Cisne

Cisne Eleonor Hertzog




Resenhas - Cisne


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Ju 06/02/2013

Cisne
Era uma vez... um livro que leva a gente a um mundo encantado, o mundo particular de uma família que com certeza terá um papel muito importante na vida de todos os seres. Sejam bem-vindos ao lar dos Melbourne, estão todos convidados a embarcar no Cisne!

"O Cisne é uma espécie de... lugar à parte do mundo. A gente ganha coragem de ser a gente mesmo, sem máscaras, sem fingimentos, sem poses."

Esse livro me conquistou já na primeira página. A Eleonor me surpreendeu e virei fã instantaneamente. Como vocês viram na postagem de ontem, ela é parceira aqui do blog. Muito obrigada, Eleonor, pela confiança e por ter me enviado esse livro lindo para que eu o apresentasse aos leitores do Entre Palcos e Livros!

Cisne é uma leitura densa, mas muito divertida. Vou tentar explicar... É que tem muiiiiiiiiiiiiiiiita informação, muita mesmo... Muitos mundos, bases espaciais e tudo que a gente tem direito. É uma leitura fascinante, em que os horizontes vão se expandindo aos poucos para o leitor. É muita coisa, mas colocada de um jeito que a gente consegue absorver. E o pessoal tem um humor fantástico! Aprontam o tempo todo uns com os outros, e não dá pra passar muitas páginas sem dar uma boa gargalhada!! rs...

Tem muitas personagens no livro, vocês não fazem ideia!! E é muito legal que elas sejam apresentadas em etapas, parece que vamos nos tornando parte da grande família que elas formam, mesmo que não percebam isso.

"Cada um era um mundo, cada um devia compreender o mundo construído a partir de si e de seus atos."

A Terra é um lugar bem diferente do que conhecemos, ou pelo menos aparenta ser.

"- Ainda não alcançamos Tarilian, mas, graças a tudo que se investe em Ciência, não há ninguém passando fome na Terra, as doenças mais sérias estão sob controle, as pessoas têm facilidades em suas casas que nem sonhariam, dez anos atrás! A poluição é coisa do passado, desertos viraram fazendas, até se fala em emigração pra Lua e bases do espaço. A Terra nunca progrediu tanto quanto agora, Jean! Mexer nisso? Pra quê, afinal?"

Mas vamos falar das personagens principais: toda a família Melbourne. Os pais, Henry e Doris, e seus sete filhos: Teo e Ted, gêmeos, 16 anos; Tim e Tom, gêmeos, 15 anos; Pam, 14 anos; Lis, 13 anos e Bobby, 8 anos. Como eles conseguem criar (e de forma esplêndida!) 7 filhos? Eu não sei! rs... E, como se não bastassem todos eles, ainda há uma oitava irmã, adotada há poucos anos: Peggy Saint-Mont, 14.

Imaginem o que essa turma apronta!! São muito unidos, ai de quem quiser prejudicar um deles. Brigam, claro, são irmãos. Mas sempre se entendem! Uma família linda, e muitíssimo talentosa.

"A causa das ofensas que você sofre são as falhas do seu caráter, e não o que os outros dizem. Quando o caráter é reto e firme, as ofensas não atingem."

Henry e Doris Melbourne, os pais, são formados pela Escola Avançada de Champ-Bleux - de onde saem os melhores cientistas da Terra. A escola existe há 51 anos, e foi criada por Carl Janson, um homem que desafiou seu tempo e provou que poderia oferecer um ensino melhor que o já existente.

"Dignidade. Era a palavra-chave. Por toda sua vida, Carl Janson havia se esforçado para tornar os alunos de sua Escola mais que cientistas. Queria-os inteiros, verdadeiros, e era o melhor exemplo do que tentava ensinar aos jovens que passavam por suas mãos."

Doris e Henry escolheram ser biólogos marinhos, seu barco é sua casa e seu local de trabalho. O Cisne é um biolab de pesquisa oceânica. Henry é um pai formidável, e um dos meus Melbourne preferidos. Trata os filhos como iguais, eles formam toda a tripulação do Cisne. Cuidam do barco, das pesquisas de biologia... de tudo o que for necessário para a família. Um homem que tem a honra e a verdade como princípios, e que está sempre disposto a lutar por justiça.

"- Sim, é isto que ele é: invencível. Sabe por quê? Não porque vença sempre, já perdeu diversas batalhas, este moço. É invencível porque nunca desiste de lutar. Não se pode vencer alguém assim."

Quando eu falo em cientistas, aposto que vocês não pensam em cientistas como os Melbourne... Lindos, bronzeados, sociáveis e gentis. Todos os anos eles ancoram em Porto Alto, e a cidade toda é louca por eles.

Meus irmãos preferidos: Tim, Peggy e Lis. O primeiro, é uma peste... rs... Com Tim presente, a confusão é garantida. Mas por trás do ser brincalhão, tem um garoto mega inteligente e capaz.

"- Oh, tragédia! Tom, aquele usurpador destruiu seu monopólio de tanques de mergulho! Você precisa ser forte, sobreviver à dor, continuar com seus planos e sua vida e suas esperanças! Precisa de outro monopólio, tem um repórter sobrando aqui!!
E Jean foi arremessado para cima, mais exatamente na direção de Tom, que o pegou no susto. Os dois acabaram abraçados."

Peggy é a sinceridade em pessoa. A personagem mais intrigante do livro, na minha opinião. Tem uma intuição fortíssima (e muitas habilidades especiais também). Parece mais filha de Henry que alguns dos outros, se pensarmos na personalidade. E Lis... uma menina muitíssimo esperta, que pensa mais rápido que a maior parte das pessoas, inclusive as mais velhas que ela. Toda a família é extraordinária.

"Sacudiu a cabeça, tornando a olhar as velas espelhadas do Cisne, que refletiam o luar e as nuvens. Tinha algo de sonho, aquele veleiro... Talvez fosse a Lua, ou o marulhar leve das ondas, ou o balanço do barco... Ou talvez fosse aquela estranha família, deixando a bordo uma parte de sua magia. Magia? Sorrisos, alegria, um tapa nas costas, uma palavra amiga... Amizade da melhor qualidade."

Acho que já deu pra perceber que eu realmente amei os Melbourne, né? Mas não posso deixar de falar do meu alienígena (entre os que têm consciência disso) preferido: Anton!!! =)

Que ser mais sem jeito, mais fofo, mais teimoso e mais humilde. É muito legal o jeito que ele passa de "não quero saber de vocês, prefiro morrer no meu quarto" ao "amo a Terra e sei que posso aprender bastante aqui". Tudo bem que ele meio que surta e se torna um ser grudento e um tanto quanto sem noção... rs... Mas tenho certeza que ele vai superar esse momento!! hahaha...

Cisne é muito mais que uma história (muito) legal. É um livro que traz mensagens lindas. Nos faz pensar sobre a vida e sobre como escolhemos vivê-la.

"(...) uma vida só é bem vivida se há nela coerência entre o que se acredita e o que se vive (...), acreditar em valores tais como verdade, honestidade e coragem de nada vale se essa crença não se torna ação concreta. Viver essa crença é o que dá ao ser humano seu sentido de honra e integridade."

Agora o final... o final é criminoso! rs... Maldade terminar o livro desse jeito!!!! Como a gente faz pra aguentar até o próximo volume? Alguém, por favor, me ensine a técnica de segurar a ansiedade...

Só achei que faltou uma coisa: as orelhas! Ai, gente, sinto muita falta das orelhas, ainda mais num livro tão maravilhosamente imenso!! Parece que falta um pedaço! E eu queria que o papel da capa fosse um pouquinho mais grosso... ele parece tão frágil!!!

Bom, essas são realmente minhas únicas críticas ao livro, então acho que deu pra perceber que eu realmente amei, né? Estar a bordo do Cisne proporciona momentos inesquecíveis a qualquer um!

Publicada originalmente em: http://entrepalcoselivros.blogspot.com.br/2013/02/resenha-premiada-cisne.html
Mih 07/02/2013minha estante
Adoro livros de fantasia, e gostei muito do livro trazer vários mundos, universos ampliados e uma História bastante emocionante.
Como foi dito na resenha, a leitura é longa, mas prefiro livros assim do que aqueles que descrevem a história muito corrida e nos deixando com a sensação de que faltou algo.
Estou super curiosa para entrar nesse universo e conhecer esses personagens tão especiais!!


Rosiclecia 12/02/2013minha estante
O que se falar do livro... Bem, do livro eu não sei o que dizer já que nunca o li, porém esta resenha nos faz querer não só ler o livro, mas como também nos faz o querer em um cantinho especial de nossa estante.


