Os Últimos Quartetos de Beethoven

Os Últimos Quartetos de Beethoven Luis Fernando Verissimo




Resenhas - Os Últimos Quartetos de Beethoven


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Renata CCS 05/06/2014

Como contista, Verissimo é um excelente cronista.

“Contar histórias é uma das mais belas ocupações humanas.” (Eça de Queiroz)

Quem me conhece sabe que tenho adoração pelo Luis Fernando Verissimo, mas tenho que admitir que OS ÚLTIMOS QUARTETOS BEETHOVEN E OUTROS CONTOS não entrou para a minha lista de prediletos deste escritor. Talvez por ser esta a minha primeira experiência com o Verissimo contista e por estar muito acostumada ao Verissimo cronista, que escreve sobre os mais variados tipos, sempre cheio de bom humor. A verdade é que não encontramos o mesmo escritor nos contos. Os contos não são ruins, de forma alguma! É que não pareceram ter a marca registrada do autor. E não vou dizer que o livro me decepcionou, mas em momento algum me levaram a algum tipo de reflexão. Repito: talvez porque esteja acostumada demais a sagacidade, acidez e bizarrices de suas crônicas, não esperava uma leitura morna. Mas o Verissimo contista mantém sua fidelidade à ética que respeita – antes de tudo – as contradições do ser humano.

Se sua intenção é diversão, então busque as crônicas de Verissimo. Mesmo assim, quando se trata de Verissimo, mesmo sendo morno, é bom!
Kimmy 30/06/2014minha estante
Eu também esperava mais deste livro. Mas como você disse, Verissimo é sempre uma boa leitura.




naniedias 31/10/2013

Os Últimos Quartetos de Beethoven e Outros Contos, de Luis Fernando Verissimo
Objetiva - 162 páginas
Uma boa dose de loucura e bom humor só fazem bem a qualquer um.


Título: Os Últimos Quartetos de Beethoven e Outros Contos
Autor: Luis Fernando Verissimo
Editora: Objetiva
ISBN: 978-85-390-0521-5
Ano da Edição: 2013
Nº de Páginas: 162


Muito bom!


Já leu alguma coisa do Luis Fernando Verissimo?! Se a resposta for não, eu sinto muito.
O autor brasileiro, filho de um mestre das letras, é um escritor muito bom! Então, quando recebi esse livro com contos dele, já esperava algo fenomenal. Ainda assim, fui surpreendida pelas deliciosas histórias que encontrei nesse livro.

Os Últimos Quartetos de Beethoven e Outros Contos traz, além do conto que dá nome ao título, outras 9 histórias, todas recheadas de muito bom humor e situações pouco convencionais, para dizer o mínimo. Os contos são: O pôster, Os Últimos Quartetos de Beethoven, Bolero, Lo, Contículo, Obsessão, Memórias, A Mancha, O expert, A mulher que caiu do céu.

A escrita de Luis Fernando é bastante elegante, mas também simples e bem leve de ser lida. O autor usa situações quase cotidianas em suas narrativas, de forma que o leitor consegue se identificar com a história que está sendo contada. Ao menos um pouco... ou melhor, só um pouco. Porque Verissimo faz questão de colocar bizarrices em suas histórias - e é justamente essas bizarrices, completamente plausíveis em um nível abstrato de insanidade e criatividade, que tornam suas histórias deliciosas.

Essa edição da Objetiva ficou simplesmente muito elegante!
Cada conto é separado dos demais por uma folha de rosto com seu título - toda a diagramação do livro está muito maravilhosa.
A capa é lindíssima e a revisão está de parabéns (embora eu pense que corrigir Luis Fernando Verrismo é como corrigir o corretor... não há muito o que se encontrar, de fato).

Os Últimos Quartetos de Beethoven e Outros Contos é um presente para o leitor. Uma leitura super agradável (embora rápida demais... ah, eu queria 100 contos ao invés de apenas 10) e deliciosa!
E, na minha opinião, Verrismo (ou talvez tenha sido o editor que escolheu a ordem dos contos, isso já não sei dizer) escolheu muito bem como fechar o livro, o último conto (A mulher que caiu do céu) é simplesmente uma delícia - eu adorei!

Se ainda não leu nada desse maravilhoso autor brasileiro, já está na hora de correr atrás de alguma coisa escrita por ele - certamente está perdendo muito por não conhecê-lo. E garanto que esse livro é uma excelente pedida.


