Vigilante

Vigilante Thais Lopes




Resenhas - Vigilante


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Marcos Antonio 13/12/2017

Vigilante
Este é o segundo livro da série melhor do que o primeiro, a autora cresce a cada momento, este livro fala sobre o amor que cresce entre Ezi e Zed ela uma mercenária e ele um guardião. Ela que salva o mundo no primeiro livro sugando todo o poder de AKARI para ela e ela vai para um planeta refugio e descobri que todos sempre a usam e aprende junto com Zed que os dois poderiam se ajudar mutualmente, pois cada um se completam.
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Quel Fernandes 04/05/2016

Resenha | Vigilante Thais Lopes| Book Bus
Série: Crônicas de Táiran - 2
Editora: Senhor da Lenda
Edição: 1ª
Ano: 2015
Gênero: Ficção Científica
Páginas: 343

Sinopse: A mercenária Ezi aprendeu cedo que precisava se esconder se quisesse sobreviver. E, acima de tudo, não podia deixar que os Guardiões soubessem quem era, ou do que era capaz. Mas uma única batalha tinha destruído anos de cuidado. Agora era apenas uma questão de tempo até que a Ordem mandasse alguém atrás dela, como haviam feito com seus pais...
Mas ela não sabe o que pensar quando o Arqui-Guardião Ziderrenoh chega na vila onde mora trazendo um aviso enigmático. Depois de anos se escondendo, Ezi precisa decidir o que é mais importante: sobreviver ou assumir sua herança, mesmo que isto coloque sua vida em risco.

Ezi com o poder (incontrolável) que absorveu da nebulosa parte para longe. Ela viaja e acha abrigo em uma vila distante e pós-tecnológica e fica amiga da filha da matriarca Thria. Após vinte anos na vila acredita que nada pode mudar e que na pode surpreendê-la. Ela não faz ideia dos mistérios que seus antepassados escondem.

Ezi: é pequena, durona, forte.
Zid: é muito sábio, sempre em busca que novos conhecimentos, gentil, generoso, amigo, parceiro.

Naredh: é o líder dos Khaver (os mercenários), forte, esperto.
Thera: é a matriarca da vila, esperta, cuidadosa, estrategista.
Thria: é gentil, habilidosa e compenetrada.

A narrativa é ótima, o que me surpreendeu foram alguns fatos narrados na visão da Ezi, pois sua inocência e ingenuidade em alguns aspectos me fizeram simpatizar com ela. A escrita é muito boa e é um final que não esperava.

Esse é o segundo livro das crônicas de Táiran e é tão bom quanto primeiro então não fique de fora se você gosta de livros de ficção científica.
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Bells 01/02/2016

Resenha: Vigilante
Vigilante é uma estória que se passa 20 anos depois de Sentinela, onde se tem como protagonista a Ezi, uma personagem que teve um papel muito importante no Livro I, pois foi através dela que as forças do bem ganharam a guerra. Mas, depois de ter lutado ao lado dos guardiões, Ezi simplesmente foi viver em uma vila pós-tecnológica, onde não seria encontrada pela ordem, pois tinha medo de ser morta como seus pais foram.


Na guerra que é narrada no livro I Sentinela, Ezi absorve muita energia de Ar- Kari, o que faz com que seu poder aumente de forma exagerada, sendo assim, os seus escudos são pressionado com tanto poder que não pode ser eliminado, pois Ezi não consegue transformar aquela energia em nada que não seja destrutivo.

Ezi levava uma vida normal na vila até que chega um forasteiro, que é o arqui-guardião Ziderrenoh, que foi encontrado quase morto. Zid, como gosta de ser chamado por Ezi tem um papel fundamental na estória. Após a sua chegada muitas coisas vão acontecer onde ele desempenhará um papel fundamental ao lado de Ezi.


