Como salvar uma vida

Como salvar uma vida Sara Zarr




Resenhas - Como Salvar Uma Vida


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Tata.Arrasa 14/05/2020

Em nome do amor - Como salvar uma vida - Resenha
Acredito que minha opinião irá discordar da dos meus colegas leitores, classifiquei esse livro com duas estrelas e meia porque achei que o enredo deveria ser mais explorado e o final deixou muito a desejar.
Enfrentar o luto não é fácil para ninguém, é uma tarefa árdua que requer tempo, paciência e acima de tudo empatia. O que não justifica o comportamento agressivo de Jill, era de se esperar de uma adolescente mimada e filha única. Enquanto Jill afasta todos a sua volta, sua mãe Robin tenta reconstruir sua vida e decide adotar uma criança. O que para Jill é como se a mãe estivesse tentando ocupar o lugar de seu falecido pai e transferir o amor que lhe era dedicado para uma criança.
O que Robin deseja na verdade, é suprimir a solidão futura. Uma vez que sua única filha estar prestes a concluir o Ensino Médio e logo ingressará em uma Faculdade. Um anúncio em um site de adoção e Robin se liga a Mandy, outra adolescente a qual lhe foi relegado o mínimo de dignidade possível. A não ser o único momento no qual se entregou a um desconhecido e lhe foi concedido alguns instantes de caricia e carinho, resultando na concepção de um bebê e onde sua vida muda totalmente.
Jill, Robin e Mandy três mulheres unidas em nome do amor. Estarão elas dispostas a abrir mão de suas convicções para que esse sentimento possa crescer e contagiar a todos?
@letrastataarrasa



site: http://tataarrasa.com.br/category/intimo-pessoal/
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Ana 22/09/2019

Sobre ter empatia
Um livro pra um grupo de pessoas seletivas. Principalmente as que sofreram rejeição e a perda de alguém querido.
Fundamental ler de coração aberto... Pra aprender e entender que as pessoas passam por tipos diferentes de dor.
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Lorrane Fortunato 12/02/2017

Não Resenha: Como Salvar Uma Vida / Dreams & Books
Eu comprei esse livro na Bienal de 2015 por míseros R$5,50 e ele estava parado na minha estante desde então. Dai, vi no insta uma indicação desse livro e não resisti! Tive que dar uma chance.

Fico imensamente feliz, pois, é um dos livros mais lindos e tocantes que li nos últimos tempos. É um livro perfeito de capa a capa, daqueles que você quer fazer o mundo inteiro ler! ❤

Recomendo para todos, não irão se arrepender!


site: www.dreamsandbooks.com
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Katy 01/08/2016

Pareceu pessoal. Pareceu abandono.
Jill era uma menina alegre, popular e muito apegada à seu pai, o carismático Sr. Mac. Já com a mãe, o relacionamento nunca foi tão afetuoso, tornando-se ainda mais frio quando Sr. Mac faleceu subitamente. Ele era seu heroi, a pessoa que mais amava no mundo e sua base. Ao perdê-lo, Jill se retraiu em um doloroso luto, afastando-se completamente de seus amigos, de seu namorado Dylan e, principalmente, de si mesma.

Dez meses se passaram e ainda assim Jill não consegue se encontrar. Ela sente a dor de sua perda cada vez mais forte e evita falar no assunto, comportando-se muitas vezes de forma grosseira apenas para mascarar seus reais sentimentos. A situação agrava-se ainda mais quando sua mãe decide adotar um bebê. Jill sente como se a mãe, Robin, estivesse tentando substituir o seu pai por outro membro da família.

Nesse momento, surge Mandy, a mãe do bebê que será adotado. As duas se conhecem em um site e decidem que ela ficará na casa de Robin até a criança nascer e depois disso doará o bebê à Robin, pois não se sente em condições de criá-lo. Mandy, por sua vez, se assemelha com Jill pelo jeito solitário e perdido.

A menina, grávida aos dezoito anos e completamente sozinha, foi rejeitada pelo próprio pai quando ainda era criança, sendo criada por uma mãe volúvel, promíscua e cruel, que nunca escondeu o fato de não querer ter engravidado. Por esse motivo, Mandy resolve doar seu bebê, pois quer que a criança tenha a chance de ter um lar de verdade, repleto de amor e com uma boa família.

Quando as vidas de Jill e Mandy se cruzam, ambas começam a aprender muito uma com a outra, ainda que no início Jill rejeite a ideia de ter Mandy em sua casa, principalmente pela forma retraída e misteriosa que a garota as vezes se comporta.

