Ressurreição

Ressurreição Jason Mott




Resenhas - Ressurreição


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Marselle Urman 18/02/2016

Mais uma idéia original sub aproveitada pela falta de criatividade
Alguns mortos voltaram à vida.
Por quê? E só alguns?!?
R: Porque sim, Zequinha, e só parte deles - não sei porque e não me pergunte.

E é isso...O resto do livro é só um passeio focado nas emoções das pessoas ( os "vivos vivos", que fique claro, temos muito pouco conhecimento dos sentimentos dos Retornados e porque eles ficaram tão apáticos ) e até praticamente o final, é chato pra danar.

Nada mais a dizer. Nada aqui me faria ler continuações.

SP, 18/02/2016
humberto.carlosb.jj 27/07/2016minha estante
Eu também achei isso, uma ideia original, muito mal aproveitada. Tantos caminhos podiam ser seguidos, mas o autor preferiu margear apenas o simples, sem dar explicações ou chocar mais.


Dani 10/03/2020minha estante
Exatamente!!!!!!




MariFontes 06/06/2017

Tem que ler até o fim
Sou daquelas que mesmo que não me encante com o livro, se começei vou até o fim! Mais uma vez essa prática me vale! Ressureição tem um enredo lento que me fez penar durante meses, mas no final pega ritmo e tem um desfecho que compensa, que te leva a refletir. Por que as pessoas estão voltando? Como isso pode acontecer? Perguntas que você se faz no início, mas já não importam tanto no fim.
Pandora 11/10/2017minha estante
Ah, que bom que li sua resenha! Aliás, só o título já me deu forças. Obrigada!


MariFontes 11/10/2017minha estante
É daqueles livros que você tem que persistir, mas pra mim valeu a pena. Boa leitura, espero que você também goste!




Juan.Silva 09/05/2014

O encontro deplorável da criatividade com a desarmonização
Arcadia é uma pequena cidade do interior dos Estados Unidos. Com uma população minúscula e sem grandes atrativos, o local não passa de um vilarejo no meio do nada. Entre as poucas famílias que aí residem, está o casal Hargrave. Harold e Lucille vivem sozinhos desde a morte de seu pequeno filho Jacob, há pouco mais de quarenta anos. O tempo fez com que ambos curassem em conjunto às cicatrizes deixadas pela perda e fortalecessem o relacionamento. O que eles não sabem é que tudo está prestes a ruir, quando de forma inesperada um cataclismo se instaura no mundo e todas as pessoas que outrora estavam mortas começam a ressurgir. É só uma questão de tempo para que Jacob bata na porta dos pais e mude a vida deles para sempre.

A ressureição é um evento de escala mundial, em todos os locais do planeta pessoas antes consideradas mortas ressurgem sem lembrar muita coisa de seu passado, apenas de onde realmente pertencem. Enquanto algumas pessoas classificam isso como coisa do diabo, milagre ou até mesmo um apocalipse, o fato é que o planeta já sobrecarregado precisa suportar um contingente de pessoas ainda maior, gerando riscos irreparáveis que podem se manifestar no mais curto prazo.

Unindo uma trama recheada de criatividade com temas alvos de discussão no dia-a-dia, Jason Mott conseguiu reunir todos os ingredientes necessários para escrever um livro extraordinário. Infelizmente, o autor pecou em diversos aspectos, deixando sua obra maçante, confusa e, por vezes, truncada.

Do início da leitura até um pouco depois da página cinquenta, é quase impossível o leitor desse livro não se sentir extasiado. A coisas inusitadas ocorrendo por todo o mundo, e não bastasse isso, a história com foco na família Hargrave nos dá a oportunidade de ver em detalhes as problemáticas que ocorrem em uma casa que recebe a volta de um ente querido. Além disso, a morte do garoto e de outras pessoas do vilarejo – que começam a aparecer ao longo da história – revelam segredos que deveriam ter ido para o túmulo junto com aqueles que morreram. A organização inicial merece todos os elogios possíveis, pois foi construído de forma metódica e contagiante.

Os ressurgidos começam a se tornar um problema cada vez mais evidente, tanto em Arcadia quanto em outros locais do mundo. Ao começar o desenrolar desse fato, a história começa a desandar. Uma das razões para isso é o foco religioso. É claro que em um momento em que os mortos voltam à vida, é importantíssimo que se tenha a visão religiosa desse fato, entretanto, o autor amarrou sua história com muita força à religiosidade e isso acabou saturando partes da história que podiam gerar, por exemplo, poderosas cenas de ação ou até drama – só que em um âmbito diferente do religioso. Quem pega o livro para lê imagina que encontrará tramas como a de um casal que foi separado por conta da intervenção da morte, alguém que foi assassinado e busca vingança, um morto por suicídio e etc. Entretanto, não há casos assim, e quando há algo parecido, se resume em apenas um capítulo, sem permitir que haja uma exploração mais profunda.

