Dominus Mortuorum

Dominus Mortuorum Décio Gomes


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Resenhas - In nomine patris


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Kamilla 16/06/2017

Não sabia o que esperar desse livro...
Jullian Bergamo é um jovem padre um pouco diferente do que pensamos, ele consegue sentir quando há demônios por perto. Por isso ele é classificado como Venator, e foi treinado para caçar e eliminar os demônios e por isso não pode passar muito tempo em um mesmo lugar. E é exatamente isso que acontece logo no começo da história, o Jullian é encaminhado para Willinghill, uma cidadizinha pequena e assim que chega alguém bate na porta dele, quando ele chega na casa do senhor - chamado George Mosley - se depara com uma criança com um demônio dentro de si. Posteriormente o padre descobre que a criança já estava morta (o leitor já sabia, só pra não acharem que é spoiler) e de imediato descobre que o demônio não é comum aos outros que já lidou. É um Mormo.

Vamos descobrindo junto com o Jullian as especificações sobre esse demônio, que diferente dos outros se alimenta de morte. Então ao longo do livro nos deparamos com muito mortos-vivos (similar ao Zumbi), causados pelo Mormo e este, logo o Jullian percebe, é bem mais difícil de eliminar.

Eu tinha um receio de ler esse livro por que não estou muito acostumada a ler livros com demônios e devo admitir que no começo eu fiquei meio com medinho, até porque quando o Mormo está no corpo da criança, o Jullian tenta fazer um exorcismo e a cena dá um calafrio. O livro é bem curtinho, não chega nem a 200 páginas, mas isso não o faz ruim, pelo contrário é um livro bom e que fisga o leitor. O Décio - autor da obra - conseguiu fazer uma história com terror, mistério, suspense e aventura de forma que faz o leitor querer descobrir o que acontecerá em seguida.

“A verdade, meu caro, é que cada um de nós recebe uma vocação, seja ela matar criaturas ou fazer sopa.”

O Jullian apesar de ser um padre Venator se mostra um ser humano normal, que tem medos, aflições, preguiças, raiva e até momentos de desconcentração, mas sem deixar de lado a sua fé e o seu dom. Ele é padre e gosta de fazer o que faz, não é uma obrigação pra ele. Achei a construção dele bem bacana. O George, que é um outro personagem que aparece tanto quanto, sofreu muito no decorrer da história por causa do Mormo e decide ajudar ao Padre para eliminar o demônio que tanto fez mal a sua família e as pessoas da sua cidade. E é aí que algumas coisas me incomodaram, gostei do fato do Jullian não ser o típico herói, que é autosuficiente, porém ele acaba levando os créditos por tudo (por ser um Venator), mas pra mim o Sr. Mosley foi a grande sacada do autor e o que fez diferença na história, se não fosse ele o Jullian não conseguiria fazer nem a metade do que fez. Se é que estaria vivo pra fazer alguma coisa.

Então sim, me incomodei pelo protagonista ser o herói, sendo que na verdade ele não conseguiria fazer nada sozinho. Aliás, quando é que se consegue?! O final poderia ser melhor (justamente pelos motivos citados, é a minha opinião, já li pessoas com visões super diferentes da minha em relação a participação do Mosley), mas não foi menos satisfatório por causa disso, foi bem surpreendente e de tirar o fôlego - devo admitir.

Sobre os detalhes: A capa é bem sombria e eu gostei disso, principalmente a roupa do padre. O espaçamento e o tamanho das fontes estão ótimas. Encontrei alguns errinhos de digitação, mas nada que incomode durante a leitura. Todas as folhas do livro possui na parte inferior um sombreamento de um cemitério, achei esse cuidado incrível.

Comentário final: No mais livro foi ótimo de acompanhar e de imaginar como e quando seria o final do Mormo. O livro é em terceira pessoa, que destaca o padre, e que possui uma narrativa simples e fluída, com diálogos fáceis. Super indico a leitura!

site: http://www.lendoeapreciando.com/2017/06/resenha-dominus-mortuorum-decio-gomes.html
Décio 22/06/2017minha estante
Oi, Kamilla! Fico muito feliz que tenha curtido o livro, e gostei muito das suas observações. Obrigado! Caso tenha interesse na continuação da história, o segundo livro já está disponível e se chama "In nomine patris - Sanguinis Sigillum" :)




Kamylla Cristina 14/06/2017

Dominus Mortuorum, de Décio Gomes
Jullian Bergamo é um jovem padre que cresceu em um mosteiro após a morte de sua mãe adotiva. Logo cedo Jullian demonstrou certo dom para sentir coisas que as outras pessoas não sentiam, e ao atingir a maioridade já tinha destruído um demônio e feito um perfeito e completo ritual de exorcismo. Destacando-se dos demais Jullian foi integrado à Ordem dos Venatores, que são um tipo de exorcistas.