O livro alterna entre um capítulo narrado por Jill e outro por Mandy, explanando de forma clara e muito realista os sentimentos mais íntimos das duas. Apesar de muito diferentes, elas tem muito em comum e a autora soube narrar maravilhosamente bem os receios, pensamentos e emoções de duas personagens fortes e muito bem construídas.

“Como salvar uma vida” é repleto de personagens cativantes, daqueles que você tem vontade de arrancar do livro e abraçar. O livro se desenrola de forma contínua, suave e prazerosa, revelando fatos passados que explicam as presentes atitudes de cada personagem.

É uma leitura fácil, agradável e super recomendada para aqueles que gostam de histórias profundamente sentimentais, com personagens bem trabalhados e uma trama envolvente. Este livro me chamou intuitivamente a atenção desde a primeira vez que o vi e, apesar de nunca ter ouvido falar do mesmo até então, comprei para conhecê-lo. Superou tanto minhas expectativas, que em três dias já havia lido todo!

site: https://bloggerculturando.blogspot.com.br/2015/07/como-salvar-uma-vida-sara-zarr.html
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Carla Brandão 26/06/2016

A morte de uma pessoa querida muda para sempre a vida daqueles que ficam. Em alguns casos, até mesmo a de pessoas que sequer conheceram. É assim que começa a história contada por Sara Zaar em Como salvar um vida.

O Sr. Mac era um herói para sua filha única, Jill. Quando jovem, viajou pelo mundo e viveu muitas aventuras. Era do tipo que amava livros e boa música. Eles se amavam, se entendiam, se completavam. Com a morte repentina do pai, Jill perde o rumo e muito do que era. Antes sorridente, começa a ter uma feição mais dura, e os cabelos claros passam a ficar escondidos sob uma tinta escura. Sem querer, ou melhor, sem saber lidar com seu luto, afasta-se das amigas e do namorado, Dylan.

Para Robin, a perda do marido significou ter que encarar o imprevisível da vida, aceitar que quase nada está sob nosso controle e assistir a tantos planos para o futuro se desfazerem em um segundo. Dez meses após a morte de Mac, ela percebe que apesar da dor ainda há muito amor em seu coração e que alguns planos ainda podem ser postos em prática... Adotar um bebê, por exemplo.

Mandy é uma adolescente de 18 anos que nunca conheceu o pai. Mora com a mãe e o atual namorado desta. A relação das duas nunca foi fácil ou carinhosa, e quando Mandy descobre que está grávida as coisas só pioram.

O destino das três mulheres se cruza quando Robin escreve um anúncio em um site de adoção e Mandy responde. Pretendendo dar ao seu bebê uma vida que ela mesma não teve, a menina opta por uma adoção aberta. As duas passam a se corresponder, até que Mandy se mude para a casa de Robin para esperar o nascimento da criança.

A chegada de Mandy não é bem aceita por Jill, que acha a história toda absurda. A mãe não está muito velha para adotar um bebê? Será que Mandy está atrás apenas de dinheiro? Não é arriscado não ter um documento formalizando a situação? Com todas essas perguntas na cabeça, Jill empenha-se em tratar Mandy da pior forma possível. A adolescente grávida, por sua vez, se pergunta cada vez mais se fez a escolha certa e se conseguirá levá-la adiante.

E assim a trama se desenrola. Narrado em primeira pessoa, o livro intercala a visão de Mandy e a de Jill. Apesar de Robin ser a pessoa que vai adotar o bebê, só conhecemos o que ela pensa através do que as meninas contam. Os capítulos não são longos e a leitura flui bem. Apenas em alguns momentos senti que a autora enrola um pouco, algumas páginas são mais paradas, sem tantos acontecimentos importantes. Mas na vida algumas situações se desenrolam aos poucos mesmo, e isso não prejudica a leitura.

Os personagens são bem reais, cheios de qualidades e defeitos. Jill pode irritar no início com sua agressividade e necessidade de ferir, assim como parecer mal agradecida por não receber bem o apoio do namorado e das amigas e evitar ao máximo falar sobre seu pai. Mas, talvez por já ter passado por isso, não tive nenhuma dificuldade de me identificar com ela. Já Mandy é um mistério... Deslumbrada com a vida nova, inocente demais para a idade... Só entendemos seu jeito e suas atitudes conforme conhecemos sua história.

A trama criada por Sara não é imprevisível ou livre de clichês. O texto é linear na maior parte do tempo, sem grandes revelações, mas alguns acontecimentos ainda são capazes de surpreender o leitor e dar uma movimentada na trama. O ponto principal aqui são as emoções, e emocionar é uma coisa que a autora consegue muito bem. E o melhor: de forma natural, pelo próprio desenrolar das situações, e não com a intenção explícita de fazer isso.