Um ponto positivo do livro é a discussão que ele gera. E se todas as pessoas voltassem à vida, o que faríamos? Será que realmente seriam as mesmas pessoas que foram outrora e merecem viver tanto quanto os que nunca morreram? É impossível durante a leitura não refletir a cerca de questões como essa e se emocionar com atitudes atrozes vindas de alguns personagens que podem ir de forte encontro aos ideias e a própria moral do leitor.

É com pesar – já que esperava muito dessa obra – que escrevo essa resenha. Ainda que com uma história incrível, a narrativa se tornou totalmente disforme o que acaba por desagradar quem o lê. Ao ser adaptado para a tv, a trama central sofreu mudanças significativas, compensando o que se deixa de ter nessa obra. Para quem assiste a série, o livro pode ser uma leitura bacana em termos de comparação, mas nada mais que isso. Esse é um raro caso em que a adaptação se sobressai à sua versão literária original.

site: http://asasliterarias.com/
Danielle 14/05/2014minha estante
senti a mesma coisa, acho que no seriado está sendo melhor explorado o tema.




Leitora Viciada 08/06/2014

Não conheço a série televisiva Resurrection da ABC, portanto não posso apontar as semelhanças entre livro e adaptação. O que realmente me fez ler Ressurreição (The Returned), romance de estreia de Jason Mott, foi a sinopse e a premissa criativa. A ideia de mortos diferentes de zumbis ou fantasmas me atraiu.
Porque estamos rodeados por pessoas retornando da morte na mídia. Então esta já é uma história atraente, pois aqui os mortos retornam como eram em vida, aparentemente como sempre foram: Pessoas comuns.
O livro é vendido / divulgado como thriller. Embora aja suspense e ação, não classificaria o livro desse modo, devido ao desenvolvimento muito lento. Intenso, mas lento.
É uma história dramática e a ação lenta é mais psicológica que física.
Ressurreição é ficção carregada de mensagens básicas sobre as questões íntimas e próprias do ser humano, principalmente com base no medo, no preconceito e na espiritualidade.
Se o leitor não captar todas as insinuações do autor certamente encontrará defeitos na abordagem da história em seu meio.

O fato da imagem da capa estar invertida verticalmente mostra que o mundo está de cabeça para baixo. É por causa do curioso e assustador fenômeno mundial das pessoas estarem ressuscitando sem explicação.
O mundo despreparado para o acontecimento se perde em loucura e desordem. Governos, militares, religiosos, cientistas e civis: Ninguém encontra o padrão de como os Ressurgidos aparecem e nem os motivos. Eles simplesmente surgem. Por que alguns dos mortos retornam, mas não todos?
Jacob vivia em uma cidade pequena do sul dos Estados Unidos, mas em 15 de agosto de 1966, exatamente no dia de seu oitavo aniversário, faleceu. É o menino da capa e o Ressurgido protagonista do livro. Ele retornou misteriosamente quase cinquenta anos após seu falecimento. Com a mesma idade, aparência e lembranças do dia em que morreu.

O livro possui algumas fraquezas, porém o final as encobre (ao menos para mim). Principalmente com o fato de ser uma história que faz sentido quando se fecha o livro. Pensei por horas após termina-lo. Não apenas nas reflexões, mas também nas micro histórias que somente fazem sentido após uni-las ao elo central. É um enredo com vastas mensagens e interpretações.
O clímax não é criado a partir do desenvolvimento da trama, próximo ao término do livro. O clímax já existe desde o princípio, e então cresce exponencialmente - o que pode acarretar uma série de problemas na interpretação, absorção e aceitação do tema e da história. Nem todos gostarão do método utilizado. Não é um livro para todos os leitores, nem para todos os momentos.
Confesso que este livro é muito estranho: Pensei mais nele depois do que durante a leitura! Confesso também que enquanto o lia, principalmente ao alcançar a metade da história, o achei chato e entediante por várias páginas. Então, inexplicavelmente mudei minha opinião. Bastou um encaixe ali, uma resposta acolá e pronto: Eu gostei muito do livro, embora não o recomende para uma pessoa sem conhecê-la.
Sem a união das micro histórias às mensagens centrais, o leitor corre o perigo de perder quase toda a leitura. De certo modo, é uma falha, porque quando as coisas não se encaixam com facilidade, o autor pode ser incompreendido pelo público.
Não recomendo o livro para quem busca apenas ação; leitura leve; explicações fáceis; é uma leitura pesada, às vezes maçante, e para adultos. É uma trama para filosofar, não exclusivamente divertir. É mais complicado que aparenta.