Eleonor 18/02/2013minha estante
A Ju se apaixonou pelo livro e eu me apaixonei pela resenha. Simples assim!
Bjs, Ju!


Thaís 27/02/2013minha estante
Que resenha lindaaaa!! Meu Deus eu preciso parar de ler resenhas jasinho vou falir meu pais haha!
A capa é muito fofa,preciso dele no meu armário ;)


DomDom 28/02/2013minha estante
desde que vi a capa e a sinopse desse livro me interessei pra ler. E essa resenha só veio aumentar o meu interesse. Essa família me parece ser muito legal mesmo, e sem falar na trama, que não deve ficar atrás. Só me assustei um pouco com o tamanho dele. 832 páginas é de assustar qualquer um. Rsrsrs


Lua 19/03/2013minha estante
Como não amar livros de fantasia ?! PERFEITO *--* O Cisne, tem de tudo pra você totalmente viajar, outros mundos, personagens e sem falar que vi que ele tem suas 800 e poucas páginas (amo livros que me prendem por muito tempo, assim crio uma empatia maior pelos personagens). A capa é muito fofa, já está na minha lista \o/


Adriane Rod 29/03/2013minha estante
Eita, eu realmente julguei esse livro pela capa (tenho essa mania feia). Parece realmente fantástico e eu quero muuuito ler.
Você me empolgou :D


Thaís 07/04/2013minha estante
Sei q ja comentei aqui, mas eu não podia deixar de comentar de novo (estou super anciosa para le-lo, é tao ruim ter livros na espera) vou ver se apresso minha leitura pra poder fazer resenha dele la no blog ^^


Baah 11/04/2013minha estante
é incrivel esse livro, ele parece ser demais, a capa é perfeita, estou roendoas unhas de vontade de ler logo


Dani 15/04/2013minha estante
Deus, que loucura @@
Peggy também me pareceu bem interessante, meu maior interesse no livro é esse consciência ambiental que ele tem :)




Carolina DC 02/01/2013

Se eu tivesse que resumir em uma única palavra o que eu achei do livro: espantoso, maravilhoso, incrível, divino, mirabolante, extraordinário. Nossa, eu não sei qual palavra eu escolheria, mas vocês podem perceber que definitivamente seria uma positiva. Confesso que sempre que tenho em mãos um livro de estreia dos autores com muitas páginas, fico um pouco receosa. Eu entendo que o autor queira expressar os sentimentos de todos os personagens, detalhar os acontecimentos, deixar a trama bem fechada, mas às vezes isso causa alguns trechos maçantes na leitura. Fiquem tranquilos leitores, definitivamente isso NÃO ocorre no livro da Eleonor. Sim, o livro é grande (tem mais de 800 páginas); mas em momento algum é enfadonho, eu fiquei o tempo todo querendo saber o que iria acontecer em seguida. Vou tentar falar um pouco do livro (senão minha resenha fica quilométrica) e não fazer spoiler (não quero estragar as surpresas para vocês leitores). O livro no princípio foca na família Melbourne, os cientistas renomados Doris e Henry e seus filhos maluquinhos (tem um monte deles): Teo e Ted, os gêmeos mais velhos (com 16 anos), Tim e Tom (com 15 anos), Pam (14 anos), Lis (com 13 anos) e Bobby (com 8 anos). Além disso, o casal adotou Peggy (14 anos) filha de um casal de amigos deles que faleceu. O interessante nessa prole é que a autora conseguiu desenvolver personalidades fortes, bem definidas em cada um dos personagens. E o melhor de tudo é a interação deles. As crianças estão sempre aprontando umas com as outras (principalmente Tim e Peggy), fazendo travessuras com os moradores das cidades que aportam. Sinceramente, estou apaixonada por toda a família. Peggy também foi incorporada à família e é uma graça, mas tem muitos mistérios envolvidos em torno da sua história. Mistérios que nem mesmo a pobre garota tem conhecimento (mas totalmente interessante). Essa animada trupe é a tripulação do cisne, um barco científico de tecnologia de ponta que serve de residência para família. Após uma tremenda confusão no intercâmbio intergaláctico (sim, vocês leram certo), a família Melbourne irá receber em sua casa alguns cientistas e um jornalista. Para equilibrar a situação, convidam o fogueirinha (apelido carinhoso dado pelos jovens), um jovem jornalista (que tem uma chance única em mãos, pois os Melbourne não permitem que jornalistas entrem em sua casa). Além dessa situação, os jovens Melbourne (incluindo a Peggy) fizeram as provas para ingressarem na Escola Avançada de Champ-Bleux, a melhor escola para formar cientistas. Nesse momento, começamos a conhecer outros personagens, totalmente viciantes que irão ingressar na escola (amei, amei, amei o modo que um deles utilizou para vencer a solidão rs). E temos um terceiro núcleo de personagens, que estão envolvidos nos mistérios da Peggy. Não quero me estender mais para que a resenha não se torne cansativa, então vou finalizar dizendo o seguinte: leiam “Cisne”, pois a autora conseguiu com maestria desenvolver cenários magníficos, personagens intrigantes e mistérios fantásticos. Não vejo a hora de ler o segundo livro!
Quanto ao layout, design e outros detalhes; eu dou os parabéns a editora. A revisão está impecável (situação rara em um livro tão grande), a escolha da fonte foi perfeita, os detalhes no início dos capítulos são um charme à parte e a capa é simplesmente fofa demais!
Eleonor 02/01/2013minha estante
Oi, Carol!
Sou a pessoa mais suspeita do mundo inteiro pra achar tua resenha simplesmente DEMAIS - mas a verdade é que achei! Muito obrigada, no meu nome e no nome de toda a minha trupe de personagens!
Bjs, Eleonor!


Thaís 02/01/2013minha estante
Olá Carol,

Descrevestes sentimentos que senti ao ler o livro! A continuação (simmmm!!!) é ainda melhor!



Carolina DC 03/01/2013minha estante
Oi Thaís!
Eu queria falar mais do livro, mas iria fazer spoiler rs. Jura que o segundo é ainda melhor *-*?
Beijos


Carolina DC 03/01/2013minha estante
Oi Eleonor, sinceramente... como você conseguiu criar tantas coisas maravilhosas em uma única história? Eu terminei o livro super curiosa!
Beijos


Eleonor 04/01/2013minha estante
Olha, Carol, sinceramente, nem eu sei bem! O que tenho a dizer é que eu escrevi muitas partes da história, e um bando de personagens metidos se encarregou do resto, rsrs!


Thaís 30/01/2013minha estante
Sem dúvida que o segundo é melhor, há mais... surpresas! É melhor porque já conhecemos os personagens e eles amadurecem mais, surpreendentemente mágico!




Thaís 02/01/2013

Maravilhoso!
O livro que escolhi para resenhar hoje é um livro muito especial para mim! Pois não foi apenas o fato de poder fazer parte da criação dele, não foi apenas ler minuciosamente como uma crítica feroz, não foi só vê-lo se tornar o que é hoje, o principal fator de ele ser especial para mim, foi pela sua estreia inédita na literatura! É um livro peculiar que me cativou do começo ao fim, sabe aquele livro que possui um enredo tão extraordinário sem pontas soltas, você simplesmente se sente parte de seus personagens, da família Melbourne, da casa que é o barco de pesquisa deles de um planeta Terra onde planetas, descobertas, inteligências absurdas e fantasia não são mera coincidência.


Todos os personagens são cativantes e únicos! Temos no enredo um número gigantesco de personagens para uma trama, mas não se preocupe, todos são apresentados com cautela e desenvoltura e a leitura apesar de extensa (832 páginas!) ela é concisa e a leitura flui livremente. Como todo em todo livro que leio, eu tenho meus personagens favoritos! Não consegui me decidir entre a Peggy e os outros integrantes da família Melbourne, são todos especiais! Os gêmeos são engraçados e inteligentes, o Dr. Henry e a Dra. Doris possuem uma família incrível!

Outro fator notável foi a cena da chegada do cisne ao porto. Foi uma cena muito bem escrita, uma cena dentro de outra, mostrando ao leitor espetáculos simultâneos. Muito bom, pois quase não se nota a presença dos personagens secundários dentro da trama, a peça de teatro encenada pelos personagens dentro do enredo foi marcante e notória, eu como leitora, ansiava por saber como a peça ia terminar e qual seriam as reações da plateia, no caso, da multidão que aplaudiu com louvor os filhos (tripulação) dos Melbourne.

A autora Eleonor Hertzog estreia com grande admiração de minha parte na literatura, acredito em seu potencial e não vejo a hora de continuar a leitura (vou ler o segundo volume cof cof) porque é quase impossível parar de ler! É uma leitura inteligente, bem desenvolvida e inovadora! A autora ousou com sua criatividade e tão dedicada que é que não deixou pontas soltas e nem nada que desagrade o leitor, apenas incita a curiosidade e a apreensão na leitura dos seus textos!