Nota: 8


Leia mais resenhas no blog Nanie's World!
Renata CCS 12/11/2013minha estante
Adoro a escrita de Verissimo: seu bom humor e sua crítica irônica sempre nos cativam!




sergioacastro 13/10/2013

os ultimos quartetos de beethoven
O destaque do livro para mim foi o conto que define o nome do livro. Não conhecia esta faceta do Luís Fernando Veríssimo. Adorei. Em seguida meu destaque fica para "poster". Um conto super engraçado que é a marca registrada dele. E por último destaco o "Mancha". Também uma narração dramática.
Gostei do livro. Vale a pena a leitura.
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Lodir 14/12/2013

Um dos livros de contos mais diferentes de Verissimo, talvez por trazer alguns mais longos, e por isso, mais profundos, o que não é muito seu estilo.
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Nádia 02/05/2017

#quote Os últimos quartetos de beethoven
" - Um livro! Um livro pesado, capa dura... Fingi que desmaiava e caí abraçado com o livro. Até hoje não sei como consegui chegar com o livro à minha cela sem que eles descobrissem. Não posso descrever a minha alegria. Eu finalmente ia ver letra de novo. Palavras inteiras. Frases, parágrafos, pontuação... Sentir a textura do papel, o cheiro da tinta, o volume de uma lombada bem torneada na mão. Comecei a saborear o livro. Só o título eu li e reli umas cem vezes, quase chorando.
- Que livro era?
- Uma enciclopédia de vinhos.
- Ah...
(...)"
.
Eu sou simplesmente apaixonada pelo humor deste gaúcho! Luis Fernando Veríssimo é um mestre incomparável da narrativa curta. Relacionamentos, obsessões, vícios e virtudes do ser humano, tudo dentro deste livro fininho que eu não queria que acabasse.
O último conto A mulher que caiu do céu, apesar de ser quase impossível eleger apenas um, foi meu preferido! A morte em forma de uma senhorinha muito prestativa e amorosa!
Super recomendo

site: https://www.instagram.com/p/phIz74mv-E/?taken-by=pomarliterario
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Eli Coelho 06/01/2014

A novidade são os contos maiores.
Como sempre Verrissimo faz-me rir. O livro segue a fórmula do autor: histórias curtas, rápidas, cotidianas e que invariavelmente convidam para reflexão de assuntos sérios de forma descompromissada.

Surpreendeu-me nesse livro algumas histórias maiores, não comum nos livros de contos/cronicas do autor. Nelas me parece que Veríssimo perde um pouco o ritmo, mas deixa sua mensagem trazendo para o leitor uma nova forma de ver o autor.

São 10 contos. O melhor pra mim é o primeiro (O POSTER). O pior o último (A MULHER QUE CAIU DO CÉU). LFV não acerta sempre, mas consegue ser melhor que a média mesmo quando não é ótimo.

Recomendo LVF SEMPRE!

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Derek 15/07/2014

Veríssimo sendo Veríssimo!
Não é de hoje que eu me impressiono com a facilidade que Luís Fernando Veríssimo tem de criar histórias inusitadas, baseadas no cotidiano de pessoas comuns, criando uma identificação rápida do leitor com os personagens apresentados.

Em Os Últimos Quartetos de Beethoven, o autor reúne dez textos, com temas e características variadas, levando o leitor do riso ao espanto, conduzindo-o pela visão dos personagens, mas também deixando sua perspectiva nas tramas que se desenrolam.

A editora Objetiva está de parabéns pela edição do livro. Com uma fonte grande e agradável, assim como o espaçamento; e com boa divisão dos contos. Isso deve-se também as curtas narrativas, característica comum ao autor e que faz o livro ficar tão curto, mas nem por isso ruim. Pelo contrário, só deixa o leitor com mais vontade de ler seus textos.

Enfim, Veríssimo é um gênio das palavras e um dos autores que mais aprecio. E esse, com certeza, foi seu livro que mais me empolgou, deixando-me com um desejo incessante por mais histórias como as apresentadas nesse volume. Que Veríssimo continue criando mais e mais narrativas fantásticas como as que só ele sabe fazer.

Visite o LiterOW para ler outras resenhas e tudo mais sobre livros!

site: http://www.literow.blogspot.com.br
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Raffafust 06/11/2013

Adoro Luis Fernando Veríssimo. Já li boa parte de seus livros, amo as colunas que escreve nos jornais e revistas e vibro com seu jeito irônico de falar da vida.

Esperei ansiosa pela chegada desse livro, quase morri quando o vi antes na loja e quase o comprei sem esperar que a editora enviasse. Felizmente com o livro em mãos - aqui vai mais uma vez agradecimentos a Objetiva pela atenção de sempre com os blogs! - pude ler na frente de outros afinal, Veríssimo merece!

O primeiro conto chamado de " O pôster" tem a marca Veríssimo de qualidade, é inteligente, sarcástico e muito, muito bem escrito , o final é sensacional. Gostei tanto do conto que não aguentei e saí contando ele para pelo menos 3 pessoas meus pais como sempre tem que me aturar ouvindo trechos de livros que amo!