Para ler toda a resenha acesse o Leitora Viciada.
Faço isso para me proteger de plágios, pois lá o texto não pode ser copiado devido a proteção no script. Obrigada pela compreensão.

site: http://www.leitoraviciada.com/2014/06/ressurreicao-jason-mott-e-verus-editora.html
DIRCE 28/06/2014minha estante
Excelente resenha.




Adriano 27/07/2014

"Partiu num dia qualquer sem ao menos dizer adeus!"
Apresento-lhes as minhas impressões nessa resenha, sobre o livro Ressurreição, escrito pelo norte-americano Jason Mott e publicado no Brasil, pelo Grupo Editorial Record || Editora Verus.

O livro serviu de inspiração e foi adaptado para o seriado Ressurrection, produzida por Brad Pitt (marido de Angelinda Jolie) para a rede de TV americana ABC. A minha resenha tem como impressão apenas a visão de um leitor, porque eu nunca assisti ao seriado, portanto podem confiar. Não fui induzido pelas mídias audiovisuais!

O livro aborda um fenômeno mundial inexplicável que vem acontecendo em massa. Os mortos estão retornando a vida. Sim, o único caso registrado e que a crença cristã acredita é a ressurreição de Jesus. No entanto, no ambiente fictício desse livro, as pessoas começam ressurgir de modo inusitado e na maioria das vezes num local diferente de onde morreu ou foi enterrado.

Cabe salientar que retornam como humanos e não como zumbis comedores de carne.

Esse fenômeno surge para abalar as estruturas de organização do mundo moderno. Sabemos que a morte é uma das prerrogativas que permitem a vida na terra, pois é através dela que se mantém um equilíbrio nas taxas de crescimento populacional. Já pensou se ainda existissem todas as pessoas nascidas na época de Cristo? O mundo estaria arruinado em meados do ano 200. Nunca chegaríamos ao 2014. Todos os recursos do planeta estariam definhando e a humanidade caminharia para a extinção.

Essas colocações são justamente um dos temas centrais da obra. O mundo não comporta uma superlotação populacional. Os recursos se esvaem e aí surge as revoltas, lutas por comida, por água. E surge o MEDO! Esse ainda é pior que os outros, pois é o combustível que leva ao desastre e por conseguinte, nasce outro impasse: POR QUE ESSAS PESSOAS ESTÃO RETORNANDO? Afinal de contas, um ressurgido é um vivo ou um morto? Ele se comporta como humano, mas é humano? As famílias estão preparados para receber um ente que se foi, novamente em sua família? O que fazer para lidar com essa volta dos mortos?

Todas essas perguntas são indagações sem resposta. E isso só mostra a fragilidade do sistema político, que numa época de crise como aquela não têm respostas para dar aos civis amedrontados. A procura por respostas na fé, também se mostra falha porque enquanto uns creem que é um milagre divino, outros creem numa praga apocalíptica ou obra de satanás.

Esse é o ambiente do livro: instabilidade, perguntas sem respostas e medo.
A obra se centraliza na vida de uma família em especial, os Hargrave. Na data do dia 15 de agosto de 1966, o filho do casal: Jacob completava 8 anos. No entanto, essa data de festa foi marcada pela morte do garoto, causado por um afogamento.

Em 2012, quase 50 anos depois, eis que Jacob é levado até eles. Um casal de idosos na faixa dos 70 anos, tem a chance de rever o filho perdido. Parece muito mágico ter a chance de conviver novamente com um ente querido que partiu, porém quando alguém se vai, o ser humano se condiciona que nunca mais lidará com ele por isso, não está preparado para aceitar essa pessoa novamente. Achei muito interessante que o autor abordou, com veracidade quais seriam as reações de quem reencontra uma pessoa especial, primeiro o susto, o choque, o medo, seguidos do carinho e medo de perder pela segunda vez.

"O que eu devo fazer? Meu cérebro me diz que ele não é meu filho. Minha mente me diz que o Jacob morreu afogado miseravelmente, num dia quente de agosto, nos idos de 1966. Mas, quando ele fala, meus ouvidos me dizem que ele é meu. Meus olhos me dizem que ele é meu, exatamente como em todos aqueles anos atrás". p. 162

Entre os capítulos, o autor usou um recurso interessante. Cenas ágeis que retratam pessoas desconhecidas que ressurgem. Cada caso desse, nos mostra como as reações são diferentes. Uns acabam sendo acolhidos pela antiga família, mas outros acabam não aceitando e não acreditam que aquele é o membro da família. Vemos casos de japoneses que ressurgem na América. Um artista que fez sucesso depois de morto e que retorna em busca da mulher amada, agora com 50 anos. O caso de um pastor que reencontra sua namorada, ainda com 16 anos.