Outros atrativos foi que, a leitura cresceu aos poucos, não foram lançadas informações em uma enxurrada, tudo cresceu aos poucos, enredos desenvolveram-se, personagens foram aparecendo e as informações de países, mundos, poderes e elos aos poucos iniciados na leitura, isso não trouxe confusão e só fez crescer a apreensão pelo que viria a seguir.

Foi admirável conhecer uma narrativa onde os personagens são a maioria protagonista e que me fez entender que, pareciam comuns e normais, simples tripulantes de um barco, o Cisne. Mas ao estender-me pelas páginas notei que, as criações chegavam ao pouco, não estávamos apenas na Terra, estávamos diante de um futuro distópico onde coisas improváveis aconteciam.


Resenha do Blog: http://www.viajenaleitura.com.br/2012/12/CisneEleonorHertzog.html
Eleonor 04/01/2013minha estante
Oi, Thaís. Fui e voltei dezenas de vezes aqui, sem saber o que comentar... Acabei comentando no blog, dizendo com detalhes tudo que eu queria dizer. Sei que já viu. Você merece. Para quem quiser ver,
http://www.eleonorhertzog.com.br/2013/01/ainda-sobre-resenhas.html

Bjs, Eleonor


Thaís 05/01/2013minha estante
Ah! Sem palavras, comentei porque amei! rs


Cecy 09/01/2013minha estante
Só de ler o que você escreveu deu vontade de ter o livro em minhas mãos e lê-lo!!!! Parabéns pela resenha!


Thaís 30/01/2013minha estante
Obrigada Cecy!




Priscila Yume 10/01/2013

Minhas impressões
Peggy Saint-Mont havia sido adotada há dois anos e, desde então, nunca mais tinha sentido falta de alguém para chamar de irmão.
Sua nova família era numerosa. Seus novos pais Doris e Henry Melbourne tinham sete filhos: Teo e Ted eram os gêmeos mais velhos, com dezesseis anos; depois, vinha outro par de gêmeos, Tim e Tom, com quinze anos. Pam era a seguinte com quatorze, Lis tinha treze, e depois havia uma pausa de cinco anos (nos dias de tédio, os filhos de divertiam especulando o que teria acontecido naqueles anos para os pais não terem procriado o filho anual) e vinha o caçula, Bobby, de oito anos. Peggy tinha quatorze anos como Pam, e havia se entrosado perfeitamente com eles desde o primeiro dia. Eram uma turma unida e no geral bem humorada. Todos estavam acostumados a trabalhar em equipe no Cisne, um belíssimo veleiro solar a que chamavam orgulhosamente de "nossa casa". (p. 09)

A Família Melbourne não é nem um pouco convencional, porque além de ser formada por 08 filhos (sendo uma adotada) eles vivem dentro de um barco. Mas não é um barco qualquer, é o maior veleiro solar da Terra, que é conduzido pelos doutores Henry e Doris, os melhores biólogos marinhos, também da Terra e, pais da grande prole (não vou falar nada, porque aqui em casa são 07 filhos, hehehehe).
E, embora pareça tudo tranquilo e normal, há vários segredos existentes entre aqueles que formam a tripulação do Cisne.

- Cisne de água doce é um nome esquisito para um veleiro oceânico.
- Ah, é que, quando o vento enfuna as velas, quando estão todas erguidas, e todas refletindo o Sol, parece que o barco é um enorme, lindo, fantástico, maravilhoso cisne de prata! riu Anita, toda feliz. (p. 31)

O livro conta a história da família Melbourne e sua rota pelo mar, visitando várias ilhas e portos, além de relatar o dia a dia da tripulação (que são seus filhos), as experiências no laboratório e como seus filhos são capazes de entrar em encrencas e, é claro, se serão aceitos ou não pela Escola Avançada de Champ-Bleux. Os testes de admissão da Escola contam com 10 testes de conhecimentos e 10 testes de psicoaptidão. O problema é que ninguém sabe exatamente quais os critérios avaliados nos testes de psicoaptidão, que o tornam tão precisos na seleção dos seus 250 alunos semestrais, que nunca desistem do curso que dura 10 anos (uma vez que nas outras escolas há taxa de evasão). A melhor e mais importante Escola para formar cientistas da Terra, Champ-Bleux só admite jovens que tenham de 13 a 17 anos feitos. E fica a primeira questão: quais, dos 07 filhos da família Melbourne, serão admitidos?
Para saber as respostas dos testes eles devem pegar os envelopes que foram enviados para Porto Alto e, entre um teatro de piratas, pregar peça com os jovens da ilha e ajudar no orfanato, a família acaba por se envolver em um assunto diplomático entre a Terra e Tarilian (o outro único planeta habitado existente (??? será mesmo?), e com quem a Terra mantém relações um tanto quanto estremecidas). O problema se formou no Intercâmbio de dois tarilianos na Terra, que alegaram maus tratos e, para que o Intercâmbio entre os dois planetas não fosse desfeito (uma vez que Tarilian era mais avançada na área tecnológica e era muito importante para a Terra manter as relações em bom tom) o Cisne foi oferecido como laboratório de conclusão do intercâmbio dos tarilianos, mesmo não fazendo parte do Intercâmbio. Só que além dos estagiários, os Melbourne teriam que levar um repórter tariliano junto, que vai fazer de tudo e mais um pouco para falar mal dos Melbourne e do jornalista que os terráqueos também recrutam.
A partir disso vários fatos, confusões e brigas acontecem no Cisne, como a família vai se sair com dois repórteres a bordo, quando é fato comum que cientistas e repórteres se odeiam?
O interessante é que apesar do livro não ser de magia você se sente dentro de um universo mágico. Todas as habilidades e poderes especiais apresentados por alguns personagens estão relacionados à capacidades mentais, ou seja, poderes que são desenvolvidos e criados a partir do poder da mente de uma pessoa.
Que outros mundos existem além de Tarilian? O que os doutores Melbourne estão tentando resolver? Quais os critérios de seleção de Champ-Bleux? Essas e outras perguntas estarão respondidas nesse livro que faz com que o leitor não queira parar de ler.
O livro, para quem não está acostumado a ler grandes livros (com muitas páginas), assusta inicialmente, mas com o início da leitura, você esquece o tamanho, pois a autora conseguiu amarrar tão bem a trama, que você não consegue largá-lo um minuto e, isso é verdade.
Eu andava com o meu na bolsa e, em toda fila, ônibus, qualquer momento que eu percebesse que dava para ler um pouquinho, lá estava eu com o Cisne, querendo saber o que ia acontecer nas próximas páginas.
É um livro viciante e, apesar da quantidade de personagens, passagens, explicações, você não se perde e sabe quem é quem, quem vive o que. Como eu disse, foi uma narrativa muito bem construída que envolve o leitor no universo do Cisne.
E se você gosta de livros de aventura, acredite, você não pode deixar de ler.
Agora eu estou ansiosa pela continuação, vou esperar mais um pouquinho para saber o que vai acontecer e quais serão as decisões dessa geração.

Boa Leitura!
Eleonor 11/01/2013minha estante
Oi, Priscila! Nem preciso dizer que adorei a resenha, não é? Minha frase preferida: "Apesar do livro não ser de magia você se sente dentro de um universo mágico". Olha, a frase está muito mais certa do que supõe...
Bjs!


Thaís 30/01/2013minha estante
Pri,

O segundo é ainda melhor, estou lendo (leitura beta) e amando!


Priscila Yume 31/01/2013minha estante
Obrigada Eleonor, eu realmente me senti assim e isso é ótimo, para o leitor e para o escritor!
Thais, estou com inveja boa de você!! Hehehehehehe




Samy Rabelo 11/01/2013

Leitura Inteligente!
Bom, deixem-me ver por onde começar essa resenha...
Pois é minha gente! À partir do momento que um autor, nesse caso autora, escreve uma história completamente inimaginável, incrível, totalmente fora do inesperado para nós leitores, ficamos assim inibidos e totalmente sem palavras para escrever uma resenha cabível à obra.
É o que está acontecendo comigo nesse momento escrevendo essa resenha.
Vou começar dizendo o que já tinha dito à autora, é um livro totalmente inteligente! Sim, para você que assim como eu lê em qualquer lugar, com qualquer televisão ligada, com pessoas falando perto de você, vai preferir ler num cantinho calmo, só você e o livro nas mãos. Cisne é um livro bem complexo, bem explicado com uma narrativa gostosa e cativante, fazendo com que o leitor tenha a total atenção na história.

