Dominus Mortuorum

Dominus Mortuorum Décio Gomes


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Resenhas - In nomine patris


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Yasmim 19/10/2014

In Nomine Patris foi um livro que primeiramente me conquistou pela capa, logo em seguida seu nome me chamou a atenção me levando a ler a sinopse do livro. E após a recomendação da Caah, não tive escolha a não ser ler o livro.
Jullian era um venator. Um membro da igreja escolhido por Deus - e também por homens - para caçar o mal. O mal em sua mais pura forma.
A vida como venator não é nada agradável. Por conta do seu trabalho, Jullian, vive em constante mudança de cidades. Acreditava-se que se permanecesse por mais de alguns anos ele seria corrompido pelo diabo. Sendo assim, após cumprir sua estadia com sucesso, seu próximo ponto é a cidade de Willinghill. Não muito depois de sua chegada, seus serviços são necessários para um caso.

Adrian Mosley sempre foi um menino ativo, só que em uma de suas brincadeiras ele acaba perdendo a vida. E, então o impossível acontece. Alguns dias após sua morte ele aparece misteriosamente em sua porta, pedindo para entrar.
Conheça o inimigo, e a guerra estará ganha.
O que Jullian não esperava é que a família do menino ocultasse a verdadeira natureza do estado de Adrian. Isso faz com que o padre acabe cometendo um grande erro na hora de expurgar o demônio, o que causa a sua fuga.
Jullian acaba se deparando então com um tipo diferente de demônio: o Mormo, senhor dos mortos. Resta a ele então esperar pelo próximo passa do Mormo e assim captura-lo. Só que isso não será nada fácil já que o Mormo, está decidido a tornar toda a população da pequena e pacata cidade em morto-vivo.
Observou com orgulho mais uma vitória contra o inferno...
[Sem palavras] Zombies, são de longe, minhas criaturas sobrenaturais preferidas. Na tentativa de querer sair da zona de conforto me arrisquei ao pegar o livro. Felizmente a fórmula da escrita de Décio Gomes funcionou , e agora me encontro desejando os novos volumes das aventuras de Jullian Bergamo.
O livro possui uma escrita dinâmica que flui facilmente, fazendo com que o leitor não perca nenhum detalhe de toda a história . Apesar de apenas 134 paginas, ( e-book 96) o livro nos trás um começo, meio e fim, sem deixar o leitor perdido ou com o sentimento de inacabado. E isso foi algo que me impressionou, pois acreditava que não seria capaz de haver um história tão bem narrada em tão poucas paginas.
In nomine patris tem um "filosofia" diferente de morto-vivo, sendo ela ligada fortemente a religião, deixando de lado o enredo batido de "experiencias que deram erradas no laboratório". Isso só fez com que eu admirasse mais a escrita do autor.
Enfim, é mais um livro nacional que entra para lista de "bem sucedidos". Com uma escrita encantadora, personagens bens construídos e uma história diferente.

Resenha completa em:

site: http://miiheomundoliterario.blogspot.com.br/2014/10/resenha-in-nomine-patris-decio-gomes.html
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Submersão Literária 09/10/2015

Maravilhoso
Décio, com sua escrita fluída e fácil de se ler, nos trás uma história de zumbis original e muito diferente do convencional, a qual estamos acostumados.
Jullian é um padre um tanto diferente, que pertence a uma ordem que caça demônios, é um personagem que nos cativa desde o começo do livro.
Esse é um livro que nos prende do começo ao fim e nos deixa ansiosos pela continuação. Recomendo muito, amei do começo ao fim
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Jéssica R. 13/01/2015

Mistério, ação, terror e muita tensão
In Nomine Patris me conquistou já pela capa, quando vi no facebook do autor fiquei imaginando o que teria por trás de uma capa tão misteriosa. Jullian Bergamo não é um padre comum, ele é um venator, treinado para caçar e eliminar demônios. Por causa de seu trabalho, não costuma ficar muito tempo em uma mesma cidades e assim ele vai parar na cidade de Willinghill. Assim que chega Jullian é chamado para solucionar um caso bem estranho, na verdade muito estranho e nojento. O menino Adrian Mosley aparece na casa de seus pais dias após seu enterro, o que Jullian não esperava era que uma mentirinha por parte dos pais do garoto, o fizesse cometer um erro na hora de expurgar o demônio, que na verdade não era um demônio comum, era um: Mormo.