Para os ressurgidos o tempo não passou. No entanto, para os vivos reencontrar é mais difícil, até porque o tempo se encarregou de fazer todos seguirem em frente. O amor pode ter morrido. O carinho pode ter acabado. As memórias podem ter sido esquecidas O tempo se encarregou de afastar a dor da perda dos vivos. Sempre lembramos de alguém que se foi, mas a cada dia dói menos, porque nos acostumamos com a falta. Chega uma hora que fica só a lembrança e a certeza de que aquela pessoa foi importante, mas não está mais aqui.

Esse é um tema delicado porque todo mundo já perdeu alguém. Todo mundo já sofreu por um amigo, por um cachorro, ou mesmo um familiar. E as ideias que levaram o autor a criar esse livro geralmente todos têm: "e se aquela pessoa voltasse só por uma noite, o que diríamos a ela?" Quando alguém se vai, sempre ficamos com aquela sensação de que poderíamos ter deixado-a com palavras de carinho e afeto, mas é impossível saber quando perderemos alguém.

Ressurreição me marcou muito e a sua leitura é bem delicada. Em certo momento, eu parei para refletir se ocorresse com a minha família, como eu receberia meu avô que já faleceu a sete anos. Como seria para ele conhecer sua família hoje, até porque em sete anos a vida se encarregou de mudar muita coisa. É claro que me emocionei, porque a gente lida com a falta da pessoa e coloca essa dorzinha num canto do coração. Podemos esquecer dela por alguns momentos mas ela sempre está ali.

- Deixo-lhes com um trechinho de uma música que sempre me emociona:
"Lembro de nós dois sorrindo na escada
Que estava tudo tão bem e de repente acabou
Vozes no portão, passos no saguão, poderia ser você
Mas faz tempo que partiu
Deixou algo aqui e pouco a pouco encontro seus sinais
[...]
Partiu num dia qualquer sem ao menos dizer adeus
Menos de um Segundo - Rosa de Saron".

O mais interessante do casal central da trama: Lucille e Harold é que eles se acostumaram a uma vida sem o filho. Se machucam com aquilo constantemente, mas quando Jacob surge na porta deles fica claro que eles não estão preparados para aquilo. Ouso dizer que ninguém estaria. E apesar disso, eles buscam aproveitar o tempo com o filho. Cada um do seu jeito. Seja Harold com suas piadas ou Lucille com sua fé. Os dois são cativantes.

Não preciso dizer que depois de ter lido Ressurreição, é claro que irei ver a série e torcer para que seja tão boa e passe as mesmas sensações do livro.

A Editora Verus caprichou nessa capa. Adoro capas brancas e a figura do menino de cabeça para baixo é um retrato fiel desse mundo de cabeça pra baixo, quando nem a morte é a certeza de um fim!

Espero que tenham gostado! :)

site: http://geracaoleiturapontocom.blogspot.com.br/2014/07/resenha-ressurreicao-jason-mott.html
Gu 14/09/2014minha estante
Acompanho a série. E quero ler o livro agora. capa linda e resenha perfeita




Richardson 02/09/2014

O livro é bom, mas a serie é muito melhor.
Para quem não assistiu a serie resurrection o livro terá uma boa história e com um final emocionante. Mas para que já assistiu a serie e pensa em ler o livro, o encanto poderá ser quebrado so segundo capitulo do livro, quando se pecebe que não tem nada haver com a serie e que a serie ainda é melhor você acaba se decepcionando.

Mas com toda a decepção você é levado por uma história boa e com um final justo, que compensa algum pontos fracos da história.

O livro conta a história de Harold e Lucille Hargrave que perderam o único filho, Jacob, morto tragicamente no dia em que completava oito anos, em 1966. Já na velhice, eles se acomodaram à vida sem o filho, a dor amenizada pela ação do tempo. Até que um dia Jacob reaparece misteriosamente na porta de casa, em carne e osso, a criança meiga e alegre que sempre fora, ainda com oito anos.