O livro é muito bom no quesito criatividade, trama, uma escrita bem simples e leve que flui rapidamente. Os personagens foram bem elaborados, com distintas personalidades. Uma excelente descrição de cenário, e o livro é todo narrado no ponto de vista da protagonista Ezi. Entretanto, teve dois postos no livro que que eu particularmente não gostei. O primeiro é: o Zid teve um papel fundamental no livro, e passou por coisas extremamente difíceis, sentir falta de uma narração sob o posto de vista dele e uma descrição um pouco mais aprofundada sobre no que aconteceu em Ar-Kari com ele. O segundo ponto é: O final. Que final foi aquele?

Como sempre a autora me surpreendendo. Agora é só esperar a continuação né?

site: http://mysecretworldbells.blogspot.com.br/2016/02/resenha-vigilante-thais-lopes.html
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LT 30/12/2015

Resenha Livros & Tal
Vigilante se passa 20 anos depois da batalha que aconteceu em Sentinela, batalha na qual Ezi - a nossa protagonista do momento - foi uma ferramenta fundamental para que o lado "bom" da força tivesse uma vantagem. Ao decorrer da trama, as suspeitas que encontramos nas entrelinhas de toda a história desde o primeiro volume confirmam-se, a batalha anterior foi só o começo e não existe vitória enquanto o poder corromper.


"Quando é que ganhamo a confiança dos Keryl?"


Continuo com minhas teorias, continuo sem saber em quais personagens posso confiar. Quer dizer, claro que acredito em alguns como bondosos, mas tem alguns que me deixam como diz o ditado "com a pulga atrás da orelha". A Thais tem o dom de nos deixar com muitas dúvidas e consequentemente nos levando a desejar ansiosamente os próximos volumes.


"Mercenários." Ele balançou a cabeça,mas agora eu podia ouvir a nota de diversão por baixo do comentário.


Confesso que Ezi me irritou em alguns momentos, mas, algo que gosto nela é que ela tenta, encara e não desiste. Sabe, uma mocinha forte? Ela é! Só me incomodei um pouco com o mine (mine pois não foi nada exagerado, mas me incomoda mesmo assim) "mimimi" dela para com o Zid, o arqui-guardião que me conquistou desdeSentinela, para quem leu: tem como não gostar dele?!


Parei no meio da cabine, surpresa com minha própria reação. O que estava fazendo? Estava mesmo disposta a jogar aquele jogo, a arriscar assim? Xingando em voz baixa, terminei de tirar minhas roupas e entrei no banheiro.


Com uma guerra declarada em andamento, com bastante ação, intrigas, passados obscuros, segredos, uniões improváveis, desentendimentos, parcerias que podem ou não ser duradouras: quem sabe o que realmente se passa na cabeça um do outro? Bem... Aíla e Kai sabem, mas eles são uma exceção - risos. Brincadeiras à parte, seguindo a linha apresentada em Sentinela,Vigilante nos leva de forma fervorosa para um desfecho que de fato, me intrigou.


E ali estava Ziderrenoh. Um Arqui-Guardião, como ela. E vindo do mesmo povo, do mesmo planeta... Das mesmas crenças.


Ao final desse livro, temos a clara impressão de que as coisas só pioram, apesar de que o desfecho nos dê uma falsa sensação de "agora vai ficar tudo bem", coisas da Thais, sabe?


"Ficarei longe dos meus superiores, então. Eu entendo o que esta vila é, e posso imaginar o que acham que está acontecendo. Posso ser mais útil aqui do que entre a Ordem."


Com o envolvimento de vilas pós-tecnológicas, sim, nós as temos aqui, as coisas ficam um pouquinho complicadas. Temos a matriarca de uma vila na qual Ezipassa um tempo, e tenho que dizer que eu não gosto dessa mulher! Os mercenários e a ordem se fazem presente e um personagem - sem nome -  o qual eu quero conhecer e muito!


O homem alguns passos atrás de mim era forte, muito mais forte do que eu tinha pensado. Ziderrenoh. Mas seu nome não importava, apenas seu poder. E seus escudos. Fortes demais para ue eu conseguisse ultrapassá-los facilmente. Era melhor esperar, fazer o que precisava primeiro.