Com apenas 134 páginas In Nomine Patris é um livro curto, de leitura rápida, dinâmica e muito bem escrito. Décio Gomes possui uma escrita precisa, sem enrolação e falas desnecessárias, o livro possui algumas cenas de terror bem nojentas e assustadoras, para quem gosta desse estilo de livro esses adjetivos são um elogio e tanto. O autor conseguiu me deixar assustadinha em alguns trechos e até lembrei do livro A Hora do Vampiro, de Stephin King, os dois livros despertaram sensações parecidas em mim. O único defeito do livro é seu tamanho, Jéssica o livro tem continuação, não importa queria continuar lendo a história sem interrupção rsrs. O que me deixa feliz é descobrir mais um escritor nacional super talentoso conseguiu em 134 páginas criar o começo de uma história perfeito e sem aquela cara de livro introdutório. In Nomine Patris tem mistério, ação, terror e muita tensão.

site: http://www.coracaoleitor.com.br/
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mistydayse 06/03/2015

Original e arrepiante
Na minha incansável busca por livros de zumbis, acabei chegando a esse livro, mais um nacional para minha coleção. Só em ler a sinopse já notei uma vontade do autor de fugir do básico, pois seus zumbis são nada mais nada menos que cadáveres possuídos por um demônio necromante. Isso mesmo! Nada de vírus ou ataque biológico aqui. O autor escreve de forma clássica e seus diálogos remetem a histórias de época. O clima de séculos passados se encaixa perfeitamente na história, e a trama segue um rumo muito original no decorrer das (infelizmente) poucas páginas. Os trechos de ataque zumbi são de arrepiar, e o autor conseguiu passar a sensação de horror sem se utilizar de passagens de mau gosto ou muito violentas. As referências a Noite dos mortos vivos me deixaram maluca e maravilhada! É uma obra de muita qualidade em seu resumo. Parabéns ao Décio Gomes!
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Dayana 28/09/2015

Incrível!
Dotado de uma escrita cativante, Décio Gomes nos presenteia com mais um sucesso. Um livro cheio de suspense, ação e muiiiita adrenalina; nos conquista com personagens únicos e extremamente cativantes. Ao devorar as páginas dessa história, consegui imaginar todas cenas, o que mostra que o escritor tem uma facilidade incrível de te colocar na cena. A todo momento me senti em um filme. Recomendo a todos os amantes da literatura sobrenatural.
Mal posso esperar pelo próximo.
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SAMUEL 26/08/2014

Terror e Ação com muito dinamismo
In Nomine Patris é um livro curto, de leitura rápida e dinâmica. A história se inicia com um primeiro capítulo excelente, sombrio e triste — muito sombrio e triste. Esse capítulo criou em mim uma expectativa que não foi cumprida, pois eu esperava algo mais “suspense” e menos “terror e ação”. Mas não considero um demérito, apenas um foco diferente do que eu imaginei ao ler “O garoto Mosley” (sem querer ser repetitivo, mas é um capítulo fantástico).

“Uma queda de vinte metros que quebrou-lhe o pescoço como uma cozinheira quebra o de uma galinha antes de leva-la à panela.”

Seguindo a história, conhecemos o padre Julian, um jovem venator. Seu ofício é caçar demônios e eliminar sua ameaça, e isso é explicado de uma forma muito atrativa. A trama é desenvolvida com fluidez, bem escrita e sem monotonia. O fato de o livro ser pequeno, deixa a leitura bem dinâmica e agradável. O cenário é sombrio, e a parte mística é muito bem desenvolvida, mostrando uma boa pesquisa por parte do autor.

“Julian Bergamo era um exterminador de demônios.
Nascera em uma madrugada sem lugar, aos socorros das freiras de um convento de Londres.”

Em certo ponto da trama, vemos a mistura de um horror demonológico com a temática dos mortos vivos. A mesclagem é harmoniosa, e garante sequências sangrentas e muito tensas. A amizade entre Julian e George também é um ponto alto, garantindo bons momentos na história.

Algo que me incomodou (um pouquinho só) foi a reação de George após a tragédia ocorrida com sua família. Entendo que foi em prol da narrativa, mas gostaria que o seu sofrimento fosse melhor enfatizado.