Bem, sem mais delongas, no Cisne, conhecemos a incrível e numerosa família Melbourne, composta por oito filhos Teo e Ted, os gêmeos mais velhos com 16 anos, Tim e Tom gêmeos também com 15 anos, Pam 14 anos, Lis com 13 anos, Bobby com 8 anos e Peggy com 14 anos que foi adotada pelo casal Henry e Doris (pais dessa turma toda). Tendo eles como moradia um barco de pesquisa, cujo o nome leva o título do livro (Cisne).
O casal Henry e Doris são biólogos marinhos, formados pela escola Champ-Bleux, onde todos seus filhos realizam um exame para ingressarem na mesma.
Em Cisne, conhecemos um mundo totalmente novo, chamado Tarilian, onde habitam os tarilianos. É com esse outro mundo que conhecemos diversos personagens diferentes, os denominados alienígenas, que competem com os terráqueos o tempo todo para saber qual é o melhor mundo para se viver.
No Cisne, a tripulação são os oito filhos do casal, onde a autora apresenta cenas bem engraçadas das brincadeiras dos jovens, fazendo o leitor se apaixonar por todos. No começo me confundia muito com cada um deles. Afinal, oito jovens e até com nomes meio parecidos, dava para confundir um pouco quem falava com quem, o que me atrapalhou um pouco no começo da leitura. Mas ao decorrer das páginas, você acaba se acostumando e a leitura flui bem.


"Ainda estava na sala quando Anton voltou, horas mais tarde. A expressão do rapaz estava totalmente indecifrável. Encarou Michele por uns segundos, agarrou-a pelos ombros e beijou-a. Michele tentou fugir, tentou se afastar, mas era completamente inútil. Estava presa, e muito bem presa. Quando finalmente conseguiu empurrá-lo uns centímetros, ele a imobilizou com mais eficiência ainda. Michele decidiu que não adiantava e parou de se mexer. E ficou de olho no relógio da sala. Cinco minutos. Dez. Ele não ia desistir? Vinte. Nada de carícias, nada de avanços, era só o beijo e nada mais. Meia hora. Onde estava metida?! Quem, afinal, era o patife que tinha metido aquele alienígena louquíssimo na sua casa?! Como gostaria de... Trucidá-lo... Torturá-lo, e depois cortá-lo em pedacinhos... Quarenta minutos. Tentou se livrar, Anton a deteve, Michele parou, droga! Que situação absurda! Anton mudou de posição e Michele perdeu o relógio de vista."

Ler Cisne foi uma experiência muito agradável para mim, conseguia ver cenas de um filme claramente, coisa bem rara nas minhas leituras.
A revisão do livro está incrivelmente perfeita! Sendo um livro ENORME (832 páginas) não teve muitos erros. Na verdade quase nenhum, se peguei foi uns dois ou três errinhos mínimos que nem deu importância nenhuma! Achei incrível.
A capa é uma graça, tem tudo a ver com a história. Os dois golfinhos tiveram uma participação mínima mas foi bem engraçada. Adorei a ideia da autora.
A autora está de parabéns pela incrível criatividade que teve em reunir terráqueos, alienígenas, mutantes, astronautas e inventar os tarilianos, kreganianos e a escola Champ-Bleux, onde acredito eu, vamos conhecer mais no segundo livro. Simmm logo será lançado o segundo monstrinho grande! Cujo nome será Linhagens. Nem preciso dizer que estou curiosa para ler esse livro né gente! Afinal Cisne terminou deixando muita coisa em aberto, deixando a gente com um gostinho de quero mais.


"– Como que não é do meu mundo?! Então responsabilidade é exclusividade de Tarilian, vai ver?! E integridade, e dignidade, e todas essas outras coisas que você ignora desde que veio morar na NOSSA casa?! Todo mundo aqui está tentando acertar. Menos você! Que direito acha que tem de dizer que "isso não é do meu mundo"?! Se todo o seu mundo fosse como você, Tarilian seria uma desgraça!"

Gente, vou parar de falar do Cisne, vocês precisam conhecer essa obra! É diferente de tudo o que você leu, eu garanto!!!
Quero agradecer à Eleonor pela oportunidade que me deu em conhecer sua obra e por ter nos disponibilizado um kit para sorteio, que inclusive já está no blog. Participem pessoal! O kit é a coisa mais linda e o livro espetacular!

Essa resenha pertence ao blog Livros com Resenhas, visitem, comentem e participem das promoções ;)
http://livroscomresenhas.blogspot.com.br/
Eleonor 11/01/2013minha estante
Oi, Samy! Geente, o que dizer dessas resenhas?! Vocês vão estragar o Cisne de tanto mimo, rsrs!


Rafael 03/02/2013minha estante
Fiquei com vontade de ler ^^




naniedias 18/09/2013


Cisne, de Eleonor Hertzog
Dracaena - 832 páginas
Um livro que tinha tudo para ser, mas não foi.




Título: Cisne
Autora: Eleonor Hertzog
Editora: Dracaena
ISBN: 9788582180372
Ano da Edição: 2012
Nº de Páginas: 832
Série: Uma Geração. Todas as Decisões. - Vol. 1


Fraco.

Um barco científico à bordo do qual vive uma das mais proeminentes famílias de cientista da Terra, os Melbourne.
Henry e sua esposa atuam como biólogos marinhos e fazem do Cisne, seu barco, um verdadeiro laboratório. Sua tripulação são seus filhos. Ted e Teo, os gêmeos mais velhos, Tim e Tom, mais uma dupla de gêmeos, Peggy, a filha adotiva, Pam, Lis e Bobby. Uma filharada sem fim que ajudam-nos na rotina do barco.

Quando seus filhos decidem fazer a prova para Champ-Bleux, a mais renomada escola de cientistas do mundo inteiro, não pensam que todos em idade escolar iriam passar - apenas Bobby não fez a prova.
Os pais, entretanto, ficam desconfiados. Todos sendo aprovados em seus primeiros testes? Todos ao mesmo tempo?
Há algo por trás disso. E a desconfiança só aumenta quando descobrem quem serão os colegas de seus filhos na nova escola.

Parece confuso? Na verdade, é um tanto confuso mesmo.

Conheci a autora Eleonor Hertzog em Ribeirão Preto, quando fui passar minhas férias por lá. Estávamos ambas hospedadas na casa da querida Vanessa Bosso e passamos horas (de verdade, foram horas mesmo, madrugada a dentro) conversando sobre literatura e o mercado editorial. Durante tal conversa, a autora falou bastante de sua vida enquanto escritora e também de seu livro. Fiquei impressionada ao saber que os personagens que compõe o mundo de Cisne a acompanham desde muito pequena - ela costumava contar a história a seus irmãos. Também me impressionou saber que ela escreve e reescreve essa história há anos! Fascinante!
Fui surpreendida minutos antes de ir embora com um presente da autora: um exemplar autografado de seu livro!

A resenha demorou a sair porque, para quem não sabe, o livro é um tijolo de tão grande e a leitura demorou mesmo. Mas comecei a me aventurar com os Melbourne tão logo voltei para casa - estava curiosa depois de escutar tantas coisas bacanas sobre essa história.

Primeiramente, quero falar sobre a escrita de Eleonor.
A autora escreve muito bem e tem uma narrativa interessante. A escrita dela é bastante primorosa e elegante, embora bastante regional. Eu li o livro escutando o sotaque da autora e a forma dela de falar (Eleonor Hertzog é gaúcha e sua narrativa é bastante carregada em gauchês).
Não que isso seja um ponto negativo, mas sem dúvida é algo que todos os leitores devem notar, pois é bastante presente na obra. Quem conhece a autora pessoalmente, então, ouve exatamente a voz dela narrando sua própria história, daquele jeitinho mesmo que ela fala.

Apesar da escritora ter talento para escrever, não foi fácil ler o Cisne.
Primeiro, pela falta de uma separação clara entre diálogo e narrativa (ponto que, segundo a própria autora já foi corrigido para as próximas edições). Pode parecer algo pequeno, mas realmente influenciou de forma negativa a leitura - tornando-a bem atravancada e a deixando mais lenta.
Imagina a cada diálogo ter que adivinhar se aquilo que vem depois da vírgula é a continuação da fala do personagem ou uma parte da narrativa? Realmente trava a leitura e a deixa bem lenta. Uma pena.