O fenômeno é mundial - nos quatro cantos do globo, pessoas estão inexplicavelmente voltando do além para suas famílias. Vistos por alguns como coisa do diabo e por outros como um milagre, a realidade perturbadora é que o planeta, já sobrecarregado, agora precisa suportar um fluxo descomunal de seres que têm necessidades humanas: comida, água, abrigo, saneamento. Globalmente, esse evento cataclísmico desperta um espectro de reações que refletem o melhor e o pior da natureza humana. Individualmente, muitos precisam decidir se estão dispostos a receber de volta os entes queridos que já não fazem mais parte de sua vida.

Conforme o caos irrompe ao redor do mundo, a família Hargrave se vê no centro de uma comunidade prestes a ruir, forçada a encarar essa misteriosa nova realidade e um conflito de proporções épicas. Com sua prosa contida e elegante e intensa profundidade emocional, Jason Mott explora, em Ressurreição, questões atemporais sobre fé e moral, amor e responsabilidade. Esta é uma história inesquecível que marca a estreia de uma voz ímpar na ficção contemporânea.

Faça a sua escolha. e veja.
Álisson Ferreira 16/01/2015minha estante
Também achei isso, a série está bem mais elaborada e com personagens que não existem no livro tendo destaques.




Álisson Ferreira 16/01/2015

Instigador
Livro trata da um acontecimento mundial, fictício, que ocorre com as pessoas que já faleceram.
Aparentemente parece ser o foco do drama, mas com o desenrolar percebemos o quanto somos instigados a rever nossos valores e comportamento frente a situações adversas.

Entretenimento leve e fácil entendimento.

Livro é bem distante da série da TV que passa na AXN com o mesmo nome.
Eduardo.Augusto 06/08/2016minha estante
Muito chato. Não recomendo. Texto cansativo, história sem movimento. Seria interessante se houvesse suspense, narrativa fluida... Mas ao longo do história, os personagens se tornam cada vez mais apáticos e a história vai ficando cada vez mais sonífera. A série de TV Resurrection, baseada nesse livro, é incomparavelmente melhor.
Houve uma determinada parte, em que achei que fosse acontecer um "up" na história, mas nada aconteceu. Os ressurgidos vão aparecendo e lotando um pequenina cidade e nada flui.
Decepcionante. Assisti a série antes e foi inevitável uma comparação. Mas mesmo se eu tivesse lido o livro antes, com certeza não teria gostado.




Danielle 14/05/2014

Esperava mais...
Resenha - Jason Mott - Ressurreição

"-O que vai acontecer quando houver mais mortos do que vivos? O que eles farão com a gente?"

O livro tem um premissa muito interessante de como seria o mundo se os mortos voltassem a vida, não como zumbis, mas como pessoas normais, lembrando de tudo que viveram quando vivos.

" E não é porque alguém não entende bem o propósito e o significado de uma benção que ela se torna menor"

Logo que fiquei sabendo do seriado quis ler o livro mas acabei vendo dois episódios antese acho que isso foi fatal para minha leitura pois achei que o seriado colocou a trama de uma forma muito mais interessante. No seriado temos o menino Jacob voltando a vida e esse seria o primeiro caso de ressurreição o que deixou tudo mais interessante, e no livro temos a história do mesmo menino, sendo que o mundo já está tomado por ressurgidos, ou seja,não tem toda aquele mistério como no seriado.

Gostei do livro mas minhas expectativas estavam altíssimas e não foram superadas,vou continuar assistindo o seriado que se mostrou muito mais interessante.

O livro é narrado em terceira pessoa, por algumas vezes achei um pouco cansativo e esperava um final melhor, porém a trama é bem interessante.

Um trecho sarcástico que achei muito engraçado

"-Estou vivo, não? Mas hoje em dia quem é que não está? O Elvis já deu sinal de vida?"

No geral achei a trama boa mas a adaptação superou,então recomendo que leiam o livro antes de ver o seriado.



site: www.facebook.com/minhasresenhasdp
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Nanda Ribas 29/06/2014

Sinopse em Portugal - Mais cativante...
Sinopse
Nada na vida é certo. Nem mesmo a morte.

Para Harold e Lucille Hargrave, o mundo parece ter voltado a girar sem o filho, décadas depois da sua trágica morte, ao oitavo aniversário. Até que um dia Jacob reaparece misteriosamente à porta de casa - em carne e osso, tal como no dia em que morreu.

Um pouco por todo o lado, os entes queridos de milhões de pessoas começam a regressar da morte, sem ninguém saber como ou por que motivo isso acontece. Será um milagre ou algo mais assustador?

À medida que o caos emerge no mundo inteiro, a família Hargrave reencontra-se no centro de uma comunidade à beira do abismo, obrigada a lidar com uma realidade nova e misteriosa que ameaça desvendar a verdadeira essência da natureza humana.