O cenário de cidade pequena e seus habitantes são muito bem retratados, e casam muito bem com o clima soturno da trama. Além disso, o livro está recheado de sequencias de ação bem escritas e empolgantes. Há trechos sangrentos, mas jamais de mau gosto. A última parte da história é muito bem conduzida para um final muito interessante, e a possibilidade de uma sequência é clara, não só pelo “livro I” adicionado ao título, mas pelo teor do texto em si.

Recomendo muito a leitura, pois é uma ótima história de um talentoso autor brasileiro.

site: http://romances-para-te-fazer-feliz.blogspot.com.br/2014/08/resenha-in-nomine-patris-livro-1-decio.html
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Cia do Leitor 13/07/2014

In nomine patris
Desde o seu primeiro livro "Albertine", Décio mostrou seu talento na escrita, tive o prazer de compará-lo com o mestre Stephen King, pelo valor da obra, da trama, pela mistura bem dosada de suspense e terror, me fez delirar de satisfação. E agora ele repete a proeza em seu novo livro: In Nomine Patris

Quem leu "Albertine", livro do autor Décio Gomes, teve o prazer de conhecer Padre Jullian Bergamo, um missionário da igreja católica, respeitado e muito solícito, por suas obras e uma fé inabalável que transmite aos cristãos dos povoados que passa e algo mais...

No livro "In nomine Patris", o primeiro de uma série, o nosso protagonista é transferido de sua antiga comunidade após completar seu ciclo paroquial de 665 dias e vai para outra cidade mais pacata, Willinghill, para administrar a paróquia e servir como um bom pastor.

Sendo que, por baixo dos panos existe um real motivo para sua mudança, Jullian é nada mais nada menos que um Venator, um exterminador de demônios. E sim, estava pra completar o ciclo, tempo limite que um Venator deve permanecer em um lugar, por motivos de segurança e força maior, mas o principal propósito de sua mudança para uma determinada cidade viria a ser outro, ele só não esperava encontrar o mais temível dos seres naquele novo lar.

"Venator: um servo da igreja católica responsável por livrar o mundo de toda e qualquer invasão vinda das profundezas dos infernos"

Na sua primeira noite na nova cidade, padre Jullian é chamado as pressas para ajudar um casal que precisava de seus cuidados, ao chegar na casa da família Mosley, depara-se com uma situação completamente irregular, única e medonha. Intrigado e um pouco assustado percebe estar lidando com um novo caso, uma nova espécie de demônio está a espreita, aterrorizando o povoado e desafiando sua fé.

Um Necromante, um Demônio poderoso que apodera-se de cadáveres e os transforma em mortos-vivos, levando-os a criar novas vítimas e formar um verdadeiro caos no povoado. Agora Padre Jullian munido de seus dons, coragem, perspicácia, fé e equipamentos próprios de um Venator, iria enfrentar um violento demônio e seus soldados sem alma e com muita fome de carne e vidas. Seres obscuros jamais deparados por um humano, deixariam rastros de destruição, desalento e dor.

Jullian não estaria totalmente só, teria a companhia de seu novo amigo George Mosley e a certeza de que Deus não os abandonaria... Mas, sua fé certamente seria testada. Estaria Jullian apto a enfrentar esse novo e poderoso demônio numa horrivel guerra do bem contra o mal?

"Eram três cães fortes, de pelo escuro e pernas compridas. Os típicos cães de caça de raça perdigueiro criados pelo povo daquela região. O que fez o coração do padre acelerar ao máximo, porém, foi a aparência cadavérica dos três animais. Tinham feridas abertas por todo o corpo, com pedaços de pele rasgada saltando por entre a pelagem; suas orelhas compridas pareciam corroídas, assim como as órbitas dos olhos que exibiam apenas globos oculares completamente brancos. Eram como cães do inferno."

Impressões:

Quando o autor Décio Gomes anunciou em seu Facebook que estava escrevendo um livro sobre o personagem Jullian Bergamo, o padre de sua obra-prima "Albertine", fiquei deveras entusiasmada e ansiosa, porque este é um personagem peculiar que se destacou demais por conta de todo o mistério que envolvia sua vida antes de conhecer Albertine.
Ainda em seu primeiro livro, após folhear algumas páginas deparamo-nos com ganchos que nos faz desejar conhecer mais a vida do Padre Jullian, Décio recebeu de seus leitores inúmeras solicitações para a criação de um livro especialmente dedicado ao padre exorcista. E para a alegria da galera, eis que ele atendeu nosso clamor. Este é o primeiro livro de uma série, que será lançado a cada seis meses, onde em cada volume seremos apresentados a algumas aventuras de Jullian como Venator, caçador de demônios.