Uma pena que os demais não sigam a mesma linha de humor, ainda que sejam maravilhosamente escritos e os finais nos choquem as vezes, o conto por exemplo que intitula o livro tem um quê de nostalgia com tristeza.

Mas o que mais me impressionou foi o conto " Lo", e confesso que não de uma forma muito bacana, a de um menino baiano de 12 anos que vive um tórrido romance ( sim, romance!) com uma mulher de 36!

Não consegui gostar desse conto, achei forte, provocante de uma forma incômoda onde não vi graça na história , pelo contrário vi um quê de pedofilia que me chocou um bocado.

Destaco ainda " A mancha" que fala da época da ditadura , onde um traumatizado homem que compra prédios e os vende se depara com o local onde foi torturado. Intenso mas com um final bem feito, gostei muito!

Recomendo, mas não é o melhor de Veríssimo!
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Marianne 16/04/2014

“Os Últimos Quartetos de Beethoven e outros contos” (Luis Fernando Verissimo)
Não sou das mais chegadas em contos, e também não sou muito fã do Verissimo, então imaginem o pequeno preconceito que carreguei comigo quando comecei a ler “Os Últimos Quartetos de Beethoven e outros contos”.

O livro e uma reunião de dez contos de Luis Fernando Verissimo, escritor brasileiro bastante conhecido por suas crônicas e contos. É um livro de leitura fácil e rápida, os contos são curtos e conseguem prender a atenção mesmo sem muitas surpresas.

“Tenho outros por dentro que nem eu entendo, minha teoria é que a gente nasce com varias possibilidades e quando uma predomina as outras ficam lá dentro, como alternativas descartadas, definhando em segredo, ressentidas. E, vez que outra, querendo aparecer. Tudo bem, viver junto e ir descobrindo o que cada um tem por dentro, os dezessete outros de cada um, e aprendendo a viver com eles, a gente se adapta. Um dos meus dezessete pode não combinar com um dos dezessete dela, então a gente cuida para eles nunca se encontrarem. A felicidade é sempre uma acomodação.” (Obsessão)

Um dos contos, “Lo”, trata de dois temas bem polêmicos: pedofilia e incesto. Achei bem desnecessário, na minha mais que humilde opinião, quando é pra tratar de assuntos que causem desconforto ou repulsa no leitor/espectador que seja por alguma razão, que passe alguma informação, que nos mostre uma analise dos personagens, que mostre que o assunto não esta sendo abordado apenas pra chocar gratuitamente.

Meu preconceito agora e um conceito formado: achei tudo muito óbvio. A ironia usada por Verissimo não me conquistou, os contos tem mensagens óbvias passadas de uma maneira sem emoção. Alguns trechos chamaram minha atenção, mas nada que tenha feito a diferença no desenrolar da historia e que fosse o suficiente pra me fazer mudar de ideia em relação ao livro.

“- A morte de uma pessoa está com ela desde que ela nasce. O senhor só não tinha me visto ainda, mas eu estive com o senhor durante toda a sua vida.” (A mulher que caiu do céu)

E um livro pra carregar na bolsa e ler despretensiosamente. Verissimo escreve de uma maneira que não da vontade de parar. E mesmo os contos não tendo aquela emoção de “Nooossa, que surpreendente!”, com certeza vão prender sua atenção.

Talvez eu tenha ido com muita sede ao pote (livro!), não sei. Não quis ler a opinião de outras pessoas sobre “Os Últimos Quartetos de Beethoven e outros contos” antes de escrever a resenha pra não “contaminar” a minha. Se alguém já leu ou vai ler e tiver alguma ideia diferente e só deixar nos comentários, estou bem curiosa pra saber o que outras pessoas acharam do livro.

Ate a próxima resenha amigos!

Beijos : )

site: http://www.dear-book.net
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Psychobooks 30/11/2013

Premissa de um livro de contos? E precisa seguir uma linha?

Não. E sim.

Com uma coletâneas de contos, não há necessariamente uma linha a se seguir. Cada conto tem que contar a sua história, mas, a meu ver, é preciso haver uma unidade nos contos. Algo que mantenha o leitor na linha, que faça com que ele saiba o que esperar no próximo conto.

Veríssimo escolheu 10 contos para compor esse novo livro. Mas não senti uma unidades neles. Nada que os ligasse como um conjunto.

É sobre o quê?

Os 10 contos têm a característica crua e o humor seco de Veríssimo. Começamos com "O Pôster", que conta a história de um casal que está para receber o chefe do marido em casa e estão às voltas com a indecisão se deixam ou não um pôster do Che Guevara na parede de sala.