Numa prosa elegante e profundamente emotiva, Os Regressados - romance de sucesso instantâneo nos principais tops de ficção contemporânea - é uma história inesquecível e hipnotizante que promete conquistar o mundo.
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Otávio 19/08/2014

Lucille e Harold Hargrave com certeza não são mais os mesmos que eram em 1966, isto era fato, mas parece que o filho deles, Jacob Hargrave, não se encaixava nessa regra. Ele estava lá, na porta de casa, como se estivesse preso àquele corpo de oito anos, como se não tivesse passado nenhum dia sequer após seu aniversário, o dia em que morreu.

Sim, ele havia morrido em 1966 e agora estava vivo novamente, como isso poderia acontecer muitos anos depois de sua morte? Aliás, por que isto estava acontecendo? A ressurreição de Jacob pode parecer o mais estranho, porém não era só ali em Arcadia que esse fenômeno estava acontecendo, era algo mundial.
Mas a memória não é assim mesmo? É só passar tempo bastante que ela se degasta e se encobre como uma pátina de omissões autocomplacentes.

página 38
Obviamente, tinham aquelas pessoas que ficaram super felizes (diziam que eles eram bençãos de Deus) ao reverem os entes queridos, mas ainda existem os que são contra os “ressurgidos”, o que piora muito a vida destes, principalmente após o estouro de manifestações e protestos violentos.

Como deu para perceber, mundo está de cabeça pra baixo.
— Eles simplesmente não são pessoas — repetiu ela
— Bom, mas se não são pessoas, o que são? Vegetais? Minerais?
página 11
Vale ressaltar que os "ressurgidos" encontrados em Ressurreição não são nada parecidos com os comuns zumbis ou mortos-vivos encontrados em vários exemplos da cultura pop. Os ressurgidos não são zumbis — mortos-vivos, talvez —, porém, eles são exatamente (lembre-se: essa igualdade é física) iguais a como eram antes de morrerem. Eles não são os mesmo que morreram, é claro. Eles haviam morrido, mesmo que estas sombras lembrassem muito os falecidos.
— E não é porque alguém não entende bem o propósito e o significado de uma benção que ela se torna menor, não é?
página 77
Quando vemos um livro conter uma ótima história a ser desenvolvida, ficamos muitos desapontados quando ele não atinge nossas expectativas e... bem... Ressurreição não as atinge de jeito nenhum, embora as personagens sejam bem desenvolvidas e envolventes.
Além de pecar quando não atinge nossas expectativas, ele traz uma estória muito parada, sem grandes acontecimentos e explicações da situação em geral... sim, quando acabamos a leitura do livro, não se fica um desapontamento com o desfecho devido ao fato de ele satisfazer muito bem sua função inicial, que era, segundo o próprio autor, passar uma mensagem.

Em uma visão mais ampla, Ressurreição é um livro que guarda literalmente uma mensagem em si, fala sobre lembranças, vida e morte e, embora eu tenha identificado algumas falhas, ainda o recomendo.
O romance de estreia de Mott influenciou também a criação da série Ressurrection, que particularmente, nunca assisti. Foi publicado aqui pela Verus Editora com essa capa sensacional que traduz muito bem que está acontecendo ao mundo.
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juh 22/09/2014

Comecei assistindo a série do AXN, e resolvi comprar o livro, e ai a surpresa ( que na verdade não é tão surpresa assim né) o livro é totalmente diferente do filme!!! não gosto de spoilers, mais no livro ja começa com todo mundo ja assistindo a noticias na tv sobre os ressurgidos e no seriado as pessoas vão sabendo conforme o desenrolar dos fatos, particularmente achei a primeira temporada do seriado muito boa, tem mistério, intrigas, segredos obscuros, e por ai vai, gostei bastante da leitura e do rumo que os personagens acabaram tomando então indico pra quem gosta de mistérios e muita criatividade é uma excelente leitura... li rapidinho rsrsrsrsr.
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Natalia.Eiras 20/12/2014

Resenha publicada no blog Perdidas na Biblioteca
A primeira vez que eu ouvi falar desse livro foi no piquenique da Galera Record no início deste ano, quando o pessoal da editora começou a falar sobre os lançamentos previstos para o primeiro semestre e informaram que esse livro estava virando uma série que chegaria na tv por assinatura brasileira em breve.
Quando eu via a chamada na tv dessa série, aquela curiosidade que já tinha sido despertada no piquenique se acentuou consideravelmente e após ver o primeiro episódio da série eu tive certeza: teria que ler o livro para saber o desenrolar dessa história.