Ao receber o livro In nomine Patris do autor Décio Gomes, para leitura e resenha, senti que tinha em minhas mãos uma obra de tirar o fôlego. Ele já havia informado que o livro sairia um pouco da linha de Albertine em que o foco maior era o suspense, drama e terror. In nomine Patris é mais intenso e tem mais ação, sem deixar de citar o sobrenatural está mais predominante nessa nova história.

A narrativa de Décio continua impecável, bem descrita e perfeitamente detalhada, claro, sem nos cansar com as descrições bem dosadas. Embora tenha apenas 132 páginas, foram o bastante pra impressionar e desejar conhecer mais aventuras do padre Jullian.
A inclusão de mortos-vivos inicialmente nos contraria, você fica pensando que será mais um livro de zumbis, mas não se engane, tem coerência, ele encaixa esses seres na trama de uma forma tão espetacular que você não consegue imaginar a história sem eles!

Os personagens secundários tem sua importância, mas, não nos prendemos muito a eles, no entanto, não posso falar o mesmo dos personagens principais que dão um show a parte com o desenrolar da historia. E as cenas, (já vejo o livro como um filme) de ação são de arrepiar e saltar da cadeira. Ficamos temerosos e curiosos por saber como Jullian irá se livrar de tantos mortos-vivos em uma cidade de tão poucos habitantes, alguém sairia ileso nessa história quase impossível de acabar bem?

Um livro fino, mas escrito com afinco de um pai zeloso e orgulhoso por sua obra. A qualidade física do livro, diagramação impecável, as incríveis ilustrações que nos ajudou muito no decorrer da leitura, onde nos dá a visão real dos fatos. Tudo isso, faz desse livro mais uma obra a ser aclamada por um publico sedento por boas historias.

Não é uma continuação de "Albertine", portanto, pode ler sem se preocupar de não ter lido o primeiro livro. É uma história nova, de um personagem de um ótimo livro.(Que também aconselho a leitura)

Quem foi que disse que no Brasil não encontra-se bons livros mesmo???

Décio, mais uma vez parabenizo-o por sua criação, uma obra que deve ser anunciada e espalhada aos quatro cantos do país e atravessar as fronteiras, mares, horizontes.

Indicadíssimo!

Resenha de Nizete Ribeiro no blog Cia do Leitor

site: http://ciadoleitor.blogspot.com.br/2014/07/resenha-premiada-in-nomine-patris-de.html
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Pri 19/03/2017

Padre vs zumbis
Terror é um gênero que costumo evitar porque sou facilmente impressionável. Fiquei curiosa para ler esse do Décio, até porque a sinopse não me transmitiu nada que pudesse ser muito assustador, então resolvi investir nesse novo estilo de leitura e me surpreendi positivamente.

"Jullian era um venator. Um membro da igreja escolhido por Deus — e também por homens — para caçar o mal. O mal em sua mais pura forma.
Jullian Bergamo era um exterminador de demônios."

Jullian Bergamo é um padre com dons especiais. Desde muito jovem, seu talento para sentir e combater as forças malignas foi percebido, o que fez com que, com apenas 25 anos, fosse nomeado um venator pela Ordem Mundial da Igreja Católica. Passou então a realizar missões, combatendo as criaturas do inferno sempre que necessário. O que mais o incomoda nessa vocação é precisar mudar-se constantemente, pois um representante da Luz não pode permanecer em um mesmo local por mais de 665 dias, ou correrá o risco de ser corrompido pela Escuridão.

"Sombra e Luz jamais compreendiam, porém, que uma sem a outra não poderia existir. Eram seu próprio alfa e ômega, e estariam, por toda a eternidade, a esperar por um trono que a nenhuma das duas jamais pertenceria."