Além disso, a autora narra toda a sua história praticamente através dos diálogos e isso é outro ponto ruim do livro. Pautando todo o enredo sobre os diálogos, senti falta de uma ambientação melhor. Queria mais descrições dos próprios personagens, dos locais e das situações que estavam sendo narradas.
Não estou dizendo que o livro precisava ser daquele tipo chato, cheio de descrições longuíssimas. Sou mesmo do tipo que gosta de descrições (culpada, confesso!), mas não precisava ser nada muito elaborado. Em Cisne, entretanto, elas quase não existem e isso tornou muito difícil para que eu entrasse na história e me sentisse parte do que acontecia. Praticamente só tinha a voz dos personagens para me guiar.

Falando dos personagens, também preciso dizer que eles são todos muito iguais e isso é péssimo.
Todos os personagens são alto-astral, bem-humorados, brincalhões, espertos, inteligentes e têm bom caráter. Não há falhas, nem problemas! Tanto os adolescentes quanto os adultos seguem esse mesmo padrão. Eles não são apenas parecidos em suas personalidades (extremamente idênticos, aliás), mas também em seus tipos físicos (todos são altos e muito bonitos) e maneira de falar (adultos e adolescente utilizam as mesmas palavras e expressões).
Gosto de personagens mais humanos - aqueles que têm falhas, defeitos e cujos passados influenciam em suas atitudes e personalidades do presente. Gosto de odiar alguns personagens... Podem achar isso estranho, mas faz parte. Aquele personagem mal caráter que todos amam odiar? Faz falta quando não encontramos alguém assim.

Mas o que mais me incomodou mesmo foi o rumo que o livro tomou de repente.
Seguia uma história bacana, contando as peripécias de um grupo de irmãos que viviam em um barco de pesquisa. Eu não consegui realmente me conectar com os personagens, por serem muito iguais uns aos outros, mas a história seguia de uma maneira agradável e divertida.
Entretanto, de repente, o livro foi mudando de aspecto até tornar-se uma história política, falando sobre movimentos calculados e habilidade mentais mal explicadas.
No final das contas, a autora disse muita coisa, mas não explicou nem metade delas. Como leitora, terminei o livro bastante confusa e sem entender um bocado de coisas. A narrativa se molda como se o leitor soubesse do que está sendo tratado, porém, na realidade, não se sabe e não há grandes explicações. E eu odeio quando isso acontece! Mesmo sendo parte de uma série, eu não gosto quando muitas perguntas ficam em aberto, ainda mais quando as mesmas são essenciais para entender a trama. E, nesse caso, eu não entendi muita coisa. Terminei a leitura sem saber, na verdade, qual foi o propósito desse livro. Ele teve um início, teve um fim, mas qual foi o propósito da autora ao narrar tal história? O que ela pretende com aqueles personagens? Não faço ideia. Isso foi o que realmente me desagradou.

A leitura, entretanto, não é de todo ruim.
Eleonor Hertzog criou um futuro muito interessante para o planeta Terra - e é bem bacana ler sobre essa nova aparência e a nova realidade de nosso planeta.
Seria ainda melhor, contudo, se algumas informações essenciais não houvessem sido sonegadas.

Se quero ler o próximo? Talvez.
Estou torcendo para que a autora publique a versão ebook do livro, por um preço bacana, e daí eu me aventuro.
Mas, confesso, eu esperava bem mais da história. É bem escrita, mostra uma realidade diferente, mas falta algo. Falta uma estrutura que envolva mais o leitor, um esqueleto melhor delineado e um propósito. Fiquei meio perdida na leitura e, sobretudo, senti falta de me conectar aos personagens do livro.


Nota: 4

Leia mais resenhas no blog Nanie's World!

site: http://www.naniesworld.com/2013/09/cisne-eleonor-hetzog-dracaena.html
Morgs 01/11/2013minha estante
700 páginas a menos talvez?


Raiane 12/01/2018minha estante
Sua resenha descreveu tudo o que eu penso sobre esse livro.




Mari 14/01/2013

Em Cisne Eleonor Hertzog nos apresenta à família Melbourne, uma família numerosa e ao mesmo tempo cativante. Teo, Ted, Tom, Tim, Sam, Lis, Bobby e Peggy (filha adotiva) são filhos dos cientistas Doris e Henry Melbourne, que são formados pela Escola Avançada de Champ-Bleux, que foi fundada há mais de cinquenta anos e forma os melhores cientistas da Terra. Todos eles moram no Cisne, um veleiro solar que é o maior da Terra.

Tirando Bobby, que tem oito anos, todos os outros irmãos estão ansiosos para saber o resultado dos exames da Champ-Bleux, onde é quase impossível que pelo menos dois deles entrem, mas antes de serem surpreendidos pelos resultados, muitas coisas e muitos mistérios terão de ser resolvidos.

Não quero falar muito sobre o livro pois quero que vocês se surpreendam tanto quanto eu, mas posso dizer que Eleonor é dona de uma imaginação incrível. Quando li a sinopse logo fiquei curiosíssima para embarcar nessa aventura, mas Eleonor conseguiu superar minhas expectativas - que já eram ótimas.

Quando comecei a ler o livro fiquei com um pouco de medo de me enrolar com os personagens, porém mais uma vez a autora me impressiona, já que mesmo com a grande quantidade de personagens, todos são apresentados no momento e do jeito certo. Com o tempo você vai se familiarizando com cada um, não esquece/confunde o nome de ninguém e não se sente incomodado ao ser apresentado a novos personagens ao longo da leitura.

São 832 páginas de uma narrativa super descontraída, leve e rápida. A autora soube usar sua criatividade da maneira certa e faz com que o leitor se apaixone a cada página por cada personagem e sua história querendo ler mais e mais. Gostei de cada coisa ir se desenvolvendo ao seu tempo, pois isso faz com que a gente não se perca e aproveite ainda mais.

No momento que vi a capa fiquei torcendo para os golfinhos estarem presentes em algum momento. Não faço a menor ideia do porquê, mas eu queria que isso acontecesse (talvez só para eu ter o gostinho de dizer a capa diz muito sobre o livro) e é exatamente isso que acontece. No blog da autora, ela mostra os rascunhos feitos pelo seu genro Rafael Krás e sua filha Anelise Hertzog, que me fizeram admirar ainda mais a capa. Também desenho e me peguei um dia desses desenhando os golfinhos enquanto fazia minhas observações sobre o livro em meu caderno - rs.

CONTINUE LENDO EM: http://magia--literaria.blogspot.com.br/2013/01/cisne-eleonor-hertzog.html
Eleonor 18/02/2013minha estante
Mariana, que bom que o Cisne atingiu as expectativas... até em relação aos golfinhos, rsrs!
Bjs,
Eleonor




MauMau 23/01/2013

Resenha de Cisne - Eleonor Rertzog
O tamanho de um livro não importa... muitas vezes um livro pequeno de tão poucas páginas, se torna pesado e de difícil leitura, outrora, um livro grosso flui tão facilmente, se tornando leve, deixando a viagem à imaginação mais confortável... “Era Uma Vez ... Um cantinho lá na Galáxia.” E o Cisne passou!


Um grande barco de pesquisas sofisticado, com laboratórios e tudo o que uma casa tem, é o lar dos Melbourne. Composta pelos mãe e pai, Doris e Henry Melbourne famosos cientistas, especializados em biologia marinha, e seus vários filhos, Teo, Ted, Tom, Tim, Pam, Lis, Bobby e Peggy, a única que era adotada. Aparentemente são uma família normal, em que todos trabalham e estudam muito. Tirando o fato de terem vários filhos o que é óbvio que leva ter muitas confusões, Doris e Henry parecem ter uma vida feliz. Mas como sempre, ou quase sempre, nem tudo é o que parece ser realmente.
Todos os garotos estavam a espera das respostas para saber se seriam aceitos na famosa Escola Avançada de Champ-Bleux, onde os critérios de avaliação são totalmente secretos. Essa também é a escola onde seus pais se formaram.

Seus pais não são apenas dois cientístas marinhos, mas os respeitados, adorados e famosos Melbourne. Toda vez que o Cisne ( nome do barco ) atracava em Porto Alto, uma cidade polo científica, a festa era certa. Todos principalmente as crianças se postavam perto do cais, para recebê-los. E como sempre a família preparava alguma surpresa na chegada. Desta vez preparam uma peça de teatro, a bordo do barco, com todos personalizados de piratas, e mocinha. Com lutas de espadas e fala engraçadas, as criança até os adultos vibraram muito.
Eles estava perto de receber seus envelopes, com as respostas da Escola Champ-Bleux.

Continue lendo em...
http://www.sonhosresenhas.blogspot.com.br/2013/01/resenha-de-cisne.html

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Eleonor 18/02/2013minha estante
Para aproveitarem DE VERDADE esta resenha, precisam vê-la no blog SONHOS E RESENHAS, onde ela aparece entremeada de belas fotos! Maurício, muito obrigada pela resenha, pela avaliação e pelo carinho dedicado ao Cisne!
Bjs!