Eu tenho um certo problema para acompanhar séries na tv... eu não tenho muita paciência para ficar sempre na mesma hora e canal para assistir o episódio, e tenho dificuldade em achar sites confiáveis (tenho muito medo de vírus no meu notebook) para baixar os episódios das séries que gostaria de acompanhar. Mas eu vi alguns episódios de Ressurection na tv à cabo e quando li esse livro consegui perceber algumas diferenças da série para o livro.

Mas vamos começar pelo início...

Como o próprio título do livro e da série diz, essa história aborda a questão da ressurreição.
Lucille e Harold perderam o filho Jacob quando ele tinha 8 anos. Um dia, um agente do governo chamado Martin Bellamy bate na porta deles com uma criança a tira colo. Não demora muito para que Lucille e Harold percebam que a criança na verdade é o filho deles, exatamente da mesma forma de quando ele partiu deste mundo.

Lucille fica radiante de alegria ao perceber que seu filho esta de volta aos seus braços, porém, Harold não consegue ver aquele menino como sendo seu filho. Ele enterrou o filho; segurou seu corpo sem vida e frio para ter certeza que estava mesmo morto; chorou durante anos sobre a lápide dele; como pode então aquela "coisa" estar na frente dele dizendo ser seu filho?!

Para complicar a situação, Jacob não é o único que resolveu voltar da terra dos mortos. Outros estão com ele, e o número de ressurgidos (como os mortos que ressuscitaram passam a ser chamados) não para de crescer em todo o mundo.
Mas vamos pensar em uma coisa...
O que vai acontecer quando o número de mortos/ressurgidos for maior do que o de vivos? E o que fazer com essas pessoas? Elas devem voltar para suas famílias?

Pois é...
Com milhares de pessoas extras no mundo, a situação começa a ficar muito tensa entre os ressurgidos e os "vivos de verdade", o que culminará em uma disputa entre essas duas classes. Escolham o seu lado.

O que me chamou a atenção nesse roteiro foi o fato de ele se tratar de uma história com mortos que voltam a vida, mas completamente diferente do que estamos habituados a ler. Convenhamos... todas as vezes que você pensa em mortos caminhando sobre a Terra, duas coisas passam pela sua cabeça: Apocalipse e/ou zumbis no melhor estilo Walking Dead!
É justamente aí que esta a questão desse livro. Os mortos não estão mais mortos. Eles voltam exatamente da mesma forma que foram embora... é como se eles tivessem uma segunda chance, pra recomeçar de onde eles pararam.
O problema é que eles ficaram para trás. As outras pessoas envelheceram... casaram... mudaram... e como faz pra retomar a vida com esses novos participantes que não passaram por tudo isso ao lado deles, pois estavam mortos? Complicado não é?

Mas tem outra grande questão nesse livro: o fato de eles terem morrido, e agora estarem vivos, faz deles algo diferente de seres humanos? Ou seja, eles têm direitos? Eles são realmente pessoas? Ou são "coisas" sem explicação? E afinal, como eles voltaram? Por que?

Eu sei que deveria ter a resposta para vários desses questionamentos, mas a verdade é que não tenho. Não tenho porque o objetivo do livro não é esse. O objetivo não é explicar de onde eles vieram e nem porque eles voltaram, mas sim mostrar uma história onde as regras da vida pudessem ser quebradas e onde as pessoas pudessem estar com seus entes queridos, mais uma vez, para poderem abraçar, consertar algo ou apenas se despedir corretamente.
Trata-se de um livro que faz você pensar: E se fosse verdade? O que eu faria? Como será que o mundo se portaria diante dessa situação? Será que seria como o autor descreve no livro?

Todas as vezes que o mundo se depara com uma situação que não entende a tendência é o caos. Nessa história não poderia ser diferente, logo, podem esperar por confusão. Porém, eu esperava mais...

A história é um mix de drama com suspense, mas você logo percebe que a intenção do autor foi focar nas relações humanas e não no sobrenatural.

Uma diferença que eu pude perceber da série para o livro é que na série nós temos o enfoque em vários personagens. No livro esses personagens até aparecem, mas o foco esta mesmo no menino Jacob e seus pais.