Todo o clima do livro, onde ele se passa, as naves, as lutas, armas, os povos que vão surgindo, o passando que vai sendo desvendado é muito delicioso de se acompanhar. Ah, uma sugestão para quem optar por ler: "Preste muita atenção nas entrelinhas de cada livro!" Palavras da autora, não minhas, mas que sugiro para vocês também.


Quer ler a resenha completa? Entre em http://livrosetalgroup.blogspot.com.br
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Giovana 14/11/2015

Vilas Pós-Tecnológicas: AMO/SOU
Ezi foi o fator para que tudo ocorresse bem na batalha que aconteceu no livro Sentinela, mas não é porque ela salvou o pessoal que agora eles devem mandar para ela postais intergaláticos de comemorações e uma cestinha com presentes nos aniversários da batalha, só precisam deixar ela em paz e por via das dúvidas dever um favor a ela. Mas qual a melhor forma de ficar em paz? Vá para uma vila pós-tecnológica no meio do nada.

O que seria uma vila pós-tecnológica? Abdicou das tecnologias evoluídas dignas da região, mas mesmo assim tem umas espadas tinindo para hostis e habilidades de lutas bem treinadas então não venham com graça. O clima da vila é de harmonia com respeito a superiores (pessoal que guarda as armas e dita as leis), a aparência da vila seria um feudalismo moderno.

A história realmente começa 20 anos após os eventos de Sentinela, que é quando a Ezi já garantiu uma confiança consolidada na vila, e antes que comece os "Ai meu Deus vai ter personagem de muleta de tão velho", saiba que o pessoal das Crônicas de Táiran vivem muito, muito mesmo, 20 anos é tipo as férias de verão. O clima de harmonia da vila é abalado quando chega mais uma pessoa na vila a busca de refúgio: Zid, o cara que estava a beira da sofrência no livro anterior e teve várias privações até ser encontrado e ter recebido ajuda, e ele quebra a harmonia de lá pois os Guardiões não são lá muito confiáveis devido a juramentos.

Após um ataque suspeito na vila e verdades chegando mais tarde do que deviam, o esquema é atacar em busca do que essa verdade pode significar e o que não foi contado ainda, dando algumas perguntas pertinentes para Vigilante:
Tem personagem que merece apanhar no chicote forjado com o melhor metal lá da ponta das galáxias? Tem, e eu já estou pesquisando no eBay quanto custa.
Tem o personagem que você queria proteger do universo e guardar em um potinho? Tem e fizeram isso de um modo maligno :c
Tem mulher bad ass na história? Ô se tem.
Tem momento olé? Sim, por causa da Vila Pós-Tecnológica.
Tem momento Lafond? Tem por causa de Ezi perdendo a cabeça, com um certo personagem.
Certas coisas (pessoas também) que ficaram um tanto místicas no livro anterior são resolvidas/ encontradas, mas não completamente então tem muito pano para a manga ainda. O relacionamento é quente, protetor e fofo, última característica por culpa de uns flashbacks filhos da mãe maravilhosos.
Acho que os capítulos da história são curtos, pois a história é tão dinâmica que eu fiquei meio: "Ué já li metade da história sendo que comecei ainda agora?!?!", tem momentos de ação espalhados durante toda a história, então sono garanto que não dá.

Vigilante mesmo sendo de ficção científica não tem linguagem que é difícil compreender, mas mesmo assim tem um glossário no final com definições dos locais mencionados, os povos e o que seria a Ordem dos Guardiões na qual o Zid faz parte, só não recomendo fazer mapa mental dos locais mencionados por questões de quilometragem, pois eles tem todo o aparato tecnológico para fazer um rolê pelas galáxias quando quiserem, os planetas não são vizinhos para ficar pedindo açúcar!

Obs: Momento Olé é quando você encontra algo que vai contra o que é imaginado, tipo uma vila pós-tecnológica que vai contra os esquemas de uma ficção científica. Momento Lafond é quando alguém dá piti que geralmente é desnecessário.

site: http://deiumjeito.blogspot.com.br/2015/11/livros-vigilante-thais-lopes.html
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