Matum 14/02/2013

Resenha Universe for Words
Esse livro de início me deixou bem curioso, pois me deu a impressão de ser uma história bem diferente de todas as outras que eu já tinha lido, principalmente por grande parte do enredo acontecer em um navio, em alto mar. E o livro realmente é assim, se aprofundando na vida de uma família que mora em um barco de pesquisas e contando com detalhes como é o dia-a-dia deles.

Uma coisa que me chamou bastante atenção, foi o livro me passar uma impressão de ter sido escrito ao longo da vida da autora, tendo em momentos alguns detalhes típicos de fantasias infantis e outros, mais complexos, de um livro feito para um público mais velho. Por isso e alguns outros motivos, na minha opinião esse é um livro feito para todas as idades, com uma história bem inteligente e criativa. É uma leitura bem suave e divertida, muito boa para passar o tempo. É um livro que não podemos julgar pela capa, sinopse, resenhas ou qualquer coisa que não seja lê-lo. Na história acontecem coisas surpreendentes, em que eu particularmente, parei para dizer "Nossa, da onde ela tirou criatividade para pensar em algo assim?."

Acho que qualquer pessoa que ler, achará bem curioso e inteligente, e como eu, em algumas partes irá prestar bastante atenção e até re-ler para entender melhor a história. Mas mesmo assim, você não acaba se perdendo e se confundindo com os acontecimentos. Além disso, é daqueles livros em que sentimos vontade de entrar na história e ter a vida que os personagens tem.

Na minha opinião, o que faltaria para ser um livro da minha lista dos favoritos, é na parte física, aonde eu me incomodei um pouco do livro ter ficado meio "torto" (talvez por causa do grande peso pela quantidade de folhas) e eu achei também que o livro conta muito do dia-a-dia da família em vez de contar mais sobre as coisas mais importantes, que serão desafios para eles.



Mais resenhas como essa em:
http://universeforwords.com
Eleonor 18/02/2013minha estante
"... uma história bem inteligente e criativa... uma leitura bem suave e divertida...", nossa, Matum, obrigada!
Bjs!




Nelmaliana 09/03/2016

Cisne é um veleiro de alta pesquisa tecnológica e o lar da família Melbourne. Nele moram Henry e Doris, os pais e conceituados biólogos marinhos, juntamente com seus 8 filhos, que variam de idade entre 8 a 16 anos. Esse grupo de pessoas é o único responsável por todo trabalho na embarcação, e as crianças além das obrigações com o veleiro ajudam os pais nas pesquisas sobre a vida marinha da Terra.

Henry e Doris formaram-se na Escola Avançada de Champ-Bleux, e os filhos resolveram seguir os mesmos passos. Surpreendentemente todos os filhos que se candidataram, conseguiram a vaga e enquanto aguardavam o ingresso na escola, a família é envolvida em uma questão diplomática entre a Terra e Tarilian – único planeta habitado conhecido pelos terráqueos – sendo obrigados a aceitar a bordo do Cisne dois repórteres estagiários.

Em meio a essa tensão entre os dois planetas, os Melbourne precisarão evitar que essa frágil amizade se transforme em uma guerra, e ao mesmo terão que lidar com questões envolvendo seus filhos, que são muito maiores que os problemas interplanetários.

Vamos começar assim: a história do livro é muito interessante, e teria tudo pra ser uma das minhas melhores leituras. Porém a maneira como ela é escrita, é extremamente enfadonha. Lembrando que a partir daqui é exclusivamente minha opinião, minha experiência com o livro.

Esse livro entrou pra minha lista de querências desde o primeiro momento que o vi. E cada vez que via ou ouvia alguém falar sobre ele, só aumentava o meu desejo de lê-lo. No meio do ano passado consegui comprá-lo, porém ele nunca chegou nas minhas mãos (p.s. cuidado com compras em grupos na internet). Aí fiquei sabendo do book tour, e mais que depressa me inscrevi. E qual não foi minha felicidade ao ver que havia sido um dos blogs escolhidos. Mal pude suportar a ansiedade até recebê-lo. Porém, a alegria parou por aí.

As dez primeiras páginas foram excelentes, estava mega empolgada com a leitura. Mas a partir daí, infelizmente não foi bacana. A leitura começou a se arrastar interminavelmente. A escritora usa um estilo que eu nunca havia visto, pelo menos nunca num livro tão grande. Ele é narrado quase que totalmente através de diálogos.

E isso, com o decorrer das páginas se torna maçante. Vou relatar alguns detalhes logo do início, então não tenham medo de spoiler. Cada vez que o Cisne aporta em uma cidade, a tripulação faz uma festa pras pessoas que os aguardam. Em certo momento, eles chegam a um porto e as crianças Melbourne decidem fazer um teatro pros moradores locais, bacana, porém esse teatro é narrado em sua íntegra, são páginas e mais páginas assim. Existem repetições de diálogos, como por xemplo: personagem A conta algo a personagem B. Personagem A encontra personagem C e reconta a mesma história. É novidade pro personagem C, mas nós já sabemos. E isso se estende a quantos personagens precisem saber da história.

No meio do livro eu já estava cansada, e por mais interessante que a história fosse, o livro não me atraía mais. Pra mim a leitura é uma experiência ampla, que abrange uma diversidade de coisas. E por melhor que a história seja, o fato de ter sido uma leitura maçante e arrastada fez com que essa experiência não fosse das melhores.

Outra coisa que não gostei, foi o fato de muitos personagens não serem bem desenvolvidos. Em certo ponto não conseguia diferenciar algumas delas. Por ser narrado em diálogo a maior parte do tempo, também senti necessidade de mais informações sobre os ambientes onde a história se passa.

Como disse anteriormente, a história é muito interessante, tem aventura, ação, ficção, tudo que eu amo num livro, se não fosse o estilo narrativo escolhido. Isso, realmente fez com minha experiência não fosse boa.

Porém, não "desrecomendo" o livro. Como disse, é a minha opinião sobre a minha experiência, e se você não se importa com esses detalhes, leia-o, é bem possível que você tenha uma opinião diferente da minha.

Opinião postada originalmente no blog Profissão: Leitora

site: http://profissaoleitora.blogspot.com.br/2016/03/cisne-de-eleonor-hertzog.html
Raiane 12/01/2018minha estante
Estou lendo esse livro e concordo com você. :/




Marcos Pinto 10/12/2013

Resenha: Cisne
A Terra mudou. Esqueça a ignorância e as brigas para ver quem é melhor que quem. Esqueça também essa história de jogador de futebol ganhar milhões. Nesses novos tempos, ser cientista é o ápice do sucesso humano. Porém, se ser cientista é bom, ser um profissional das ciências formado pela Escola Avançada de Champ-Bleux é ainda melhor.

Doris e Henry Melbourne são formados pela Champ-Bleux. Eles são biólogos e moram com seus filhos no barco Cisne. Filhos, ou pequena ninhada, se preferir. Eles eram numerosos, muito numerosos...

"(...)Doris e Henry Melbourne tinham sete filhos: Teo e Ted eram os gêmeos mais velhos, com dezesseis anos; depois vinha outro par de gêmeos, Tim e Tom, com quinze anos. Pam era a seguinte com quatorze, Liz tinha treze, e depois havia uma pausa de cinco anos (nos dias de tédio, os filhos se divertiam especulando o que teria acontecido naqueles anos para os pais não terem procriado o filho anual) e vinha o caçula, Bobby, de oito anos."

Além dos pouquíssimos filhos de Henry e Doris, que formavam uma tripulação e tanto, também havia Peggy Saint-Mont morando no barco. Peggy era uma filha adotada dos doutores Melbourne. Ela se junto a sua nova família logo após seus pais falecerem.

Com uma tripulação dessas, é impossível não soltar uma gargalhada atrás da outra. As páginas viram sozinhas e o sorriso se alarga cada vez mais. Tim, meu personagem favorito, e também o mais bagunceiro e inteligente, coloca fogo no navio.

"Envolveram-se na disputa da geleia e não perceberam Bobby, sorrateiro, acertando bolotas de guardanapo dentro de diversos copos. Quando os donos dos copos notaram, a guerra de bolinhas se generalizou, e Ted aproveitou para pegar a ambicionada geleia de morango, enchendo depressa sua fatia de pão com o que restava dela. E, lá do fundo do pote, veio uma coisa escura que não era morango. Era uma baratona preta.
– Essa barata de novo?! Bradou Teo. – Tim, eu mato você!"