Se você esta cansado de enredos de mortos vivos que ficam tentando te matar e quer um livro cativante que lhe faça refletir sobre a vida e a morte, esta leitura é perfeita para você.
Trata-se de uma obra bem diferente e que mesmo não agradando a todos os públicos merece a chance de ser lida pela forma como o autor se propõe a falar sobre o assunto.

site: http://www.perdidasnabiblioteca.blogspot.com.br/2014/07/ressurreicao-por-jason-mott.html
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Vitor850 10/03/2015

Ressurreição
Antes de começar quero avisar que ainda não assisti à série por n motivos, e não sei quando assistirei por também n motivos. Começo falando que o livro não é lá grandes coisas, faltaram algumas coisas, mas o tema é muito interessante, e Mott soube usá-lo muito bem. A história tem uma premissa muito boa, mas faltou um pouco de desenvolvimento da mesma. Dentre os livros que li com esses temas foi Sob a redoma (link abaixo) que eu mais gostei.
O livro já começa com Martin Bellamy, um homem que trabalha para a Agência Internacional para os Ressurgidos, ou como o chama Harold: "o homem da Agência", batendo em sua porta com seu filho Jacob, morto em 1966 no dia de seu aniversário. Mas um pouco antes disso, Harold e Lucille conversavam sobre os ressurgidos, onde Harold acredita que os ressurgidos não são pessoas de verdade e Lucille que eles são "os mortos que caminharão sobre a terra." de acordo com a Bíblia, ou seja, Lucille acha que os ressurgidos são demônios. Mas isso muda quando seu filho de oito anos aparece na sua porta tantos anos depois de sua morte.
Os capítulos são intercalados por passagens, se assim podemos chamar, de pessoas que retornam do mundo dos mortos. Algumas dessas pessoas são "avulsas", estão ali, ao meu ver, para preencher alguns espaços e explicar algumas coisas sobre os ressurgidos, mas alguns são parentes dos vivos que rodeiam os Hargrave. E também há muitos flash-back do personagens principais, por exemplo como Jacob morreu. Vale ressaltar também que o centro da história se passa na pequena cidade estadunidense de Arcadia, onde todos se conhecem e sabem tudo o que acontece na mesma. O problema se torna maior quando o exército resolve criar uma área onde os ressurgidos indesejados, no princípio, e depois todos os outros, ficam em uma prisão, sem poderem sair das grades que os cercam. O problema é que essa "prisão" de ressurgidos acaba desagradando alguns, como Fred Green e sua turma, que acreditam que os ressurgidos não deveriam voltar à vida, e acabam arrumando confusão, chegando até a matar sem querer.
Voltando ao Harold, no começo ele é seco com seu filho ressurgido, mas com intervenções de Lucille ele acaba se abrindo e permitindo-se ser pai mais uma vez depois de tantos anos. Já Lucille logo após que vê seu filho vivo o aceita em sua vida novamente e esquece que os ressurgidos são demônios. A construção de ambos os personagens são bem feitas, com as brigas entre marido e mulher depois de vários anos de casamento. E depois de quarenta anos, mais ou menos, sem o filho, eles aprenderam a curar suas cicatrizes e fortalecer o relacionamento.
Martin Bellamy é um personagem muito interessante e não esperava algo dele lá no meio do livro. Ele é um cara muito simpático e que sabe controlar muito bem as conversas que tem com as pessoas que ele entrevista sobre os ressurgidos familiares. Ao longo do livro conhecemos mais ele devido às conversas que ele tem com Harold quando o mesmo está preso junto com o filho (será que isso é considerado spoiler? Se considerarem como, desculpem-me).
Acho que é só isso que tenho a falar sobre Ressurreição. Não quero falar mais porque pode ser spoiler o que for dito daqui em diante. E também porque o livro não me prendeu tanto assim para poder absorver tudo o que ele estava me passando, mas as questões de fé, amor, moral e responsabilidade eu consegui captar, e muito bem. Teve momentos em que eu sentia-me na pele do personagem, sentia sua dor ou alegria. Não chorei, mas ri um bocado em raras passagens. Enfim, considero que você deva ler Ressurreição devido aos temas que Mott explora muito bem.

site: http://guardiaodamuralha.blogspot.com.br/2015/03/ressurreicao-de-jason-mott.html
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Jhosy 18/03/2015

Diferente do seriado? Sim! Ruim por isso? Não!
Termino de ler Ressurreição com um sentimento agridoce.
Meu primeiro contato foi com o seriado que foi baseado no livro e, minhas expectativas estavam já induzidas a algo por isso.
O livro é bem diferente. Tem personagens que nem se assomam no seriado e vice-versa, mas ambos me agradaram.
A escrita de Jason Mott é muito fluida e de fácil compreensão. Tem um humor seco implícito, que me agradou muito.
As características de seus personagens são peculiares e agradáveis e as reflexões deles são incríveis.
Eu gostei e muito!
Avaliei com uma nota 4 porque o final, além de me pegar desprevenida, me deixou com a sensação de algumas coisas ficaram inexplicadas.
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