Veríssimo tem a capacidade de começar a contar uma história do meio de um acontecimento e rapidamente já nos inserir no contexto. O Pôster é, em minha opinião, o melhor conto do livro. A cadência dos acontecimentos vão numa crescente que pontuam a relação conflituosa do casal e tem uma reviravolta maravilhosa.

"- O que mostra os seios?
- É.
- Você quer que o seu André veja os meus seios?"
Página 14


Quando li o primeiro conto já me senti imediatamente inserida na fluência do autor, então comecei a me decepcionar...

"Os últimos quartetos de Beethoven", conto que é título do livro, é simplesmente insosso. O autor começa a apresentação superbem, caminha com sua história nos deixando curiosos com Livia e sua turma, para então finalizar o conto abruptamente. Não captei o sentido do enredo e principalmente não entendi o que ele tem de tão especial para ter sido escolhido como título.

"A turma era apaixonada pela Livia. Todos os cinco. Livia lhes ensinara o "twist" e o beijo de língua. (...)"
Página 23


Na sequência, temos "Bolero" e "Lo". Bolero é um dos contos que acho que marcam claramente a capacidade da escrita de Veríssimo e como ele consegue nos envolver com suas palavras. Durante o conto de 3 páginas ele nos faz caminhar por uma enorme reflexão, para então encerrar de uma forma hilária. É um humor sutil. Com Lo me senti perturbada. Não gostei da história, me senti enganada e até um pouco revoltada com a história e um baiano de 12 anos que se vê envolvido por uma espanhola de 36 anos.

A partir daqui, uma certa unidade começa a se desenhar em alguns contos de Veríssimo, com citações recorrentes ao autor "Nabokov", do livro "Lolita". A inspiração é sútil e ela aparece em mais um dos contos. Não chega a ser uma unidade, mas foi uma das poucas relações que fui capaz de ver entre os contos.

"Mas para mim, na sua cama, nos seus braços, cochichado no seu ouvido (o que ela odiava), ela seria sempre Dolores Fuertes de Barriga. Minha senhora das dores. Minha Lo."
Página 39


"Contículo", "Obsessão" e "Memórias", vêm na sequência e suavizam novamente a narrativa, tirando um pouco do peso que "Lo" deixou para trás. São três ótimos contos, cheios de humor e rápidos. Em um deles Veríssimo se deixar levar maravilhosamente por seu "humor negro".

"A Culpa não é minha, delegado. É do nariz dela."
Página 71


Fechando o livro passamos por "A Mancha", "O expert" e "A Mulher que caiu do céu". Nesses contos acho que finalmente Veríssimo dá uma pista sobre a possível unidade de seus contos - se é que há alguma - com uma ferrenha crítica à época da Ditadura e as tortura infligidas aos presos políticos. Sem dúvida nesse conjunto "O expert" se destaca pela sua objetividade em passar o recado. "A Mancha" é um conto cansativo, e "A Mulher que caiu do céu" fecha o livro de contos amargamente, não foi um bom modo de fechar a coletânea. Não gostei de ter esse conto como última lembrança da obra.

"O outro sorriu. Obviamente, era uma brincadeira. Uma das maiores autoridades mundiais em vinho não bebia".
Página 133


Vale a pena, Alba?

Se sua intenção é diversão, prepare-se para altos e baixos. Não foi o melhor livro de contos do Veríssimo que li. Mas ainda assim, quando se trata de Veríssimo, mesmo sendo ruim, é bom.
Recomendo.

site: http://www.psychobooks.com.br/
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Tili Oliveira 21/01/2014

Eu pensei que nunca mais me surpreenderia com o autor
Mas agora sei que Veríssimo é e sempre será Veríssimo.
Leitura hilariantemente engajada, que vai lá na alma e na mente remexer nossos preconceitos mais escondidinhos.
Não escrevo mais nada, só acho que é preciso ler este livro.
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Blog Mulherices e Cia Ltda 16/10/2013

Recomendo
u gosto tanto do filho quanto do pai. Luís Fernando Veríssimo é um mestre, tal qual seu pai Érico Veríssimo. Amo os dois.

E em "Os Últimos Quartetos de Beethoven", Veríssimo mostra todo seu humor, sua leveza, vai do drama a comédia.

Neste livro estão reunidos 10 contos do escritor, alguns bem curtinhos, e outros mais longos, mas todos ótimos! Ri muito com o livro, achei magistral!

Aqui ficamos conhecendo a "Dolores Fuertes de Barriga", o caso do João que quer se promovido, a Cremilda que parece uma mulher que caiu do céu, as loucuras de Lívia, e será que nossa vida é melhor que a dela? um expert em vinho que nunca experimentou um gole.

São 168 páginas imperdíveis! Eu devorei o livro, amei e já guardei na estante, porque com certeza vou reler várias vezes! É um livro para se ter, porque é muito bom!!!

site: www.mulhericesecialtda.com
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