Entretanto, o que esses jovens não sabem é que, em breve, toda essa descontração será trocada por responsabilidade. Uma guerra interplanetária pode acontecer e uma disputa diplomática entre a Terra e o planeta Tarilian é a razão. O Cisne, mesmo sem nada ter a ver com o problema, será jogado no meio da confusão. O barco ganhará novos tripulantes e o destino do mundo dependerá dessa jovem tripulação de pequenos cientistas.

"– Se Giles escreveu a metade que xingou por aqui, a coisa vai explodir como uma bomba em Tarilian, juntou Ted."

Entretanto, nem só de tripulantes do Cisne se faz o livro. Existem outros incríveis e interessantes personagens que também terão nas mãos o destino do planeta. Michele, Anton, Françoise e Joe são alguns deles. Assim como Tim e sua turma, são personagens adoráveis e que arrancam várias risadas. Principalmente Anton quando descobre que certas práticas amorosas humanas podem ser bem deliciosas e produtivas.

Não há dúvidas que a autora é muito criativa e tem um talento incrível com as palavras. Os personagens são muito cativantes, o enredo é envolvente e no fim do livro só resta uma vontade: querer ler o segundo exemplar da série. Se Linhagens for metade que o Cisne é, certamente será um sucesso.

site: http://desbravadoresdelivros.blogspot.com.br
Thiago 08/09/2014minha estante
toda essa ficção cientifica me interessa bastante... um mundo onde ser cientista e inteligente e cool, so pode ser um mundo bem fascinate.




Elves ºº 03/05/2018

A leitura de "Cisne" se resume a decepção. Talvez não seja um livro pra mim, já que sou (acho) o único a avaliá-lo com uma nota tão baixa. Mas o livro não conseguiu me conquistar em nenhum momento. Parei a leitura diversas vezes para ler outros livros e essas pausas eram grandes porque eu não conseguiu ter saudade da estória, muito menos desejo de retornar a ela. Mas como não costumo desistir de nenhum livro, persisti e consegui finalizar. Acredito que um dos erro que existe nesse livro e acho que todos vao concordar, até mesmo os que gostaram e/ou chegaram a favoritar, é o tamanho desnecessário. Talvez com um trabalho mais cuidadoso da editora junto a autora, a história puderia ter sido enxugada um pouco. São diálogos e mais diálogos onde se repetem coisas, conversas desnecessárias e por falar nisso, a impressão que tinha no decorrer da leitura é que não acontecia absolutamente nada na estória, pq basicamente os capítulos são preenchidos de conversas a respeito de planetas e tal. É necessário todas as descrições existentes ? Sim, mas a impressora que dá é que estamos num livro de história, onde passamos a conhecer a terra do futuro e a descoberta de outros planetas através da visão de uma família que mora num navio. Pra se ter noção, existe um capítulo onde a autora narra uma peça teatral por volta de umas 30 páginas. (????) Outro ponto que muito me incomodou é o número extremamente exagerado de personagens. Juro que cheguei ao final do livro, sem conseguir me recordar quem eram os personagens citados no diálogo (arrastado) derradeiro do casal, donos do cisne. é incrível como a autora continua jogando novos nomes por volta da página 400, 500.

Esperei muito tento para ler esse livro, procurei em muitos sites, até que encontrei numa promoção e o comprei ano passado e diante de todas as resenhas que tinha lido, fui com sede ao pote achando que ia achar ouro. Vc pode fazer sua leitura e possivelmente achar, no meu caso, não foi o que aconteceu.
Raiane 14/04/2019minha estante
Concordo totalmente.




Samara 12/08/2013

Livro Fantástico!
Eleonor Hertzog, mulher, eu te amo! Adorei seu jeito de escrever, como descreve um jeito totalmente novo de ver o universo, como são os alienígenas e tudo o mais! Meus mais sinceros parabéns! (Encantada) Dracaena, parabéns também, o trabalho ficou incrível, no começo achei um pouco diferente as formas dos diálogos, que nem sempre tem o travessão para mostrar o que o locutor está expressando, mas me adaptei bem depressa! *-*
Tudo começa no barco, Cisne, que é incrível, com todo seu tamanho e magnitude, encanta em todos os portos onde passa. Inclusive Porto Alto, onde os filhos dos doutores Melbourne fazem a alegria, tanto da criançada, quanto dos adultos também... Mas, acima de tudo, é um lugar especial para essa família, porque o Cisne é a casa deles e por isso são poucos que têm autorização para entrar lá.
Tim, Tom, Peggy, Lis, Ted, Teo, Pam e Bobby, são os filhos dos doutores que vivem com eles no barco, e também fazem as vezes da tripulação, afinal, com tantos filhos, para quem alguém de fora, não é mesmo? Eu, apesar de não gostar de meninos mais novos, amo o Tim, e todos os outros também... kkk Eles são incríveis, embora os gêmeos mais velhos tenham apenas dezesseis anos, isso é quase apenas um detalhe se considerarmos apenas suas atitudes, seu tamanho, força e etc. Todas as meninas de Porto Alto enlouquecem por Ted e Teo, mas Tim e Tom, outros gêmeos, não ficam muito longe desses suspiros também não. (que eu concordo plenamente, por sinal kk).
De todos esses filhos, apenas Bobby, não vai para Champ-Bleux, apenas por não ter idade suficiente para fazer isso. Agora todos os Melbourne Junior's estão em depressão pré-despedida, e como Peggy é a única adotada e por isso não tem um ligação muito forte com os todos os outros, não entra nesse clima, além do mais, já teve despedidas piores em sua vida, despedidas sem volta.
Peggy também é a única que sabe da verdade sobre os doutores Henry e Doris Melbourne, consequentemente também sabe sobre os filhos deles. Tom é filho que anula a capacidade da Peggy de transformação, mas todo cuidado é pouco, então cada filho tem uma habilidade, mesmo não sabendo disso, porque se soubessem, automaticamente perceberiam que em tudo que acreditaram até agora, pode muito bem ter sido apenas um conto de fadas para eles se adaptarem. Ser terráqueo não seria mais uma opção.
Quando fazem sua primeira parada, descobrem que serão o próximo refúgio de estagiários tarilianos, que tiveram problemas muito sérios com um outro doutor. Consequentemente, também terão que refugiar um repórter tariliano e outro terráqueo, apesar de serem cientistas, não são o tipo que não suportar repórteres na frente, mas isso está prestes a mudar com Giles e Jean dentro da casa deles.
Com tanta gente intrusa dentro do barco, todo mundo tem que tomar cuidado o tempo todo para que não deem motivos para Giles (repórter tariliano) falar ainda mais do que já fala para Tarilian, já Jean (repórter terráqueo) é muito mais tranquilo e por isso, conquista a simpatia da família dele, não sem antes passar por um teste com Peggy, para que eles pudessem se responsabilizar por ele nessa jornada. Jean só fala das coisas boa que acontecem a bordo do barco, até porque não tem coisas ruins sobre essa família, mas Giles adora distorcer tudo e inventar, apenas para ganhar ainda mais fama e tirar o posto de Jean.
Tian e Turon são os dois estagiários de Tarilian e apesar de chegarem tão fechados quanto Giles, param de agir da mesma forma que o repórter porque acabam se adaptando e se dando muito bem com a família, que é muito simpática e divertida na maior parte do tempo. Mas os problemas dos doutores Melbourne não seriam resolvidos assim tão facilmente, claro, porque tem Paul no meio de toda essa história.
Paul é tio de Peggy e o Regente, todos as pessoas importantes de cada planeta, o respeita e geralmente as reuniões se dão junto com ele, para que todos possam chegar a um senso comum e decidir o que será melhor em determinadas situações, mas agora as coisas estão fugindo do controle, a habilidade de Peggy está passando despercebida pelo próprio tio, mas não para Henry e isso complica e muito a situação deles, já não muito amigável, digamos que Henry tem um gênio absurdamente forte. Mas não é apenas Peggy que foi negligenciada, também tem Peter, Michele e mais alguns herdeiros de tronos.
Henry é especialista em algumas coisas, e por isso acaba se envolvendo nas brigas de outras Linhagens, que não aceitam interferência e por isso acaba se metendo em mais confusão do que Doris julga saudável, apesar de nunca deixar de apoiar o marido, ela conversa com ele quando acha que pode estar exagerando, às vezes o que é ajuda para eles, podem não ser para os outros. Linhagens são secretas e Henry adora meter a mão quando acha que pode ajudar de alguma forma, mesmo que seja só jogando ideias.(sabiam que eu o amo também? kkk esse é um livro onde eu arrumei muito amores rsrs).
O Cisne vai se ver no meio de uma confusão gigantesca por causa da rota que segue faz três anos, graças aos seus "convidados", será preciso que Henry tome uma atitude junto com Doris, mas quem pediu para ver, teve, e agora está o maior rebuliço entre os superiores que fazem contato com os planetas, Henry alfinetou e agora tanto Terra quanto Tarilian terão que resolver essas desavenças, Paul também dará um jeitinho em tudo isso, mas não sei se esperava por tanta repercussão nos dois mundos. E claro, de novo os doutores Melbourne sofrerão as consequência de serem a "casa" desses tarilianos, mas sempre pode piorar.
É um livro que nos introduz direitinho nesse mundo fantástico, não fica ponto sem nó, no começo pensei que não fosse entender nada com essa história de tarilianos, de outros mundos, de alienígenas na Terra e etc., mas a autora nos apresenta de pouquinho em pouquinho o que e como é cada uma das coisas que ela vai falando no decorrer da história, esse livro é bem a introdução mesmo do que está por vir, apesar de ter 832 páginas, Eleonor resolve algumas dúvidas na nossa cabeça, mas a ação mesmo, ficou para o segundo, de qualquer forma é um livro impossível de ser largado e eu, particularmente, tentei andar com ele para cima e para baixo, mesmo em trens/metrôs/ônibus/etc., mas não consegui, não por causa do peso, mas sim porque vira e mexe eu tinha ataque de riso, Tim é muito espirituoso e quando Peggy se junta com ele, pronto. rs
O doutor Henry é outro que subiu drasticamente no meu conceito, muito perspicaz e três vezes mais espirituoso que todos os filhos juntos, mas apesar de toda a brincadeira, todos tem algumas habilidades, que até mesmo Henry desconhecia e por isso acaba pedindo ajuda de outra Linhagens, sim, ele não tem problema nenhum com isso. Bom, se eu for descrever tudo o que acontece no livro, provavelmente uma resenha só não será suficiente, então os deixarei com um gostinho de quero mais e espero que leiam! s2