Os venatores não podem passar mais de 665 dias em uma mesma cidade, pois o risco de ter o coração dominado pelas trevas é certeiro, por isso Jullian está a caminho da remota cidade de Willinghill. Na mesma noite em que chega a cidade Jullian se vê a caminho da casa de George Mosley, que está em apuros. O filhinho dos Mosley que foi enterrado três dias antes, após uma queda de uma árvore, simplesmente apareceu na porta de casa agindo de um modo muito suspeito. Tendo ouvido boatos sobre as atividades de Jullian, George não perdeu tempo e foi em busca de sua ajuda.

“Os olhos da mulher arregalaram-se, tomados por um horror que jamais sentira antes. À sua frente estava seu filho de onze anos. O filho que, três dias antes, havia sido deixado para trás em uma cova funda no cemitério de Willinghill."

Preparado para lidar com um simples exorcismo Jullian acaba irritando ainda mais o espírito que possuiu o pequeno Adrian pois os Mosley, com medo, omitiram a morte do garoto prejudicando o ritual. O demônio em questão é o Mormo, um demônio pavoroso que vive no cemitério e possui corpos de pessoas que tiveram uma morte terrível, e alimenta-se da dor de sepultamentos carregados de grande tristeza.

O Mormo é um dos mais poderosos demônios necromantes, agem como generais de Lúcifer, são os senhores dos mortos. Uma de suas especialidades é transformar pessoas em mortos vivos.

“Inesperadamente, uma intensa e conhecida dor de cabeça o deixou levemente tonto; ele abriu os olhos, e acima do telhado do hospital pousado como uma gárgula cruel sobre a fachada de pedra, viu o Mormo, o demônio necromante, orgulhosamente observando a destruição que trouxera para Willinghill."

O período para as atividades do demônio necromante não poderia ser pior, pois logo chega o aniversário da cidade e toda a população de Willinghill se encontrará a céu aberto na praça da cidade para celebrar a data. Padre Jullian cada vez mais determinado a acabar de uma vez por todas com toda a desgraça aceita a ajuda de George para caçar e exterminar o demônio de uma vez por todas.

Me encantei com In Nomine Patris assim que li sobre esse livro em uma programação de um evento literário que teve aqui em Recife. Infelizmente não pude ir ao evento, mas os nomes do livro e do autor estavam bem guardados na minha memória. Quando fui a Bienal aqui em Pernambuco em 2015, encontrei um estande com autores independentes e quem estava lá? Décio Gomes, eu quase surtei com tanto livro legal no estande, mas sabe como é vida de pobre né, eu tive que escolher apenas um. O Décio autografou meu livro e saí de lá com vários marcadores dos outros livros dele que um dia espero ter o prazer de ler.

“No início, tudo era Escuridão. Escuridão fria, Escuridão vazia, Escuridão voraz. E a escuridão, com seus cabelos compridos, sua capa intransponível, reinava."

A leitura foi fantástica e logo me envolvi com a leitura e com os personagens. O livro conta de uma forma bem sucinta, mas emocionante, a jornada do jovem padre até se tornar um venator. O personagem do George é muito importante para trama e traduz bem a lealdade que buscamos em um amigo.

O livro me surpreendeu não só com a história, mas também com a edição em si. As páginas são amarelas, e as letras têm em bom tamanho (detesto livros que além de folhas branca vem com umas letrinhas miudinhas), e na parte inferior da folha tem uma marca de água da silhueta de um cemitério – Achei sensacional!. Enfim, indico muitíssimo esse livro nacional.

site: http://umaleitoravoraz.blogspot.com.br/2016/10/in-nomine-patris-dominus-mortuorum-de.html
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Clube do Livro 26/03/2017

Resenha por Giuliana Sperandio (completa)
O livro já começa bem tenso com a morte de um menininho que sobe em cima de uma árvore e acaba caindo. Então após o enterro seus pais recebem uma sinistra visita que vai ser o começo da história de Nomine patris.




Logo conheceremos o padre Julian que nunca para em uma cidade por muito tempo por sua condição especial, desde criança Julian sente a presença de demônios, então quando virou Padre foi designado a venator, era uma espécie de caça demônios do Vaticano. Passado os 666 dias ele tinha que ser transferido para uma nova cidade, para sua segurança e dos habitantes.


"Um venator era um representante de Deus, mas também era um homem muito odiado pelo Diabo. Dizia-se no manual de treinamento que seiscentos e sessenta e seis dias era o tempo necessário para Lúcifer penetrar no coração de um venator inexperiente e convertê-lo."


Porém nessa nova cidade o mal estava a sua espera com toda perversidade usando como moradia o corpo de um inocente, após um chamado desesperado de um pai no meio da noite para que ele vá a sua casa, mesmo tendo acabado de chegar ele atende o pobre homem, então se depara um demônio na casa daquela família.




Ao tentar expulsar o demônio algo fora do normal acontece, uma mentira faz com o mal escape e Julian tenha uma certeza nefasta, ele irá causar sofrimento, morte e destruição e cabe a ele evitar que isso aconteça.