Dessa vez, seu ofício o levou para a pequenina cidade de Willinghill. Entre cidades pequenas, a informação corre rápido, e a fama do jovem padre alcançou sua nova moradia antes que chegasse. Não esperava, porém, que seu primeiro caso já seria tão complexo. Logo em sua primeira noite, antes mesmo de conseguir descansar da viagem, é chamado para ajudar um casal que está com um filho aparentemente possuído. Mas os pais da criança estão escondendo uma informação muito importante e Jullian descobre da pior maneira que aquele não é um caso comum.

"— Há quem se pergunte a mesma coisa sobre mim. Por que eu preferi caçar demônios ao invés de ser um padre comum. A verdade, meu caro, é que cada um de nós recebe uma vocação, seja ela matar criaturas ou fazer sopa."

Jullian depara-se com um Mormo, um demônio necromante, que transforma cadáveres em mortos-vivos. Um demônio forte e extremamente perigoso, difícil de ser combatido. O Mormo acaba sendo um dos maiores desafios de toda a trajetória de Jullian como caçador. Mesmo com tanto estudo, equipamentos específicos, inteligência e dedicação do padre, o demônio rapidamente consegue espalhar o caos por onde vai passando e causa diversas mortes. Com a ajuda de George Mosley, o homem que Jullian conhece em sua primeira noite em Willinghill, ele parte atrás dessa criatura cruel antes que cause ainda mais dor e destruição, tendo que ficar cara a cara com a morte, literalmente, durante o percurso.

"— Embora existam muitas coisas neste mundo que não conhecemos, é certo que uma das únicas destas coisas que não podem ser desfeitas é a morte."

Jullian é um personagem cativante. É jovem, mas muito corajoso e já tem uma boa experiência com demônios. Eu não sabia muito o que esperar de um padre como protagonista, mas imaginava que o personagem seria mais sério e talvez até mais idealizado. Mas Jullian se mostra um ser humano comum, com seus momentos de preguiça, raiva e descontração, sem nunca deixar de lado sua fé e simpatia. Ele gosta muito do que faz e é muito bom nisso. George é um homem grande e bruto, mas de bom coração. Com um jeitão de lenhador/caçador, torna-se grande amigo do padre. É um personagem divertido, que sofre muito por causa do Mormo, o que o motiva a caçá-lo até o fim.
O enredo me agradou bastante. Fiquei com medo de me assustar durante a leitura, mas isso realmente não aconteceu. O livro me pareceu muito mais uma fantasia ou ficção científica por causa da quantidade de cenas com zumbis. Nunca fui muito fã desses mortos-vivos por achá-los nojentos, então me preocupei da narrativa se resumir a isso. Com certeza os zumbis protagonizam a maior parte da ação do livro, mas nós sabemos que o verdadeiro mal está por trás de tudo aquilo, fugindo e se escondendo, e quando ele resolve aparecer na história, não deixa a desejar. Confesso que quando li a sinopse e comecei o livro, me lembrou demais a série Supernatural, mas o livro seguiu seu próprio rumo e achei bem original a forma como o autor conduziu a história.

"'Viver é remexer-se constantemente em um túmulo'"

Como li o e-book, não posso falar sobre a diagramação. Não lembro de ter encontrado nenhum erro durante a leitura. A capa do livro é bem intrigante e sombria, combina com a história.
A história é narrada em terceira pessoa, em quase todo o livro pelo ponto de vista do Jullian. Décio tem uma escrita muito boa e consegue fazer o leitor se prender na leitura sem perceber. Apesar do livro ser pequeno, não achei que ficou faltando nenhuma informação. Tudo é muito bem explicado, a história é detalhada, os personagens são bem construídos. Em nenhum momento a leitura é cansativa, até me surpreendi por ser mais leve do que imaginava. O final foi intrigante, com um gancho para o segundo livro que me deixou realmente curiosa para ler logo o próximo.
É um livro muito bom, com um enredo interessante, original, bastante ação, suspense e personagens simpáticos. Recomendo para quem curte o gênero e para quem nunca leu e hesita um pouco em se arriscar, como eu. Desde que você não tenha pavor de zumbis, acredito que a leitura vá agradar. :)

site: http://www.sigolendo.com.br/2017/03/resenha-dominus-mortuorum-in-nomine-patris-decio-gomes.html
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Arca Literária 25/10/2014

In nomine patris
Leia resenha no link http://www.arcaliteraria.com.br/in-nomine-patris-decio-gomes-4/

site: www.arcaliteraria.com.br
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Lana Hawk 15/04/2015

Finalmente um livro que fala de zumbis de uma forma mais original!
O Décio Gomes me mandou seu livro como cortesia, e, apesar de eu sempre ter um pé atrás com escritores nacionais, resolvi ler... e mais uma vez tenho que tirar o chapéu para um escritor nacional.