Autora: Eleonor Hertzog (te amo mulher, mas preciso da continuação rs)
Editora: Dracaena
ISBN: 9788582180372
Ano: 2012
Páginas: 832

site: http://www.darealidadeaosonhos.com/2013/08/resenha-cisne.html
César 02/03/2014minha estante
ESPLÊNDIDO!MARAVILHOSO!




Camilla 23/12/2020

Embarque nessa aventura!
Henry e Doris são biólogos marinhos formados pela conceituada Escola Avançada de Champ-Bleux, e vivem num veleiro solar, cujo nome é Cisne, com sua maravilhosa tripulação, que são seus oito filhos: Teo e Ted que são gêmeos com 16 anos; Tim e Tom que também são gêmeos com 15 anos; Pam com 14 anos; Lis com 13 anos; Bobby com 8 anos e Peggy com 14 anos que é a filha adotiva do casal. A família Melbourne é super divertida e aprontam bastante em alto mar! Me apeguei bastante aos personagens, que devo admitir: são encantadores.

Peggy e Tim são meus personagens favoritos! afinal, como não amá-los?! Peggy é corajosa, inteligente, meiga e sincera. Tim é brincalhão, carinhoso, fiel, e um excelente amigo.

O livro é descrito em um momento em que a Terra está muito evoluída e melhor. A tecnologia desenvolveu-se tanto, que descobriram Tarilian. Um planeta que assim como a Terra, possui seus habitantes e sua civilização. Este planeta encontra-se do outro lado do Sol, e vive em constante disputa com a Terra, mas no momento tudo ocorre bem.

Não posso deixar de mencionar a imensa criatividade de Eleonor, que soube construir um enredo extremamente criativo e personagens fabulosos! No começo, Cisne aparenta ser apenas um livro bom. Mas depois que você vai lendo e envolvendo-se cada vez mais com a trama percebe que trata-se de algo inovador e fantástico!!!

Foi diferente de tudo o que eu havia lido antes. Mergulhei no livro e garanto: experimentei um belo mergulho. Nesse tempo que li Cisne me senti dentro da história, desejei que a família Melbourne realmente existisse. A sensação que tive lendo foi extraordinária! sofri com eles, ri com eles, sonhei com eles, participei dos problemas deles, e claro, vivi todas as aventuras com eles. Já sinto como se fizesse parte da família.

A cada página uma emoção, uma descoberta, segredos mudando tudo e consequentemente, deixando a leitura ainda mais interessante. Além de muita aventura, o livro traz mensagens lindas sobre família, amizade, amor, confiança, força de vontade, esperança, fidelidade e muito mais.

Notei que o apoio da família e amigos sempre foi essencial na vida daqueles jovens, e também é na vida de cada um de nós. Leia Cisne! experimente! você não vai se arrepender. O livro é fabuloso!!! conquistou à todos que leram, e também irá conquistar você. Embarque nessa aventura você também.
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Vanessa Vieira 21/03/2013

Cisne_Eleonor Hertzog
Os critérios de avaliação da Escola Avançada de Champ-Bleux, conhecida por formar os melhores cientistas do mundo, são uma verdadeira incógnita. A cada semestre, dentre milhares de candidatos, apenas duzentos e cinquenta alunos são selecionados.

O casal de cientistas Doris e Henry Melbourne são formados pela Champ-Bleux. Além de cientistas, também são biólogos marinhos e vivem à bordo do barco Cisne, uma espécie de laboratório móvel, juntamente com os seus oito filhos: Ted, Teo, Tim, Tom, Lis, Pam, o caçula Bobby e a filha adotiva Peggy, que está há pouco tempo no seio da família Melbourne.

Seguindo os passos dos pais, todos os oito filhos prestam exame para ingressar na Champ-Bleux, e claro, aguardam o resultado cheio de expectativas. Em meio a esse clima de esperança e agitação para saber quem foram os selecionados, eles acabam envolvidos em um embate entre a Terra e Tarilian, um mundo alienígena diferente de tudo o que eles conheceram até aqui. Conflitos, divergências de opiniões e claro, muitas aventuras, acontecem à bordo do Cisne, resultando em muitas emoções, adrenalina pura e também, altas doses de comédia envolvendo os Melbourne.

"Olhou o céu negro, pontilhado de estrelas sem fim. Parecia poeira luminosa. Olhou o mar, tão negro quanto o céu. Não havia limite entre céu e mar. Não havia distância naquele negrume. Não havia nada. Era como estar fora do mundo... ou nem haver mais mundo. Só o Cisne."

Começo essa resenha dizendo o quanto Cisne nos traz uma história criativa. Sim, já li vários livros, de temáticas variadas, e nunca vi nada parecido a trama arquitetada por Eleonor Hertzog. Narrado em terceira pessoa, embarcamos em uma verdadeira aventura à bordo do Cisne. O começo do livro é um pouco lento e só depois de alguns capítulos é que a história começa a ter os seus momentos de ação. Outro fato que me atrapalhou um pouco também foi o excesso de personagens. Apesar de muito bem colocados na trama e de terem características peculiares entre si, me deixou um pouquinho confusa em algumas passagens.

A família Melbourne, como vocês puderam reparar, é bem numerosa, e acompanhar o relacionamento entre eles é muito gostoso. Cada um tem um perfil psicológico diferente, mas ambos possuem personalidades fortes, e muitas vezes, até mesmo conflitantes entre si. O mais pentelho da família é o Tim, e ele consegue deixar os seus irmãos de cabelo em pé, e claro, arrancar muitos risos do leitor. Peggy é um tanto misteriosa e foi uma das personagens que mais despertaram a minha atenção.

"E, devagarinho, seus olhos se fixaram no brilho do Sol ondulando com as águas, transformando a superfície do oceano em uma colcha de diamantes. Era lindo. Ela amava o mar."

Tarilian, o mundo alienígena habitado da história, foi descrito de uma forma peculiar e bastante interessante. Gostei de todos os traços que o compõe, e achei a culinária apresentada, no mínimo, exótica. Outro tópico que vale a pena ressaltar é o que concerne à fauna marinha. Apesar de não ter tanto espaço ao longo da trama, não tem como não se apaixonar pelo simpático casal de golfinhos e pela linda foquinha intitulada Douradinha. Eleonor, please, aguardo mais novidades a respeito desses seres fofinhos nos próximos volumes, ok?

Em suma, Cisne é um livro inteligente e criativo. Apesar de ter achado o início lento e de ter me atrapalhado com o número de personagens apresentados na trama, foi uma leitura muito bacana. Achei a capa linda, principalmente por destacarem os lindos golfinhos, mas senti falta das orelhas na mesma. A diagramação está muito boa, e só achei um errinho bobo de ortografia, quase imperceptível. Cisne é um prato cheio para quem gosta de uma boa aventura e não deixo de recomendar.

http://www.newsnessa.com/2013/03/resenha-cisne-eleonor-hertzog.html
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