"O Mormo é um dos mais poderosos demônios necromantes e assume o posto de um dos generais de Lúcifer, sob o título de Senhor dos mortos. Habita as partes mais altas dos infernos, e torna-se presente na terra através de transições espirituais ocorridas em cemitérios. Um de seus maiores prazeres é apossar-se de carne morta, transformando qualquer tipo de ser vivente em mortos que caminham."


Então teremos a seguir uma terrível e sombria caçada de Julian à Mormo, um demônio que tem o poder de transformar suas vítimas em mortos vivos. Será que a fé de Julian será suficiente contra essa força maléfica?





MINHA OPINIÃO
Mais uma vez o Décio me surpreendeu, eu que estava acostumada aos fantasmas e demônios mais lights das Crônicas Ridell, me deparei com uma coisa bem mais punk aqui, e eu... Gostei muito mesmo apesar de minha preferência literária ir mais pro lado dos suspenses com espíritos, esse livro foi realmente agoniante (no bom sentido) com seus mortos vivos, demônios e vísceras. Para quem curte uma história de terror com bastante sangue e aventura recomendo demais!

A escrita do Décio é viciante e alucinante, você consegue entrar na história e sentir junto com os personagens a agonia de cada cena. Esse livro é curtinho, mas é o primeiro de uma série, então podemos aguardar nosso bom e velho Julian em outras aventuras endemoniadas hahaha.

A capa faz jus ao livro, a história acontece muito rápida, mas sem atrapalhar a leitura, os personagens eu acabei não me apegando tanto quanto os de Albertine, mas como disse, isso é culpa das minhas preferências por fantasmas mais dramáticos. Como li em e-book não tenho como opinar na diagramação, porém a revisão estava muito boa e não notei nenhum erro gramatical.
Super recomendo e em breve teremos mais resenha do Décio aqui.

Nota: 4/5 (muito bom)


site: http://clubedolivro15.blogspot.com.br/2017/03/resenha-nacionaldominus-mortuorum-in.html
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Pri 19/03/2017

Padre vs zumbis
Terror é um gênero que costumo evitar porque sou facilmente impressionável. Fiquei curiosa para ler esse do Décio, até porque a sinopse não me transmitiu nada que pudesse ser muito assustador, então resolvi investir nesse novo estilo de leitura e me surpreendi positivamente.

"Jullian era um venator. Um membro da igreja escolhido por Deus — e também por homens — para caçar o mal. O mal em sua mais pura forma.
Jullian Bergamo era um exterminador de demônios."

Jullian Bergamo é um padre com dons especiais. Desde muito jovem, seu talento para sentir e combater as forças malignas foi percebido, o que fez com que, com apenas 25 anos, fosse nomeado um venator pela Ordem Mundial da Igreja Católica. Passou então a realizar missões, combatendo as criaturas do inferno sempre que necessário. O que mais o incomoda nessa vocação é precisar mudar-se constantemente, pois um representante da Luz não pode permanecer em um mesmo local por mais de 665 dias, ou correrá o risco de ser corrompido pela Escuridão.

"Sombra e Luz jamais compreendiam, porém, que uma sem a outra não poderia existir. Eram seu próprio alfa e ômega, e estariam, por toda a eternidade, a esperar por um trono que a nenhuma das duas jamais pertenceria."

Dessa vez, seu ofício o levou para a pequenina cidade de Willinghill. Entre cidades pequenas, a informação corre rápido, e a fama do jovem padre alcançou sua nova moradia antes que chegasse. Não esperava, porém, que seu primeiro caso já seria tão complexo. Logo em sua primeira noite, antes mesmo de conseguir descansar da viagem, é chamado para ajudar um casal que está com um filho aparentemente possuído. Mas os pais da criança estão escondendo uma informação muito importante e Jullian descobre da pior maneira que aquele não é um caso comum.

"— Há quem se pergunte a mesma coisa sobre mim. Por que eu preferi caçar demônios ao invés de ser um padre comum. A verdade, meu caro, é que cada um de nós recebe uma vocação, seja ela matar criaturas ou fazer sopa."

Jullian depara-se com um Mormo, um demônio necromante, que transforma cadáveres em mortos-vivos. Um demônio forte e extremamente perigoso, difícil de ser combatido. O Mormo acaba sendo um dos maiores desafios de toda a trajetória de Jullian como caçador. Mesmo com tanto estudo, equipamentos específicos, inteligência e dedicação do padre, o demônio rapidamente consegue espalhar o caos por onde vai passando e causa diversas mortes. Com a ajuda de George Mosley, o homem que Jullian conhece em sua primeira noite em Willinghill, ele parte atrás dessa criatura cruel antes que cause ainda mais dor e destruição, tendo que ficar cara a cara com a morte, literalmente, durante o percurso.