A morte de uma pessoa querida muda para sempre a vida daqueles que ficam. Mas o que torna essa mudança permanente é o amor. Aquele que nos dispomos a dar e aquele que aceitamos receber.

site: https://blog-entre-aspas.blogspot.com.br/2016/01/resenha-como-salvar-uma-vida-sara-zarr.html
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Camila A. Meireles 27/12/2015

"It's just so out of control. Life, I mean. The way it flies off in all these different directions without your permission."
Eu não sei dizer o que me levou a ler este livro, considerando que há meses pulo de leitura em leitura, sem me prender a elas ou mesmo finalizá-las.

Mas sem dúvidas, valeu a pena.

É uma narrativa comovente sobre como pegar os cacos do seu coração partido, colá-los, e seguir. Às cegas. Porque é só o que temos para fazer.
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Katy 28/07/2015

Como salvar uma vida - Sara Zarr
Jill era uma menina alegre, popular e muito apegada à seu pai, o carismático Sr. Mac. Já com a mãe, o relacionamento nunca foi tão afetuoso, tornando-se ainda mais frio quando Sr. Mac faleceu subitamente. Ele era seu heroi, a pessoa que mais amava no mundo e sua base. Ao perdê-lo, Jill se retraiu em um doloroso luto, afastando-se completamente de seus amigos, de seu namorado Dylan e, principalmente, de si mesma.

Dez meses se passaram e ainda assim Jill não consegue se encontrar. Ela sente a dor de sua perda cada vez mais forte e evita falar no assunto, comportando-se muitas vezes de forma grosseira apenas para mascarar seus reais sentimentos. A situação agrava-se ainda mais quando sua mãe decide adotar um bebê. Jill sente como se a mãe, Robin, estivesse tentando substituir o seu pai por outro membro da família.

Nesse momento, surge Mandy, a mãe do bebê que será adotado. As duas se conhecem em um site e decidem que ela ficará na casa de Robin até a criança nascer e depois disso doará o bebê à Robin, pois não se sente em condições de criá-lo. Mandy, por sua vez, se assemelha com Jill pelo jeito solitário e perdido.

A menina, grávida aos dezoito anos e completamente sozinha, foi rejeitada pelo próprio pai quando ainda era criança, sendo criada por uma mãe volúvel, promíscua e cruel, que nunca escondeu o fato de não querer ter engravidado. Por esse motivo, Mandy resolve doar seu bebê, pois quer que a criança tenha a chance de ter um lar de verdade, repleto de amor e com uma boa família.

Quando as vidas de Jill e Mandy se cruzam, ambas começam a aprender muito uma com a outra, ainda que no início Jill rejeite a ideia de ter Mandy em sua casa, principalmente pela forma retraída e misteriosa que a garota as vezes se comporta.

O livro alterna entre um capítulo narrado por Jill e outro por Mandy, explanando de forma clara e muito realista os sentimentos mais íntimos das duas. Apesar de muito diferentes, elas tem muito em comum e a autora soube narrar maravilhosamente bem os receios, pensamentos e emoções de duas personagens fortes e muito bem construídas.

“Como salvar uma vida” é repleto de personagens cativantes, daqueles que você tem vontade de arrancar do livro e abraçar. O livro se desenrola de forma contínua, suave e prazerosa, revelando fatos passados que explicam as presentes atitudes de cada personagem.

É uma leitura fácil, agradável e super recomendada para aqueles que gostam de histórias profundamente sentimentais, com personagens bem trabalhados e uma trama envolvente. Este livro me chamou intuitivamente a atenção desde a primeira vez que o vi e, apesar de nunca ter ouvido falar do mesmo até então, comprei para conhecê-lo. Superou tanto minhas expectativas, que em três dias já havia lido todo!

site: http://resenhanasnuvens.blogspot.com.br/
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Gleise 15/05/2015

Como lidamos com as coisas que acontecem na nossa vida?
O Gênero Drama está sendo normalmente a escolha para minhas novas leituras. E esse livro conta a história de Jill, que acabou de perder o pai, e está sofrendo demais com a situação. Sua forma de lidar com isso é se rebelar contra todos e se afastar, sofrendo sozinha.
Sua mãe Robbin, também sofre demais a perda do marido, e com toda a reviravolta que a vida deles teve, ela resolve adotar um bebê, o que para Jill é um absurdo, mas ela segue o plano e aí aparece Mandy, a garota que irá dar seu bebê para adoção.
A narrativa é feita, ora pela visão de Jill, ora pela visão de Mandy. E a narrativa transcorre falando sobre as dores e dúvidas das duas garotas e o dia a dia delas...o que as vezes, para mim se tornava cansativo.
Só fui ter empatia com os personagens bem no final do livro, a Jill eu achava muito estúpida e a Mandy era uma incógnita, gostava da Robin...mas o foco maior não era ela.
Enfim, é um livro que recomendo porque é uma história bonita...principalmente da Mandy, mas só achei que se arrastou demais nos pormenores e quando eu gostaria que se arrastasse, não aconteceu.