Ficaram curiosos? Então não irei me prolongar.

In Nomine Patris, é o primeiro livro de uma série que conta a história de um padre, Jullian Bergamo, que faz parte de uma facção "secreta" da igreja católica responsável por livrar o mundo dos demônios: os venatores.

Como uma romântica assumida, sempre fico meio desmotivada ao ler livros sem romance, sem um casal e seus dramas, mas este livro foi cativante desde o começo. In Nomine Patris é um livro que, de fato, não segue os padrões normais e foge completamente o tradicional, inclusive quando se trata de zumbis. Achei bem legal a forma que o autor aborda esta questão do zumbi/sobrenatural, pois, no livro, os zumbis não são causados por nenhum vírus nem nada do tipo, mas sim, possessões demoníacas em corpos já mortos. A narrativa é muito envolvente, de fácil entendimento, e o autor consegue narrar com maestria as cenas horripilantes sem usar de artifícios toscos. A época também casa com perfeição à trama, remetendo naturalmente a um ambiente com maior suspense. Não é um livro grande, mas cada página é significativa, com total ausência de capítulos ou páginas sem sentido, ou, "enche-linguiça", como minha mãe costuma chamar.

Pra terminar, vale muito a pena! E o mais legal: já foi publicado em português e inglês!

site: http://fofocaliteraria.blogspot.com.br/2015/04/in-nomine-patris-decio-gomes.html#more
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Paulo Cilas @estantedopc 04/09/2018

"Pegue sua água benta e junte-se ao padre Jullian nessa caçada"

O livro Dominus Mortuorum é o primeiro da trilogia In Nomine Patris, do escritor brasileiro Décio Gomes. Neste primeiro volume conhecemos o padre Jullian Bergamo, que acabou de ser transferido para a cidade de Willinghill.

Mas o Jullian não é um padre comum, ele é um Venator, um especialista em contenção de demônios. E logo que chega à cidade, já se depara com um homenzarrão chamado George, que busca sua ajuda para expulsar uma criatura que ele acredita ter se apossado de seu filho.

Quando se vê de frente com o demônio, o padre percebe que aquele é o Mormo, uma criatura necromante, que transforma os cadáveres em mortos-vivos.

E assim começa a aventura do primeiro livro, que conta a história da luta do padre contra tais criaturas das trevas.

Como nunca tinha lido nada do autor, vale ressaltar que fiquei positivamente surpreso com a qualidade da obra. O livro é bem escrito, bem revisado, a história é envolvente e divertida. Não chega a dar medo em nenhum momento, mas os cenários macabros são bem construídos e trabalhados.

Notei uma clara referência a Resident Evil em um capítulo, que não estava nada sutil, então ficou um pouco forçada, mas isso não influencia na história, porque só aparece como uma curiosidade irrelevante dita por um personagem.

O livro trabalha temas bem fortes, como perda, amizade, amor, tudo envolvido em um clima sangrento. Para quem gosta de história de zumbis, como The Walking Dead, é uma boa leitura.

Mais resenhas no Instagram @estantedopc
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Shaykovisky 03/01/2017

Incrível.
Terror e suspense na medida certa, com personagens cativantes. Te prende logo nas primeiras páginas. Final e epílogo surpreendentes.

Orgulho de ser nacional! ?
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Tatiana 30/09/2015

Aventura e Terror na medida certa!
Diferente dos padres que estamos acostumados a ver, Jullian é um padre, digamos excêntrico. Além do seu ofício de dirigir uma congregação, ele tem uma outra missão: exterminar os seres das trevas. Sim! Jullian é um caçador de demônios, ou melhor, um Venator. Treinado pela Igreja Católica para lidar com quaisquer tipos de seres malignos, nosso querido padre irá se deparar com as mais diversas aventuras, em nome do Pai, da Luz, e em nome sua própria vida.