"— Embora existam muitas coisas neste mundo que não conhecemos, é certo que uma das únicas destas coisas que não podem ser desfeitas é a morte."

Jullian é um personagem cativante. É jovem, mas muito corajoso e já tem uma boa experiência com demônios. Eu não sabia muito o que esperar de um padre como protagonista, mas imaginava que o personagem seria mais sério e talvez até mais idealizado. Mas Jullian se mostra um ser humano comum, com seus momentos de preguiça, raiva e descontração, sem nunca deixar de lado sua fé e simpatia. Ele gosta muito do que faz e é muito bom nisso. George é um homem grande e bruto, mas de bom coração. Com um jeitão de lenhador/caçador, torna-se grande amigo do padre. É um personagem divertido, que sofre muito por causa do Mormo, o que o motiva a caçá-lo até o fim.
O enredo me agradou bastante. Fiquei com medo de me assustar durante a leitura, mas isso realmente não aconteceu. O livro me pareceu muito mais uma fantasia ou ficção científica por causa da quantidade de cenas com zumbis. Nunca fui muito fã desses mortos-vivos por achá-los nojentos, então me preocupei da narrativa se resumir a isso. Com certeza os zumbis protagonizam a maior parte da ação do livro, mas nós sabemos que o verdadeiro mal está por trás de tudo aquilo, fugindo e se escondendo, e quando ele resolve aparecer na história, não deixa a desejar. Confesso que quando li a sinopse e comecei o livro, me lembrou demais a série Supernatural, mas o livro seguiu seu próprio rumo e achei bem original a forma como o autor conduziu a história.

"'Viver é remexer-se constantemente em um túmulo'"

Como li o e-book, não posso falar sobre a diagramação. Não lembro de ter encontrado nenhum erro durante a leitura. A capa do livro é bem intrigante e sombria, combina com a história.
A história é narrada em terceira pessoa, em quase todo o livro pelo ponto de vista do Jullian. Décio tem uma escrita muito boa e consegue fazer o leitor se prender na leitura sem perceber. Apesar do livro ser pequeno, não achei que ficou faltando nenhuma informação. Tudo é muito bem explicado, a história é detalhada, os personagens são bem construídos. Em nenhum momento a leitura é cansativa, até me surpreendi por ser mais leve do que imaginava. O final foi intrigante, com um gancho para o segundo livro que me deixou realmente curiosa para ler logo o próximo.
É um livro muito bom, com um enredo interessante, original, bastante ação, suspense e personagens simpáticos. Recomendo para quem curte o gênero e para quem nunca leu e hesita um pouco em se arriscar, como eu. Desde que você não tenha pavor de zumbis, acredito que a leitura vá agradar. :)

site: http://www.sigolendo.com.br/2017/03/resenha-dominus-mortuorum-in-nomine-patris-decio-gomes.html
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Shaykovisky 03/01/2017

Incrível.
Terror e suspense na medida certa, com personagens cativantes. Te prende logo nas primeiras páginas. Final e epílogo surpreendentes.

Orgulho de ser nacional! ?
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Dannyella 30/08/2016

In Nomine Patris (Dominus Mortuorum)
Um livro curto, de leitura rápida. Uma história cheia de fantasia, ação e aventura.
Dominus Mortuorum é o primeiro livro da trilogia In Nomine Patris. A história é sobre o jovem Padre Jullian Bergamo, um Venator pertencente a Ordem da Igreja Católica, especialmente treinado para caçar e eliminar demônios. Isso mesmo Jullian é um caçador de demônios.
O livro começar quando Jullian é mandado a cidadezinha Willinghill, depois de passar 665 dias em outra cidade,pois nenhum venator pode passar mais tempo que isso no mesmo lugar. Ao chegar Jullian já se depara com um caso muito singular uma criança possuída, mas a possessão é bem curiosa pois a Criança está morta.
Sua jornada está apenas começando pois dias tenebrosos se aproximam em Willinghill.
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Dannyella 30/08/2016

In Nomine Patris (Dominus Mortuorum)
Um livro curto, de leitura rápida. Uma história cheia de fantasia, ação e aventura.
Dominus Mortuorum é o primeiro livro da trilogia In Nomine Patris. A história é sobre o jovem Padre Jullian Bergamo, um Venator pertencente a Ordem da Igreja Católica, especialmente treinado para caçar e eliminar demônios. Isso mesmo Jullian é um caçador de demônios.
O livro começar quando Jullian é mandado a cidadezinha Willinghill, depois de passar 665 dias em outra cidade,pois nenhum venator pode passar mais tempo que isso no mesmo lugar. Ao chegar Jullian já se depara com um caso muito singular uma criança possuída, mas a possessão é bem curiosa pois a Criança está morta.
Sua jornada está apenas começando pois dias tenebrosos se aproximam em Willinghill.
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Nadja Moreno - Blog Escrev'Arte 05/05/2016

Muito boa obra!!! Vale a pena conhecer.
Um padre venator – especializado em eliminar demônios -, uma pitoresca cidade, mortos que levantam-se de suas tumbas para aterrorizar a população, um demônio necromante, uma família que vacila entre entregar seu filho morto-vivo ou escondê-lo sob a falsa esperança de tê-lo em seu meio novamente. Este é o cenário que envolve a trama de In Nomine Patris – Dominus Mortuorum.

