contra uma pessoa somente porque ela é menos favorecida que você? Se é preconceituoso para com os menores para que então a tamanha necessidade de se ter um deles para lhe servir...deveriam saber viver sem um deles para lhe dar comida.

Preconceito é somente algo sem sentido imposto por uma sociedade medíocre!

Garo-lin é uma Vilashi que por azar ou coisa do destino nasceu com o almaki de fogo. Garo-lin, nasceu em uma sociedade preconceituosa e por possuir capacidades diferentes das outras pessoas de sua vila ela tem que frequentar o Instituto de Almaki Dul´Moajin. E dentro do instituto vemos os mesmos tratamentos preconceituosos dos filmes americanos (Ricos maltratam os pobres por estarem frequentando os mesmos lugares que eles).

Garo-lin, foi maltratada durante os anos que passou no Dul´Moajin, mas como ela é uma garota determinada ouve tudo em silêncio, mas devido aos acontecimentos Garo-lin se envolve em com pessoas que ela sempre evitou, Os Dragões que sempre a desprezaram. Mas é sempre assim que acontece, não é?!.

Mas encontrei um fio de esperança para Almakia e seus Domínios, um sentimento que é capaz de destruir as barreiras do preconceituosa desta sociedade e com isso dar um rumo diferente para os habitantes de Almakia. A amizade e a visão do jovens Dragões e de uma Vilashi impura transformarão o futuro desta sociedade dominada por pessoas que quanto mais tem mais se quer Poder e Dominação. Sim este livro aborda a nossa sociedade doentia por Poder e Manipulação.

Beijos!
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Giu 09/05/2014

Surpreendentemente envolvente, fantasticamente bom
Fantástico! Fiquei sem palavras com o quão bom o livro é, fazia tempo que não colocava as mãos em uma história nacional que mexia tanto comigo como Almakia mexeu (para vocês terem uma noção, a mais recente que eu me lembre foi A Droga do Amor do Pedro Bandeira, pelo menos uns quatro anos atrás). Amei a escrita da autora, amei os personagens e amei o mudo criado por ela! Agora estou morrendo para ler a continuação *-*
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Lu 28/04/2014

O que falar? Perfeito!! Como assim você ainda não leu?
Honestamente, eu não sabia como era a escrita da Lhaisa, e comecei a ler porque confiava em seu livro e sabia que não me arrependeria. Como sempre, prefiro não ler muito sobre a história para não receber spoilers e foi a melhor coisa que fiz! É difícil colocar em palavras tudo que senti com esse livro, mas vou tentar... rs

Primeiro, é simples: Almakia me surpreendeu demais!!!!! A história é perfeita! Muito bem escrita, com personagens marcantes e que te trazem sentimentos diversos e às vezes confusos (o que é ótimo!). Comecei a ler sem nenhuma pretensão e quando vi fiquei com a história na cabeça e não conseguia mais esquecer. Não li mais rápido porque estava de viagem, caso contrário terminaria em pouco tempo.

A Lhaisa trouxe uma protagonista forte, determinada e que segue uma linha coerente de raciocínio. Garo-lin está se tornando uma de minhas heroínas favoritas, juntamente com seus outros colegas, os temidos Dragões... A princípio fiquei apaixonada pelo Dragão Real, com seu jeito tão meigo e simples, e então apareceu o Dragão de Fogo e começamos a conhecê-lo melhor e a entender o que de fato está rolando em Almakia.

O ritmo da história foi perfeito, os acontecimentos bem desenvolvidos e os personagens... Nem preciso dizer! O final foi de deixar aquele gostinho de quero mais, e é exatamente o que quero agora! Surpresa com a qualidade da história. Todos fãs de uma boa fantasia devem ler *-*
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