O livro começa quando Jullian está chegando na cidadezinha de Willinghill, depois de ter passado 665 dias em uma outra cidade, não é coincidência, mas os Venatores mais novos não podem passar 666 dias numa mesma localidade, vista que, esse número do capeta trará graves consequências a eles, pois como disse, ele não é apenas um servo a pastorear ovelhas, e sim um declarado inimigo do inferno, e como o tinhoso não quer perder nenhuma, irá tentar incansavelmente corromper a vida dos escolhidos para essa missão.

Logo de cara Jullian se depara com um caso jamais visto: uma criança possuída, mas a possessão tem um caso curioso, a criança está morta. O único filho de George Mosley é o primeiro a ser usado pelo Mormo, demônio necromante que possui a vida daqueles que não estão mais entre nós. A partir daí nosso herói terá que passar a estudar e tentar um plano de como caçar esse poderoso inimigo, uma vez que esse demônio conseguiu sair das profundezas em forma física, o que o torna ainda mais perigoso, pois não será um simples “volte para o lugar de onde veio” que irá funcionar.

A cidadezinha como todas do interior, com poucos habitantes, a fofoca rola solta. Todos esperam a vinda do novo líder espiritual , e como não era de se estranhar, os burburinhos sobre a dupla atividade de Jullian já está a quilômetros de línguas. Sua pouca idade também chama a atenção, principalmente das mais jovens, que vão à missa de apresentação suspirando pelo jovem e belo padre.

Como podemos ver, In nomine Patris tem tudo que um livro pode oferecer. Aventura, tensão, fantasia, terror, e uma boa dose de humor. A escrita é bem rápida, eletrizante e todos os fatos acontecem de forma graciosa, sem tanta pressa, mas de forma nos deixar quase sem fôlego, pois até os capítulos mais “calmos” – se é que tem algum que seja calmo – são eletrizantes. Caçar o Mormo é uma tarefa difícil, e Jullian passa a contar com o apoio de George, o qual quer de alguma forma vingar a morte de seu filho e quem sabe encontrar alguma paz interior.

George é um personagem “grandão”, cara de lenhador, eu o imaginei como alguém de pouca escolaridade. Uma pessoa humilde, mas de um coração enorme, e mesmo parecendo ser um brutamontes, consegue tirar a áurea pesada do livro. Seu humor é bem contagiante, e mesmo tendo passado por um momento tão difícil, ele consegue deixar padre Jullian meio desconcertado e sentimos que essa amizade a cada minuto só aumenta. George dá leveza às cenas mais fortes, e consegue nos mostrar que padre Jullian, mesmo sendo uma pessoa escolhida pela luz, ainda assim é um ser humano.

Unidos, os dois saem em busca daquele demônio que conseguiu tirar a paz da cidadezinha feliz e pacata, e uma caçada eletrizante pela escuridão é travada. Eles se deparam com um exército de mortos-vivos, o que dificulta a jornadas dos dois novos amigos. Jullian tem artefatos que foram muito bem bolados pelo escritor, desde adagas, a água benta, tudo foge do clichê que estamos acostumados a ver, e todos os elementos usados na caçada são repaginados de uma forma bem inteligente.

O desfecho final é surpreendente, e achei de uma magnitude imensa o que o autor fez, deixando nosso herói frente à frente com seu inimigo, e deixando um pouco George de lado, isso apenas para nos mostrar que não importa quantas pessoas estejam ajudando, pois o enfrentamento final não pode ser entre pessoas “normais”, e sim apenas o escolhido poderá triunfar sobre o mal.

Cenas dignas de um filme de ação e terror, com diálogos que nos fazem arrepiar da cabeça aos pés. Uma história que pode se aproximar tanto de nossa realidade, que chegamos a pensar: Será que de fato isso não acontece?

Então, se você é fã de algo sobrenatural, com muitos, mas muitos
mortos-vivos querendo arrancar a sua pele, ou a de qualquer um que esteja em seu caminho, In Nomine Patris irá te deixar sem fazer outra coisa além de ler até a última palavra.


site: http://www.leitoresanonimos.com.br/2015/09/resenha-in-nomine-patris.html
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Celia 18/09/2018

Bem infanto
O livro começou bem interessante, um padre exorcista, recém chegado a uma cidadezinha dos Estados Unidos, chamado para ajudar um morador com problemas com o filho morto que voltou da sepultura. Ok! Em resumo, é um livro de zumbis para crianças.
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