Há algum tempo queria ler algo de Décio Gomes, tendo em vista os diversos comentários positivos pela blogosfera afora. Já vi resenhas que o comparam com o estilo literário de Stephen King, mas neste volume (e no segundo, que também já li) ele me lembrou mais Joseph Delaney – o autor da aclamada série “As Aventuras do Caça Feitiços“. Sua escrita consegue juntar uma certa comicidade (às vezes até sarcástica) com um ar sombrio e assustador de tal forma que, ainda que o leitor se sinta arrepiado em algumas cenas, a trama o abraça de tal forma que não dá para abandonar a leitura. No máximo ler acompanhado, ou com mais luzes acesas, mas nunca deixar de ler.

Padre Jullian me cativou. Não faz o gênero “dono da situação” nem tampouco do pobre padre velhinho mas cheio de sabedoria e nem mesmo do jovem padre que quer provar que aprendeu direitinho com seus mestres. Não. Ele me soou incrivelmente natural. Meio que alheio a rompantes desesperados e detentor de uma coragem pé no chão que o fizeram ser um personagem muito crível. Sabe quando a gente aprende com a vida, com as situações e se sente mal quando nota que a “coisa toda” estava ali escancarada mas você deixou passar detalhes importantes que fariam toda a diferença no diagnóstico? Pois é. Padre Jullian passa por isso e eu adorei seu lado absurdamente humano de ser.

Em dado ponto comecei a sentir uma leve tendência a uma história transformada de terror / horror para uma trama de zumbis e isso me incomodou um pouco. Porém esta tendência se dissipou rapidamente e o lado sobrenatural voltou a se sobressair e felizmente não tirou o brilho do gênero. Uma coisa que muitos autores do gênero não entendem é que assassinatos em série e volume de gente morta não é necessariamente terror. Isso soa mais como um suspense, um thriller… terror mesmo tem de ter aquele toque sobrenatural que arrepia a pele. Isso que eu penso, e Décio apresentou este elemento muito bem neste primeiro volume de In Nomine Patris.

Em se tratando do demônio em si, achei interessante que ele perpassa toda a história e é um dos protagonistas, mas pouco “aparece”, de forma propriamente dita. Ele age como uma sombra que sabemos estar ali o tempo todo, mas que não podemos ver ou sentir sempre. Bem próprio de um demônio mesmo. O desenrolar no final ficou um pouquinho aquém do que eu imaginava, mas em seguida tem uma pitada do que vem em seguida e aí entendi algo que me fez ver que ainda havia algo por detrás disso tudo que só se desenvolveria no próximo volume. Ok, tudo entendido e aceito!

In Nomine Patris – Dominus Mortuorum é uma obra pequena, de enredo ágil e leitura fácil. É como uma inserção no mundo do Padre Jullian e indispensável para quem quer conhecer a verdadeira obra de Décio, o volume dois de In Nomine Patris: Sanguinis Sigillum. Gente, este é fenomenal e PRECISA ser lido. Porém, comece pelo começo! Leia esta obra primeiro e saboreie o desenvolvimento da história e dos personagens no segundo volume. Sua resenha sai amanhã! Vem conhecer! 😉

A diagramação é simples mas bem feita e eu adoro esta capa! Não encontrei erros que pudessem interferir na leitura. Recomendo a todos que se interessam pelo gênero. É uma excelente história!

site: http://www.escrevarte.com.br/2016/03/in-nomine-patris-livro-1-de-decio-gomes-tribo-das-letras.html
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Simone 25/04/2016

Entorpecente! Eletrizante! Assustador!
Trata-se de uma obra contagiante, escrita por um companheiro de editora, o Décio Gomes.

Nessa assustadora trama temos como protagonista o jovem padre Jullian Bergamo, que é nada mais que um venator, ou seja, um caçador de demônios (ou um caçador de um de um Mormo), um terrível demônio necromante que tem como objetivo despertar os mortos de suas tumbas.

Jullian foi enviado a um orfanato assim que nasceu, e antes mesmo de completar três meses, foi adotado por um rico casal de fazendeiros. Até os 8 anos teve uma vida normal e feliz. Porém, a fazenda de sua família adotiva foi saqueada e também queimada, ocasionando a morte de seus pais adotivos, deixando-o novamente órfão, perambulando pelas ruas.