Observação : Para quem corrigiu os erros de português do livro...pelo amor de Deus...sinto é do verbo sentir...mas não existe sinto de segurança...cinto = substantivo masculino...vi o mesmo erro pelo menos 4 vezes no livro.

site: www.sugestoesdelivros.com.br
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Juh 01/05/2015

Lindo
Uma história linda, emocionante e contada com uma delicadeza que poucos escritores conseguem atingir. Apesar de alguns furinhos como detalhes apresentados e mal explicados/aprofundados, uma leitura super prazeirosa, que me fez chorar e me identificar em vários momentos. Ótimo livro.
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Marisa Aziliero 09/03/2015


Um pedido de adoção por parte de uma mulher que está tentando recomeçar e fazer algo que ela e o marido sempre comentaram que faria. A tentativa de uma menina de apenas 18 anos em salvar a vida de seu futuro filho de ter o mesmo destino que ela teve. Em Como Salvar Uma Vida, Sara nos mostra os caminhos dolorosos do luto, da perda, os sacrifícios que uma mãe pode fazer e como o amor é uma força tão poderosa e que pode mudar vidas.


Resenha completa no blog: http://pensamentostraduzidosem-palavras.blogspot.com.br/2015/03/como-salvar-uma-vida-sara-zarr.html
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Literal-Mente 05/02/2015

Resenha: Como Salvar Uma Vida (Sara Zarr)
Resenha: http://www.literal-mente.com/?p=1592
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site: http://www.literal-mente.com/?p=1592
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Danni 20/01/2014

O livro conta a estória de Mandy uma garota gravida e Jill uma garota que perdeu o pai. A vida delas se cruzam quando a mãe de Jill decide adotar o bebê de Mandy.
Uma história de amor e superação.
A única coisa que realmente me decepcionou no livro foi: cadê o final? Ele simplesmente acaba sem fim, não se sabe com quem Jill realmente fica, mesmo tendo a idéia que ela acaba ficando com Ravi, e Mandy consegue encontrar o seu grande amor?
Só por isso não dei 5 estrelas.
Mas é um livro lindo. Recomendo!

"Me pergunto se você não cresce pra ser uma esposa ou uma mãe, o que você é? Uma pessoa sozinha, sempre querendo ser uma coisa a outra, ou ambas? Minha mãe nunca foi uma esposa e era isso que ela queria mais do que qualquer coisa. Ela não queria ser mãe, e não era. Onde isso a levou? Um marido faz de você uma esposa, e um filho faz de você uma mãe. Robin, ela tem tudo e é tudo, porque teve Mac e tem Jill e também tem um trabalho. E se não tiver ninguém pra fazer de você alguma coisa?
Um monte de vezes quando olho para o mundo e todo mundo nele, sinto como se eles todos soubessem de algo q não sei. Não sou burra; consigo enxergar como funciona. Mas é como pular corda dupla no estilo holandês. Na escola eu assistia as cordas voarem e via menina após menina pular e acertar ou ficar presa nas cordas e rir. Eu ficava com minhas mãos prontas e meu corpo indo para frente e pra trás, tentando pegar o ritmo e o momento certo, e a Sra. Trimble, a professora de educação física, dizia: "Vamos lá, Mandy, todo mundo está esperando", e eu não conseguia. Não conseguia descobrir como entrar.
É assim que a vida parece pra mim. Todo mundo está fazendo; todo mundo sabe como. Viver e ser quem são e achar um lugar, achar um momento. Eu ainda estou esperando." (Pág. 144)
Aninha Nóbrega 01/04/2020minha estante
Também me decepcionei um pouco com o final




Sasarete 22/10/2013

Humano - http://adoravelsasarete.blogspot.com.br/
Não pretendia ler a obra de Sara Zarr antes de ver a capa pessoalmente e comprar. Aquela velha história de "comprei o livro pela capa".