Depois de dias vagando perdido, ele é acolhido em um mosteiro. Desta forma, passa a ter grande conhecimentos religiosos, que faz com que ele anseie em tornar-se um membro da igreja. Seus dons especiais são notados ainda na adolescência, pois ele consegue enxergar coisas que ninguém mais consegue ver; aos dezesseis anos foi protagonista de um acontecimento que só agregou mais o seu dom, avistando ainda dentro do porão do mosteiro, um alado infernal. E antes de completar sua maioridade, realiza com êxito o seu primeiro exorcismo.

"Suas habilidades foram sendo amadurecidas no decorrer de seus poucos anos de vida, em duras sessões de treinamento proferidas por missionários experientes, e assim completou seus vinte e cinco anos de idade e finalmente convocado pela Ordem Mundial e nomeado como um venator: um servo da igreja católica responsável por livrar o mundo de toda e qualquer invasão vinda das profundezas dos infernos." (Livro: In Nomine Patris, Pág.17)

Um venator iniciante não pode permanecer mais que 665 dias no mesmo lugar. Depois deste período, ele se enfraquece, tornado-se uma presa fácil para qualquer demônio. Agora o jovem padre está seguindo para uma nova cidade, e assim que chega em seu novo lar, se depara com um caso à parte e a pedido de um morador, chamado George Mosley, ele se vê de frente com o seu primeiro caso, pois este morador pede para que ele vá até sua casa exorcizar algo maléfico que está em seu filho.

"As gotas escorreram pelo rosto de Adrian, juntando-se ao fio de baba gosmenta que saía de sua boca, mas ainda assim ele não esboçava qualquer reação. Estava quase imóvel, num estado de calmaria que nenhum outro ser possuído por um demônio conseguiria estar ao receber respingos de água sagrada." (Livro: In Nomine Patris, Pág.34)

Adrian Mosley, que até então tinha 11 anos, acabara de falecer. Ele retornou para a sua casa como um 'morto-vivo' na madrugada do terceiro dia após a sua morte, algo que não foi revelado para o padre, deixando-o emputecido com tal conclusão, fazendo com que ele tenha a certeza de que o demônio necromante começara a agir na cidade. Eis que surge novos e assustadores acontecimentos, onde tantos outros 'mortos-vivos' aparecem em plena luz do dia, até mesmo na festa de aniversário da cidade... É quando Jullian e George, que devido a empatia que ambos sentem de imediato, tornam-se amigos, e assim resolvem seguir para os bairros vizinhos à caça do demônio necromante, na intenção de aniquilá-lo e ter novamente a cidade em paz.

"Finalmente, no fundo do mausoléu, como se acordados direto do mais profundo inferno, dois grandes olhos amarelos abriram-se e iluminaram as paredes.
O Mormo acabara de despertar.
MOSTRE-SE, AGORA!"
(Livro: In Nomine Patris, Pág.130)

Agora cesso os meus comentários quanto ao enredo para não soltar spoilers.

Uma coisa que me fascina numa leitura é quando ela consegue me prender logo de início. E, neste caso, eu fiquei presa desde a sua sensacional INTRODUÇÃO, onde é apresentado o bem e o mal em uma linha tênue e de eloquente endereço entre a Escuridão e a Luz. Tal qual minha surpresa quando me deparei com os primeiros capítulos que foram mais que instigantes, onde me vi lendo algo bem parecido com o que já assisti por diversas vezes nas telonas. Confesso!... Eu me borrei nos capítulos iniciais, porém, ansiando sempre por mais. E por diversas vezes senti medo do que estava lendo. Contudo, fui me envolvendo de tal forma que fiquei íntima do padre Jullian e do George, deixando até mesmo o medo de lado, envolvendo-me ainda mais nesta trama muito bem escrita e amarrada, com uma narrativa e acontecimentos na medida certa... Os capítulos finais são de perder o fôlego e deixou-me descompassada, ansiando ainda mais pelo livro 2. \o Se eu gostei? Não! Eu NÃO gostei... Eu AMEI!!! S2 E digo mais, eu leria até mesmo a lista de compras do Décio. \o hahaha

O livro é narrado em terceira pessoa, sempre aos olhos do padre Jullian, com narrativa e diálogos de fácil compreensão; sua diagramação é simples e bem bonita, com fontes e espaçamentos na medida certa, envolta em papel pólen (o amarelinho), levando consigo na parte debaixo de cada página um sombreamento com um cemitério; sua capa é sombria, estampando pare Jullian pronto para o ataque contra o mal, aliás, quem assina a capa é o próprio autor. Por fim, para você que aprecia um excelente enredo do gênero terror, eis uma magnífica pedida. P.S: Agora vou ficar aqui,, em frangalhos aguardando sua continuação. \o

site: http://simonepesci.blogspot.com.br/2016/01/falando-em-in-nomine-patris-de-decio.html
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Submersão Literária 09/10/2015

Maravilhoso
Décio, com sua escrita fluída e fácil de se ler, nos trás uma história de zumbis original e muito diferente do convencional, a qual estamos acostumados.
Jullian é um padre um tanto diferente, que pertence a uma ordem que caça demônios, é um personagem que nos cativa desde o começo do livro.
Esse é um livro que nos prende do começo ao fim e nos deixa ansiosos pela continuação. Recomendo muito, amei do começo ao fim
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Tatiana 30/09/2015

Aventura e Terror na medida certa!
Diferente dos padres que estamos acostumados a ver, Jullian é um padre, digamos excêntrico. Além do seu ofício de dirigir uma congregação, ele tem uma outra missão: exterminar os seres das trevas. Sim! Jullian é um caçador de demônios, ou melhor, um Venator. Treinado pela Igreja Católica para lidar com quaisquer tipos de seres malignos, nosso querido padre irá se deparar com as mais diversas aventuras, em nome do Pai, da Luz, e em nome sua própria vida.

O livro começa quando Jullian está chegando na cidadezinha de Willinghill, depois de ter passado 665 dias em uma outra cidade, não é coincidência, mas os Venatores mais novos não podem passar 666 dias numa mesma localidade, vista que, esse número do capeta trará graves consequências a eles, pois como disse, ele não é apenas um servo a pastorear ovelhas, e sim um declarado inimigo do inferno, e como o tinhoso não quer perder nenhuma, irá tentar incansavelmente corromper a vida dos escolhidos para essa missão.

Logo de cara Jullian se depara com um caso jamais visto: uma criança possuída, mas a possessão tem um caso curioso, a criança está morta. O único filho de George Mosley é o primeiro a ser usado pelo Mormo, demônio necromante que possui a vida daqueles que não estão mais entre nós. A partir daí nosso herói terá que passar a estudar e tentar um plano de como caçar esse poderoso inimigo, uma vez que esse demônio conseguiu sair das profundezas em forma física, o que o torna ainda mais perigoso, pois não será um simples “volte para o lugar de onde veio” que irá funcionar.

A cidadezinha como todas do interior, com poucos habitantes, a fofoca rola solta. Todos esperam a vinda do novo líder espiritual , e como não era de se estranhar, os burburinhos sobre a dupla atividade de Jullian já está a quilômetros de línguas. Sua pouca idade também chama a atenção, principalmente das mais jovens, que vão à missa de apresentação suspirando pelo jovem e belo padre.

Como podemos ver, In nomine Patris tem tudo que um livro pode oferecer. Aventura, tensão, fantasia, terror, e uma boa dose de humor. A escrita é bem rápida, eletrizante e todos os fatos acontecem de forma graciosa, sem tanta pressa, mas de forma nos deixar quase sem fôlego, pois até os capítulos mais “calmos” – se é que tem algum que seja calmo – são eletrizantes. Caçar o Mormo é uma tarefa difícil, e Jullian passa a contar com o apoio de George, o qual quer de alguma forma vingar a morte de seu filho e quem sabe encontrar alguma paz interior.

George é um personagem “grandão”, cara de lenhador, eu o imaginei como alguém de pouca escolaridade. Uma pessoa humilde, mas de um coração enorme, e mesmo parecendo ser um brutamontes, consegue tirar a áurea pesada do livro. Seu humor é bem contagiante, e mesmo tendo passado por um momento tão difícil, ele consegue deixar padre Jullian meio desconcertado e sentimos que essa amizade a cada minuto só aumenta. George dá leveza às cenas mais fortes, e consegue nos mostrar que padre Jullian, mesmo sendo uma pessoa escolhida pela luz, ainda assim é um ser humano.

Unidos, os dois saem em busca daquele demônio que conseguiu tirar a paz da cidadezinha feliz e pacata, e uma caçada eletrizante pela escuridão é travada. Eles se deparam com um exército de mortos-vivos, o que dificulta a jornadas dos dois novos amigos. Jullian tem artefatos que foram muito bem bolados pelo escritor, desde adagas, a água benta, tudo foge do clichê que estamos acostumados a ver, e todos os elementos usados na caçada são repaginados de uma forma bem inteligente.

O desfecho final é surpreendente, e achei de uma magnitude imensa o que o autor fez, deixando nosso herói frente à frente com seu inimigo, e deixando um pouco George de lado, isso apenas para nos mostrar que não importa quantas pessoas estejam ajudando, pois o enfrentamento final não pode ser entre pessoas “normais”, e sim apenas o escolhido poderá triunfar sobre o mal.

Cenas dignas de um filme de ação e terror, com diálogos que nos fazem arrepiar da cabeça aos pés. Uma história que pode se aproximar tanto de nossa realidade, que chegamos a pensar: Será que de fato isso não acontece?