Como salvar uma vida conta a história de duas adolescente prestes a ter suas vidas transformada de forma radical e impulsiva. Jill acabou de perder o pai, que a amava como um louco, e se vê em conflito consigo mesma e com todos a sua volta, incluindo a própria mãe. Mandy está grávida e desamparada. Sua mãe nunca a quis e não liga para a sua gravidez. Mandy encontra uma chance de mudar sua própria vida quando encontra um anúncio da Robin, mãe de Jill, na internet falando sobre o amor que ela têm e gostaria de dar para uma nova vida.

A história que a autora construíu é simples assim como seu modo de contá-la. O livro tem sua narração intercalada entre Jill e Mandy, o que é interessante e faz com que a leitura seja mais rápida. As personagens são diferentes em vários aspectos. A filha de Robin não é mais a mesma desde a morte de Mac, seu pai, e em diversos momentos ela tenta recuperar sua antiga personalidade e não suporta a ideia de Robin querer adotar uma criança. Mandy é inocente, apesar de carregar uma infância traumática nas costas. Devido ao mesmo motivo, ela pretende dar o bebê que espera para a adoção numa tentativa de dar uma futuro melhor para sua filho.

Ravi e Dylan são encantadores. Dylan é o namorado de Jill e em todas as vezes ficou ao seu lado até mesmo quando ela só sabia criticar Mandy e não conseguia lidar com sua própria vida. Ravi é como complemento do namorado de Jill e parte que faltava na mesma.

A capa transmite bem o que as personagens estão sentindo: Solidão.

O final é previsível, mas não deixa de ser lindo e emocionante. Ocorreu no tempo certo e cada palavra usada por Sara Zarr era carregada de emoção e significado de um jeito delicado. Recomendo! Leitura obrigatória!

site: http://adoravelsasarete.blogspot.com.br/2013/09/como-salvar-uma-vida.html
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Dominique 07/03/2013

Como salvar uma vida - Sara Zarr
Como salvar uma vida foi uma doce e agradável surpresa. Sara Zarr conquistou-me totalmente com sua escrita fluída e cativante. A história é contada a partir das perspectivas de Mandy e Jill em capítulos alternados, onde podemos conhecer suas decepções, alegrias, pequenas tragédias e esperança de que algo bom pode acontecer, um milagre. Trata-se de uma história realista, humana e sensível. Sara Zarr construiu personagens inesquecíveis com uma sensibilidade enorme para enxergar o mundo com olhos humanos, além de qualquer preconceito.

A tragédia da família MacSweeney é um dos temas do livro, após perder um pai e esposo amado, Jill e sua mãe perdem também o grande pilar das suas vidas e precisam reaprender a viver sem sua presença. Porém, o mais tocante e lindo é a forma que Jill enxerga o pai como seu próprio espelho. Ela sente falta de pequenas atitudes e ações que aconteciam somente entre os dois, um entendimento e cumplicidade que não precisava de palavras. Ela se sente perdida, magoada e traída pelo mundo.

Mandy é uma personagem cativante, doce, apesar de confusa. Ela deseja o melhor para seu bebê, por isso, decide abrir mão dele, para que ele possa ter a vida que ela não teve, inclusive, amor, afeto, cuidado e atenção. Ela é carente, ingênua, possui um grande desejo de mudar de vida, de não seguir os passos da mãe, que vive em busca do homem perfeito que irá bancar suas despesas.

Porém, a personagem que mais apreciei foi a Sandie, mãe de Jill. Ela é uma mulher forte, corajosa, mãe e esposa exemplar, mas que não pode deixar-se abater, apesar de estar despedaçada por dentro pela morte do companheiro de 33 anos de relacionamento. Ao decidir adotar um bebê, ela deseja ao mesmo tempo trazer uma nova vida para seu lar, não para substituir sua perda, mas para dar o amor incomensurável que há em sua casa para outro ser humano.

Além da perda de um ente querido, temas como a chegada do primeiro amor, gravidez na adolescência e incesto são tratados, assim como, a busca pela descoberta de si mesmo. Todos os fatos muito bem conduzidos pela autora. Aliás, a escrita da Sara Zarr lembra bastante a escrita de Sarah Dessen, uma das minhas autoras preferidas atualmente. Ambas são autoras recomendadíssimas!

Admito que senti-me pequenina e sensível ao ler essa história. Tanto pela perda da Jill quanto pela história de Mandy, não houve um capítulo que eu não me emocionei e me enterneci. É o tipo de história que nos faz enxergar a beleza das pequenas coisas que fazem parte das nossas vidas desde familiares a amigos, pela sorte de sermos amados e queridos.

Leitura inesquecível e recomendada!

Também: http://www.livrosfilmesemusicas.com.br
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