Então, se você é fã de algo sobrenatural, com muitos, mas muitos
mortos-vivos querendo arrancar a sua pele, ou a de qualquer um que esteja em seu caminho, In Nomine Patris irá te deixar sem fazer outra coisa além de ler até a última palavra.


site: http://www.leitoresanonimos.com.br/2015/09/resenha-in-nomine-patris.html
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Dayana 28/09/2015

Incrível!
Dotado de uma escrita cativante, Décio Gomes nos presenteia com mais um sucesso. Um livro cheio de suspense, ação e muiiiita adrenalina; nos conquista com personagens únicos e extremamente cativantes. Ao devorar as páginas dessa história, consegui imaginar todas cenas, o que mostra que o escritor tem uma facilidade incrível de te colocar na cena. A todo momento me senti em um filme. Recomendo a todos os amantes da literatura sobrenatural.
Mal posso esperar pelo próximo.
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Lana Hawk 15/04/2015

Finalmente um livro que fala de zumbis de uma forma mais original!
O Décio Gomes me mandou seu livro como cortesia, e, apesar de eu sempre ter um pé atrás com escritores nacionais, resolvi ler... e mais uma vez tenho que tirar o chapéu para um escritor nacional.

Ficaram curiosos? Então não irei me prolongar.

In Nomine Patris, é o primeiro livro de uma série que conta a história de um padre, Jullian Bergamo, que faz parte de uma facção "secreta" da igreja católica responsável por livrar o mundo dos demônios: os venatores.

Como uma romântica assumida, sempre fico meio desmotivada ao ler livros sem romance, sem um casal e seus dramas, mas este livro foi cativante desde o começo. In Nomine Patris é um livro que, de fato, não segue os padrões normais e foge completamente o tradicional, inclusive quando se trata de zumbis. Achei bem legal a forma que o autor aborda esta questão do zumbi/sobrenatural, pois, no livro, os zumbis não são causados por nenhum vírus nem nada do tipo, mas sim, possessões demoníacas em corpos já mortos. A narrativa é muito envolvente, de fácil entendimento, e o autor consegue narrar com maestria as cenas horripilantes sem usar de artifícios toscos. A época também casa com perfeição à trama, remetendo naturalmente a um ambiente com maior suspense. Não é um livro grande, mas cada página é significativa, com total ausência de capítulos ou páginas sem sentido, ou, "enche-linguiça", como minha mãe costuma chamar.

Pra terminar, vale muito a pena! E o mais legal: já foi publicado em português e inglês!

site: http://fofocaliteraria.blogspot.com.br/2015/04/in-nomine-patris-decio-gomes.html#more
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mistydayse 06/03/2015

Original e arrepiante
Na minha incansável busca por livros de zumbis, acabei chegando a esse livro, mais um nacional para minha coleção. Só em ler a sinopse já notei uma vontade do autor de fugir do básico, pois seus zumbis são nada mais nada menos que cadáveres possuídos por um demônio necromante. Isso mesmo! Nada de vírus ou ataque biológico aqui. O autor escreve de forma clássica e seus diálogos remetem a histórias de época. O clima de séculos passados se encaixa perfeitamente na história, e a trama segue um rumo muito original no decorrer das (infelizmente) poucas páginas. Os trechos de ataque zumbi são de arrepiar, e o autor conseguiu passar a sensação de horror sem se utilizar de passagens de mau gosto ou muito violentas. As referências a Noite dos mortos vivos me deixaram maluca e maravilhada! É uma obra de muita qualidade em seu resumo. Parabéns ao Décio Gomes!
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Jéssica R. 13/01/2015

Mistério, ação, terror e muita tensão
In Nomine Patris me conquistou já pela capa, quando vi no facebook do autor fiquei imaginando o que teria por trás de uma capa tão misteriosa. Jullian Bergamo não é um padre comum, ele é um venator, treinado para caçar e eliminar demônios. Por causa de seu trabalho, não costuma ficar muito tempo em uma mesma cidades e assim ele vai parar na cidade de Willinghill. Assim que chega Jullian é chamado para solucionar um caso bem estranho, na verdade muito estranho e nojento. O menino Adrian Mosley aparece na casa de seus pais dias após seu enterro, o que Jullian não esperava era que uma mentirinha por parte dos pais do garoto, o fizesse cometer um erro na hora de expurgar o demônio, que na verdade não era um demônio comum, era um: Mormo.

Com apenas 134 páginas In Nomine Patris é um livro curto, de leitura rápida, dinâmica e muito bem escrito. Décio Gomes possui uma escrita precisa, sem enrolação e falas desnecessárias, o livro possui algumas cenas de terror bem nojentas e assustadoras, para quem gosta desse estilo de livro esses adjetivos são um elogio e tanto. O autor conseguiu me deixar assustadinha em alguns trechos e até lembrei do livro A Hora do Vampiro, de Stephin King, os dois livros despertaram sensações parecidas em mim. O único defeito do livro é seu tamanho, Jéssica o livro tem continuação, não importa queria continuar lendo a história sem interrupção rsrs. O que me deixa feliz é descobrir mais um escritor nacional super talentoso conseguiu em 134 páginas criar o começo de uma história perfeito e sem aquela cara de livro introdutório. In Nomine Patris tem mistério, ação, terror e muita tensão.

site: http://www.coracaoleitor.com.br/
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